sexta-feira, 29 de julho de 2011

Talvez!

Hoje eu levei o que talvez tenha sido o tapa na cara mais forte da minha vida, pelo menos nos últimos 6 meses. E pior, tiro uma lição muito grande para minha vida e por isso, decidi colocá-lo aqui no DLQ. Pois bem, vamos ao tapa?:

Na terça-feira, durante uma reunião, conversamos com uma professora, que na sexta-feira ela nos faria uma aula de ioga. Nosso chefe liberou nossas atividades nesse horário e tudo ficou marcado. Porém, quem quisesse fazer precisaria trazer vestimentas e um colchonete. Claro, afinal de contas, cada um aceita o trato e precisa cumprir.

Eu cheguei hoje, encontrei a professora já no estacionamento e claro, com as desculpas mais comuns para os verdadeira brasileiros, tentei argumentar que não tive tempo (talvez até tenha tido mas não soube administrar) e que não tinha as roupas necessárias (moleton: nunca usei moleton em minha vida), e isso é verdade.

Porém, a postura da professora me fez ver que no mínimo eu bancava um idiota tentando me justificar pela minha falha. E a frase dela for marcante: "estou aqui demonstrando o respeito que tenho por vocês. Eu cumpri minha parte, é um trato de respeito".

Nisso lembrei de todas as vezes que tentei criar um desculpa ou justificativa para um ato falho meu. Ou é culpa do ônibus, ou do trânsito ou culpa do outros. E quando a culpa é minha, será que sou homem suficiente para assumir? Sim, sou homem suficiente e busca melhorar cada dia mais isso.

Não fiz o que seria minha primeira aula de ioga, mas semana que vem, farei. Com o colchonete e com o moleton, mesmo que dinheiro me falte para comprá-lo, acredito que em 2 ou 3 vezes no cartão, tudo se torna possível.

Mas a grande lição é: um aperto de mão ou um simples combinar são suficientes para que as coisas aconteçam? Sim, e não é preciso e-mail de confirmação com cópia nem mesmo guia em 3 vias numeradas. Isso é parte de uma burocracia desnecessária. Se cada parte arcar com seu pedaço no compromisso, tudo pode acontecer.

O tapa, na real, nem doeu tanto assim, mas a lição que ele me trouxe, essa sim ficará marcada por muito tempo...


quinta-feira, 28 de julho de 2011

Mais uma resposta ao Desafio DLQ

Pá, Pá, Pá, Palmas para o vereador João do Suco.


Além de responder a mais um questionamento nosso, ele ganha uma estrelinha e melhora de classificação no Placar dos Ignorantes. Passa de "Quando convém" para "Não Ignora". tudo bem que a resposta veio só agora, mas segundo o relato do assessor nosso caso foi encaminhado para as autoridades competentes no começo do mês, logo após enviarmos o primeiro e-mail. Como prefiro sempre acreditar nas pessoas, obrigado pela atenção vereador e seus assessores.


Reproduzo a seguir a resposta recebida ontem.


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Boa tarde Eduardo,

Informamos que em 08/07 encaminhamos seu email para o Secretário Estadual de Segurança Pública, Reinaldo de Almeida Cesar, Vice Governador e Secretário Estadual de Educação Flávio Arns, Delegado Chefe da Polícia Civil do Pr Dr. Michelotto, Comando Geral da PMPR e Secretaria Municipal Antidrogas, para análise do caso e p/ que as devidas providências fossem tomadas.
Estaremos entrando em contato para ver quais encaminhamentos foram dados.
Assim que tenhamos alguma resposta lhe daremos retorno.

Att. Fernando
Assessoria Vereador João do Suco
Líder do Prefeito



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Quanto ao último post do amigo LG e a resposta do desprezível anônimo... bom, chamá-lo de desprezível resume o que eu penso de tudo isso. Nos questione, sim. Nos ofenda, sim. Mas contra-argumente alguma coisa. Ofensas gratuitas não me parecem uma prática muito bacana e inteligente. Aqui discutimos e admitimos o erro, caso ele aconteça. Mas não tacamos pedras gratuitas em ninguém, xarope.

Anonimato, a poderosa ferramenta do covarde...

