sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A intolerância!

Podem até me chamar de lazarento, mas tenho me divertido bastante no trânsito de Curitiba. Lembram daquele post em que eu disse ter ligado para o 156 denunciando que motoristas não respeitavam o horário especificado naquela placa que tem um "E" com um alinha vermelha cruzada (que quer dizer que é permitido desembarque, mas não estacionamento). Então, tenho feito valer um direito previsto no código brasileiro de trânsito e parado em determinados locais que possuem essa placa (respeitando o horário obviamente).

O fato acontece com frequência na Visconde de Guarapuava (quando vou buscar a patroa no trabalho) e perto da casa dos meus pais, no Bacheri, especificamente na frente da panificadora do Aladim. Na avenida Erasto Gaertner (parente distante do meu amigo LG Gartner) o estacionamento do lado direito de quem vai para o bairro foi retirado. O novo sistema prevê que se pode estacionar ali a partir das 20h todos os dias e 17h nos sábados (até as 7h dos dias seguintes). Na Visconde de Guarapuava é a mesma coisa.

Isto posto, é permitido estacionar ali nesses horários. Simples assim. Assim como 2 + 2 são 4. Simprão. Eis que, cada vez que paro ali (dentro da lei, lembro a vocês) os motoristas que vêm logo atrás ficam transtornados de bravos. Friso que dou todos os indicativos de que vou parar. Pisca-pisca, faço sinal com o braço e logo antes de parar as vezes ligo até o alerta. Ai desligo o carro e saio, ou para comprar uns paezinhos, ou para buscar minha patroa.

Pra que... pensem num povo mal-educado? Quando só buzinam saio no lucro. É de "gordo filho da puta" para baixo. A falta de educação desse povo é uma coisa sem tamanho. Educação e inteligência. Basta uma olhadela na placa (e olha que as vezes faço o possível para parar bem embaixo da bendita) para entender que não fiz nada de errado.

A intolerância do ser humano é coisa assustadora gente. Como eu disse, pode até ser uma filha da putice parar naquele espaço em que o povo esta acostumado a passar lotado. Não concorda, se irrite com o mundo, não comigo. Brigue com a prefeitura que resolveu fazer aquilo, não comigo que estou dentro da lei e, francamente e convenhamos, não fazendo nada demais.

Olhe, entenda e respeite. Quer protestar, proteste para as pessoas certas.

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