domingo, 20 de setembro de 2020

Aquele do "como sou hipócrita..."

Para iniciar, vou fazer uma breve introdução pois sem ela, talvez fique sem sentido. Em 1º de setembro desse ano maldito (para a gigantesca maioria - mas o melhor ano para mim nos últimos 5 acho - fato enquanto mais de 135 mil morrem, eu renasço...), comemoro meu segundo ano de "dieta carnívora". Sim, em 1º de setembro de 2018, após pesquisar muito, estudar um tanto mais e decidir o que é melhor para mim, eu passei a comer carnes, gorduras animais, côco, abacate e morangos. E o que diabos isso tem com eu ser hipócrita? Já chego lá.

Fato é que, como não como mais açúcar e não tomo mais suco de limão, estou no meio termo entre o doce e o ácido, passando por estados que nem mesmo sei dizer.

E sou sim um hipócrita, e vou dizer algumas razões logo abaixo:

- sou sim hipócrita: veja bem, eu tenho o maior respeito pelas minorias, grupos sociais e qualquer causa que queira proporcionar bem-estar coletivo social, isso é fato, mas, nunca apoiei, não apoio e jamais apoiarei as ferramentas de representação desses grupos. Sejam elas de direita, centro ou esquerda (esta sempre mais sedutora e mais atuante - até por conta dos interesses), nunca receberão meu apoio. Não concordo com o que vivemos hoje, no distanciamento que essas instituições/pessoas estão causando aos grupos, ao ponto de que o que ontem era algo ruim, hoje está se tornando intolerância. Fazer engolir goela abaixo, não é a solução.

-sou um hipócrita: veja bem, talvez eu seja o único babaca hipócrita que sabe que tudo que vem acontecendo com o clima é normal e nada tem relação com a existência do ser humano, que coitado, não tem tanta capacidade assim. Queimadas sempre aconteceram e continuarão acontecendo, secas como a que está ferrando Curitiba, sempre aconteceram e continuarão acontecendo. Haja vistas que se você desligar essa merda de televisão e conversar com seus pais e avós, descobrirá que sim, já houve, mas antes, eram bem menos que as 2.2 milhões de pessoas então, antes de falar em aquecimento global, que tal falarmos em vasectomia e laqueadura? Afinal de contas, sexo é bom, que não gosta eu respeito, mas se pudermos praticá-lo sem se preocupar ainda mais, seria bem bom. E tem gente que deveria mesmo evitar colocar "bacurís" no mundo..heheh - lembre-se, sou hipócrita e saiba, eu sou vasectomizado.

- sou um hipócrita: apenas por existir. Não sou de esquerda (mamis não tem duas carreiras), não sou de direita (mamis não tem duas carreiras) e para ser de centro tenho que ponderar um pouco. Um dia, tomei partido, tentei entrar na política para tentar propor algo novo, mas antes mesmo de entrar, descobri que eu precisava sair pois eu sou hipócrita e infelizmente na política, não há lugar para hipócritas, nem para pessoas que seja pensantes - no pensamento justo e coletivo.

Sou sim um hipócrita. Eu não acredito na medicina tradicional, essa que impõe remédio e condena a cloroquina, por viés político. Não confio mais em qualquer tipo de crença religiosa, principalmente as que pedem qualquer tipo de doação, seja em espécie (mórmons, católicos e evangélicos) quanto qualquer outra forma, como as universais e demais que aceitam até mesmo cartão.

Infelizmente, eu hipócrita que sou, penso que, de qualquer forma, sermos minimamente inteligentes nos tornou essa praga para a mamãe natureza que somos. Destruímos até mesmo o lugar onde vivemos. 

Somos os únicos e maiores produtores de lixo e ainda assim, não abrimos mão do conforto de uma embalagem descartável em troca de um vidro que vá e volte - preguiça, apenas preguiça. Conforto. Comodidade.

Bom, hipócrita ou não, infelizmente faço parte desse processo todo. Eu ainda continuarei a usar caixas ao invés de sacolas, prefiro garrafas de vidro aos plásticos descartáveis, não uso canudo plástico, enfim, são coisas pequenas que me fazem ainda mais hipócrita, certo?

#segue_ai

#passar_bem

#abraçoLG

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Aquele do "não há o que faça..."

 As modinhas da vida são passageiras, certo? Eu estou com quase 43 anos, na verdade, faltam 23 dias para eu me tornar um motor bom, 4.3, mas isso é brincadeira de quem manja de motor. Se não for seu caso, bele, não tem problema.

