sexta-feira, 1 de outubro de 2010

E o dito, será feito...

Domingo se aproxima. Diz a legislação que a maior festa da democracia deve ser realizada no primeiro domingo depois do primeiro dia do mes de outubro. E isso, nesse ano, representa nada menos do que o dia 3 de outubro.

O dia 3 de outubro será inesquecícel para nós brasileiros. Nesse dia, o que foi dito, será feito. Acredito com bastante certeza que algumas definições serão conhecidas: Dilma, Osmar e sabe-se lá quem mais.

A festa da democracia, como alguns insistem em comentar, acontece acom alguns preparos anteriores e são coisas muito interessantes. Primeiro, ninguém pode ser preso se não por flagrante delito, o que em dias normais não acontece e nessa fase, talvez menos ainda.

Em segundo lugar, na capital onde moro, antes era proibido beber, agora não é mais. Na verdade, antes, era proibido vender bebidas com álcool, agora não é mais. O sujeito pode entortar o caneco e tá valendo. Não aconselho isso!

Em terceiro lugar, tão sussetível a fraudes quanto qualquer outro processo administrativo, seja ele eleitoral ou não, o ator de votar ganhou mais um grande aliado ontem, quando nossos ministros do Supremo Tribunal Federal decidiram que não colocariam mais um empecílio ao eleitor. Agora tá susse, qualquer documento com foto basta para o cara ir votar.

Ainda bem que não vivemos num mundo digital, onde scaners de ultima geração são capazes de digitalizar até mesmo marcas d´água e reproduzílas com os mínimos detalhes, que inclusive impedem a identificação de uma falsificação.

Felizmente, nossa festa está garantida, seja ela com documento com foto ou então com o título de eleitor. Que vençam os menos piores, aqueles que de alguma forma, possam fazer do brasil um lugar um pouquinho melhor para se viver com dignidade e com alguns direitos básicos.

E antes de concluir, quero relatar que sou mesmo um cretino incompetente. Digo isso, pois na quarta-feira, dia 29 de setembro, me deslocando ao meu atual ambiente de trabalho, me deparei com uma fala de uma senhora que me deixou triste, preocupado e claro, depois do susto, de boa com a vida.

Dizia a mulher para um homem que com ela conversava: "para votar eu faço assim, no dia da eleição, a gente vamos caminhando até o colégio e no meio do caminho eu pego um desses santinhos no chão, e voto naquele ali!", disse a nobre desconhecida companheira de ligeirinho Pinhais/Campo Comprido.

Ao que seu companheiro de conversa pergunra: "sério isso? Você nem mesmo busca saber se ele já fez algo ou como ele é?"

"Não, pego qualquer santinho e voto!", finaliza a mulher, terminando de destruir, com essa frase, minha capacidade auditiva.

Minha incompetencia na verdade existe pelo fato de que não fui experto suficiente para gravar uma coisas dessas e divulgar, mas... Fica o relato...

Sorte para todos nós...

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