sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Acabou...

Mais uma semana acabou. E que coisa, né, a próxima semana já começa mais curta que outra. Eu não quero mais feriados. Esse ano, creio que com os feriados, perdi umas 50 horas de trabalho. E claro que eu tive que pagar isso de alguma forma, e para mim, foi da pior possível: trabalhando mais e mais...

Respeito aos mortos todos devemos ter, mas um feriado para isso? Ah, vai lá no sabadão, eles não vão reclamar de nada, não...

Eu desejo a todos um excelente fim de semana... e cuidado no feriado...

Queimamos juntos!

Hoje foi velado e cremado o corpo do torcedor do Atlético que foi atropelado e morto após o clássico Atletiba do último domingo. Com ele, foram cremadas um pouco da nossa esperança em dias de paz, da nossa paz em dias para se ter esperança. Como disse o jornalista Leonardo Mendes Jr, brilhante editor de esportes da Gazeta, “morremos um pouco também”. E se morremos, queimamos um pouco na cremação.

Que essa queimadura, que essa dor que certamente sentiríamos se vivos estivéssemos quando atirados ao fogo nos sirva de lição. Não por merecermos queimar por algo que fizemos (como os vândalos e marginais que provocam arruaça, destroem o patrimônio público ou a vida das pessoas), mas talvez por justamente nos mantermos inertes diante de alguns absurdos.

Quem de nós nunca viu uma “barbaridade” sendo cometida. Um ato de vandalismo, uma arruaça ou uma injustiça... e nunca fez nada. Nem uma denúncia, nem um pito e muito menos uma intervenção.

É certo que podemos nos colocar em risco em algumas dessas oportunidade, mas tenho certeza que na maioria das vezes podemos contribuir para que isso pare. Seja por uma ligação anônima para o 181 para denunciar o consumo ou tráfico de drogas, seja com uma conversa de muro com a vizinha, para alertá-la que o filho foi visto pichando um ônibus.

Qual é o nosso valor nesta sociedade. O que será de nós se ficarmos sempre inertes a tudo que nos rodeia. Se já somos preguiçosos em agir quando a “coisa” é boa, imagina quando ela é “ruim”. Vamos lá meu povo. Levanta a bunda dessa cadeira e faça alguma coisa. Se mexa. Não seja um vegetal. Viva, interaja e faça do seu mundo (por menor e aparentemente sem importância que ele seja) um lugar melhor.

Veja mais sobre o assunto em: www.gazetadopovo.com.br/esportes

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Chegamos lá

Então, chegamos lá. 500 acessos (alguns mais) e 51 textos com esse aqui. Exatamente uma boa ideia.

Se eu e o dudu vamos seguir? Claro, pelo menos enquanto houver diversão e vontade, continuaremos.

Sem muitos comentários e sem nada específico para dizer ou escrever.

Apenas uma pergunta simples e básica? O que temos como opção para o ano que vem???

Estou com medo!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Oposição x base aliada

Meu texto do blog hoje foi escrito pela manhã e publicado a tarde. Motivo: no meu emprego eu não posso publicar e também não podia deixar de escrever.

O tema hoje é ponto e contra-ponto. Ouvindo rádio hoje pela manhã me senti uma prostituta mal paga. Abandonei alguns hábitos que faziam eu me sentir assim. Mas tem um que pelo visto eu terei que sair do brasil para me sentir melhor. Lá em brasília, digo lá porque é lá mesmo, os governistas e a oposição estão brigando para decidir quem vai presidir a CPI do MST.

Num país sopa de letrinhas, CPI quer dizer Comissão Parlamentar de Inquérito e serve para que os deputados e senadores possam investigar de forma mais profunda algum acontecimento que envolva os três poderes, a sociedade em geral ou entidades de classe. Nesse caso, vão investigar um bando de baderneiros (tem gente boa, mas contamos nos dedos) que recebe dinheiro do governo para invadir terras.

Nesse mesmo país sopa de letrinha, MST quer dizer ou pretende dizer Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, mas podemos dizer Movimento do Sem Terra, vez que poucos trabalham.

E como o governo lida com a situação?

Depende do governo, mas é comum o governo investir em duas frentes: uma delas, o governo através do INCRA (sopa de letrinha) Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária faz vistorias, estudos e decide quais produtores são domos de latifúndios improdutivos, paga a eles uns dinheiros e aí pega essa área e divide para alguns sem terras. Esses por sua vez começam a produzir: plantam e criam alguns bichinhos que eles mesmos vão comer.

A ideia é excelente. Minha irmã trabalhou para esses assentados numa região do paraná e fiquei impressionado por saber que funciona – com uma minoria. Muitos recebem a terra e acham que ela está mal localiza, ou então que o lote é pequeno e volta ao movimento.

Lula-lá e sua “equipe” resolveu investir pesado em alguma dessas etapas e o movimento, que por sua vez também é formado por brasileiros e seu famoso jeitinho, deu um jeito de desviar uns dinheiros para pagar a invasão.

A oposição começou a berrar. Lula-lá e sua “equipe” ameaçou mudar os critérios para fazer a desapropriação. Note, uma parte dos nossos políticos ou é ou tem na família algum tipo de produtor rural, dono de latifúndios “mai-menos” produtivos. Aí ferrou-se tudo.

Como vivemos numa nação onde os interesses de cada um se sobrepõe aos interesses coletivos, já viu a merda que vai dar, né! O fato mais marcante dessa história, pelo menos para mim é que a oposição, depois de ter conseguido as assinaturas necessárias de alguns governistas teve que ameaçar divulgar os nomes dos governistas que tirassem por ventura sua assinatura na entrega do pedido de CPI.

Puxa vida, opositores, já que vocês infelizmente são a minoria, divulguem os seus nomes, os nomes de seus companheiros e também, divulguem os nomes dos governistas que mesmo partidários ao Partido dos Trabalhadores, não fazem nada pelo povo, para o povo. Só isso, divulguem seus atos de forma transparente.

É pedir muito?

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

"Torcedores" = terroristas

Até quando nossos policiais ou as autoridades políticas (por sua passividade) vão tratar bandidos como torcedores? Não gosto muito de falar de futebol e suas ramificações por aqui, mas não posso deixar passar mais um gancho que esses vândalos me dão.

Quer fazer um teste de impunidade? Vá agora, pode ser na hora do almoço, até um terminal de ônibus. Pegue um dos "peti-pavês" que certamente estarão soltos em algum local, aprume o braço direito (o esquerdo, caso você seja canhoto) e num movimento vigoroso arremesse contra o vidro de um bi-articulado. Pode ser ligeirinho também (alimentadores não causam o mesmo efeito). E espere...

Caso não aconteça nenhuma movimentação, repita o gesto e grite bem alto: "EU SOU MALUCO. Vão SE FODER, seus PMS viados".

Olha... não vou apostar, mas tenho a leve impressão de que vão brotar policiais do chão e você (além de tomar umas boas porradas enquanto ninguém vê) vai ser enquadrado por vandalismo, desacato e até porte ilegal de arma branca (preta também, caso a pedra de peti-pavê escolhida tenha essa cor).

Ponto e vírgula.