Mas, nesses 43 anos, vi muita modinha acontecer e deixar de acontecer. Por exemplo, aqui em Curitiba, na década de 90, tivemos uma modinha de sertanejos universitários (1ª onda), na qual os "sertanejos" colavam em seus parabrisas frases como "Os mar acabado", ou "Os cervejeiro", sim, com essa concordância, desse mesmo jeito. Tinha ainda uma modinha de colar um adesivo que simulava um tiro, sério, não sei qual era a graça. Aí, passamos por aquela modinha de torcer para o Ayrton Senna, que nunca foi tão bom assim, aliás, meio que nos moldes da modinha Hamilton hoje, melhor carro na mão de qualquer um, até minha vó acho que ganhava.

Teve a modinha do volei, quando ganhamos a medalha olímpica, teve a modinha seleção de não sei quando que foi tetra, teve a modinha do PT e suas mudanças profundas no braziuuuuuu, enfim, teve a modinha Mamonas Assassinas - essa era legal né, eles falavam monoteta, passaram a mão na bunda de não sei quem... Ah, lembra da modinha do "vai descendo na boquinha da garrafa"?

Pois bem, sempre há uma modinha a ser seguida, parece mais urgente para os seres humanos seguir uma modinha que qualquer outra coisa, a não ser, acreditar no jornalismo. Dessa forma, sempre somos buscadores de modinhas. Sempre!

Atualmente, temos zilhões de modinhas que um dia outro, vão passar também. Tivemos a modinha vegan, vegetariana, carnívora - algumas mais perigosas como as mães que não dão vacinas aos seus filhos e a ultima modinha que é tremer de medo da Covid-19.

Sim, sim, sim, nobres leitores. Se você me perguntarem, a resposta é sim! Eu também sigo as modinhas, eu sou ateu, carnívoro e babaca! Não assisto a globo, nem a band, nem nenhum outro canal de notícias, pois eu também sou jornalista e com o que tem a disposição, prefiro morrer sem informação. O restante eu estudo, pesquiso e faço o que for preciso para não ser um desinformado, mas em contra partida, não é qualquer verdade que me faz crer que aqui é realmente verdade.

A expressão "não há o que faça", eu não sei de onde surgiu mas eu e meus filhos usamos ela de vez em quando. Por ou para que? Para dar uma ideia de que, sem qualquer preocupação com o esforço, a gente tenta realizar um desejo, uma tarefa, algo assim. Tipo, "não há o que faça", no próximo final de semana que estivermos juntos, vamos fazer aquele hamburguer artesanal que tanto nós gostamos. 

Ou então, "não há o que faça", vamos sair ilesos da Covid-19, pois, não queremos abandonar essa terra linda, de céus azuis e cinzas, de beleza maravilho. E ainda, "não há o que faça", logo estaremos sentados na beira do mar, talvez tomando um gole, talvez comendo uma carninha feita na Geisiscan, mas "não há o que faça", tentaremos fazer tudo para termos muito mais momentos felizes do que momentos não felizes. Sim, a felicidade não é um estado, é uma condição.

E "não há o que faça", hoje, ninguém tira a minha felicidade e o sorriso que estou no rosto. "Não há o que faça", foram anos, meses, dias de um sentimento/sensação ruins, de até posso dizer certo sofrimento, mas hoje não...

"Não há o que faça", passam-se dias, passam-se horas, mas essa felicidade se renova, sempre numa aura de "Ok, estamos indo bem"... Estamos eu, minha cabeça, meu coração, minha saúde...

Sim, hoje posso olhar para os meus 43 anos e dizer: "valeu a pena, e-e, valeu a pena, e-e, sou pescador de ilusões, sou um pescador de ilusões", tomando a liberdade de parafrasear a música do O Rappa.

E ainda sobre eles, "se meus joelhos não doessem mais..."

#abraçodoLG

#bomferiado

#7desetembro

terça-feira, 25 de agosto de 2020

Aquele do "tremo só de pensar no assunto..."

 Durante o período mais intenso da Covid-19 no Brasil, muita coisa aconteceu. Não vou me referir nesse texto a tudo que eventualmente mudou na vida das pessoas que, na sua grande maioria (tirando os funcionários públicos - é claro que essa casta social não sofreria) teve salários renegociados, cortados, reduzidos; jornadas de trabalho mudadas por questões financeiras e de prevenção, e claro, o número de desempregados, que está ainda atingindo níveis sem precedentes.

É obvio que muitas empresas usaram esse período para perceber que, com menos gente, pode-se manter a mesma produtividade ou ainda, usando o desespero dos que ficaram, aumentar a produtividade. Os crimes, não sei como estão. Os acidentes de trânsito e mortes, não diminuíram muito.

