sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Ahhh, que dia...

Uma linda sexta-feira. É um dia perfeito para ficar na beira da piscina, tomando uma laranjinha Água da Serra, garrafinha de 200ml de vidro, maravilhosa e alternando, horas no sol, horas na água, horas no sol e horas na água.

Mas infelizmente isso não me pertence mais. Eu preciso trabalhar pois o trabalho dignifica a vida do homem, não é mesmo? Afinal, trabalhar me trás como recompensa alguns reais no final do mes além de um vale marmitas e uns vales transportes coletivos...

Ou seja, sem trabalhar, não daria para ficar na beira da piscina, e trabalhando, eu não posso ficar na beira da piscina. Ou seja, quer uma dica, nunca tenha piscina em casa ou então, ficarás apenas olhando e nada mais.

Mas, agora vai mais um relato e quem sabe, um alerta aos que foram procurar algo parecido: CUIDADO!

Ontem, estive em uma audiência de consciliação entre eu, a MRV Imóveis e a Apolar Imobiliária de Curitiba.

A situação é a seguinte: comprei um apartamento na planta, com um desconto de aproximadamente 11% sobre o preço de tabela. Isso foi no sábado 31 de julho. Na quarta-feira, me ligaram avisando que tinha dado um problema e lá fui eu tentar resolver. Descobriram que já tinham vendido a unidade em questão e que dessa forma, eu teria que pagar o preço original de outra unidade.

Foram duas conversas sem que chegássemos a um acordo. Depois de exigir o mesmo desconto para outra unidade qualquer, levando em consideração o percentual aplicado, não recebi qualquer resposta.

Entrei em contato com Procon e lá fui eu ontem.

Respostas (estão presentes em ata de forma mais completa, se alguém quiser, me avisa e mando cópia): APOLAR: através da advogada: "sr. Luiz, quando fazemos uma negocição, tem duas chances - uma de dar certo e outra de dar errado, infelizmente, para você, deu errado. Nós não temos nada a ver com isso.

A MRV, por sua vez, também através da advogada, disse que não tem nada a ver com isso pois o contrato não foi efetivamente assinado, pois o erro foi visto antes e enfim, eu me ferrei.

Ambos advogados, no melhor exercício de sua profissão, tentaram de uma forma ou de outra, distorcer a história, mas para um roteirista, isso é complicado de aceitar e claro, meu poder de convencimento não de um leigo qualquer.

Nunca vou esquecer a cara da advogada quando tive que dizer para ela que a fala dela está incoerente em relação ao acontecido.

O processo agora vai para a justiça, quem quiser acompanhar... Vou até onde for preciso, pois, se eu tivesse cancelado o processo por vontade ou necessidade, todo o dinheiro que tinha passado, não seria devolvido. E como pode eles cancelarem o processo sem prejuízo?

O bicho vai continuar... e eu vou continuar, não me importa o tamanho deles...

Relatarei em breve novidades, se alguém quiser mais detalhes, é só me pedir...

Fui e bom final de semana...

Um comentário:

  1. Até o fim meu amigo. Vá até o fim, pois ninguém pagará o dano moral sofrido por ti e por sua família ao passarem da alegria da casa própria à frustração causada por um erro amador de péssimos profissionais. Tamos juntos

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Desabafe!