terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Vou tentar pegar uma carona...

no que o dudu escreveu logo abaixo. mas creio que ainda não me encontro no nível do meu nobre companheiro de blog e amigo, que escreve maravilhosamente bem. Moacyr Franco é realmente um cara 100%, talvez seja um "cara" mais "cara" do que o 51 que inventou as bolsas, família, gás, pum, meleca de nariz... etc.

Moacyr faz por paixão, por amor. E conheço algumas de suas letras, mas confesso que só descobri serem dele hoje com o texto do dudu. E claro, conheço essas letras e muitas delas amo de paixão. E minha carona com o dudu vem de um fato contrário ao de Moacyr. Se ele tem orgulho de ser brasileiro e coisa e tal, tem tantos outros que não fazem nada para nada.

hoje a patroa foi fazer um curso, pago pela empresa, e o instrutor passou algumas dicas, pois como vão trabalhar com atendimento, é preferivel evitar alguns vícios de linguagem como "vou estar ligando" ou "vou estar verificando" entre outros. E qual foi a reação dos muitos?

a critica, pois criticar é um direito que todos hoje acham que tem direito. mesmo que a crítica não tenha fundamento naquele momento, ela sempre vai existir e sair de bocas com o peso da razão. aí, pesquisando, minha patroa achou um dado importante e resolvo aqui compartilhar com todos os leitores.

alguém já reparou que brasileiro é o único adjetivo pátrio que termina com o sufixo -eiro? Argentino -ino, Venezuelano -ano, Chileno -eno, Peruano -ano. Todos os outros terminam com sufixos parecidos. O nosso termina em -eiro.

Sabe por que?

Simples, porque brasileiro era o funcionário, se é que podemos dizer funcionário, que portugal tinha para cortar o pau brasil, árvores que foi praticamente extinta. Então brasileiro não é quem nasce no brasil, brasileiro é o filho da p... que cortava madeira.

Isso mostra um pouco da cultura preguiçosa do brasileiro, que mesmo não sabendo desse pequeno detalhe, a muito tempo se preocupa muito e ter opinião, em reclamar da vida, em curtir feriados e carnaval e claro, em continuar na merda e continuar a ser brasileiro(cortador de árvore, que hoje pode até ser pedreiro, carpinteiro, cascateiro, politiqueiro) até morrer!!!

Oh! Quão triste é a nação que ri da própria merda, acha bonito ser burro e permanece deitado em berço esplêndido!!!

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