Agora junte-se com um bando de "iguais". Entre no ônibus batucando nas cadeiras, no tetos e batendo o pé. Pixe o coletivo todo. Atormentem os passageiros e grite, a todo instante, palavras de ordem, palavrões e ofenda pessoas que aparecem em grupos semelhantes ao seu, mas trajando cores diferentes que as suas. Os provoque, os agrida, joge pedras no ônibus, roube o boné no playboy que passou por voce, xingue os policiais e tome tubão.

E espere...

Se você não for burro o suficiente para ter drogas ou armas nos bolsos, você deve só tomar uma geral e seguir para o estádio.

E é assim em todos os grandes jogos na cidade de Curitiba.

A culpa é de quem? Todos sabiam que o terminal do Fazendinha ia ferver. A Gazeta, onde trabalho, havia alertado com TODAS as letras do perigo. Bingo. O pau fechou no terminal neste domingo. Os arruaceiros dispersaram e ninguém foi preso.

O caso é sério... e me permito uma comparação maluca.

O que difere um torcedor/marginal de um fanático religioso que explode um carro bomba, como esses que explodiram em Bagda no fim de semana? Eles são terroristas, mas e os torcedores? O que são?

A diferença, para mim, é apenas no Deus idolatrado. Costumo dizer que nenhuma religião faz o que o futebol faz com o ser humano (em geral brasileiro). Transforma o cara num idiota, sem filtros, sem noção e bom senso. O amor provoca efeitos semelhantes, mas o futebol é a origem do pior que há nos brasileiros.

Bandido é bandido. Cometeu crime (quebrou, vandalizou ou coisa parecida), mete no xadrez. Não adianta esse papo de medidas sócio-educativas, alternativas, doação de cestas básicas. Quem faz o que um "torcedor" bandido faz, esta com um pé na criminalidade. Para assaltar, roubar e matar... é um pulo. Tem que ser tratado como bandido.

A rivalidade pode ser saudável... o ódio, nunca.

sábado, 24 de outubro de 2009

Sumiço? Culpa do Atletiba!

Meu Deus... calculem o fiasco que sou. E imaginem a vergonha de tomar uma "carcada" assim, para todo mundo ver, da nossa querida leitora Má. hehehe. Estou aqui gente, mas minha ausência é compreensível (ou pelo menos acho que sim).

Quem gosta de futebol ou vive dele diariamente, como eu, sabe que em semana de Atletiba, tudo que não é sobre o jogo vira secundário. Minha mulher que o diga. Tá totalmente indignada com minha ausência em casa. Trabalhei dobrado, cansei dobrado, mas produzi dobrado. No fim, acho que tudo compensa, pois nosso trabalho foi (até agora) muito bem feito e rendeu bons frutos.

Três eles postarei a seguir. Foi uma ideia que eu tive, mas que por problemas técnicos (o mesmo tipo de gravação seria feita no Atlético, mas não foi possível. Por decisão de chefia, para que não houvesse privilégio para ninguém, decidimos não publicar) esses videos não entraram no site da Gazeta.

Para provar que estava trabalhando (por isso sumi daqui) vou colocá-los no ar para vocês, privilegiados leitores do DLQ. Não é nada demais. São depoimentos do jogador Marcelinho Paraíba, craque do Coxa, além do técnico Ney Franco. Eles chamam a torcida para o estádio e os convida a proporcionar um clássico de paz e festa.

É isso... A partir de agora estou de volta.


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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Devaneios...

Nessa noite de sexta-feira, mais uma vez sem muita grana e bastante cansado para sair, estou aqui, na frente do laptop. Sabe, instalei uma cópia pirata do windows 7. Se ela for boa o suficiente, farei algo na vida que nunca imaginei: comprar uma cópia original! Vou investir 699 reais e comprar uma!

Mas meu texto hoje tem mais a ver com quem não compra a cópia e fica usando as piratas. Na verdade, mais com os piratas modernos e com os imbecís retrógrados dos moros cariocas. A guerra ao que tudo indica está mais do que declarada. Bandidos atiram no helicoptero, policiais atiram nos bandidos e nessa merda toda, ninguém é de ninguém. Se eu fosse carioca, estaria agora mesmo ou me armando para a guerra ou saindo do rio de janeiro, fevereiro e março.

Cansa só de ouvir falar. É nojento, é burro tudo isso. O governo resolve não fazer nada durante tanto tempo e agora quer acertar tudo. Ao passo que o traficante que ficou tanto tempo mandando, não quer deixar de mandar em momento algum. Aí é pipoco pra todo lado. E haja bala. Agora eu me pergunto, por onde é que sobre tanta bala, tanta munição nos morros? Por teoria, teria que passar por baixo, pelas entradas do morro, certo? Fecha todas as entradas, segura tudo, comida, água, munição. Os de bem, descem logo, o moços maus, continuarão lá!

Sei lá também, curitiba está ficando bastante parecida, a grande diferença é que aqui, nosso governo metido a populista realmente não está fazendo nada e que não temos moros. O resto, é muito parecido, polícia não entra na favela, bandido faz o que quer, e hoje ainda fugiram 4 pelo buraco na CPA - Colônia Penal Agrícola.

Viva... bom final de semana a todos... e abraço ao nobre dudu!!!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Papo legal

Um dia que, até as 14 horas, eu queria esquecer. Depois das 14, prefiro lembrar. Tudo por causa de um senhor chamado seu Alfredo. Sabe, um senhor com os cabelos bem branquinhos, mas uma conversa desafiadora.

Começamos falando sobre terrenos, pois estávamos na frente de um terreno a venda. E continuamos o papo até o ônibus chegar. Terminamos com ele me dando uma aula sobre uma pesquisa que demonstra quais as prioridades do homem e da mulher nas grandes cidades desse meu brasil.

"Eu vejo tudo isso na televisão, mas depois, se eu precisar, eu vou pesquisar para saber o que é verdade", disse ele.

Foi algo muito agradável mesmo. 

Valeu muito a pena.

Depois disso, uma caminhada pelo centro da cidade. Muita gente, todos tendo que respeitar os semelhantes. Mas até onde isso dará certo? Até quando encontraremos "seus alfredos" para conversar e aprender?

Bom, por hoje, o papo com seu alfredo foi bom...

Para encerrar e para as mulheres que acreditam que sexo é o primeiro pensamento do homem, seu alfredo me contou que a ultima pesquisa demonstrou que sexo está em terceiro lugar: em primeiro lugar com a preocupação com a alimentação, em segundo lugar com a moradia.

Viva seu alfredo...


quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Pena de urubu, pena de galinha...

Então, hoje o assunto é pena. Sõ que uma pena que falta no Brasil, pelo menos em minha infeliz opinião: a pena de morte.

Depois que tornei-me ateu, ou aspirante a ateu, passei a pensar algumas coisas de forma mais racional. E a pena de morte foi uma delas. Muitos dizem que nós não somos deus para decidir quem morre e que vive. Aceito isso, mas rebato dizendo que os marginais também não são deus para decidir quem morre e quem fica, o são?

Eu não acredito que a pena de morte seja a solução para tudo, mas seria um excelente começo. Mas aí, entre em questão um outro detalhe. Será que no brasil a pena de morte seria infalível? Seria protegida da corrupção?

