quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Propaganda da caixa

Quando eu estava na faculdade, existia uma richa bem idiota entre jornalistas e publicitários. Era algo realmente muito idiota, tão idiota quanto brasileiros e argentinos.

Hoje, meu comentário é sobre um material publicitário. Na verdade, sobre um conjunto de comerciais da caixa economica federal. Um ator, global, vai para cidades que tem nome de cidades do estrangeiro e fica brincando com algum personagem da cidade, que ou fala caipira, ou fala baiano, essas coisas.

Assistindo e analisando um pouco, comecei a me sentir um pouco ofendido. Ofendido mais por saber que, de um banco do governo, pode sair uma porcaria tão grande. É realmente ridículo. Já tivemos piores.

Claro que a caixa precisa investir em propaganda, pois ela não é o unico banco no brasil, mas poderiam caprichar mais nos comerciais, né.

Mas as campanhas publicitárias que eu sinto me tratarem como idiota vão além das da caixa economica. Assista uma do banco do brasil ou então do governo...

Só para finalizar, quão conveniente seria, se uma possível candidata tivesse uma doença e antes das eleições, aparecesse curada???

Um comentário:

  1. Particularmente, aquela da Caixa feita em Califórnia não me ofendeu não, e você sabe o tamanho do meu paranismo. Agora, voce ouvistes a propraganda dos Correios? Aquilo é de um preconceito sem tamanho. Para quem não ouviu, a propaganda de rádio cria um clima de reuniao de negócios. Aí alguem, aparentando ser o chefe, pergunta: "Oh Paulo, cade o relatório". O paulo,. por sua vez, pergunta: "André, cade o relatório"... e assim segue, com uma pessoa chamando outra, sempre com nomes de pessoas de sucesso. Por fim, alguém pergunta: "Severino, cade o relatório". Eis que o Severino responde: "Não sei não doutor, eu só sirvo o cafezinho". Quando ouvi isso senti uma repulsa imediata dos Correios. Como poder o governo permitir uma propaganda tão preconceituosa assim? Se eu fosse Nordestino (o cara tem sotaque) eu meteria um processo das costas do governo. Sem dúvida.

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