sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Ahhh, que dia...

Uma linda sexta-feira. É um dia perfeito para ficar na beira da piscina, tomando uma laranjinha Água da Serra, garrafinha de 200ml de vidro, maravilhosa e alternando, horas no sol, horas na água, horas no sol e horas na água.

Mas infelizmente isso não me pertence mais. Eu preciso trabalhar pois o trabalho dignifica a vida do homem, não é mesmo? Afinal, trabalhar me trás como recompensa alguns reais no final do mes além de um vale marmitas e uns vales transportes coletivos...

Ou seja, sem trabalhar, não daria para ficar na beira da piscina, e trabalhando, eu não posso ficar na beira da piscina. Ou seja, quer uma dica, nunca tenha piscina em casa ou então, ficarás apenas olhando e nada mais.

Mas, agora vai mais um relato e quem sabe, um alerta aos que foram procurar algo parecido: CUIDADO!

Ontem, estive em uma audiência de consciliação entre eu, a MRV Imóveis e a Apolar Imobiliária de Curitiba.

A situação é a seguinte: comprei um apartamento na planta, com um desconto de aproximadamente 11% sobre o preço de tabela. Isso foi no sábado 31 de julho. Na quarta-feira, me ligaram avisando que tinha dado um problema e lá fui eu tentar resolver. Descobriram que já tinham vendido a unidade em questão e que dessa forma, eu teria que pagar o preço original de outra unidade.

Foram duas conversas sem que chegássemos a um acordo. Depois de exigir o mesmo desconto para outra unidade qualquer, levando em consideração o percentual aplicado, não recebi qualquer resposta.

Entrei em contato com Procon e lá fui eu ontem.

Respostas (estão presentes em ata de forma mais completa, se alguém quiser, me avisa e mando cópia): APOLAR: através da advogada: "sr. Luiz, quando fazemos uma negocição, tem duas chances - uma de dar certo e outra de dar errado, infelizmente, para você, deu errado. Nós não temos nada a ver com isso.

A MRV, por sua vez, também através da advogada, disse que não tem nada a ver com isso pois o contrato não foi efetivamente assinado, pois o erro foi visto antes e enfim, eu me ferrei.

Ambos advogados, no melhor exercício de sua profissão, tentaram de uma forma ou de outra, distorcer a história, mas para um roteirista, isso é complicado de aceitar e claro, meu poder de convencimento não de um leigo qualquer.

Nunca vou esquecer a cara da advogada quando tive que dizer para ela que a fala dela está incoerente em relação ao acontecido.

O processo agora vai para a justiça, quem quiser acompanhar... Vou até onde for preciso, pois, se eu tivesse cancelado o processo por vontade ou necessidade, todo o dinheiro que tinha passado, não seria devolvido. E como pode eles cancelarem o processo sem prejuízo?

O bicho vai continuar... e eu vou continuar, não me importa o tamanho deles...

Relatarei em breve novidades, se alguém quiser mais detalhes, é só me pedir...

Fui e bom final de semana...

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Sou um idiota

Eu estou tentando me esforçar para lembrar, mas esta difícil. Por isso, peço a ajuda dos nossos fiéis leitores (nem sempre tão fiéis comentaristas). Existe alguma obra mais mal feita em Curitiba do que a Linha Verde? Peço que vocês ponderem a enormidade da obra (em importância, para resolver um gargalo histórico no tráfego de Curitiba, e dinheiro gasto).

É um fracasso retumbante. Não exagero ao afirmar isso. E digo isso com tanta certeza certo de que os problemas existentes antes de sua construção continuam a existir e, pior, estão cada vez mais presentes. Ou seja, pioraram mesmo.

O trânsito é infernal das 7h as 9h. Trocamos picos de engarramentos nos sinaleiros da PUC e do Xaxim por um trânsito caótico em toda a extensão da nova via. Hoje, por exemplo, levei 15 (eu disse QUINZE, senhores) minutos para ir da PUC ao viaduto da Marechal Floriano. Sabem o que é isso? É levar 15 minutos para percorrer um trecho de um quilômetro, nem isso. Para deixar tudo ainda mais revoltante, encarei esse absurdo as 15h.

Tudo porque os motoristas malandrões se acham espertos e pegam a marginal, ao invés da pista principal, para chegar mais rápido lá na frente. Na momento em que as pistas se unem, forma-se o caos.

Isso tudo sem levar em conta aquela continha básica que diz certa vez. Se não vejamos. Antes tinhamos um sinaleiro na PUC, dois logo após a Marechal Floriano e dois lá no Xaxim. Certo? Cinco, portanto. Agora temos o seguinte:

- 1 para pedestre na frente do BIG
- 2 na PUC
- 1 antes do viaduto da Marechal
- 2 logo depois da Marechal
- 2 uns 200 metros depois (onde eram os dois originais da velha BR 116)
- 2 mais para frente, na altura da avenida Santa Bernadete
- 1 no viaduto do Xaxim
- 2 no Xaxim (no mesmo lugar dos antigos)
- 1 uns 500 metros na frente

... noves fora = 14. Ou seja, trocamos 5 por 14, mesmo sabendo que uma das coisas que mais "ferra com o trânsito", já que interrompe um fluxo que deveria ser constante, é o sinaleiro (semáforo, sinal, farol e afins). Acho que tô esquecendo mais dois, mas eles não influenciariam no absurdo final que já encontramos.