Não né, se hoje por uns reais o cara sai pela porta da frente da cadeia, assim também faltaria energia bem na hora da cadeira elétrica ou então faltaria uma agulha na hora da injeção letal.

Ponto. No brasil, o jeitinho brasilerio me faz até mesmo esquecer a ideia da pena de morte. O pior do brasil não é a cadeia, ou a pena de morte ou algo assim, mas sim, os malditos corruptos. 

É fácil imaginar porque no rio de janeiro está tudo do jeito que está. É fácil entender porque nas fronteiras ainda passam grandes carregamentos de armas, munições e drogas.

É fácil entender que existem muitos interesses. É facil.

Terminando sobre a pena de morte, eu realmente acredito que se fossemos mais honestos, seria uma boa pedida para o brasil. Estupro, violencias sexuais de qualquer tipo, corrupção e outros crimes, cadeira elétrica neles.

O problema é que em alguns estados, seria preciso fazer vários concursos para policiais, pois tem corporação que ficaria praticamente vazia se os corruptos fossem para a cadeira elétrica. E talvez, ainda faltasse luz!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Para começar a semana

Para começar a semana, eu gostaria de comentar que adoro a simplicidade de meu amigo e nobre companheiro de blog, o Dudu. Fiquei imaginando que seria um passei como esse ainda mais, podendo alimentar um animal e algo assim.

Lembro-me bem do dia que ordenhei uma vaca. Foi bastante legal a experiência.

Desejo, mesmo não precisando desejar, que Dudu seja sempre assim.

Mas o que e gostaria de comentar hoje é algo tão simples quanto o dudu é, mas que grande parte das pessoas que vivem nessa cidade esquecem: educação.

Veja a foto:
Essa foto foi tirada no mesmo dia em que fiquei passeando no trânsito caótico dessa cidade.

Foi na Emiliano Perneta, em frente a um prédio bonito ao lado da antiga Faculdade de Direito de Curitiba.

Centro da Cidade. Não é nenhum bairro de periiferia ou lugar de "pobres".

Quanto lixo?

Pois é, quanto lixo, né. Será que não falta um pouco de educação para nosso povo? Afinal de contas, eu não consigo entender como nos dias de hoje podemos ver esse tipo de coisa.

É idiota. Burro.

Simples assim!

As coisas simples da vida têm valores inestimáveis. As vezes nos preocupamos com coisas sem a mínima importância e quando nos damos conta do quão superficiais e materialistas nos tornamos, ruborizamos de vergonha.

Passei um domingo agradável demais em Campo Largo, quase Campo Magro, quase Bateias, por pouco Balsa Nova. Lá, no meio de morros e "montanha", minha tia Neli tem um sítio, que para mim é uma chácara e bem podia ser uma fazenda. Pode não ser tudo isso, mas certamente é uma casa no campo. Igual aquela da música cantada pela Elis.

A tia Neli é irmã do meu pai. Gente boníssima, carinhosa e extremamente trabalhora e guerreira. Ela e o marido, o Maurício, sempre moraram em Santa Felicidade, mas desde que me conheço por gente eles têm uma chácara. Tiveram uma em Piraquara, outra em Quatro Barras e agora essa. Pais do inteligentíssimo Gil, do gêniozinho Alexandre e da exuberante e querida Juliana.

Na sexta foi aniversário da tia Neli e ontem fomos na sua casa de campo para comemorar. Um bom barreado, um saboroso pudim de leite e uma variedade enorme de licores (degustados pela minha muié, pois não sou de beber), todos feitos com frutas plantadas ali mesmo, sem nada artificial. Gente boa, que há muito não via, gente alegre e faladeira. Almoço feliz, corrida triste (porra Rubinho, uma hora até eu desisto de você) e cochilada padrão estirado sob a sombra de uma árvore, no colo da minha nêga.

Depois disso, alimentar as vaquinhas do local (eu parecia um retardado, pois não dava de comer para uma vaca faz um bom tempo), colher os últimos limões (já meio secos) e ameixas (que insistem em chamar de nésperas. Eu me nego, para mim é ameixa. Assim como mortANdela é mortANdela).

Na despedida, já no cair da tarde (que demorou a virar noite graças ao horário de verão), abraçops calorosos e um pudim de leite para viagem (pedido especial deste gordo que vos fala. O pudim da minha tia é sacanagem. Feito com ovo caipira e cozido no forno a lenha). Nem a estrara esburacada (que me tirou a paciencia na vinda) foi capaz de tirá-la na volta.

Já em Curitiba, missa às 19h (catolicismo tradicional cada vez mais entediante), pão com manteiga caseira, pudim de leite e cama. Desfecho feliz para mais um fim de semana qualquer.

Segue o baile...
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ps: Nossa super enquete esta chegando ao fim. Participe e nos conte um pouco mais sobre você

sábado, 17 de outubro de 2009

Agradecimento

Embora não tenha feito ontem, creio que ainda esteja em momento: obrigado dudu. Seu elogio no texto sobre o trânsito faz com que eu deseje sempre continuar escrevendo. Foi isso que eu decidi fazer e é isso que me dá prazer. Claro, em alguns momentos, sou mais crítico do que a critica gostaria, mas enfim, não consigo mudar não.

Não consigo e confesso, não pretendo mudar! Eu sei que minhas críticas são pesadas mas nesse país otimista, o equilíbrio tão buscado dar-se-á justamente com um pessimista como eu.

Se sou contra a copa no brasil, a olimpíada no brasil, é porque justamente não vejo e talvez não quer ver coisas tão simples e óbvias. E por isso também me tornei ateu. Estava cansado de escutar, ler, falar que deus era uma solução ou culpa ou causa para tudo. Não, não acredito em provação, a não ser que deus seja sádico.

Prefiro analisar diversas coisas da forma mais racional e lógica possível. Se ao sair de casa chove, nada de Murphy e sim, azar. Se você sempre encontra o que procura depois que parou de procurar é justamente porque você estava nervoso, agitado, preocupado e agora, ualá... não está mais.

O trânsito de curitiba é outra coisa que costumo pensar de forma racional: nosso problema não é transporte coletivo, não é falta de ruas ou sistema viario ruim, nem nada disso. Doa a quem doer, conheço muitas pessoas, muitas mesmo, que jamais, mesmo que o ônibus fosse exclusivo para, usariam. Pergunte aos seus amigos, inimigos, colegas: por que você comprou um carro?

- Status
- Necessidade (questionável)
- Conforto
- Investimento

São algumas das respostas. Mas a que ninguém nunca vai assumir é: porque eu quero. Eles deveriam responde: eu quero, eu quero um carro, eu quero gastar com gasolina, pneus, seguro e manutenção, eu quero poluir o meio ambiente.

E mais um detalhe, como Curitiba surgiu de uma provincia, muitos ainda querem apenas para mostrar que tem. Uma família com 4 pessoas? Provavelmente eles terão 4 carros, mesmo que os dois irmãos estudem na mesma faculdade, cada um vai com seu. Curitiba se tornou uma capital de status. Tudo aqui, para ser melhor, tem que ser mais caro.

As pessoas devem as cuecas mas vão ao centro de carro e reclamam do trânsito.

