quarta-feira, 31 de março de 2010

Semana mais curta

Não que eu tenha recebido essa informação de forma oficial, mas parece que na sexta-feira aqui na empresa será feriado. Um dia a menos nessa semana! Um dia a menos para o crescimento do país!

Crescimento? País? Ah, não me vem mais com essa que eu não aceito!

Uma época da minha vida até pensava que os feriados eram vilões do crescimento e da economia, mas hoje, percebo as coisas de uma forma diferente. É, você já percebeu que na sua empresa por mais que você faça, você sempre deixou de fazer algo? Por mais que você trabalhe 8 horas do seu dia ou como eu, 6, você sempre precisa fazer alguma coisa a mais? Uma horinha no banco de horas ou então, uma horinha extra.

Talvez essa necessidade venha de encontro justamente ao fato de que existem vários feriados no país, mas de qualquer forma não se justifica. Trabalho é trabalho, lazer é lazer.

Ou tudo isso é apenas uma impressão. Tem especialistas que afirmam que nós trabalhamos menos que outras nações e por isso somos um país em desenvolvimento.

Esse feriado de sexta-feira, que pelas pesquisas que fiz descobri se tratar de ponto facultativo é um feriado religioso num país onde vivemos a liberdade de escolha de credo ou culto. Ou seja, um feriado católico num país em que todas as religiões podem e devem existir de maneira livre.

Não entendo porque nossos políticos não criaram ainda algum feriado religioso tendo como base o nascimento de Joseph Smith, um cara da igreja mórmon ou então, um feriado religioso que faça uma homenagem a todos os bebados que batiam em suas mulheres que a Igreja Universal do Reino de Deus conseguiu converter.

Talvez então, um sábado para os adventistas ou um dia da semana para Buda, para Maomé, ou então para Iemanjá ou algo assim. Podemos até pensar em propor um dia para o chá do santo daime, dai-me paciência...

Eu me pergunto, porque o brasil, com a diversidade religiosa que existe hoje, ainda permite se apresentar um país católico?

Bem, essa talvez não seja uma boa pauta para discussões, né!

E para lembrar, hoje tem mega-sena, viu!

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E como surgiu no meio da produção do texto, toca meu celular, atendo e é uma atendente do Hipercard.

- Bom dia, seu Luiz Guilherme?
- Sim, sou eu.
- O senhor entrou em contato com a gente ontem, avaliou a atendente com um 10 e o hipercard com um 3. Estou ligando para verificar o que aconteceu que o senhor avaliou o hipercard com 3?


E assim foi.

O que me impressionou, é que uma administradora de cartões para classe C, D e E tenha essa real preocupação, não é de assustar?

Eu me assutei, mas em contra partida, fiquei muito feliz com o contato. Talvez um exemplo para as outras administradoras e demais empresas que oferecem serviços, não? Espero não me decepcionar ao passar o hipercard novamente numa loja daqui alguns dias e ver que ele está bloqueado porque avaliei mal... hehehe

E ai, uma ultima pergunta, cade o Dudu?

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