Bares, restaurantes, lojas, empresas fecharam. Não havia como continuar, não é mesmo?

O governo? Bom, não podemos generalizar, pois ao que posso dizer, meu governo municipal fez o que pôde, pouco claro; o estadual, deu entrevistas, cantou de galo mas na verdade, esteve mais para um ratinho; e o federal, bom esse, fez, não fez e acabou não fazendo nada além de obras sociais. Aliás, o federal, nem mesmo o exemplo deu, saindo de casa sem máscaras e chamando de trouxa toda uma sociedade que esperava dele, no mínimo, uma postura adulta e não a postura de um rapaz, da mesma idade e nível intelectual de seus filhos.

Mas, esses dias, fazendo companhia para minha mãe, que aliás está há mais de 5 meses sem sair de casa de tamanho é o medo, assisti a um telejornal, de uma emissora que inclusive foi citada numa delação premiada, ops, não posso falar sobre isso... E nesse telejornal, usou-se uma expressão que me causou medo, tremor, pavor... Mais medo que o filme O Iluminado já me fez sentir... (contextualizando: eu assisti dois filmes de terror até hoje, O Iluminado, do qual nunca esquecerei aquela cara do ator principal; e Cristine F., O Carro Assassino)

Bom, então, nesse telejornal falou-se de algo que eu ainda não tinha ouvido falar: consórcio de empresas de comunicação. Pois é, e numa busca rápida, consegui levantar as empresas que fazem parte desse consórcio, e na minha perspectiva, tanto como cidadão observador e politicamente conhecedor, tanto na de jornalista formado e não atuante, esse consórcio mostra-se formado apenas por empresas, salvo engano, de uma linha política muito específica. E que, nos últimos dois anos deve ter perdido muito dinheiro em verbas publicitárias, e que tem um desgosto pelo governo atual e que bla, bla, bla, bla, bla. Sim, eles juram de pés juntos, ou nem juram nada, mas são de linha esquerda mesmo.

Eu, sou destro, mas na hora da política, eu estou no centro. Sim, sou um centro mas, não sou conservador. Eu infelizmente sou à favor da pena de morte, do aborto e da liberação da maconha e outras drogas. Sim, eu quero que o estado mande menos na minha vida e assim, possa se concentrar em cuidar de mim, cuidar dos 200 e tantos milhões de habitantes, os quais, estão órfãos de um governo decente. 

Saúde, educação e segurança pública, se isso estiver OK. Não importa para mim se é uma questão de esquerda, centro ou direita. No Brasil e acredito que em outros lugares do mundo, a política virou uma profissão, na qual, vale tudo mesmo para se perpetuar e perpetuar a espécie no poder. Pudemos observar isso com o governo que assumiu em 2002, que fez o que pode para ficar quase 16 anos no poder e se nada tivesse acontecido, quiçá ainda estaria...

Porém a questão aqui é que, na verdade, consumimos notícia, informação, jornalismo até por uma dependência meio idiota de notícias. Afinal, o que vai mudar minha vida saber que zezinho, uguinho ou luizinho fizeram ou deixaram de fazer. O que me vale que a cantora x está ou não com covid ou com chicungunha, enfim... E ainda, até onde me conste, as televisões e rádios ainda são obrigadas a ter parte de sua programação voltada a informação. Mas essa lei, não deve ser muito nova não, corro o risco de dizer que foi escrita numa época em que os "pé-de-couve" mandavam no Brasil... Outras coisas já foram flexibilizadas, como o horário da "Hora do Brasil" nas rádios, a entrada de capital estrangeiro nas empresas de radiodifusão... Enfim, muda o que convém... #Né?

Bom, se eu pudesse te dar uma dica, que aplico em minha vida e me faz muito bem, é: "não consuma notícias/informações/qualquer coisa "jornalística" de veículos que se unem, formam um consórcio e que, assumem de forma oculta um posicionamento, o que por si só é injusto. Injusto pois eles sabem que se assumirem a bandeira de A, B ou C, talvez nem audiência eles tenham.

É, mais ou menos por aí. Você quer continuar assistindo, beleza, mas saiba que, nem sempre o que eles falam, é exatamente o que eles deveriam/poderiam falar!!!


#abraçodoLG

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Aquele do "Nossa..."