É ruim escrever sobre isso, eu fico com um peso, pois vivo aqui. Passo 50 minutos para ir ao trabalho de ônibus, as vezes cheio, as vezes vazio, mais 800 metros de caminhada numa ladeira.

Eu gosto, economizo dinheiro, nervosismo e ainda me divirto com o papo das nordestinas, que insistem em falar alto.

Viva essa (ex?)provincia...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Eita que tá ficando bom...

Dudu, eu passei hoje ainda nesse trecho. Tenho sorte algumas vezes na minha vida e hoje tive sorte, pois eu, que sempre ando acima do limite, nesse trecho, estava devagar. E dito e feito, um imbecíl estava parado justamente do jeito que você falou.

Mas na esquina de cima, tinha um carro da diretran, que no mínimo estava multando alguém. Eu vou começar a sair mais cedo, todos os dias, depois das 14 horas estou fora do trabalho. Estou pensando em pegar um dia sem chuva, pegar um banquinho, sentar lá e ficar ligando para o 156.

Vale a pena ligar para 156 e denunciar, vamos tentar!

Curitiba é, infelizmente, assim mesmo. Uma desgraça para dirigir. E não é só na Afonso Camargo no trecho onde o dudu passou e passa, mas se você rodar um pouco mais, verá diversas situações assim.

Para resolver tudo isso, precisaríamos de uns 1000 guinchos. Ou mais ainda.

Eu defino tudo com: burrice.

É dificil pedir para um burro ser educado, respeitoso e algo assim.

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Dudu, me perdoa: mas num país com tanto político como esses que temos, não poderia ser muito diferente.

Por isso, quero parceiros para iniciar uma campanha:

Voto proporcional distrital para todos os cargos. 

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E mais uma coisa: quero pedir ao meu chefe algumas coisas. Eu quero 2 meses de férias por ano, que nem os funcionários da caixa economica e dos correios, quero participação nos lucros, mesmo com prejuízo da empresa, como os funcionários da sanepar querem, e estabilidade de emprego como todos esses funcionários públicos tem.

Por favor!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Meu caros... o bom de escrever junto com alguém inteligente e antenado nas coisas importantes do mundo, é que ele sempre levanta assuntos que podem render desdobramentos e novas pautas e discussões. Não sei se o trecho percorrido pelo nobre LG ontem compreendia parte da avenida Afonso Camargo (acho que sim), mas mesmo que não, o alerta que faço tem o mesmo valor.

Passo diariamente pela Afonso Camargo, entre o trecho do Jardim Botânico e a Rodoferroviária. A partir do início das obras de um empreendimento imobiliário vizinho à delegacia de Furtos e Roubos, o trânsito da região piorou. Não pelo vai e vem de máquinas e caminhões, que fazem o serviço nas ruas laterais, mas sim pela falta de educação de alguns motoristas.

Sejam moradores ou comerciantes locais, ou mesmo funcionários da empreeiteira, são todos uma mal-educados. O vídeo abaixo mostra a situação que me cauas revolta e por pouco não me custou um grave acidente. Vejam, que comento logo abaixo:

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Sem nenhum pudor, na maior cara de pau, os motoristas não têm nem a decência de seguir os princípios da razoabilidade e por comodidade, preguiça e "filha-da-putisse", os caras simplesmente estacionam seus carros no meio da faixa de rolagem do trânsito. Como (percebe-se), há uma curva no local e a faixa de estacionamento começa no meio deste trecho. Cerca de uns 5 metros depois que ela começa, consegue abrir um espaço em relação ao meio fio para que um carro possa estacionar (no vídeo, é na altura das primeiras palmeiras que aparecem).

Só que nesses cinco metros, pelo menos cinco carros se empilham "na malandragem" por preguiça de estacionar mais para frente, onde sempre existem vagas. Me obrigo a acreditar que o cara que faz isso é no mínimo burro. Ele cria um risco iminente de acidente. No vídeo não mostra, pois o trânsito estava tranquilo, mas tive que dar o pisca e trocar de faixa. Se eu fosse reto, seguindo o caminho legal, na minha faixa de rolagem, bateria em cheio no primeiro carro parado. Há uma redução ILEGAL de pista, sem que ninguém se importe.

Nunca vi um agente da Diretran ali e pelo jeito nunca ninguém tomou multa no local, afinal a prática se repete diariamente, inclusive com o mesmo carro fazendo a cagada por váris dias. Só não ver, quem não quer. Cadê o GUINCHO da Diretran para rebocar carros parados ilegalmente na cidade? Ali seria um prato cheio. Pelo menos cinco carros iriam para o pátio.

Fica aqui o aviso. Se você quiser para ali, NÃO O FAÇA. Seja cidadão e tenha pelo menos decência. Respeite o trânsito e colabore. Dê passagem, seja gentil e não tenha pressa.


Entendeu ou preciso desenhar?

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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Uma experiência

Hoje vou comentar uma experiência que eu quero esquecer. Ontem, saí de casa com objetivo de encontrar com a patroa no centro de Curitiba. Parecia realmente algo normal.

Normal até chegar no Jardim Botânico, eu moro no capão da imbuia. Do Jardim Botânico até o final da Emiliano Perneta foram mais de 40 minutos. Um trecho que normalmente leva 5. E nem estava chovendo. Bom, se Curitiba foi planejada, eu não sei, mas creio que a essa altura do campeonato, não exista planejamento que seja eficiente. Ainda mais num país que manteve-se afastado da crise a custa de vender e muito, carro.

Se antes do IPI reduzido curitiba já tinha 1.200.000 veículos, tenho até medo de perguntar agora, quantos tem.

Trabalho num bairro e em 80% das vezes me desloco de ônibus. Ontem, com o carro no centro, eu parecia um novato de carteira. Senti medo, pavor, pânico, medo novamente. É impressionante a quantidade de veículos e claro, de motoristas ruins.

Foi uma experiência que se depender de mim, nunca mais quero passar. É preciso mesmo um excelente motivo para ir ao centro de carro e se for, leva uma jarra de sudo de maracuja.

Outro comentário, talvez impertinente é: no cruzamento com a perimetral e a avenida das torres, famoso pela quantidade de assalto no cruzamento, faça o seguinte, não passe depois das 21 horas, pois não existe policiamento. Nada, o lugar da viatura está lá, vago. E também não tem policiamento no posto, na esquina com a PUC. 

Um posto policial lindo, bonito mesmo, mas pelo visto, só para enfeite. Eu até entendo, tavez poucos policiais queram trabalhar nessa região, né...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Apesar dos pesares

Amigos meus, o blog não tem nem um mês de uso contínuo e cá estou eu pedindo desculpas por minha ausência. Ela não deve se repetir (muitas vezes. Só poucas).

Fiquei off por pura opção. Pela primeira vez em muito tempo acabei tendo um feriado um pouco mais tranquilo que os anteriores. Então pude desfrutar ao máximo as maravilhas de se morar com minha amada. Foram horas de muito prazer, principalmente (sem julgamentos, ok) daquele não sexual. Aquele de assistir um filme deitado num colchão jogado na nossa sala. Daqueles de levantar as 11h, fazer um almoço gostoso e voltar a dormir. Daqueles que só dão prazer mesmo se você puder desfrutar com quem ama.