Vale lembrar, também, que a cada sinaleiro temos uma ratueira, um pardal ou simplesmente... um radar. Caça-níqueis de sabe-se lá quem. Fora os outros radares que estão entre um sinaleiro ou outro...

Trincheira e viaduto "é coisa para louco" (sic), de certo.

Vale lembrar que o asfalto, em péssima qualidade, já apresenta alguns buracos e foi extremamente mal nivelado, afinal o que não faltam são "costelas" e desníveis do começo ao fim. Onde isso tudo vai parar? Talvez no mesmo lugar onde mora hoje minha paciência.

Prefeito incompetente, vereadores incompetentes, deputados incompetentes, governador incompetente, senadores idem, mas, acima de tudo, eleitor BURRO. Temos o governo que merecemos. Assistimos a toda essa porcaria ser construída sem mexer uma palha sequer.

É triste. Sou um idiota.

Gostaria de lançar um movimento para trazer a velha BR 166 de volta. Se fosse só para por um asfalto novo, era só recapar a velha 116. Daria na mesma. Digo mais, não teria tanto engarrafamento.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Palhaço...

E o tiririca, o palhaço mais votado do brasil, vai sim ser diplomado. Não sei se esse diploma de merda vale como formação, mas agora, o analfabeto irá determinar as leis que vão guia a minha, a sua vida. Obrigado aos 1.3 milhão de brasileiros que votaram nele.

A culpa talvez não seja dos brasileiros que votaram mas dos brasileiros que identificaram a sorte de colocar o palhaço e mais alguns dos anões que vão, sei lá, trabalhar juntos.

Para quem quiser, a melhor profissão nesse país é ser político. Não tem cadeia para político, não tem nada que faça esses caras pagarem por tudo que fizeram ou não. O palhaço, que como lema dizia "pior que tá não fica", começou bem, não é mesmo, afinal, se é preciso saber ler e escrever, ele talvez não tenha lido a ficha e as letrinhas pequeninas no final antes de assinar.

Um grande exemplo de quão pequeno é a capacidade do brasileiro em ser honesto...

Um viva a tudo que errado nesse país existe....

VIVA!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Mestre poetinha...

Se tem alguma personalidade que admiro, um ídolo, esse alguém é o mestre Vinícius de Moraes. Dia desses, se vivo, teria completado 97 anos. Na verdade, pela vida desregrada que teve, ele jamais chegaria aos 97 anos. Mas poderia ter vivido um pouquinho mais. Assim, quem sabe, poderia ter cruzado com ele pela vida.

Vinícius de Moraes viveu a vida em sua plenitude. A TV Cultura exibiu um programa Ensaio sobre o mestre semana passada. Posto o video, reprodução do Youtube, um dos trechos do programa como uma homenagem a ele.

Controle de mídia

Prezado leitor: o que você entende pela palavra controle? E pela expressão controle de mídia? O que você entende?

Vamos aos fatos, certo?

Digamos que você mora no Pernambuco. Isso é um exemplo, bele? E lá, tem alguns jornais que incomodam o governo. Eles fazem denúncias, provocam mal estar com os corruptos ou qualquer coisa parecida. Isso é apenas um exemplo aplicável a qualquer estado.

Aí, a câmara dos deputados, faz lá um projeto que institui um órgão para fazer o tal controle de mídia. A partir desse momento, os jornais terão que fazer coisas que esse órgão deixar ou permitir.

Quer outro nome para essa merda toda?

Não precisa,né.

Eu temo muito por isso, sabe, se esse controle de mídia pegar, os farristas do pt e outros partidos, vão fazer tudo o que quiserem, pois nada vai impedí-los. Jornalistas como eu e o Dudu, que vez outra falamos algo sobre políticos, provavelmente seremos calados para sempre..

Temo muito por tudo isso, a ex-ministra dilma, com todo o seu poder, conseguiu fazer com que a mídia fosse desacreditada e a agora, controlada. Tá certo isso?

Bem, talvez eu esteja realmente viajando, mas hoje, está na capa de vários portais e em páginas sobre mída.

Tá bom pra você?

Para mim, não, mas, fazer o que... Isso é uma democracia!!!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Uma semana que termina...

É sexta-feira, e para 99% das pessoas, o dia mais feliz, afinal, final de semana está aí. Sabadão e domingão... Eu vou curtir minha amada e claro, meus filhotes. Mas a minha sexta-feira foi especial. Mais do que eu poderia imaginar ao acordar, atrasado para variar um pouco.

Indo visitar um cliente de minha empresa, o taxista, Jairo, extremamente educado, conversador, me soltou algumas informações, que não sei porque, o meu cérebro ainda não tinha pensado.

A primeira delas: a propaganda do Jaime Lerner não é o fator de maior importância no crescimento da capital paranaense. Para ele, não posso deixar de concordar, o fato de curitiba há uns 10 anos não fazer mais o frio que sempre fez, é um fator mais relevante. Ou seja, temos um clima que permite que muitas pessoas de muitos locais desse brasil, venham morar para cá. Legal, eu não tinha pensado nisso!

Outra coisa: o que foi feito em curitiba, que seja considerado extraordinário, depois que jaime deixou o governo? E por ele?