Eu não quero ofender ninguém mas confesso que me sinto um pouco ofendido sim. Aparentemente, algumas pessoas ou apenas um, com a ferramenta do anonimato, está deixando comentários nesse blog. Certa vez conversando com o DUDU, meu nobre, discutimos inclusive sobre isso. Eu acredito que temos que dar espaço para essas pessoas, que se utilizam da ferramenta do anonimato, mas é claro, até o ponto onde o socialmente aceito esteja sendo refletido.

Seu ultimo comentário, foi simples: "RIDÍCULO"

Foi feito sobre um texto em que apresentamos a história de um chines que vendeu um rim para comprar um iPad. Aí eu pergunto, senhor anonimo: tens um iPad? Vendeste seu rim para comprá-lo?

Para você e para os outros comentários anônimos, talvez seja outra realidade saber que numa escola, um grupo de alunos praticamente obriga outro usar drogas, talvez fumar unzinho, algo assim... Ou então, que na china, um cara venda um rim para comprar um ipad. Qual a realidade de vocês, anônimos?

Vocês tem um carro do ano, um cartão de crédito que o pai paga e ainda gastam dinheiro com cachaça e dirigem bêbados a noite? Ou vocês vivem em outro mundo, em que não se comem animais e todas as gramas são verde? Talvez você esteja num lugar onde o socialismo funciona, onde tudo é lindo e tudo é cheiroso.

Anônimos, eu agradeço porque pelo menos vocês geram estatísticas positivas para o blog. Se o textos que escrevemos são ridículos ou não refletem a sua realidade, pelo menos vocês voltam aqui para ler e isso muito me agrada. Gosto muito de receber as opiniões alheias... Isso é importante para a comunicação.

O colégio, que se você sabe qual é ja me ajuda a te identificar, vive sim uma fase difícil e o fato de que outros também estão, não isenta o governo, diretores, professores e polícia de suas respectivas responsabilidades, assim como não retira de mim, jornalista, o dever de escrever no meio e da forma que tenho. Se bem me lembro, fiz um juramento onde afirmei lutar pelas causas e pelos assuntos da sociedade, com ética e responsabilidade. Eu não fujo das minhas, e você, cidadão, foge das suas?

Se o chines vendeu um rim, talvez ele até esteja certo, pois é a realidade dele. E não a sua! E não a minha!

Por favor, continue com a gente, isso é importante...

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Réplica do Desafio DLQ

Ontem recebemos um comentário na matéria "Desafio DLQ: Quem se importa?". O texto, escrito por um qualquer (anônimo é qualquer para mim) traz informações interessantes. Mediunicamente o seu autor diz que estuda no mesmo colégio citado no texto (aliás, não citado, afinal não dissemos o nome do estabelecimento de ensino) com seus irmãos e que os problemas mencionados não existem.


O argumento utilizado por ele é pobre e carregado de um discurso político desprezível. "Gostaria que apontasse uma escola que não tenha problemas com drogas". E? Isso não me diz nada. Aceitar o problema com passividade não me parece uma atitude muito inteligente. 


Em seguida faz uma defesa anormal dos professores e da instituição. Coisa muito, mas muito ATÍPICA para estudantes dessa faixa etária. Não que não seja possível, mas me soa estranho. Aliás, outra coisa estranha. O fato de escrever tudo em CAIXA ALTA é típico de "gente velha". A piazada dessa idade não escreve assim, pois sabe que fere os olhos na leitura em tempos de internet.


Por fim, se não revelamos o nome da escola, das duas uma: ou só tem uma no bairro, ou o texto foi escrito por alguém que teve acesso a essas informações (todos os destinatários, vereadores e deputados, que receberam o email).


Chego a conclusão de que a chance desse texto ser verídico é muito pequena. Mesmo assim, no princípio do bom jornalismo, da ética e da minha "gentebonisse" posto o comentário a seguir.