E no meio de tudo isso, um churrasco com meu velho (já que mãe e irmão viajaram). Coisa linda, com direito a filme e pizza com amigos numa dessas noites. Tô com a vida que pedi para Deus, sem considerarmos a conta bancária, que, aliás, está de dar depressão.

Cara, como se gasta dinheiro nessa vida. A cada dia que passa me admiro ainda mais com aqueles bravos guerreiros e guerreiras que criam 3, 4 ou 5 filhos e mais o conjugê (isso quando não tem uma mão ou ou tio doente) com os míseros 400 e poucos reais de um salário minímo. As vezes nem isso.

É impressionante e quando me pego reclamando de algo pelo simples "prazer" de reclamar, me envergonho. Calo, peço desculpas a Deus e tento ser menos mesquinho. Meus "problemas", as vezes, são parte indissolúvel do dia-a-dia dessas pessoas. Com o auxilio de bolsas famílias da vida ou não, são vitóriosos. Sinto, por vezes, inveja dessa gente.

Voltando ao meu mundinho, espero que as coisas melhorem. Se não melhorarem , que fiquem como estão. Estou feliz assim, apesar de alguns pesares.

Chove la fora e aqui...

Curitiba, 2009, fez questão de fazer valer a grande máxima que aqui só chove. Já perdi as contas, mas faz mais de mês que basicamente não para de chover. E hoje não poderia ser diferente.

Estou com meus dois pimpolhos, o mais velho pergunta se essa tecla apaga, o mais novo resolve fazer o teste, mesmo sem saber o que é apagar. É uma coisa de loco, nunca tinha pensado em como seria escrever com os dois ao lado. E agora, a patroa resolve ficar no quarto também.

Bem, na verdade, os motivos para eu escrever são outros. Eu estou adorando o diario leite quente mas é a primeira vez que eu escrevo com meus nobres filhos aqui ao lado. Agora pouco, utilizando a maravilhosa ferramente de vídeos on line - youtube - apresentei para olhares incrédulos de "não acredito que isso existiu", a TV Colosso. Senti vergonha, meus filhos não quiseram nem saber. Burro eu, né, deveria ter guardado tal segredo apenas para mim.

E aí? Fiquei sem saber, quando eles perguntarem, acho que direi que na minha época não existia televisão, sabe. Fiquei um tanto envergonhado.

TV Colosso, Simoni, Balão Mágico, e até XUXA primeira versão. Putz, como ser criança era muito diferente, né. Na minha casa, os filhos do visinho, um com 4 anos e outro com 10 gritam um ao outro e aos amiguinhos, numa brincadeira: "eu não sou gay, eu não sou gay".

A coisa está ficando feia, não? Pena não existirem mais os bets, bulicas, valetas, barro...


Fui...

domingo, 11 de outubro de 2009

Infân... interrompida!

É uma mescla de sentimentos. Se estamos na véspera dos dias das crianças, mais um grande dia comercial capitalista moderno, desenvolvedor do consumismo que tanto degrada a sociedade moderna e a restante natureza, por que então estou simplesmente pensando nas crianças que fazem parte do movimento sem terra?

Eu acordei pensando nisso, afinal de contas, eles não tem outra escolha. Lhes é imposta uma escola feita para o MST, uma situação de vida do MST, uma causa, do MST. Crianças lindas e inteligentes, que se tornam no futuro militantes do MST.

Um movimento que não existe na ligadade, não tem um documento a não ser os manuais de como invadir terras e de como discursar sobre o sistema, os erros dos sistemas, as engrenagens podres do sistema.

É como um cachorrinho de madame: será que ele realmente quer ficar preso o dia todo no apartamento, para a noite receber apenas um afago? Será que essa criança realmente quer ser um militante?

Não, não tem nada que eu possa fazer, pois se ele cresce com militantes, claro que ele vai querer ser um, o exemplo conta mais que mil palavras.

Eu só espero que o próximo governo corte o financiamento desse movimento inválido, acabe com essa batalha por algo que não existe mais, pois uma causa falida merece ser apenas lembrada, e nesse caso, tristemente lembrada. Mas teremos que esperar o PT sair do governo, pois o dinheiro que o PT entrega para esses caras, é absurdo!

Não acredita? Vou relatar. Minha irmão, Pry, prestou serviços para uma instituição vinculada ao sem-terras durante uns 2 anos. Ela ganhava algo em torno de 2000 reais. Era um repasse do governo para bancar os agrônomos e técnicos rurais, que ajudariam os assentados a produzir melhor, conseguir financiamento, essas coisas.

Desses 2000 reais, uma parcela era descontada a titulo de fundo para o MST, fundo para os movimentos, invasões, bandalhera, e tudo mais. E ela ainda era intimada a participar, acampar em frente ao incra, ou outros movimentos.

Ainda bem, ela acordou e saiu. É muita falcatrua. E só para comentar, os líderes ainda tem casas, terrenos, chácaras, fazendas, carros, motos, caminhonetes... Vivem super bem....

E viva o Brasi...

sábado, 10 de outubro de 2009

Feriado...

Eu me lembro, claramente, o quanto era gostoso quando chegava o dia das crianças. Eu ficava esperando por algum presente, confesso que sempre esperava muito mais do que meus pais podiam me dar, mas mesmo assim, era sempre muito gostoso ficar esperando, sabe, imaginando o que seria.

Hoje vivo uma situação inversa, pois tenho 2 pimpolhos que provavelmente ficam esperando... E se não ficam esse ano eles terão uma super-surpresa (não sei se vai hífen, mas agora foi).

Toda criança, até conhecer o vídeo game sonha, deseja, quer uma bicicleta. E os dois vão ganhar. Eles já tiveram, o maior mais, o menor menos, mas nunca ganharam uma desse pai que muito os ama. Sabe, eu nunca foi preparado para ser pai, mas agora, estou querendo correr atras de um tempo. Sim, vão ganhar uma bicicleta e também ganharão algo legal no natal, mas ainda não sei o que será.

Por hora, vão ganhar as bicicletas, e também, ganharão um dia de criança da avó paterna: cachorro quente, coxinha, bolo, refrigerante, tudo que menos saudável é, mas tudo bom um motivo: eles são crianças.

É uma forma de mostramos para esses pimpolhos que gostamos muito deles.

Se é errado? Eu penso que sim, afinal, estou formando dois novos consumistas numa sociedade consumista - capitalista que destrói o meio ambiente e causa a desigualdade social.

Farei isso, faremos isso por conta do amor que sentimos. E não é pouco não...

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Só para comentar, o Dudu me lembrou da propaganda dos correios em que o funcionário do cafezinho chama-se Severino. Aí eu lembrei que certa vez proibiram animais em comerciais. Será que dá para proibir que empresas que tenham capital estatal usem publicidade enganosa como campanha? Ou então, que na publicidade da caixa, dos correios, tenha um dizer: "Srs. Clientes: nosso serviço pode estar indisponivel porque em alguns momentos, estamos em greve por melhores salários e lembrem-se, não podemos ser mandados embora", ou algo como "sou funcionário público, não exija de mim, atenção e respeito".

Fui...