Enfim, segundo nosso querido Jairo, o taxista que me levou em segurança, nada! Nenhum dos outros que vieram depois do arquiteto, fizeram qualquer merda que seja extraordinária. E isso, por pura falta de vontade ou de capacidade mesmo...

Jairo, sua fala me fez pensar...

E como sempre existe um contra ponto, o outro taxista, que me trouxe de volta, além de estar de cara fecha, carrancudo, corria feito um animal... Que coisa, né!

Bom fim de semana para todos...

Pedacinho de mim...

Ser um alguém, mas ser um ninguém. Eu sei quem sou, onde estou. Onde moro e quem me rodeia. E sou alguém para eles também. Mas, para muitos, hoje e para todo sempre, continuo sendo um ninguém. Claro que não acho que eles pensem que tudo aqui se levantou sozinho. Que surgiram do nada como num truque mágico do Holdini. Ou mesmo que simplesmente brotaram do chão.

Mas, no final, lhes importa saber quem sou? Quem fui? Onde estou ou para onde fui? Acho que não, na verdade. Mas que mal há nisso? Eles não estão errados.

O importante mesmo é que eu sei que tudo aqui tem um pedacinho de mim. Muito do meu esforço, horas e mais horas do meu talento bruto foram aplicadas nesse alicerce. Nessa estrutura. Nesse chão. Na alma de tudo que é isso aqui hoje em dia. Alguns litros de suor derramei por esse chão. Fluídos esses que ajudaram a solidificar o sonho de um homem que agora possibilita a milhares de outros darem seus primeiros passos rumo á conquista de seus objetivos.

Hoje passo por essas ruas bonitas e floridas e sei que volta e meia trombo com alguns que nasceram profissionalmente para o mundo naquele chão que ajudei a preparar e debaixo daquele teto que construí. Embora eles não façam a mínima questão de saber quem eu sou, me sinto parte da vida deles.

Sei que é bobagem, mas acredito que lá no fundo, se não fosse por mim, e por outros tantos iguais a mim, as vidas deles poderiam tomar rumos diferentes, inimagináveis.

Embora não tenha nessas paredes a minha assinatura, nem a minha foto, e mesmo que eu não tenha sequer condições de por um filho meu para estudar aqui, sei que fiz a minha parte. E durmo tranqüilo por isso. E feliz. Todas as noites.

(ps: último da trilogia produzida no curso Escrita Total, do professor Edvaldo Lima. Ótima experiência para ampliar os horizontes.... EU, Eduardo, desejo uma vida simples e feliz para todos vocês... [bate no peito e bate o pé no chão]... Hôôôôôôôôôô)

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Noção do tempo...

Eu perdi.

Confesso que perdi. Não sei mais como medir o tempo. O relógio não me ajuda, os calendários também não e quanto mais eletrônico me torno, menos eu consigo perceber o tempo. Acordar e dormir, já são coisas automáticas em minha vida. O despertar, acontece antes do despertador. O dormir, acontece sempre depois do momento que deveria ser.

Ando cansado, mas continuo andando.

E se medir o tempo já está difícil de fazer, agora com essa merda de horário de verão, a coisa ficou ainda pior. Desperto as 6, mas na verdade são 5 e meu corpo, essa semana está cobrando um preço alto. Não que seja problema, afinal de contas, com todo esse esforço estamos economizando um mundo de energia, algo que gira em torno de 0,5%. Vale a pena, né, é por uma causa justa.

Mas não é só o horário de verão. Os dias parecem precisar de mais de 30 horas hoje em dia. Não adianta nem querer criar caso, é isso e ponto.

E porque meus dias tem que render 30 horas é que perdi minha noção de tempo. Tem dias que parece que trabalhei 30 horas, tem dias que eu trabalhe 8, e assim por diante.

Minha critica ao horário de verão é que, além de me ferrar na vida, no trabalho e em tudo, é pura cretinice. Economizamos pois temos a luz do sol até mais tarde, mas pelo menos, antes, eu não tinha que acender as luzes para trocar de roupas ao amanhecer.

Que coisa, não?

Vou seguir, com horário de verão ou não, vou seguir.

E que assim seja...

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Houve um acidente com um ônibus biarticulado hoje em curitiba. Acidente terrível, diversos feridos, dizem que tinha mais de 200 pessoas no buzum. Não sei, mas mesmo que tivesse apenas o motorista, seria lamentável. E pior, observando a foto e vídeos do local do acidente, fica claro que um motorista furou o sinal, eu acredito que foi o motorista do caminhão envolvido.

Só espero que dessa vez, não culpem o motorista do buzum. Pelo menos na entrevista ele não parecia bebum ou doente.

Prefeitura, por favor, dá uma olhadinha nesse cruzamento, tempos atrás, na mesma esquena, com o ônibus no mesmo sentido que esse, um modelo igual, invadiu a loja de motos. Dessa vez, como disse, no mesmo sentido, mas tinha um poste no caminho...

O cruzamento da Travessa da Lapa com a Visconde de Guarapuava precisa, urgentemente, passar por uma reengenharia de tráfego, com mais sinalização, sinaleiros modernos e qualquer outra porcaria necessária para evitar acidentes com veículos do transporte coletivo, ainda mais, os que estão muito cheios.

É isso...

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Alerta!

