sexta-feira, 30 de abril de 2010

uma sexta-feira em apuros

lembro-me bem que comecei a pagar imposte de renda no ano seguinte ao ano que abri minha empresa com meu sócio andré. fui tentar fazer a declaração de isento e o sistema me informou que eu era empresário e por isso deveria pagar o maldito IRPF.

desde 2004, eu sempre entreguei as declarações no ultimo dia, quase na ultima hora e minuto, pois não dou a mínima em entregar antes mesmo. como bom brasileiro, nunca perdi o prazo por causa do sistema, e nunca me senti prejudicado, afinal, as restituições são uma poupança forçada que faço. esse ano, receberei na ultima leva, mas já acrescidos os juros e tudo mais. é eu tentando levar vantagem em cima do governo.

e claro, esse ano não deixei para o ultimo dia, deixei sim para a ultima semana. mandei na segunda, meu computador levou míseros 3 segundo para informar que estava tudo OK! normal, afinal de contas, a tecnologia vem para ajudar e não para atralhar, não é mesmo?

se você deixou para a ultima hora, reza um pouco e fica susse, no final das contas, tudo dará certo. ou não!

minha opinião, por mais medíocre que seja é a seguinte: quero que se dane o governo e a receita, eles me cobram uma porcentagem tão imoral do que eu quanho quanto as igrejas cobram de seus fiéis para a salvação divina. é mais imoral ainda saber que de tudo o que eu pago de imposto, não posso contar com quase nada, a não ser com hostpitais de 5ª geração (geração passada) ou então com uma polícia federal que prende e uma estrutura legislativa que legisla por causa própria e permite que os bandido sejam soltos.

meu imposto ainda ajuda a pagar o jato que o presidente lula-lá 51 comprou, uma lata de sardinha cara, que veio dos franceses e não prestigiu a Embraer e que vai de um lado para outro apenas para cumprir compromissos políticos.

meu imposto ser ainda para nossos deputados e senadores da república programarem uma audiência de consulta aberta com todos os representantes religiosos sobre a liberdade religiosa e ao culto, só esqueceram de convidar um ateu e um agnóstico. somos gente também!

meu imposto de renda é tão imoral quanto o filho que bate na mãe, se bem que aqui, a mãe, nossa pátria que nos pariu é que nos bate. Bate, escarra, maltrata e ainda, pede para que nós a amemos!

é, como diria um ditado "se é do Brasil e não é jabuticaba, não presta". extremista sim, mas tem seu fundo de verdade!!!

bom final de semana a todos! e não esqueça, nesse final de semana você também estará enchendo os cofres do governo!

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