 Tem dias que vou contar, a coisa parece que não vai. Mas hoje não foi um desses dias não, hoje foi um daqueles em que tudo que precisava acontecer, aconteceu. Tanto é que mesmo no final desse dia, estou escrevendo para o DLQ. Sabe, existem certas lógicas que não consigo compreender e nem tento mais. Tipo assim, porque é que o manifesto comunista tem que ser lido ainda hoje? Venha de argumento, aliás, só pense nisso se por algum motivo você leu esse manifesto, caso contrário, leia ele.

Ou então, porque uma autoescola hoje ensina um procedimento chamado meia-embreagem sendo que para viver e sobreviver no trânsito precisamos de qualquer outra coisa que não uma meia-embreagem? Afinal, muito gente e cada vez mais estão preferindo os automáticos. Mas, minha indignação não para por ai, me conta alguém porque as carolas vão à igreja e depois saem falando mal da saia da moça, que estava 1 dedo acima do joelho? Será que olhar para o próprio rabo é tão difícil assim?

Claro que eu tenho os meus defeitos, não são poucos, mas com o passar dos dias estou conseguindo olhar para os meus defeitos e assim, tento não olhar para os seus, e tenho uma tendência muito grande a respeitar todos e me respeitar menos. Infelizmente é assim. Pois, depois que descobri que hipócritas são os que dizem verde para agradar mas preferem e usam o amarelo...

Enfim, eu não sou um hipócrita ou pelo menos tento não ser um deles. E ainda mais, tento por toda a vida não ficar perto de hipócritas, eles me fazem mal apenas por existir. 

Assim, me afasto de colegas de trabalho, de amigos... E acabo muitas vezes ficando próximo da solidão por não conseguir falar ou fazer coisas apenas para agradar alguém. Não consigo mesmo. E já tentei sorrir amarelo, mas não consigo, já tentei engolir seco, mas não consigo, é ruim ter essa característica de tentar ser honesto com tudo e com todos.

Ainda tento ensinar meus filhos a serem assim, ou seja, além de ter feito merda comigo mesmo, ainda estou fazendo com eles... Com os dois... 

Enfim, se tu é um hipócrita, me perdoe, talvez eu não consiga falar com você.. Mas se tu não é um deles, talvez a gente nem se conheça até porque, não acontece muito isso.

Pra fechar, vamos fazer o seguinte: vamos tentar ser o melhor que pudermos, para nós mesmos. Não rola essa história linda de querer ser bom pra tudo mundo, não dá, é chato demais... Chato demais...

Um grande abraço!!!



segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Aquele do "Tento nem entender..."

 Eu nasci em 1977. E vou morrer algum dia, mas antes desse dia chegar, eu gostaria muito de entender algumas coisas. Uma delas é porque eu nunca consegui presenciar um enterro de anão. Ok, sem piadinhas, né?

Outra coisa que eu não entende é, como um negro, piloto de fórmula 1, rico e endinheirado, vem falar de boca cheia de dificuldades por conta de sua raça ou de racismo? Coitadismo? Bom, para mim, Hamilton é um hipócrita demagogo pois, com todo dinheiro que ele já conseguiu, me parece muito mais ser um coitadinho que usa uma condição da qual nem faz parte para ganhar reconhecimento. Eu realmente acho ele um piloto mediano, como muito outros, e isso não tem nada a ver com a cor da pele dele. Ele é mediano e ponto final.

Ok, Senna também era mediano. Tinha suas qualidade, mas enquanto ambos pilotos tinham o melhor carro, ambos eram os melhores, mas como um Schumaker ou um Barrichello, que fizeram miséria até com um carro não tão bom, ah, aí sim...

Infelizmente, o Hamilton hoje é o negro da vez, o que está em grande mídia. Bola da vez!

Assim como o Ayrton Senna surgiu numa época em que o brasileiro, com seu complexo de vira-latas, precisava de um grande mito, o herói nacional. E a rede bobo de televisão é campeã e criar isso. Já criou o mito Senna, os mitos do futebol e o brasil continua com esse vício em ser vira-latas.

Bom, era só mais um registro.

E para fechar, rumo aos 150 mil mortos, hein... Obrigado Presidente Bolsobosta...

No texto de amanhã, como eu enxergo a volta do papai!!!


#abraçodoLG

domingo, 9 de agosto de 2020

Aquele do "Comparando com Bolsonaro, Dilma era a CDF da turma..."

 Vou começar bem de leve, são 1h11 da manhã, estou sem sono e querendo que tudo passe mas, sabendo que enquanto tivermos um megalomaníaco no governo e um petista criminoso tendo suas condenações retiradas no tapetão para ser candidato quando o Bolsinha cair (e vai cair), realmente tenho uma tendência a achar que nem a covid-19 vai passar nem o brasil vai melhorar.