Para os leitores do DLQ, um alerta:

PRIVATIZAÇÃO não deve ser um tema levado em consideração.

Exemplos:

A turma do Serra privatizou:

- telefonia
- energia
- CSN
- e outras...

A turma da dilma, já privatizou na calada e com direito a aumento antes de um ano do contrato:

- diversas estradas federais nos estados do sul e sudeste
- banco do Estado do Ceará
- banco do Estado do Maranhão[11]
- hidrelétrica Santo Antônio
- hidrelétrica Jirau
- linha de transmissão Porto Velho (RO) – Araraquara (SP)

Enfim, usar esse tema como discurso, pode ser perigoso, certo?

Vale o lembrete...

Fui!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Nossa aventura!

Tudo ali tinha a mesma cor, as mesmas formas e o mesmo cheiro. Desde sempre. Na verdade, desde quando consigo me lembrar. Sempre estive ali e ali sabia que ficaria ainda por um longo tempo.

Os rostos mudam o pouco com o entra e sai dos anos. Tantos os dos meus pares, quanto os dos meus mestres. Mesmo assim, tudo me é familiar. E isso é bom. Isso me faz bem.

Ainda hoje lembro-me de cada uma das meninas, cada qual com seu jeito único e especial de ser. Uma era mais maluquinha, a outra mais boazinha. Outra mais ousada, à frente do nosso tempo, e uma quarta mais bobinha, mais inocente. E eu completava o quinteto. Mas, quem sou eu afinal? É claro que não sou a mais indicada para me definir, mas eu sou, definitivamente, eu. E sou feliz.

Certa vez, lembro como se fosse hoje, sonhadoras e senhoras do nós mesmas, partimos em uma aventura desafiadora. Coisa louca e até aquele momento impensável, improvável. Contudo, partimos mesmo assim junto com uma grande turma de loucas e loucos como nós (loucuras que só a adolescência permite sem pudores). Mergulhamos num mundo de fantasias e sonhos, perigos e emoções. Experiências fantásticas embaladas pelo uníssono hino de uma geração.

Vivemos essa louca aventura por um dia inteiro. Intenso. Tudo li tinha sido orquestrado e construído também por um sonhador que, assim como nós, não teve medo do desafio e do desconhecido.

No fim, exaustas após um dia de prazeres físicos e psicológicos, o "criador" desse mundo mágico se aproxima e de sopetão oferece: "Querem tirar uma foto?"

Nos entreolhamos e pensamos a mesma coisa: "Metido esse Beto Carrero, hein?" Tá louco!

(ps: texto inspirado na história de uma das colegas do curso Escrita Rápida, ministrado pelo jornalista e professor Edvaldo Lima)

domingo, 17 de outubro de 2010

Amanda? Isso me lembrou de uma história

E bem real. Em 2002, finalzinho de 2002, descobri que seria pai. Exame de Beta-HCG feito, resultado positivo, irremediavelmente, algo tinha dado errado em uma das aventuras. Mas, tudo bem, levantamos a cabeça, eu e minha Má, e vamos nessa.

Tudo novidade, vida de namorado com outras perspectivas e emoções a flor da pela. Numa coisa, eu e minha Má combinávamos: não iriamos saber do sexo do bebê até o dia do nascimento. Ao contrário de Amanda que chegou e encontrou tudo azul, o Luiz Henrique encontrou tudo neutro. Ou verde, ou amarelo, ou qualquer coisa que a sociedade e a família concordassem ser neutro.

Um ultrason atrás do outro e pedíamos ao médico para não saber o sexo do bebê. Causou estranhesa em diversas dezenas de pessoas. Nos dias de hoje, com ultrason por 40 reais, ninguém entendia. Mas, eu e minha Má, vivíamos uma emoção dos infernos. Cada dia que passava, cada chute na barriga, cada virada, era motivo para imaginarmos. Certezas? Tínhamos apenas que seria Luiz Henrique se fosse homem e Luana se fosse mulher.

E em 2003, para acabar com toda a expectativa, nasceu o Luiz Henrique.

Antes porém, teve bolão de apostas na família, e tudo mais...

Enfím, foi uma emoção muito boa. No segundo, o Luiz Eduardo, não conseguimos fazer assim, mas no primeiro, valeu a pena ficar sem saber...

Seja Amanda, Luiz Henrique, Luano ou qualquer outro nome... Esses pequenos mudam nossa vida pra sempre...

O dudu, com seu texto, me fez relembrar muitas emoções agora. E para fechar o domingo, uma notícia para mim legal: o Luiz Henrique, foi mais uma vez primeiro lugar em um campeonato de judo hoje. 1º Lugar - parabéns filhão... Seu esforço foi recompensado...

sábado, 16 de outubro de 2010

Amanda...

Que ultrassom que nada. Ecografia? Nem pensar. Era Rodrigo, e ponto final. E como ninguém contestava, Rodrigo estava de bom tamanho para todo mundo. Nem a irmã mais velha se arriscou a sonhar que se fosse uma irmãzinha ela teria uma boneca em tamanho real só para ela. Se conformou, assim como todos, com Rodrigo.

E veio Amanda.

Para espanto geral, bater de pé e chorôrô daquele que seria o primo mais chegado, balançar de cabeça reprovando a bricandeira do destino da tia querida... veio Amanda.