Como vocês podem imaginar, não recebemos mais nenhuma resposta. Das 90 e poucas possíveis, recebemos apenas 4. PROFUNDAMENTE lamentável. Alias, o Placar dos Ignorantes foi fixado ali na barra direita. Para nunca esquecermos quem nos vira as costas.,


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"LÍ O COMENTÁRIO SOBRE O COLÉGIO CITADO E COMO ALUNO DO MESMO POSSO GARANTIR QUE AS INFORMAÇÕES NÃO SÃO CORRETAS POIS , EU E MEUS IRMÃOS ESTUDAMOS NESSA ESCOLA, DESDE O ENSINO FUNDAMENTAL E SE EXISTE UM CASO QUE ENVOLVE DROGAS GOSTARIA QUE APONTASSE UMA ESCOLA QUE NÃO TENHA .NUNCA FOMOS PRESSIONADOS A USAR DROGAS E TENHO CERTEZA QUE SE ACASO ISSO ACONTECER PODEMOS CONTAR COM O APOIO DOS PROFESSORES E DIREÇÃO ,QUE ESTÃO SEMPRE ATENTOS NOS FALANDO E PROPORCIONANDO PALESTRAS CONTRA DROGAS".


É sonho ainda esperar por respostas dos nossos representantes? Vou reenviar o email. Vamos ver o que dá

terça-feira, 26 de julho de 2011

Comunicação? Já era!

Tenho escutado, dia após dia, que vivemos uma era da falta de comunicação. Ou melhor, é isso que me leva a entender a fala de tantas pessoas que me cercam. Na empresa, as coisas não funcionam por falta de comunicação. Em casa, a comunicação também está horas 100%, horas 10%. Mas, em tempos de internet, é possível que falte comunicação?

Ok, internet pode não ter nada a ver com esse assunto, certo? Acredito realmente que sim, pois para mim, a comunicação deve existir antes de mais nada, do boca a boca, do verbal, do contato com outros seres semelhantes a nós. Isso não é ruim... É bom!

Mas, se falta comunicação e quando você observar, todos estão conversando... Que falta é essa? Talvez seja justamente a falta de utilizarmos algo que levamos milhares de anos para desenvolver. Falar e ouvir, é algo muito simples, mas a impressão que tenho é que estamos com preguiça de fazer isso.

No emprego, tem situações em que um e-mail é enviado quando poderíamos resolver de forma simples, ou ligando no ramal ou ainda, levantando a bunda gorda e indo até a sala ao lado para resolver o problema. Simples, não?

Em outros momentos, falamos de tantos assuntos que conseguimos esquecer de falar o realmente necessário. Hoje, tive em uma reunião em que o papo rolou solto, foi agradável e além de tudo, produtivo. 50% poderia ter sido resolvido por e-mail, mas minha nobre amiga e companheira de trabalho Sabrina decidiu por uma leitura conjunta do roteiro. Talvez a mais sábia das decisões dessa primeira etapa do trabalho, com certeza.

O que nos falta não é comunicação, e sim, deixarmos a preguiça de lado. Ler jornais, livros, revistas, buscar informação... Isso é um bom começo, mas quem sabe, uma conversa mais direcionada com seu esposo, com seu vizinho, com seu chefe ou com qualquer pessoa desconhecida na rua possa ser legal? Pode ser que isso também seja se comunicar, não?

Ler esse blog também pode ser uma forma de se comunicar.

Nosso comportamento moderno está nos afastando aos poucos das pessoas e nos aproximando das máquinas, mas elas não estão fazendo com que nos comuniquemos... E sim, que curtamos ou não, apenas uma frase numa rede social.

Comunicação? Já era?

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Era uma vez, num domingo a tarde...

A história que escrevo hoje é fictícia, não representa qualquer realidade e se, por coincidência, você identificar alguém conhecido, repito, é mera coincidência, bele?

Era um domingo de sol, gostoso como há certo tempo não acontecia. Otávio e vários amigos reuniram suas famílias numa espécie de associação, algo parecido. Tudo estava indo bem, a carne estava boa, cerveja para os pais, refrigerante para os filhos, agitação, piadas, risadas, conversas e também um carteado no fundo. Harmonia...

E enquanto os pais estavam se divertindo, claro que os filhos estavam correndo, agitando também. Futebol, corrida, e logo um cadeado separava um portão de um lago, que obviamente tinha razão de existir. Não o lago, e sim, o portão com cadeado. Mas esse cadeado era fraco o suficiente para que os filhos o respeitassem por tempo suficiente. E logo estavam os filhos brincando numa ponte de madeira velha com cabos de aço bastante oxidados ligando uma ilhota. Perfeito!