Você, nobre leitor, lembra da dilma roussef? Certa vez, ela soltou uma frase que na época fez pouco ou quase nenhum sentido mas que agora, anos depois, caiu como uma luva para o bolsonaro. A frase era algo mais ou menos assim:

"Não vamos impor uma meta, quando chegarmos na meta, a gente dobra a meta..."

Hilário isso, não é mesmo? Engraçado, hilário, tudo mais. Porém, são 100 mil mortos já. E para o bolsonaro, eu não sei se 100 mil já é a meta, e isso me deixa com medo pois ele vai acabar dobrando a meta ou então se não atingimos a meta, como será, a hora que atingirmos e ainda tivermos que dobrar essa meta?

Gente, morreram mais de 100 mil pessoas no brasil apenas de covid-19. Mais de 100 mil pessoas.

O país tem hoje algo em torno de 3.3 milhões, isso mesmo, 3 milhões e 300 mil infectados. É mais que 1% da população do brasil e 1,5 vezes a população de curitiba.

E o presidente, se é que podemos chamar um cara como esse de presidente, dá de ombros e faz de contas que nada está acontecendo, incentiva as pessoas a não usarem máscaras, através de seus órgãos públicos proíbe a venda de um medicamento que mostrou-se eficaz na prevenção, ou seja ele está cagando e andando (deve estar mesmo, depois da facada, vai saber)... 

Isso não é normal, nem o Lula com sua marolinha em 2008/2009 foi tão inconsequente, ou leniente...

A frase da dilma se mescla com esse governo extremamente incompetente e assim, se mostra e fica claro a incapacidade do brasileiro escolher qualquer representante seu. Só escolhe o que não deveria e por ai vai.

100 mil pessoas.

Coloca na conta dos seguintes:

- bolsonaro

- petistas (os anticloroquina)

- globo

- consórcio de informação criado no brasil (só tem peixe grande)

Esses aí são os maiores culpados pelos mais de 100 mil mortos, e podem até tentar defendê-los, mas a culpa sempre será deles... sim senhores... Sempre...

#abraçodolg

sábado, 8 de agosto de 2020

Aquele do "novo normal é o cacete!!!"

 Temos no Brasil um canal de televisão que é sempre muito criticado por diversas pessoas mas que até hoje tem um força tamanha a ponto de criar idiotices como a mais fresquinha: "novo normal". Bom, vivemos num país democrático, temos o direito de escolher em que acreditar - desde que seja bolsa ou mortadela - mas brincadeiras a parte, podemos escolher. 

Essa emissora agora criou e está fazendo todos que assistem a ela acreditar que existe sim um "novo normal". Que a vida não será igual depois da covid-19, aliás, a covid-19 nunca deixará de existir, nós é que seremos vacinados, enfim, que a vida não será igual, nunca será mesmo. Ainda mais para os parentes das quase mais de 100 mil vitimas desse vírus. Então, que isso sirva para que eu, você ou todo mundo, nunca mais nos permitamos sermos normais.

O que é ser normal? 

Eu não sei, até porque eu não sou normal então, pense...

Se o normal até aqui não fez nada de muito positivo, então, deixemos a normalidade de lado e vamos ser um pouco mais anormais, por favor.

Vamos desligar a globo, vamos desligar o facebook, vamos para o portão de casa, com máscara mesmo, olhar o movimento, dar um tchau com a mão para o vizinho, para a vizinha gata, ou para aquele saradão que faz uma flexão... Para o senhorzinho que sempre diz bom dia ou para o vizinho que tu nunca falou mas que, de repente, pode ser uma boa hora de dizer: olá! como vai?

As ferramentas modernas, twitter, whatsapp, facebook, instagram, google vieram para facilitar sua vida, mas não deixe que elas te dominem. Nem tudo que há nessas redes é algo positivo. E se você observar, ela aproxima muito digitalmente, mas afasta e muito, pessoalmente as pessoas.

Novo normal? Novo normal é o cacete. Isso é um produto que uma emissora quer criar, talvez vender camisetas, essas coisas. Não caia nessa, por favor.

Que seja um novo, mas que não tenha nada, absolutamente nada de normal!!!

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Aquele do "Acho que eu preciso me redimir..."

É improvável que alguém se sinta tão culpado por algo como eu costumo me sentir, as vezes sem razão alguma. Mas é fato que nos últimos 4 meses, eu estou meio "afetado"... Sim, quem disser que não está, no mínimo é mentiroso e uma pessoa que devemos confiar bem pouco. Sério que até no dia 19 de março, dia em que entrei em "home office", eu não tinha a menor ideia do que seria essa tal de pandemia. Eu estava que nem o Lula em 2008, onde na época o mundo estava passando uma das piores crises econômicas e ele disse ser uma marolinha.

