segunda-feira, 15 de março de 2010

Ficando preocupado com as coisas

O nobre Dudu terminou seu texto comentando que está ficando preocupado com as coisas. E eu, assino embaixo. Não sou pessimista mas também não consigo mais ser otimista. O ser humano que habita essa cidade, a "maravilhosa" curitiba deixou de demonstrar sua evolução com o passar dos anos. Não apenas pela falta de planejamento estratégico em algumas obras urbanas. Mas sim, pelo comportamento animal que vem assumindo.

Para não abranger muito, o básico é que esquecemos daquela bom dia nas ruas. Esquecemos de respeitar o próximo. Se alguém está na faixa de pedestres e o sinal abre, é melhor essa pessoa escolher uma das faixar entre os carros e ficar parada, pois é possível que os motoristas usem de forma errada a buzina e toquem em cima da pessoa. Atravessar uma rua com o sinal de pedestres piscando é morte anunciada.

Hoje, caminhado para o trabalho, pude observar que os motoristas que vem da região de Santa Felicidade pela BR-277, ao lado do parque barigui simplesmente não tem a menor noção e fazem questão de não respeitar o limite de velocidade. Eu não tinha um radar, mas vi um corsa preto passar cortando outros carros pela direita, com certeza, pelo barulho do motor 1.0 que estava a mais de 120 KM/H!

E está assim na cidade toda. Na semana passada, uma parente foi perseguida por um motorista idiota que ficou fazendo pressão atrás do carro dela, freiando bem próximo, quem sabe até xingando. O imbróglio só terminou a hora que um motorista de caminhão observou que essa parente tinha uma criança no banco de trás e aí, resolveu ajudar tirando o carro.

E outros fatores me fazem perceber que as pessoas estão viradas. Quando consumimos um refrigerante a 4 pila a garrafa, quando tentamos levar uma vantagem no caixa da farmácia que esqueceu de registrar um remédio e outras tantas pequenas ações que determinam um todo.

Dudu, nobre blogueiro, é fato: devemos ficar preocupados mesmo. Não apenas por nós, mas como no meu caso e no se futuro, devemos nos preocupar por nossos filhos!

Se hoje o respeito é diminuto, o que será daqui a 15 anos?

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