Mas e Amanda? Como fica nessa história maluca de quase rejeição?

Mergulada num quartinho azul, vestindo roupinhas azuis com o nome de Rodrigo bordado e quase sendo chamada de "meu filho" pelos pais... Como ficou Amanda? Tinha corpo de Amanda, mas alma de Rodrigo? Não senhor. Amanda era Amanda. E decidiu provar para todo mundo que poderia fazer tudo o que o Rodrigo faria, mesmo sendo Amanda.

Brincou de carrinho, de chutar bola. Detestava boneca e sonhava em ganhar uma caminhonete de natal. Um dia ganhou, mas escolheu a cor do brinquedo: vermelho. Certa vez, surpreendeu a todos quando pediu uma bola de presente... uma bola cor de rosa. A família se entreolhou. Surpresa? Estranho ela, tão Rodrigo e tão azul, querer algo vermelho ou cor de rosa? Afinal, tirando a "casca" de Amanda não era o Rodrigo quem estava ali? Não. Ela só cresceu com jeito de piá, mas a alma sempre foi de Amanda.

Certo dia largou o rosa. Deixou o vermelho para trás. E virou mulher. Virou Amanda por dentro e por fora.

Mas e o Rodrigo, que fim levou? Ficou esquecido para sempre?

É claro que não. Segue bem vivo até hoje. Se antes a bola era rosa e a caminhonete era vermelha, hoje é tudo azul. O copo de café é azul. O estojo do óculos é azul. A decoração do casamento que se avizinha é toda azul. Bem daquele azul que decorou roupas e o quartinho que deu vida aos sonhos de um Rodrigo que não veio. Aliás, veio sim... mas em forma de Amanda. Azul e feliz.

(obs: texto produzido pela técnica Escrita Rápida, do método Escrita Total, do jornalista e escritor Edvaldo Pereira Lima. Ensinamentos absorvidos em um curso realizado neste fim de semana)

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Mais do óbvio...

Por mais que alguns assuntos se tornem óbvios, parece que quanto mais óbvios fiquem, mas precisamos saber sobre eles, numa busca incansável para nunca esquecô-los.

O óbvio parece ser uma coisa chata, mas nem sempre é. Na terça-feira, embrenhei numa busca por uma sala de cinema, que não estive lotada, para junto com a patroa, a Dona Má, pudessemos assistir ao the best of cinema nacional, o famoso e tão falado Tropa de Elite 2.

O filme é um tesão. Tudo muito bacana: roteiro, fotografia, som... tudo... Mas é um amontoado do mesmo que todos nós já sabemos: o comportamento do brasileiro.

Sim, o comportamento do brasileiro que gosta de levar vantagem, dos 50 aqui e do "cade minha parte". Só que isso tudo mostrado envolvendo pessoas que decidem a nossa vida, o nosso futuro.

É um apanhado com diversas situações em que a vantagem de um, pode ser a desgraça de outro. Por exemplo, quando a polícia tira traficantes de uma área e passa a ganhar um "por fora" de muitas formas, como por exemplo na venda do gás, do gatonet e de outros serviços.

Eu não sei se isso tudo é verdade, mas se assim for, trocamos pessoas que estão à margem da lei por pessoas que deveriam fazer cumprir a lei. E aí, como ficamos nessa?

Uma frase no filme tem um grande peso: "se quer rir, tem que fazer rir". E é bem por aí.

Eu recomendo o filme, por mais que até agora eu ainda esteja um pouco raivoso com ele, serve para que possamos, se não fazer algo, pelo menos pensar em toda essa coisa que estamos envolvidos. E que assim seja.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

OK, mais um...

OK. Mais um feriado. E claro, não podia deixar de ser um feriado religioso. Talvez, se fossem feriados pelo povo eu até aceitaria melhor. Tipo, um feriado pelo esforço que esse povo faz para pagar uma bagagem de quase 40% de imposto, que foi aumenta ainda durante o governo lula e para os paranaenses, durante o governo Requião.

Ou então, um imposto em que fosse comemorada a burrice de um povo que dá risada da própria ignorância ou ainda, um feriado para comemorar as barbaridades e desrespeitos que presenciamos todos os dias no trânsito.

Mas não, é dia de alguma entidade religiosa... peraí... www.google.com.br - ok! NOSSA SENHORA, é isso.

Um dia para nossa senhora!

Um viva para nossa senhora, e para todas as crianças, que abandonadas ou não, são o futuro desse país. Aliás, alguém já leu "Capitães da Areia", de Jorge Amado? Não? Eu indico. Vale a pena ler, saber que há tempos o brasil já tinha os meninos "delinquentes" ou então, os meninos de rua, no caso do livro, os meninos da areia.

É talvez uma boa reflexão. Mas, deixe para amanhã, afinal, hoje também é dia de nossa senhora...

Só uma perguntinha, se lula é "o cara", dilma seria nossa senhora?

Fui...

(toc, toc, toc, bate na madeira, dilma, lula e zé dirceu... nem de brincadeira)

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Saudades da inocência. Do tempo da gente!

Sempre fui nostálgico. Mesmo aos 18 anos já tinah saudade dos meus 15. Aos 20, dos meus 18. A cada dois anos passados são mais dois anos para serem lembrados. Não é que me prendo ao passado não, mas é que o meu passado me construiu. Sou o que sou pelo que fui.


