quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Shoppis Centis...

Dei uma consultada no professor Google e ele não me deu uma resposta satisfatória. Portanto, cito o milagre, sem saber o nome do santo. "O Humor é o tempero da VIDA". Desde sempre vivi uma vida feliz. Graças a Deus ou a qualquer força divina superior, tive boa educação, oportunidade de ter uma infância feliz e um lar que me propiciou crescer num ambiente agradável e saudável.

Em toda essa caminhada o humor esteve sempre presente. Rir sempre foi um baita remédio para mim. Fazer rir também, embora a minha veia cômica não seja a ideal para me dar dinheiro, mas acredito que ela satisfaz os meus pares. Da piada maliciosa do Ary Toledo no Show de Calouros (Como é que o elefante se suicida? Lembram?), passando pelos inesquecíveis trapalhões, até ons bons tempos da Escolinha do Professor Raimundo e Praça é Nossa. Hoje me distraio com outros humores, como o CQC, Pânico (certas vezes), e piadas na TV, seja o programa que for.

Mas domingo passado me peguei nostálgico. Ganhei da minha patroa a coleção de DVDs dos Trapalhões e mesmo que ainda não tenha conseguido assistir com a atenção merecida, pude - de rabo de olho - ver alguns dos quadros. Que humor gostoso, inocente e puro. O riso brota fácil, sem esforço. Natural.

Hoje li uma notícia que me deixou triste. A morte de Arnauld Rodrigues, o inesquecível "Shoppis Centis", da praça é Nossa. Adorava seus quadros, ria muito com suas piadas e imitações, como em Chitãoró e Xorãozinho (com o Macelo de Nóbrega). Era um cara da velha guarda, do humor puro, do riso fácil. Arnauld morreu numa fatalidade e olevou com ele um pouquinho do nosso riso, da nossa alegria. Rir, num país onde se sofre tanto, é uma benção.

Mesmo que estejamos (eu estou) tristes pela morte do Arnauld, vamos tentar rir um pouco mais. Não se paga imposto. Ainda é grátis. Não sei até quando.

Leia mais: Morre Arnauld Rodrigues
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