domingo, 17 de outubro de 2010

Amanda? Isso me lembrou de uma história

E bem real. Em 2002, finalzinho de 2002, descobri que seria pai. Exame de Beta-HCG feito, resultado positivo, irremediavelmente, algo tinha dado errado em uma das aventuras. Mas, tudo bem, levantamos a cabeça, eu e minha Má, e vamos nessa.

Tudo novidade, vida de namorado com outras perspectivas e emoções a flor da pela. Numa coisa, eu e minha Má combinávamos: não iriamos saber do sexo do bebê até o dia do nascimento. Ao contrário de Amanda que chegou e encontrou tudo azul, o Luiz Henrique encontrou tudo neutro. Ou verde, ou amarelo, ou qualquer coisa que a sociedade e a família concordassem ser neutro.

Um ultrason atrás do outro e pedíamos ao médico para não saber o sexo do bebê. Causou estranhesa em diversas dezenas de pessoas. Nos dias de hoje, com ultrason por 40 reais, ninguém entendia. Mas, eu e minha Má, vivíamos uma emoção dos infernos. Cada dia que passava, cada chute na barriga, cada virada, era motivo para imaginarmos. Certezas? Tínhamos apenas que seria Luiz Henrique se fosse homem e Luana se fosse mulher.

E em 2003, para acabar com toda a expectativa, nasceu o Luiz Henrique.

Antes porém, teve bolão de apostas na família, e tudo mais...

Enfím, foi uma emoção muito boa. No segundo, o Luiz Eduardo, não conseguimos fazer assim, mas no primeiro, valeu a pena ficar sem saber...

Seja Amanda, Luiz Henrique, Luano ou qualquer outro nome... Esses pequenos mudam nossa vida pra sempre...

O dudu, com seu texto, me fez relembrar muitas emoções agora. E para fechar o domingo, uma notícia para mim legal: o Luiz Henrique, foi mais uma vez primeiro lugar em um campeonato de judo hoje. 1º Lugar - parabéns filhão... Seu esforço foi recompensado...

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