"Se eu soubesse antes o que sei agora, erraria tudo examente igual", disse Humberto Gessinger certa vez.


O que me motiva a escrever hoje foi a saudade dos meus bons momentos de telespectador. Sou um fã da televisão. Diferente de alguns mais radicais, a encaro como companheira, nunca como vilã. Administrada em doses regulares, pode ser um santo remédio para tudo. Pode ser como um bom livro, como uma companheira. Passatempo. Entretenimento. Informação e diversão.


No meio de tanta porcaria que nos obrigam a assistir (horário eleitoral, você certamente está entre elas), busco no passado motivos para voltar a sorrir e a me divertir.


E é justamente na diversão que quero me apegar. A grande acertada da Globo nos últimos anos foi criar um canal chamado Viva. Sensacional. Traz séries, programas e novelas "antigas" (do auge da minha meninice) e faz com que me afunde num mar de nostalgia diário. Nos últimos seis meses trabalhei demais. Quase sem parar. Antes eu ficava em casa durante as manhãs e o início da tarde. Agora é full time. Contudo, ontem e hoje, tive a chance de ficar até as 15h em casa (como antes) e tive um prazer inexplicável. Embora inexplicável, o prazer tem nome: Escolinha do Professor Raimundo.


Atuações sensacionais. Engraçadissimas. Humor genuíno. Puro e simples. É engraçado por ser engraçado. O elenco atual é o que mais marcou. Tem o Chico Anysio como o professor Raimundo, o Rolando "Amado Mestre Lero (fantástico Rogério Cardoso), Joselino Barbacena (Antônio Carlos Pires), Bicalho (Antônio Pedro), Sandoval Quaresma (Brandão Filho), Geraaaaaldo (Castrinho), Cacilda (Cláudia Gimenez), Baltazar da Rocha (Walter D'Ávila), Eustáquio "Aqui, que quéres" (Grande Otélo), Jaime Filho (Supapau Açu), Aldemar Vigário (Lúcio Mauro), Seu Boneco (filho do Chico), Samuel Blaustein (Marcos Plonka), Bertoldo Brecha (Mário Tupinambá), Ptolomeu "Queria ter um filho assim" (Nizo Neto, também filho do Chico), Seu Peru (Orlando Drummond), Sérgio Malandro, Marina da Glória (Tássia Camargo), Dona Bela (Zézé Macedo), Galeão Cumbica, entre outros.


Assito parecendo um idiota. Rio de tudo, simplesmente TUDO. Rio de como eles se divertiam fazendo aquilo. Isso era o mais bonito. Talentos reunidos fazendo o que mais gostam: rindo e fazendo rir. Para fazer rir e fazer história, ninguém precisava mostrar a bunda nem humilhar ninguém. Tem coisa mais bonita que isso?


Se eu pudesse ficaria em casa todos os dias só para assistir a Escolinhas. Assisto com o mesmo prazer que tenho quando vejo Os Trapalhões. Eramos felizes... era um tempo mais feliz. Um tempo da delicadez, talvez...


E quando essa frase me veio à mente (Tempo da delicadeza) lembrei-me de uma música do Chico, que "cansei" de ouvir na voz do Oswaldo Montenegro (fã declarado do Buarque. Aliás, quem não o é?).


Procurei no Google para escutar e encontrar a letra para postar aqui e vejam o que achei: Uma matéria do brilhante Cristian Toledo, a quem tenho o prazer de chamar de amigo (nem sei se tenho esse direito) falando sobre a obra do Chico, justamente da parte mais romântica. E, olhem o título... No Tempo da Delicadeza... Coisa maluca né?


Segue abaixo a letra dessa maravilhosa canção.


Todo o Sentimento


Chico Buarque (Composição: Chico Buarque e C. Bastos)


Preciso não dormir
Até se consumar
O tempo da gente.
Preciso conduzir
Um tempo de te amar,
Te amando devagar e urgentemente.


Pretendo descobrir
No último momento
Um tempo que refaz o que desfez,
Que recolhe todo sentimento
E bota no corpo uma outra vez.


Prometo te querer
Até o amor cair
Doente, doente...
Prefiro, então, partir
A tempo de poder
A gente se desvencilhar da gente.


Depois de te perder,
Te encontro, com certeza,
Talvez num tempo da delicadeza,
Onde não diremos nada;
Nada aconteceu.
Apenas seguirei
Como encantado ao lado teu.

Segue o video, com a música na voz do Oswaldo Montenegro






Está "bunitu"

Hoje, mesmo que a gente não queira, começou mais uma rodada de propaganda política no rádio e na televisão. Tá bunito! Não acompanhei a da TV, mas no rádio, estava lindo. Meu cérebro, essa cretina massa cinza que carrego na cabeça e a qual ainda não descobri para que serve imaginou tantas coisas.

E melhor delas, foi imaginar dilma plastiquinha caminhando por um lindo gramado ver, com flores de todas as cores imagináveis, com milhares de criancinhas gritando seu nome seguido de nossa "presidenta", assim como o lula gosta de dizer...

Nesse lindo lugar, não tinhamos que nos preocupar com emprego, saúde, educação... O único imposto que tinhamos que pagar, era ser feliz. Dilma conseguiu me converncer que é prova de amizade votar nela.