Achei que era algo assim, uma marolinha. E não é de ver que eu tinha certa razão? Não há de ver que eu, que sempre fui meio burro, tinha meus motivos para acreditar que tudo poderia e foi diferente? Não tinha eu o direito de pensar diferente de você, dele e de quem mais fosse?

Pois é... O tempo passou, eu não posso falar com as pessoas. Discordar virou um quase "xingar mãe", lembra-se da época da escola, em que "xingar-mãe" era a ofensa máxima? Pois é, chegamos nesse ponto, só que hoje, eu tenho que escolher, ou eu sou de um político ou sou de outro, ser do meio ou escolher um quarto político, no brasil, eu não posso, veja você, nesse país democrático, eu não posso sequer escolher que lado quero seguir.

Esses dias eu escrevi aqui nesse blog que, na minha opinião, a esquerdinha brasileira deveria levar na mochila e no meio do olho pelo menos uns75% das mortes por covid-19 no Brasil. E eu vou me redimir aqui: a esquerdinha brasileira e seus sociopatas mas comuns infiltrados, precisam ser responsabilizados de forma veemente sobre isso. A covid-19 mata, e isso não é segredo para ninguém, isso não é sequer o  problema. Todos os vírus mais fortes em teoria matam. Estudem um pouco, logo vocês descobrirão...

Porém, a letalidade dele na população mais saudável, não chega a 1%. Comorbidades não devem ser levadas a sério como algo normal e quiçá ser tratado como uma condição geral, se assim for, já estamos mesmo com o país perdido. Desculpe-me mas existem indícios científicos que comprovam o que a medicina não quer que você saiba: comorbidade é preguiça!

Preguiça de comer direitinho, preguiça de aceitar algo diferente do que os "mais experientes" dizem, preguiça de aceitar que, sim, é possível que tudo esteja errado. Um exemplo bem babaca, mas muitos médicos de uma nova medicina que virá, já comprovaram por A + B que, uma pessoa com Diabetes do tipo 2, que é uma das mais fodas, e que mataria certamente em caso de Covid-19 pode entrar em remissão diminuindo o consumo de carboidratos para uma taxa próxima a 10g por dia. Ou seja, quase nada, mas não, preferem continuar comento alimentos integrais e dietéticos, tomando insulina que sabe-se lá onde foi produzia a abrir mão de comer um pedacinho de pão ou então abrir mão do macarrão.

Sim, quer mais exemplos, tem dezenas, centenas, milhares, mas eu não vou gastar esse espaço fazendo algo que você, caríssimo leitor, deve fazer, que é estudar um pouco.  A internet trouxe uma enxurrada de informações, estamos inundados de conhecimento sendo distribuído gratuitamente na internet e nas redes sociais, basta você ter um pouco de cuidado em saber filtrar.

Eu preciso me redimir pois, afinal de contas, se eu tenho alguma informação, deveria passar. É realmente eu deveria passar mas cansei de argumentar com quem não quer ouvir. Se, existem provas que um corpo que come carbos é mais inflamado que um que não como e mesmo assim o interlocutor vem com o discurso de que não "conseguiria viver sem um pãozinho", ah, quem sou eu para tentar mostrar o que ele mesmo não quer enxergar, né?

A mesma coisa aconteceu com a covid-19, porque é que as pessoas preferiram para tudo ao tentar entender o que acontece e como acontece? Aqui fica uma dica, mas enfim, mais uma que vou falar para haver de todas as formas contestações: dentre as diferenças entre vírus e bactérias, uma delas e talvez a que mais seja marcante para mim é que um tem vida e outro  não tem vida. Ou seja, uma bactéria pode efetivamente morrer, mas um vírus, é apenas uma cadeia de proteína, que precisa da vida de uma célula para quem sabe, se replicar. Ou seja, uma bactéria, busca uma célula para fazer seu trabalho, um vírus, ele precisa "cair" numa célula que, ao ter contato com o vírus tem seu DNA alterado de alguma forma, promovendo assim, a replicação do vírus.

Então, estou me redimindo.

Todos estão certíssimos e eu errado. Todos tem razão e suas razões, eu fico com minha insignificância e com a minha paz interior, bele? Combinado?

Segue o baile!!!

#fui

domingo, 19 de julho de 2020

Aquele do "Dia do Senhor.. do senhor esquerdinha..."

