terça-feira, 22 de junho de 2010

ok, ok, eu errei...

eu errei. o kaká não bateu no cara. ele apenas acotuvelou... aquilo que parecia ser uma pancada no rosto não, foi. a cotovelada, ahhhh, isso é normal, né, ainda mais para alguém que se diz evangélico. acredito que na igreja da graça ou qualquer merda dessa, quando ele chega, todos se cumprimentam com cotoveladas... dá nada.

mas, como ja falei, eu errei.

errei e tento no mínimo ser humilde em reconhecer meu erro! aqui no blog, se eu erro, eu preciso no mínimo indicar que errei, onde errei e colocar um outro texto explicando tudo isso.

na vida real, ou seja, fora da web, meus erros precisam mais do que minha humildade, precisam também de ações contrárias ao erro que demonstrem para os que me cercam o quanto eu aprendi com meu erro.

o que isso quer dizer? nada!

a vida me ensinou, durante esses 32 anos que já vivi, a perceber uma coisa muito importante nas pessoas: sempre que você quer, você fala muito mais com suas ações, intenções e expressões corporais do que de forma verbal.

um sorriso ou a falta dele podem fazer a diferença entre um bom dia e um dia ruim. mas um sorriso também pode esconder muita coisa ruim, muita hipocrisia, muito fingimento e ainda, muita raiva.

por isso, tento ser o mais correto possível e o mais direto ao falar. se não gosto, me perdoe, mas não gosto mesmo. se eu gosto, vou tentar viver intensamente. e assim é com tudo o que faço. com meus amigos, com minha família, com o pininho (pastor alemão lá de casa), com meus filhos, com minha mazinha... enfim, com você leitor, se você estiver junto comigo e eu gostar... viveríamos momentos intensos de alegria, brincadeira, diversão.

mas se a gente não afinar os pontos, é melhor não insistir, não é mesmo!

escrevo isso porque minhas ações muitas vezes causam uma inveja destruidora. destruidora para que a sente, nunca para mim.

sou assim como o meu parceiro no blog: simprão! gosto das coisas mais simples da vida, menos de futebol e da copa do mundo!

para aqueles que se sentem incomodados com minha felicidade, já pautada menos em elementos materiais e mais nas situações intensas que vivo com pessoas, um sinto muito... vocês não são nada para mim.

como disse minha chefe, a Lindsay no twitter: "O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta". Muito menos da minha... seja feliz e viva sua vida!

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