quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Para pensar...

De quem é a culpa?

Essa é a pergunta que faço, mas na verdade pouco me importa a resposta. Quero mesmo é saber como seria possível tornar o que penso realidade. Nem que essa realidade não seja a ideal, mas que se aproxime ao máximo dela.

Falo sobre o preço da água. Não a que recebemos da Sanepar e que esta em vias de fato de ser reajustada em 16% pelo governador dos radares. Mas sim aquela que compramos em garrafinhas quando a sede aperta.

Particularmente meu gasto mensal com água se resume mesmo a conta que pago a Companhia de Abastecimento. Em casa bebo água da torneira (que decanta na minha caixa d'água antes de refrescar o bucho desse que vos escreve). Acostumei com o gosto do cloro e de tudo mais que eles metem na água para dar aquela limpeza após a captação em algum rio chechelento dos arredores. Fora de casa, na firma, tem galões de água que suprem minha necessidade de H2O.

O problema é quando preciso comprar água na rua. Normalmente o preço é por demais abusivo. R$ 2 pila numa garrafa de 500 ml é sacanagem. Água é essencial para todos e devia ter preços mais razoáveis. É verdade que muito desse valor ultrajante é culpa do comerciante, mas certamente ele paga caro pelo líquido.

A água é nossa porra... tá no fundo da terra para quem quiser. E não só porque alguém desenvolveu a tecnologia para extraí-la e explorá-la temos que ser obrigados a pagar esse absurdo. Deveria existir uma agência reguladora para controlar o preço da água.

Um litro de água é mais caro que um litro de gasolina. Um absurdo. A gasolina, desde o petróleo, passa por um processo muito mais trabalhoso que a água. Isso seria um bom argumento para o alto valor. Agora, a água (embora, por vezes, passe por processos de purificação) é mineral por natureza. Potável em sua essência.

Ao invés de perder tempo em projetos ridículos e de finalidades questionáveis, porque não pensar em uma maneira mais sensata de regular o preço da água. Essencial para nossas vidas, fundamental para poucos lucrarem.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Desabafe!