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Propaganda da caixa

Quando eu estava na faculdade, existia uma richa bem idiota entre jornalistas e publicitários. Era algo realmente muito idiota, tão idiota quanto brasileiros e argentinos.

Hoje, meu comentário é sobre um material publicitário. Na verdade, sobre um conjunto de comerciais da caixa economica federal. Um ator, global, vai para cidades que tem nome de cidades do estrangeiro e fica brincando com algum personagem da cidade, que ou fala caipira, ou fala baiano, essas coisas.

Assistindo e analisando um pouco, comecei a me sentir um pouco ofendido. Ofendido mais por saber que, de um banco do governo, pode sair uma porcaria tão grande. É realmente ridículo. Já tivemos piores.

Claro que a caixa precisa investir em propaganda, pois ela não é o unico banco no brasil, mas poderiam caprichar mais nos comerciais, né.

Mas as campanhas publicitárias que eu sinto me tratarem como idiota vão além das da caixa economica. Assista uma do banco do brasil ou então do governo...

Só para finalizar, quão conveniente seria, se uma possível candidata tivesse uma doença e antes das eleições, aparecesse curada???

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Trabalhador ou vândalo vagabundo?

Vamos ver se alguém consegue me convencer do contrário. Quem acha que aqueles "seres humanos" vestidos de vermelho, que se orgulham em levantar a bandeira do MST, que se dizem injustiçados por não ter onde plantar, nem o que colher, onde morar não são vagabundos, bandidos e vândalos atire a primeira pedra? Hein? Ninguém?

Pois é. Eles atiraram pedras. Atiraram pedras, arrancaram pés carregados de laranja, destruíram tratores, depredaram casas, quebraram móveis e pixaram residências e barracões com palavras de ordem. É, esses pobre coitados injustiçados invadiram uma fazenda produtiva no começo da semana, literalmente tacaram um trator em cima de pés de laranja e bradaram que as terras ali não eram produtivas. Que eram do governo e que por isso deveriam servir para a reforma agrária.

Pro diabos com isso. Se a terra fosse dele (do diabo) ou de Deus, tanto faz, o que lhes dá o direito de cometer uma barbaridade dessas. Sob que jsutificativa? Um absurdo> Coisa de marginal. Se eu pego resolver podar uma árvore na minha casa sem a devida autorização do IAP, Ibama ou raio que o parta, vou pra cadeia. Se eu pixo um monumento ou um edifício, no mínimo me fazem limpar e pagar uma porção de cestas básicas. Se eu pego um caminhão, encho de gente e ando pela BR, tomo uma puta multa.

E porque raios os sem-terra não são punidos por tudo isso que citei? Só porque eles são de um movimento pseudo-social? Porque são do SEM TERRA?

Sem terra e sem vergonha, sem educação e o mínimo senso de humanidade. Bandidos que não querem trabalhar. Querem é ganhar um eito de terra na maciota. Para depois vender e seguir para outro acampamento, para invadir outra terra.

Lugar de bandido é na cadeia. Não por aí, invadindo terras e atrapalhando o trabalho sério de algumas pessoas. Vândalos.

Será que algum desses sem terra que invadiram e destruíram aquela fazenda procuraram o RH da respectiva para oferecer seus préstimos? Alguém pegou na enchada e na foice para trabalhar, ao invés de destruir?

Acho a luta pela igualdade e pelo direito de trabalhar sensacional e apoiaria os sem terra se fosse um movimento sério. Não o é, justamente por causa desses marginais. E não adianta vir me dizer que são só alguns que estragam o movimentam e lhe dão má fama. Que se expurguem esses vádios então. Façam algo. Quem cala consente...

xxx

Não entendeu sobre o que estou falando? Devia. Se não, leia mais aqui ó: Fazenda é destruída após invasão do MST

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Escolhas...

Estava em casa, ouvindo uma musica que muitos vão torcer o nariz: Viva a Vida, dos maravilhosos Milionário e José Rico.

A letra é divina e se for musica de corno, devo ser (mazinha, olha lá, heim...) mas o som dos caras e muito legal, me emociona sempre que escuto.

E hoje, resolvi ouvir, não estava muito bem, assim, meio chateado com as faltas, sabe, falta muita vergonha na cara das pessoas, as mesmas que reclamarão mais adiante.

E ao ouvir essa musica me veio a cabeça um dilema que vivi ano passado, não recordo a época, mas foi perto da época do pinhão.

Meu nobre amigo Dudu, esse cabra bom que escreve junto comigo aqui me convidou para ir ao show do Milionário e José Rico em São José dos Pinhais... Mas o pior, me convidou para gravar a entrevista que ele iria fazer... Putz, que inveja. Mas inveja a parte, eu conheci os caras, simprões como o nome Dudu. Muito legal... Cresci ouvindo os caras.

E depois da entrevista no hotel, dá-lhe show, que só não ficou melhor pois não fiquei até o fim - meu amor não estava comigo. Não lembro se ela não quis ir ou se não deu, mas que foi legal foi. Deveria ter sido muito melhor...

Mas é isso.

Quanto a simpatia, no texto anterior, só queria comentar que liguei para a biblioteca da mesma empresa que trabalho para tentar renovar um empréstimo. Cara, é impressionante a falta de simpatia, de vontade de trabalhar... As pessoas parecem obrigadas a trabalhar... E até entendo que os salarios não são os melhores e tal... Mas se fizer com gosto, tudo vai melhor, né...

Enfim, fiquei um dia off, mas o trabalho era realmente muito...

Só mais um comentário sobre nosso presidente: ele declarou que o brasil não pode assinar um documento prometendo desmatamento zero. Legal, mas pelo menos assine um dizendo que os politicos e os responsáveis vão trabalhar duro, custe o que custar, para que não sejam desmatados vários campos de futebol por dia, né... Acorda aí, lula-lá...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Qual é o preço da simpatia?

Tá ai um negócio que eu não entendo. O mau humor de quem milita no comércio me assusta as vezes. Poderia citar uma série de exemplos e divagar sobre o assunto, dando o ponto de vista do consumidor, mas também o de quem já esteve (e voltará, quem sabe em breve) para o outro lado do balcão. Contudo, vou me focar num ramo só de negócios: as pastelarias.

Primeiro gostaria de entender como funciona a "máfia" da pastelarias em Curitiba. Você certamente já se perguntou porque todas as pastelarias da cidadade tem como proprietários pessoas orientais, invariavelmente chineses. É raro encontrar algum estabelecimento deste tipo sem um oriental no comando. Quando voce encontra, cedo ou tarde (cedo, normalmente) ela migra de mãos e passa para o controle da turma dos olhinhos puxados.

Perto da firma, dia desses, abriu uma pastelaria nova. Um senhor simpático, bigodudo e educado. Atendia sempre com um sorriso, conversava sobre amenidades e oferecia produtos de boa qualidade. Estranhávamos até. Um belo dia, eis que entro no local e dou de cara com mais uma turma oriental. Todos sisudos, quietos e "mecânicos". A qualidade dos produtos caiu e a clientela, que já ia se tornando fiel, diminuiu muito.