Perfeito para acontecer um acidente ou incidente. Imagine, se um dos filhos caísse na água? Mas, e os pais, onde estavam? Foi então que um segurança chegou para atrapalhar os planos mirabolantes da piazada. E o plano foi, literalmente, por água a baixo. Novo cadeado, mas forte e o alerta de que ali não era lugar para brincar.

E os pais? Agora sim, aparecem... E revoltados!

Como pode, afinal, os meninos querem brincar... Mas infelizmente, para os pais, os segurança são extremamente caxias, e nada de brincar na ponte que logo iria cair. Mas os pais ainda tentaram argumentar, culpando os outros pela fracasso da missão secreta dos filhos. Pelo menos, ninguém se machucou...

Mas, sabe qual a moral dessa história?

Não, não há nenhuma moral. Mas fica uma dica, uma lição para quem é pai, pretende ser pai ou conhece alguém que seja pai. Ser pai, é diferente de ter um filho. Ser pai é saber cobrar, exigir e determinar além de tudo, limites.

Ser pai é estar presente... Nem que seja nos 10 minutos que sobram por dia, mas ainda assim, ser pai. Dar carinho, amor! Ter um filho é fácil e quem tem, diz que na hora de fazer é gostoso. mas ser pai, é diferente e as vezes, nem tão animado assim.

Certa vez, li e vou replicar aqui os "10 mandamentos" para se criar um marginal. A frase título é agressiva, mas, ela está errada? Veja:


1 - Dê tudo o que ele quiser.
2 - Ache graça quando ele falar palavrões.
3 - Nunca lhe dê orientação religiosa.
4 - Discuta e brigue na frente dele.
5 - Junte tudo o que ele deixar desarrumado.
6 - Mime-o, superproteja-o e o abarrote de brinquedos e dinheiro.
7 - Aceite ele exigir algo em troca do que fizer, como tarefa escolar, arrumar a cama em que dorme, etc.
8 - Dê-lhe sempre razão, colocando a culpa nos outros. Seu filho sempre tem razão, sempre está certo. Exemplo: Se ele for reprovado na escola, a culpa é da professora.
9 - Seja um pai ausente. Não acompanhe a vida dele.
10 - Não o elogie, não lhe dê carinho e amor.

Se você seguir esses passos, você terá sucesso. Se você seguir alguns desses passos, você também terá sucesso.

São inúmeros os casos que se, ao fazer uma pesquisa breve, você perceberá que alguns dos passos foram seguidos. Jovens que dirigem com mais álcool que o tanque de combustível e assim destroem um carro ou 2, sendo que no outro havia alguém inocente... Ou jovens que simplesmente passam mais tempo no bar do que na faculdade... E assim por diante.

Uma criança, quando está sendo criada, pede, com todas as letras, por limite. Os filhos que estavam no churrasco, precisavam de limites, mas não era o segurança que deveria impor esses limites e sim, aquelas que tomavam uma cervejinha e jogavam uma carta...

Pense nisso, ou não, afinal, para que nos preocuparmos com aqueles que serão os responsáveis por nos amparar quando formos velhos? E que na verdade, são o "futuro do Brasil"?

terça-feira, 19 de julho de 2011

Placar dos IGNORANTES

Olhem que legal. A partir de hoje vamos lançar o Placar dos IGNORANTES. "O que é isso?", pergunta o nobre leitor. Respondo. É uma relação com o nome de todos os vereadores de Curitiba que costumam IGNORAR (ou não) o eleitor curitibano. Sim... o DLQ tem feito algumas perguntas, as vezes bem simples, aos nossos legisladores, mas a maioria teima em simplesmente nos ignorar. Triste né? Triste e ingrato, afinal fomos nós que botamos esses senhores e senhoras lá. São os 'nossos' representantes. Que orgulho né?

Enfim. 

Quando você sentir necessidade de saber se o seu vereador se importa com o que você pensa ou quer saber sua opinião sobre qualquer coisa, você vem até o Diário Leite Quente e vê como o senhor vereador (a) esta posicionado no Placar dos Ignorantes.

Até agora foram duas perguntas (essa aqui e essa outra). Quem respondeu aos dois questionamentos, ganha um "x" em Não Ignora. Quem só respondeu uma vez, é classificado como "Quando convém" e os mais mal educados ganham um xizinho no IGNORA. A cada nova pergunta, o placar será auxiliado (bem como a cada nova resposta).