Eu cheguei a algumas conclusões os últimos dias de reclusão quase total. Muitas dessas conclusões talvez não sejam as mais agradáveis para a maior parte das pessoas mas, infelizmente, não posso desejar outra coisa senão um sinto muito para elas.

A primeira conclusão que eu cheguei é que, qualquer religião, repito, qualquer religião e aqui, eu tiro de jogada as de origens africanas que para mim não não são religiões como a católica, evangélica ou luteranas essas coisas e também não são seitas como a mórmon e muito menos, água de chuchu como o budismo e o hinduísmo.... Ou seja, todas essas que citei são exatamente o fim da humanidade. Enganam as almas que são fracas, roubam o dinheiro dos velhos que tem medo da morte, usam seus jovens como máquinas de divulgação em massa e de quebra sempre tem um "lider" que acaba de alguma forma fodendo (literal e figurativamente) alguém, e os relatos mostram que normalmente são de menor...

Mas é isso, sobre religião só mais um detalhe: não tá podendo ter aquele culto/reunião/missa, na qual o medo do inferno é cada vez mais ampliado e o dízimo, cada vez mais recolhido.. Então, a 4ª Igreja do Evangelho Quadrangular de Curitiba no Capão da Imbuia, no maior estilo Punk Rock, resolver colocar um monte de carros no estacionamento, e meteu umas caixas de som que só por deus.... deus surdo viu. Meti duas reclamações por poluição sonora mas qual a minha surpresa saber que isso não é poluição sonora.. Pois a prefeitura de Curitiba não faz nada, deve estar faltando fiscal, né...

Deixando de lado esses hipócritas, hoje é dia do senhor... Do senhor esquerdinha.

Desde o início, quando surgiu a covid-19 no Brasil, havia uma possibilidade de usarmos de forma profilática, ou seja, para evitar uma disseminação maior, um medicamento. O presidente, atualmente sem partido, saiu falando aos 7 ventos e quando ele, sim ele pegou covid, ele mesmo tomou. Mas, a academia desse país, que é um lixo esquerdista na grande maioria, a nata intelectual dessa nação, tratou nos primeiros instantes de condenar o uso desse medicamento. Se apoiaram em estudos que eles mesmos fizeram, e no achismo que apenas a esquerda gosta de usar para f. outras pessoas.

Infelizmente nada foi feito porque, por mais que o presidente tenha sido eleito democraticamente pela maioria dos votos, na academia, a maioria da elite supostamente pensante é de esquerda e perigosamente tendenciosa a fazer sempre o que a esquerda quer.

Conseguiram que o remédio, barato e talvez eficiente nem sequer fosse cogitado. Já passamos de 78 mil mortos e eu quero que pelo menos 75% seja colocado na conta dos esquerdinhas, por favor. Foram eles que proibiram o uso da cloroquina e de outro medicamente que além de barato estava muito disponível.

Bem, não vou mais tratar desses assuntos ou melhor, vou tentar não tratar mais desses assuntos aqui pois, isso além de tudo, me deixa pra baixo. Não quero mais imaginar que esse país é governado por um bando de idiotas, que só pensam em si. Alias, como está rápida a obra do shopping do pai do governador, né? OK, não é dele, mas ele tem participação. Até ele ganhar nem andar andava, agora, está pronto...

Infelizmente, a vida desses mais de 78 mil não voltaram, será que Darwin tinha razão? Não sei, se assim for, posso ser o próximo...

#fui

sábado, 18 de julho de 2020

Aquele do "quem vai pagar a conta?"

O TEXTO A SEGUIR É OPINATIVO. ELE EXPRESSA A OPINIÃO DESTE QUE ESCREVE. SIM É A MINHA OPINIÃO!

Quando amigos vão a um restaurante ou a um bar, é comum que no final do evento, haja uma discussão saudável sobre que vai acertar a conta. Normalmente, namorados discutem entre si, amigos combinam, e por aí vai. É algo natural, e normalmente até por serem amigos, tudo acontece de forma natural. É sim. Se estiverem em 10 e a conta deu 1000, 100 para cada um resolve o problema. Matemática mais que básica, não é mesmo?

Bom, isso para pessoas de entendimento normal, mas se para você, 2 + 2 = 10 então, você fica com a razão, eu com a paz!

Mas onde quero chegar com essa introdução pouco eloquente?

