quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Semana quase morta

Essa é uma semana diferente. Quase morta. Foram 3 dias a menos nessa paiaçada. O Brasil parou por praticamente 2 dias e Curitia, parou por 3 dias. Graças a mais um feriado religioso, Curitiba ficou as baratas com esse feriado. Comemora-se o dia de alguma coisa, tipo padroeira e coisa e tal. Nessa hora, mesmo aquele que é pouco catolico, acredita na padroeira e tudo mais.

Porém na quinta-feira tudo voltará ao normal. Normal até o próximo feriado, certo?

As notícias são sempre as mesmas: não sei quantos morreram nas estradas e que o movimento foi recorde, e que isso, e que aquilo. É ainda possível que grande parte desses tantos brasileiros que foram para o litoral ou fizeram um churrasquinho na lage não tenham sequer pensado num maldito candidato político.

Meus familiares, em contra partida, me contaram que o litoral do paraná no feriadão foi o destino de algumas figurinhas políticas. Nessas horas, para garantir uma boquinha fácil, esse caras, o candidatos, vão até onde esta o povão. Apertam as mãos dos pobres, das criancinhas e sem citar nomes, entram em comércios irregulares (que vendem produtos piratas e produtos proibidos) e ainda elogiam esses "empresários". Lei para quê?

Outra: no domingo eu foi até o mercado comprar limão e vinagre. Na ida, pareou um fiat UNO, com placas de pinhas e adesivado até o teto com o nome de uma candidato (que inclusive já foi o mais votado - ainda se citar nomes) que tinha uma mulher e um homem. O que me surpreendeu é que ambos estavam queimando umzinho... Dando um tapa na macaca... Fumando maconha!

Lei para quê?

Desculpe o desabafo, mas cada dia que passa a sociedade me mostra que Lei é coisa para otário. Eu as cumpro, mas infelizmente, isso não é um modelo, é basicamente um excessão!

Quem pena...

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