Mas, como eu estava dirigindo, tinha que um FDP buzinar atrás do carro para eu acordar e arrancar no semáforo. E foi na hora que eu acordei, que voltei a sonhar...

Agora, com uma farmácia. Lá, tinham remédios - genéricos(+ baratos e de laboratórios mais famosos, + caros). Mas nessa farmácia, tudo estava lindo além de igualmente colorido.

Ninguém estava doente, não tínhamos mais cancer ou qualquer outra doença, tinha até uma ala da farmácia que tinha um multirão de pessoas curanto espinhela caída. Noutra, curavam bicho de pé, também no estilo multirão. Caminhando mais um pouco, eu pude ver uma sala que tinha uma placa na porta dizendo que aquela era a fatec numero 1.698.654.321.985.32,01 - foi um sonho maravilhos, até que - mais uma buzinada e vamos nessa.

Sonhar esses dois sonhos me fez perceber que o Brasil está no caminho certo. Ou escolhemos um verde gramado, ornado com algumas poucas lonas pretas onde dividiremos tudo e dormiremos ou então, escolheremos uma linda farmácia com muitos remédios e multirões e tudo mais.

O que você prefere?

Eu prefiro qualquer coisa que não tenha vermelho na bandeira nem mesmo uma estrela. Nesse caso, acho que vou correr para a farmácia e comprar um remédio para diarréia, pois sonhar com esses dois, foi uma tremenda cag......

Inté!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

"Bobaginha"

Dor que arde...
de manhã,
de tarde.
Coração de varde.
Devoro-te...
... sem alarde.

Bingo para mim...

O dudu pode até ter tentando, mas a postagem de numero 400 é minha. O lg de sempre, com menos acidez no texto e procurando motivos para sorrir quando os outros querem. Na verdade, ando amargo nos ultimos dias, mas explico que estou cansado da hipocrisia alheia. Sofro da vergonha alheia.

Os papos são muitos, sobre musica, religião, sexo, dinheiro e tudo mais. E o que mais me impressiona ainda é que em 98,45679% dos casos, o discurso é sempre inflamado e a conteúdo prático das pessoas é apenas e tão somente um saquinho de lixo. Alguns gritam com energia, outros falam manso como um pato gago, mas todos demonstram que tem um discurso bom e uma prática nojenta.

É assim com muitos, inclusive nossos políticos. E pos falar em política, não que isso seja necessariamente bom, vamos aos fatos.

Depois de meses ouvindo os petistas dizerem que tudo estava certo... não estava não...

E caminhamos agora para o segundo turno da maior festa da democracia mundial. E lá estão eles, dilma plastiquinha e o serra serrador carecon de los dios...

E não há de ver que os dois concordam com uma coisa: o aborto! Ah sim, mas nenhum dos dois vai assumir agora, afinal de contas, isso faria com que eles perdessem os votos dos católicos apostólicos romanos, brasileiros, crentes e tudo mais.

Nem dilma nem serra serrador... nenhum dos dois fará essa idiotice. Certo?

Vamos para um segundo turno onde teremos que escolher o melhorzinho dos dois piores que sobraram. E será que isso é realmente possível?

Não sei, mas sei que ao chegar no final da 1ª semana flanders, estou seguro que o brasil vai mudar, mas temo que não seja explicitamente para melhor...


fui

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Pós eleições

Olá, cá estou. Os últimos dias foram o inferno na terra. 15 dias de labuta seguidos (até agora) e um trabalho bem realizado e do qual me orgulho muito (o Candibook). Desculpem pela ausência.

Sempre após uma eleições algumas lições ficam. Dessa vez é aquela que diz que não adianta criar impeditivos para que os políticos porcos imundos deixem de sujar a cidade. Eles sempre dão um jeito para emporcalhar Curitiba, essa cidade que tanto amo.

Proibiram de colar cartazes nos postes, como faziam antigamente, resolveram pendurar com arame. Proibiram pendurar com arame (prática que deixava a Visconde de Guarapuva, por exemplo, um cartão postal do inferno), criaram o maldito cavalete.

É sempre assim.

Registrei em vídeo como ficou a avenida Nossa Senhora da Luz um dia antes das eleições. Pena que não fiz no dia anterior, pois tava muito pior. No sábado já haviam retirado uma parte e amontoado outra, mas dá para ter uma ideia do absurdo que esses políticos fazem.

Esses mesmos que no primeiro dia de trabalho sequer se dignificaram a aparecer. Na abertura da sessão de segunda-feira, apenas 2 políticos (DOIS) estavam presentes. Meia dúzia chegou mais tarde e o quórum não deu um terço do que era para ser. Um absurdo. Foram nesses poltícos que nós votamos. Somos realmente uns imbecis.

Aliás, imbecis e hipócritas. Canso de ver gente horrorizada com a eleição do Tiririca. Metem a boca no cara e tudo mais. Quem tem menos culpa é ele. Parem de encher o saco do cara (que se elegeu, não adianta espernear) e vão caçar os corruptos, ladrões e folgados que não trabalham. Parem de alardear pela moralidade na política e trabalhem. Parem de roubar. Reclamem menos, roubem menos, trabalhem mais.

