quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Uma experiência

Hoje vou comentar uma experiência que eu quero esquecer. Ontem, saí de casa com objetivo de encontrar com a patroa no centro de Curitiba. Parecia realmente algo normal.

Normal até chegar no Jardim Botânico, eu moro no capão da imbuia. Do Jardim Botânico até o final da Emiliano Perneta foram mais de 40 minutos. Um trecho que normalmente leva 5. E nem estava chovendo. Bom, se Curitiba foi planejada, eu não sei, mas creio que a essa altura do campeonato, não exista planejamento que seja eficiente. Ainda mais num país que manteve-se afastado da crise a custa de vender e muito, carro.

Se antes do IPI reduzido curitiba já tinha 1.200.000 veículos, tenho até medo de perguntar agora, quantos tem.

Trabalho num bairro e em 80% das vezes me desloco de ônibus. Ontem, com o carro no centro, eu parecia um novato de carteira. Senti medo, pavor, pânico, medo novamente. É impressionante a quantidade de veículos e claro, de motoristas ruins.

Foi uma experiência que se depender de mim, nunca mais quero passar. É preciso mesmo um excelente motivo para ir ao centro de carro e se for, leva uma jarra de sudo de maracuja.

Outro comentário, talvez impertinente é: no cruzamento com a perimetral e a avenida das torres, famoso pela quantidade de assalto no cruzamento, faça o seguinte, não passe depois das 21 horas, pois não existe policiamento. Nada, o lugar da viatura está lá, vago. E também não tem policiamento no posto, na esquina com a PUC. 

Um posto policial lindo, bonito mesmo, mas pelo visto, só para enfeite. Eu até entendo, tavez poucos policiais queram trabalhar nessa região, né...

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