terça-feira, 6 de abril de 2010

Na mesma tecla!

Volta e meia vemos alguém perguntar para Deus: Porque? Porque as coisas acontecem como acontecem, porque o mundo é tão cruel com um povo tão bom e feliz como o brasileiro. As chuvas que castigam o mundo todo, mais especificamente nesta terça-feira no Rio de Janeiro, são meros reflexos de nossos próprios atos.

E não ache que você não faz parte dessa turma. Eu também já fim. Já joguei na rua, no auge da minha adolescência, alguns papéizinhos de bala, daquelas freegels safadas que traziam cantadas, piadinhas e mensagens de amor. Fui porco, não sou mais. E você? Pode dizer isso com certeza?

Hoje só nos interessa concretar, construir e crescer. A que preço? Você acha que já não me passou pela cabeça meter lajota ou cimento no meu rico quintal para acabar com o pentelho trabalho de ter que cortar a grama? Claro que já. Mas a educação que tive em casa não me deixou fazer isso. Tornar o ambiente que vivo mais saudável e sustentável para mim e meus semelhantes me interessa.

A gente roda, roda, roda e redescobre todos os dias que os culpados por esse mundo cruel ser do jeito que é do povo. É nossa. Me incluo nesse bando para não fugir à responsabilidade, mas tenho tentado fazer a minha parte. Isso não quer dizer que foi me filiar ao PV e militar no GreenPeace, mas pelo menos tento levar o respeito ao próximo. Tratar os outros com educação é um grande passo a se dar. Se aprendermos a respeitar aqueles que vivem ao nosso redor gera (ou pelo menos deveria) gerar uma corrente do bem.

Aliás, por mais piegas que pareça, o filme que leva esse nome (que tem o piazinho do Sexto Sentido, a Helen Hunt, Kevin Spacey e Jin Caviezel, o Jesus Cristo do Mel Gibon) eedeveria ser passado em todas as escolas.

Faça o bem sem querer nada em troca. Compre um pacote de feijão e ponha na sacolinha da igreja, na caixinha deixada no mercado. Compre um pirulito da tia vestida de palhaça na Visconde de Guarapuava, um pão pro mendigo bêbado e com fome. Diga Obrigado, fale bom dia, se interesse pelo que o outro sente.

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