Fui comer um Chesse Salada dia desses lá, pois não tinha outras opções, afinal era domingo. (aqui cabe um parentêses. Esse povo não tem vida, pois trabalha TODOS os dias, inclusive domingos e feriados. E vão até tarde, por volta das 21h30, quando todo o comércio já fechou). A mulher que me atendeu não esboçou nenhuma simpatia, começou a fazer o sanduiche de cara fechada e quando a lembrei de me preparar o lanche sem maioneses, ela resmungou algo em seu idioma original.

Esse é outro ponto irritante e extremamente desagradavel. Eles sempre conversam entre si em chinês, cantônes ou sei la o que. Podem estar falando sobre as "flores do jardim de nossa casa", mas sempre acho que estão falando de mim. Falam e nos olham com olhar de desprezo. Muito mau humor. O sanduiche vem com uma microfatia de queijo (transparente) embolada em outra de apresuntada (presunto não, é claro. Encheu o bucho, mas deixou uma sensação de vazio.

Vazio de humanidade, de calor, de simpatia. De um povo que apenas trabalha, parece não viver e não fazer questão alguma de compartilhar qualquer sentimento que seja com os viventes que ali passam. Estaria aí a fonte da ridícula fama que tentam impor ao curitibano de mal-humorado? Me faz mal, sinceramente. Não custa nada um sorriso, um obrigado e um bom dia. Talvez se custasse, as pessoas dessem mais valor.

Simpatia vendida

Um oriental que vendia simpatia era o dono da pastelaria Aristocrata. "Seo" Dante era gente boníssima, oferecia produtos de qualidade no seu comércio (ja havia conquistado inclusive a indicação de melhor pastel da cidade, pelo Guia Revista Veja), sempre em fartura e preços competitivos. Depois de muitos anos de mercado, Dante decidiu se aposentar e vendeu o ponto adivinha para quem? Um oriental com cara de mau. O movimento caiu. A qualidade diminuiu um pouco e a alegria do seo Dante... essa não volta mais.

sábado, 3 de outubro de 2009

Caro leitor...

Caro leitor e nobre dudu. Eu quero aqui assumir meu lado negativista da força, pois durante algum tempo de reflexão não pude mais observar o lado bom que as coisas podem ter. Na verdade, amo minha vida e amo algumas pessoas. Choro e sorrio... e não poucas vezes meu coração dispara quando estou perto de minha má...

Mas tudo isso é apenas uma parte do LG. Quando o LG precisa pensar em coisas que envolvam um governo, aí, eu fico meio virado mesmo. É histório, no brasil, quando algo acontece, é porque alguém levou o seu, o meu, o de todo mundo.

Não quero ofender ninguém quando digo que para mim, tem marmelada, tem sim senhor. Como já disse, é histórico.

No meu post, eu não quis escrever o futuro, mas se os acontecimentos coincidirem, aí, não me culpem, sou o LG, não um mago ou bruxo.

Quando eu estava estudando a então 7ª série, uma professora de história chamada Terezinha, costumava dizer: vocês precisam estudar história para compreender o mundo e evitar de cometer erros que um dia já foram cometidos. Ela sempre citava o exemplo de Hitles, que por não estudar ou não dar atenção a história, cometeu o mesmo erro que napoleão e tentou invadir a russia durante o inverno.

Eu compreendo que muitas coisa vão mudar, eles já estão falando em mais de 84 mil empregos diretos, sem contar os indiretos (assaltantes, traficantes... hehehe to zuando). Dudu, eu entendo sua emoção e você não poderia ter agido diferente. Sua emoção é algo verdadeiro, é algo bonito de se ver.

Eu tenho apenas uma proposta: eu ajudo a pagar uma passagem para o Rio, para alguém que vá lá e faça uma materia mostrando toda a infra-estrutura que foi construída, de forma superfaturada para o panamericano - vai lá, me mostra tudo e ainda, me mostra como isso afetou e mudou a vida de todos. Creio que verei ginásios ensinando ginástica a pequenos futuros ginastas, a piscina olímpica cheia de novos nadadores, e quem sabe os ginásios cheios de meninos, meninas e indecisos aprendendo a jogar volei, basquete, handbol. Gostaria de ver a infraestrutura do pan, sendo usada para levantadores de peso treinarem, para lançadores de dardo, disco, corredores.

Quando isso se mostrar uma prática comum, até como uma forma do governos, seja ele pt, psdb, pmdm, sei la o que, pqp... enfim, demonstrar que atraves do investimento no esporte desenvolveremos crianças que podem se manter longe das drogras e com saúde, as mesmas crianças que também terão horário para brincar, horário para estudar e para o lazer. Aí sim, eu acreditarei nessa farra toda.

O que me chateia é que para contrariar tanta emoção, os fatos e a história mostram que no final tudo dará certo, porém, com um custo maior, com várias caixinhas e tudo mais que já sabemos.

Senhores leitores, não fiquem magoados comigo, eu só sou contra as olimpíadas no brasil, apresento alguns argumentos e isso.

Creio que a discução é a melhor arma para fortalecer uma democracia. E o diarioleitequente.blogspot.com é um lugar para isso.

Fui...

Avante Brasil!

Fiquei pensando mais um pouco nesse lance de Olimpíadas e o que eu realmente sentia sobre o assunto. Sem pudor, escrevo tudo que senti.

Senti orgulho em pela primeira vez ver o meu país sediar o evento esportivo mais importante do mundo. Os jogos são realizados há mais de 2 mil anos e nunca um país da América do Sul teve esse privilégio. O Brasil terá. Senti orgulho e comapartilhei as lagrimas do meu presidente. Não sou petista e muito menos fanático político. Ouço (ouvia, pelo menos) todos os dias meu pai falando mal da corrupção e das cagadas que ele diz o que o Lula faz. Se não ouço, leio as mesmas coisas do meu amigo LG.

Coisas sinceras, mas que revelam um amargo sentimento de frustração. Que tem o seu valor, mas com os quais não concordo. Não o sentimento, mas sobre muito o que se fala.

Eu vi hoje, o mesmo Lula que se elegeu pelos braços do povo. O cara simples, ignorante e semi-analfabeto, que um dia sonhou com um país melhor. Não me importa que ele teve que dançar algumas músicas no ritmo de interesses escusos (os quais, talvez, ele nem desconfiasse que existissem antes de chegar ao poder).

Eu acho que o país hoje vive um novo momento. A marolinha da crise economica fez muito menos do que se esperava no Brasil. Um país que é respeitado, tornou-se potencia e que caminha para um lugar nunca antes alcançado. Porque? Não só pelo Lula, que tem milhões de defeitos. Mas pelo povo que comprou a ideia da mudança e arregaçou as mangas.

Esse mesmo povo que hoje chorou e sambou em Copacabana e em várias partes do Brasil ao som de Yes, We Créu. Não ousem dizer que as lágrimas do Lula e do falastrão do Pelé, hoje, foram falsas. Não me insultem com tal afirmação. Foi o choro de alguém que nunca imaginou ser o prota-voz de uma notícia que pode sim mudar uma nação.

Acreditemos que o legado dos Jogos nos transformem em pessoas melhores. Acreditemos que daqui para frente tudo vai ser melhor. Vamos acreditar em nós mesmos e naqueles que elegemos para nos representar. Vamos ter um pouco mais de fé nas coisas. Sei que muitos estão calejados e descrentes, mas o que nos resta, que não a fé?