Esperamos que isso possa lhe auxiliar a escolher seu próximo vereador nas eleições vindouras.

- Aladim Luciano (PV) - aladim.luciano@cmc.pr.gov.br
( ) Ignora ( x ) Quando convém ( ) Não ignora

- Aldemir Mandron (PP) - amanfron@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) Quando convém ( ) Não ignora

- Algacir Túlio (PMDB) - algaci.tulio@cmc.pr.gov.br
( ) Ignora ( x ) Quando convém ( ) Não ignora

- Beto Moraes (PSDB) - beto.moraes@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) Quando convém ( ) Não ignora

- Caíque Ferrante (PRP) - caique.ferrante@cmc.pr.gov.br
( ) Ignora ( x ) Quando convém ( ) Não ignora

- Celso Torquato (PSDB) - ctorquato@cmc.pr.gov.br
( ) Ignora ( x ) Quando convém ( ) Não ignora

- Denílson Pires (DEM) - denilson.pires@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora (  ) Quando convém ( ) Não ignora

- Dirceu Moreira (PSL) - dirceu.moreira@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) Quando convém ( ) Não ignora

- Dona Lourdes (PSB) - dona.lourdes@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) Quando convém ( ) Não ignora

- Emerson Prado (PSDB) - emerson.prado@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) Quando convém ( ) Não ignora

- Felipe Braga Cortes (PSDB) - felipebragacortes@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) Quando convém ( ) Não ignora

- Francisco Garcez (PSDB) - francisco.garcez@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) Quando convém ( ) Não ignora

- Jair Cézar (PSDB) - jaircezar@cmc.pr.gov.br
( ) Ignora ( x ) Quando convém ( ) Não ignora

- Jairo Marcelino (PDT) - jmarcelino@cmc.pr.gov.br
( ) Ignora ( x ) Quando convém ( ) Não ignora

- João Cláudio Derosso (PSDB) - jderosso@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) Quando convém ( ) Não ignora

- João Suco (PSDB) - joao.cordeiro@cmc.pr.gov.br
( ) Ignora ( x ) Quando convém ( ) Não ignora

- Jonny Stica (PT) - jonny.stica@cmc.pr.gov.br
( ) Ignora ( x) Quando convém ( ) Não ignora

- Jorge Yamawaki (PSDB) - jorge.yamawaki@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) Quando convém ( ) Não ignora

- Juliano Borghetti (PP) - juliano.borghetti@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) Quando convém ( ) Não ignora

- Julião Sobota (PSC) - juliao.sobota@cmc.pr.gov.br
( ) Ignora ( x ) Quando convém ( ) Não ignora

- Julieta Reis (DEM) - jreis@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) 
Quando convém ( ) Não ignora

+ Nely Almeida (PSDB) - nalmeida@cmc.pr.gov.br
( ) Ignora ( ) 
Quando convém ( x ) Não ignora

- Noemia Rocha (PMDB) - noemia.rocha@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) 
Quando convém ( ) Não ignora

- Odilon Volkmann (PSDB) - odilon.volkmann@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) 
Quando convém ( ) Não ignora

- Pastor Valdemir Soares (PRB) - pastorvaldemir@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) 
Quando convém ( ) Não ignora

- Paulo Frote (PSDB) - pfrote@cmc.pr.gov.br
(  ) Ignora ( x ) 
Quando convém ( ) Não ignora

- Paulo Salamuni (PV) - psalamuni@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) 
Quando convém ( ) Não ignora

- Pedro Paulo (PT) - pedropaulo@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) 
Quando convém ( ) Não ignora

- Professora Josete (PT) - professora.josete@cmc.pr.gov.br
( ) Ignora ( x ) 
Quando convém ( ) Não ignora

- Professor Galdino (PSDB) - vergaldino@cmc.pr.gov.br
( ) Ignora ( x ) 
Quando convém ( ) Não ignora

- Renata Bueno (PPS) - renata.bueno@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) 
Quando convém ( ) Não ignora

+ Roberto Hinça (PDT) - roberto.hinca@cmc.pr.gov.br
( ) Ignora ( ) 
Quando convém ( x ) Não ignora