Vamos lá. No final de 2019, na China, descobriu-se um novo vírus, que na verdade nem era tão novo mas nesse caso, ele passou a se propagar numa velocidade ao qual nós, seres humanos, chineses ou não, não estávamos sequer meio preparados. Veja que, vivemos com vírus e bactérias e outros patógenos o tempo todo e até somos fortes para a grande maioria deles. Segundo Darwin, alguns são mais fracos e isso também é fato, acredita quem quer.

Mas ok, da China para o mundo, não foram necessários nem 6 meses, em bem menos o mundo todo já sabia muito bem o que era o Covid-19. E uma das características do ser humano em relação aos outros animais é que a morte não é mais aceita como algo natural. Corremos a vida quase inteira para evitá-la, por inevitável que ela seja.

Porém a Covid-19 chegou assolando países que tiveram que fechar comércios, empresas, escolas, igrejas (essa ultima não foi assim uma grande perda), enfim, tivemos que encarar algo que ficará conhecido como Novo Normal. Novo Normal? Novo Normal é o kct!

Vou esquecer o resto do mundo, tá. Eu vou me concentrar no brasil. Em 2018, quebrando todas as expectativas de uma parcela menor que 50% da população, elegemos  (eu não) um representante que por respeito ao cargo, precisamos chamar de presidente. Ele tem seus muitos defeitos, incluindo seus filhos e alguns poucos positivos. E em seu governo, tivemos a Covid-19. Ele, como comentei tem seus poucos acertos, bem poucos, mas um deles é que no início dessa pandemia ele pediu às suas fontes que trouxessem algo de bom, no caos que se anunciava. Dessa forma, ele apresentou de imediato uma medicação.

A medicação não foi aceita!

Já se perderam mais de 65 mil vidas, e quem é que vai pagar essa conta?

Bom, eu observei o comportamento de pessoas próximas, as quais, são um bom radar para mim. São pessoas comuns com certo grau de instrução (para minha decepção, isso não se mostrou um diferencia) e é assustador o poder de um dos lados da força. É fato que temos uma imprensa no Brasil que é sensacionalista (essa todas são), e que tem por fatores muito distintos, um grande peso ideológico. Basicamente, temos uma imprensa de esquerda, sim essa esquerda sedutora que já tratei aqui no DLQ uma vez. Não apenas uma imprensa com viés esquerdista como uma imprensa que acha que em pleno 2020 ainda tem o direito de enganar tanto as pessoas. Não apenas com notícias fantasiosas, mas utilizando-se de personagens belos, roupas lindas, aparelhos caros e boa vontade. Se bem que de boa vontade, o inferno está cheio.

Não, o jornalismo no Brasil não entendeu que não adiantar ficar batendo num presidente para discordar por discordar, é necessário uma nova leitura de tudo. As pessoas estão usando perigosamente cada vez mais os recursos disponíveis, leia-se nesse caso, as rede sociais, que falam uma língua mais perigosamente fácil de ser entendida pela maioria.

Aí, dona maria divulga algo que a dioclesina, a maristelina e a dona catifunda acham que é verdade e transmitem para seus filhos e netos que retransmitem e por aí vai. Quando é necessário parar para ver, a coisa já desandou e temos fatores como a criação de um mito idiota com filhos hipócritas e supostamente ladrões, sendo considerados líderes. Ou então, temos ainda a ideia de que um remédio não pode salvar vidas apenas porque a "academia", essa sim mais petista que o jornalismo, acha que não pode dar o remedinho para contrariar o presidente.

Meu ovo... O presidente é um merda, mas a esquerda pseudo socialista de cérebro levemente atrofiado, em conjunto, terão que pagar essa conta. A academia nem deixou que se tentasse e o presidente nem bateu de frente para que se tentasse. Logo, chegaremos aos 100 mil mortos por um vírus, e pelo menos no Brasil, isso é mais culpa da gritaria política do que do vírus em si.

Nunca antes na história desse país, esquerda, centro e direita brigaram tanto, no silêncio, matando tantas pessoas. Lembro-me bem que nem durante o governo lula e aqui no estado do roberto requeijão, morreu tanta gente de uma doença que poderia sim, ser encarada com um medicamento que inclusive já existia.

A fábula da esquerda, com seu discurso de proteção às minorias sociais, já matou muito, mas nada se compara ao que foi feito durante a covid...

Que essa conta seja repassada a todos, sem exceção que não deixaram que se tentasse, seja com a hidróxidocloroquina, ou qualquer outra porcaria que já tínhamos a disposição.

Assim como aquele babaca do dedo a menos disse que foi bem feito por deus a praga do covid, que para cada um dos petistas ou esquerdistas contra a cura da doença, fique em seu coração de pedra, a culpa por pelo menos 1 morte.

#fui