Acredite no teu Deus (seja ele qual for) e tenha fé nas pessoas. Avante Brasil, pátria amada. Idolatrada. Gigante pela própria natureza. Es belo, forte impávido colosso. Entre outras mil, és tu Brasil, mãe gentil, dos filhos (ingratos) desse solo, a pátria amada.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Meu Brasil...

As vezes eu mesmo não me reconheço. Ou, no mínimo, estranho certas atitudes que tomo ou coisas que sinto. Eu sou um romântico. Idiota, para muitos. Saudosista, para outros. Ou simplesmente Dudu, para quem realmente me conhece.

Tenho na minha essência a ingrata mania de confiar nas pessoas. Acreditar que tudo pode dar certo. Sou um otimista por natureza. Aquele cara que até hoje a noite (agora não sei mais) tinha certeza de que o Paraná Clube tinha mais chances de subir para a Série A do que de ser rebaixado para a C (tanto que fui ao jogo do Tricolor sábado passado e tive o desprazer de ver aquele time medíocre apanhar de 4 a 0 do Figueirense). Sou o cara que acredita no futuro do país.

Mesmo sabendo (sabendo não, desconfiando) de que muita coisa obscura vai acontecer durante os Jogos Olímpicos de 2016, não sei porque vivi momentos de tensão antes do anúncio de que o Rio de Janeiro será realmente a sede da competição. Eu estava lavando a louça no momento do anúncio (imaginem a cena), larguei o fogão ensaboado, sentei no sofa e vidrei os olhos na TV da sala.

Apertei as mãos, juntei os joelhos e como um imbecil, um romântico incorrigível, como um patriota, me peguei com os olhos cheios de lágrimas com um sorriso de orelha a orelha, orgulhoso com a notícia de que o meu país será sede das olimpíadas. Na hora me reprimi. Tentei entender porque chorei com uma coisa que, além de não causar emoção nenhuma em milhões de pessoas, lhes causa indiferença. Porque?

Se todo mundo ridiculariza os Jogos no Brasil, falam da roubalheira, dos desvios, os elefantes brancos, das falcatruas e de tudo de ruim que um típico pessimista faz questão de exaltar, porque eu, um pobre jornalista curitibano de 27 anos, que viajou de avião duas vezes (as duas para o mesmo lugar, Porto Alegre), que fica feliz vendo novela, ouvindo um disco do Roberto, que acredita que o Paraná Clube ainda tem jeito, que gosta do Requião... porque eu me importo e acredito nisso que todo mundo considera piada?

Não sei... sou otimista. Sou patriota. E não ache que meu patriotismo é barato, desses que só se lembra da bandeira do Brasil de quatro em quatro anos. Acho que o Brasil ainda tem jeito. Vejo em momentos como esses a chance de crescer. Acredito, sonho, torço para que dessa vez não haja desvio de dinheiro, roubalheira e bandidos de terno e gravata. Eu acredito que possa existir um legado para os jogos. Sonho que um dia seremos respeitados mundialmente pelo que somos e, principalmente, pelo que podemos ser.

Me chamem de romãntico, mas acredito nas pessoas. Acredito que tudo vai ser conduzido de maneira correta que teremos uma Olimpíada inesquecível. Torço para ser testemunha da história. Quero fazer parte dela. Doa a quem doer.

Chorei, sim, não pelo Rio de Janeiro, mas pelo Brasil. Pelo meu Brasil. Pela minha pátria. Se eu, você, todos nós não acreditarmos que essa terra, que esse povo, não tem jeito. Vivemos para que? Por que? Para quem?

Desculpem-me pelo texto bobo. Não consegui traduzir o que sinto disso tudo. Tentei... espero que um dia eu escreva algo mais profundo para tentar deixar tudo isso mais claro.

Perdi...

Não ganhei medalhas hoje. Sinceramente, agora, só me resta ficar aguardando...

Nossos líderes (ai que medo) escolheram por nós. Nosso presidente, o tal lula-lá disse que 190 milhões de brasileiros queria a copa do mundo. Desculpe-me, lula-lá, mas 190 milhões não, 189 milhões, 999 mil e 999 brasileiros, pois eu... Eu já tinha feito a minha escolha. Eu não queria e continuo não querendo olimpíada no brasil, muito menos no rio de janeiro, fevereiro, março.

Alô, alô, empresários, aqueles contratos...

E claro que assim será. Zilhões de empregos. Assim como os 10 milhões de empregos que já foram prometidos e claro, ao melhor estilo lula-lá, não cumpridos.

E o rio de janeiro parou hoje. Festa em plena sexta-feira, dia util. Viva, que tudo se concretize, que tudo dê certo. Diretos e indiretos, que assim seja. 26 bilhões de reais.

É como eu sempre me pergunto: precisou de uma copa do mundo para sair o metrô em curitiba, e olha, que 97% dos hotéis está no centro de curitiba. Então, aqui nesse país tudo precisa de motivos para acontecer. Se num cruzamento um semáforo é necessário, tem que morrer uns 3 ou 4, aí sim, eles colocam o semáforo.

Nessa capital, os espaços verdes estão dando lugar a grandes conjuntos habitacionais ou invasões, mas isso não interessa, afinal de contas, na democracia onde o voto é obrigatório, quanto mais miseráveis, melhor. E assim foi, as olimpíadas de 2016 serão não brasil. E eu com isso, né? Creio que apenas a pequena parcela da população mais rica e com a renda concentrada terá direito de assistir no MARACA (grande, feio e mal acabado) a abertura e o fechamento. E ainda, os jogos, atletismo, natação. Não, dos 189.999.999 só uns poucos terão essa chance.

Bom, eu perdi. Assumo que perdi. Não tenho do que me envergonhar, tenho meus ideais, meus principios. E assim será!

Viva a democracia onde votar é obrigatório. Só mais uma pergunta: custava fazer uma consulta popular? (ainda mais com a facilidade da urna eletrônica?)

Bom, fim de semana...

Fui...

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Imaginando diálogos

Durante esse tempo em que nossos líderes estão mais preocupados com a olimpíada de 2000 e não sei quanto, eu fico aqui imaginando de que forma somos representados lá fora.

E ai, fiquei pensando em alguns diálogos:

OBAMA e algum assessor...

Assessor: Podemos explodir algum lugar?
Obama: yes, we can!

Assessor: podemos ser o dono do mundo?
Obama: yes, we can!

Assessor: vamos tomar um café?
Obama: yes, we can!

E mais, outro diálogo...

Pelé e nosso ilustre presidente lula-lá:

Pelé: Presidente, eu me enganei na hora, afinal, me perguntaram sobre o michael jordan, mas na verdade, o jogador de basquete era o michael jackon...

Presidente: não, não, pelé, o jogador é o michael schumacher.

Pelé: ah, então tá, eu me enganei mesmo. Então, agora entendi, o michael jackon é o corredor.

Presidente: isso mesmo o o michael jordan é o cantor.

Pelé: que bom que nos entendemos né, agora, com nosso esforço e como somos muito expertos, levaremos a olimpíada para o Rio.

E todos viveram felizes para sempre.

Ai que vergonha.