terça-feira, 2 de março de 2010

Em busca de algo... que não existe

O dudu, nobre melhor jornalista que esse estado do paraná tem, melhor por causa de seu texto, emoção e tudo mais, fez um texto que me permitiu pensar em algumas coisas que eu não poderei ter em qualquer dia de minha vida.

A primeira delas é a paz. Sou um cara de coração meio duro. Me irrito e acabo com minha paz ao ver qualquer idiota fazendo algum tipo de idiotice. Tipo assim, na escola do meu filho, uma idiota parou, mesmo com as suplicas da irmão madre superiora ou algo assim para que os pais não parem em fila dupla ou em cima da faixa de pedestre... e Eis que uma mãe resolveu parar sua Ecoesporte vermelha justamente onde? Em cima da faixa... Essa é uma desgraçada. Mas o que eu poss fazer? Arrebentar a minha paz. Liguei para a diretran e espero que ela tenha sido multada.

Minha paz vai embora quando eu observo o que é feito com o povo desse país, que de tão burro idolatra um homem que realmente não merece.

Minha vai acaba quando eu vejo que na empresa em que trabalho ou em qualquer outra, sempre tem alguem tentando levar uma vantagem em cima do que os outros fazem ou em cima da empresa.

Minha paz vai embora também quando eu escrevo.

Eu busco o dia em que não conseguirei mais escrever. O dia em que poderei me calar, mas esse dia, parece estar cada dia mais distante. Tudo e todos me dão motivo para escrever qualquer coisa, seja uma falcatrua na caixa econômica federal que está pagando para agentes fazerem o que os funcionários públicos ganham bem para fazer ou então, o motorista do buzum que insiste em pisar no freio e derrubar alguém.

Mas pensado nisso, posso perceber que a paz, ahhh a paz está dentro de cada um sim, cada um tem um conceito de paz. Eu, por exemplo, não faço e não aceito o mal de alguém. E quero que isso sirva de exemplo para meus filhos.

Mas é isso, por mais demagógico que isso possa parecer, desejo paz a todos...

PAZ!

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