E um recado para a imprensa... vão caçar o que fazer. Sigam o exemplo dos abnegados que desmascaram o escândalo dos Diários Secretos. Temos que mostrar a podridão dessa política. Mesmo que esse povo cretino reeleja os mesmos bandidos. Aos poucos, quem sabe pela seleção natural de Darwin, a gente consiga uma limpeza...

Ah, e antes que eu me esqueça, o Tiririca é ficha limpa. Diferente de um monte de hipócrita que têm por ai.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Passou...

Acabou! Pelo menos, a primeira parte já acabou. Na maior festa da democracia brasileira, muitas surpresas e claro, muita coisa que todos nós já sabíamos. No Paraná, deu Osmar... Para presidente, Dilma Plastiquinha de boa no primeiro turno... Eita que a festa está boa...

O que?

Não foi isso?

Como assim?

Ah tá... Osmar Dias, pela 2ª, 3ª 4ª vez perdeu. E dessa vez, perdeu feio. Nem mesmo todas as monobras políticas a lá Roberto Requião conseguiram ajudar nosso Engenheiro Osmar, que agora vai precisar procurar emprego. Alguém quer o curriculo dele para ajudar?

Dilma plastiquinha foi outra. O susto foi tamanha que em um pronunciamento ontem a noite, seus olhos pareciam querer fugir de sua face, ou então, os olhos estavam desesperados pois se afogavam em lágrimas. Desde que me conheço por gente, foi a derrota mais linda que já ví. Tive que viver com o presidente luiz inácio da silva falando como vitorioso e tudo mais... Se ferraram, para aprender a não subestimar a pouca inteligência de um povo sabidamente burro!

Não deu para eles. Osmar nem com lula emplacou. Dilma, nem com lula acabou com a porcaria em primeiro turno. É assim mesmo, né...

Porém, para o desagrado de meu nobre amigo Dudu, para mim, infelizmente, o Requião e a Gleisi venceram no senado. Isso é lastimável. Roberto Requião merece sua aposentadoria por tempo de serviço e por vida útil. Já foi seu tempo, e seu velho MDB de guerra agora se funde, dia após dia ao novo PT com face capitalista e lado vermelho. Gleisi não parece saber até agora para que veio. Já tentou ser prefeita, perdeu, já tinha tentado o senado, perdeu, e agora, garantiu uma vaguinha, bom salário e tudo mais.

Duas grandes perdas, na minha opinião, para o paraná, esse estado que continua e continuará sendo apenas, mais um estado.

E viva! Uma boa semana para todos nós, certo?

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

E o dito, será feito...

Domingo se aproxima. Diz a legislação que a maior festa da democracia deve ser realizada no primeiro domingo depois do primeiro dia do mes de outubro. E isso, nesse ano, representa nada menos do que o dia 3 de outubro.

O dia 3 de outubro será inesquecícel para nós brasileiros. Nesse dia, o que foi dito, será feito. Acredito com bastante certeza que algumas definições serão conhecidas: Dilma, Osmar e sabe-se lá quem mais.

A festa da democracia, como alguns insistem em comentar, acontece acom alguns preparos anteriores e são coisas muito interessantes. Primeiro, ninguém pode ser preso se não por flagrante delito, o que em dias normais não acontece e nessa fase, talvez menos ainda.

Em segundo lugar, na capital onde moro, antes era proibido beber, agora não é mais. Na verdade, antes, era proibido vender bebidas com álcool, agora não é mais. O sujeito pode entortar o caneco e tá valendo. Não aconselho isso!

Em terceiro lugar, tão sussetível a fraudes quanto qualquer outro processo administrativo, seja ele eleitoral ou não, o ator de votar ganhou mais um grande aliado ontem, quando nossos ministros do Supremo Tribunal Federal decidiram que não colocariam mais um empecílio ao eleitor. Agora tá susse, qualquer documento com foto basta para o cara ir votar.

Ainda bem que não vivemos num mundo digital, onde scaners de ultima geração são capazes de digitalizar até mesmo marcas d´água e reproduzílas com os mínimos detalhes, que inclusive impedem a identificação de uma falsificação.

Felizmente, nossa festa está garantida, seja ela com documento com foto ou então com o título de eleitor. Que vençam os menos piores, aqueles que de alguma forma, possam fazer do brasil um lugar um pouquinho melhor para se viver com dignidade e com alguns direitos básicos.

E antes de concluir, quero relatar que sou mesmo um cretino incompetente. Digo isso, pois na quarta-feira, dia 29 de setembro, me deslocando ao meu atual ambiente de trabalho, me deparei com uma fala de uma senhora que me deixou triste, preocupado e claro, depois do susto, de boa com a vida.

Dizia a mulher para um homem que com ela conversava: "para votar eu faço assim, no dia da eleição, a gente vamos caminhando até o colégio e no meio do caminho eu pego um desses santinhos no chão, e voto naquele ali!", disse a nobre desconhecida companheira de ligeirinho Pinhais/Campo Comprido.

Ao que seu companheiro de conversa pergunra: "sério isso? Você nem mesmo busca saber se ele já fez algo ou como ele é?"

"Não, pego qualquer santinho e voto!", finaliza a mulher, terminando de destruir, com essa frase, minha capacidade auditiva.

Minha incompetencia na verdade existe pelo fato de que não fui experto suficiente para gravar uma coisas dessas e divulgar, mas... Fica o relato...

Sorte para todos nós...