- Sabino Picolo (DEM) - spicolo@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) 
Quando convém ( ) Não ignora

- Serginho do Posto (PSDB) - serginho.doposto@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) 
Quando convém ( ) Não ignora

- Tico Kuzma (PSB) - tico.kuzma@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) 
Quando convém ( ) Não ignora

- Tito Zeglin (PDT) - tito.zeglin@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) 
Quando convém ( ) Não ignora

- Zé Maria (PPS) - zemaria@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) 
Quando convém ( ) Não ignora

- Zezinho do Sabará (PSB) - jose.ortiz@cmc.pr.gov.br
( x ) Ignora ( ) 
Quando convém ( ) Não ignora

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ps: Para os mais revoltados e desavisados que pensaram: "Nossa, esse jornalista é maluco de chamar os vereadores da cidade de IGNORANTES", segue definição correta da palavra IGNORANTE do dicionário Michaelis.

ignorante - ig.no.ran.te
adj+s m+f (lat ignorante) 1 Que, ou quem ignora. 2 Que, ou pessoa que não tem instrução; inculto, iletrado. 3 Que, ou quem não tem conhecimento de determinada coisa. 4 Inábil.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O que é pior? Burrice ou preguiça?

Eu respondo para você, nobre leitor, minha opinião: para mim, o pior é ser preguiçoso. E é justamente isso que eu credito a grande e esmagadora maioria dos políticos. Infelizmente, as ações desses nobres me faz pensar que, mesmo sendo fácil, tudo ficará difícil em suas mãos. O problema da escola que tratamos aqui é o menor de todos.

Somados, o brasil caminha infelizmente para se tornar um estado de balbúrdia, de desorganização... As pessoas não respeitam no trânsito. Não temos saúde, educação e outras coisas básicas que o "governo" deveria pensar e fazer.

Isso só pode ser preguiça. Força existe, dinheiro existe e claro, solução também existe. O resto, é vontade e isso parece estar em falta.

Para fechar minha sexta-feira, descobri hoje ao me deslocar para um shopping no Barigui, que simplesmente a 1ª hora do estacionamento, que custava 4 reais e agora custa 4 reais e 50 centavos. Isso significa exatos 12,5%. Tem algum problema?

Não, claro que não, eu não irei mais nesse lugar. E que assim seja... Nem nele, nem no Girafas que aumentou de 7,90 um prato para exatos 8,20, também se explicação lógica, nem naquela outra, acho que é Casa do Pão de Queijo e Cia, acho que é isso, que já aplicou um segundo aumento num produto que eu consumia, um sorvete.

De pouco em pouco, vou economizar porque não sou rico e principalmente, não sou otário de pagar para shopping o que não vale... E a lei municipal sobre a cobrança de estacionamento?

Ah, esqueci, deve estar escrita para o futuro, sei lá... Desculpe ter tocado no assunto.

E você leitor, perceba e nos ajuda a indicar os aumentos que você observar, topa?


A quem possa interessar

O comentário de um leitor anônimo nos pôs a pensar de ontem para hoje (aliás, foi uma decisão acertada de nossa parte liberar comentários de anônimos?). O camarada reclamou que nossos textos têm erros e coisa e tal. Obrigado pelo toque amigo anônimo (não costumo responder a quem não se identifica, mas abro essa exceção). Tomaremos mais cuidado.

Mas enfim, qual é o nosso propósito? Falar (escrever) de maneira culta, correta e perfeita em suas conjugações e acentuações, ou sermos ouvidos (lidos)? Nós queremos mostrar ao mundo o que o dia-a-dia nos joga na cara. Os problemas saltam na frente dos nossos carros, no aperto dos nossos ônibus, nas filas das nossas USs, da violência das nossas ruas e no silêncio dos nossos governantes.

A pergunta que surgiu de um rápido bate papo entre nós: o que é pior: ser burro (e escrever errado) ou preguiçoso (por não revisar o que escrevemos antes de publicar, afinal somos formados - na faculdade acadêmica e na faculdade da vida)?

A resposta, para nós, é muito clara. O pior mesmo é ser OMISSO. É ser CEGO, ALHEIO, CONIVENTE, SUBSERVIENTE. Calar é COMPACTUAR.

Isso nós não faremos, caro Anônimo e demais leitores.

Queremos ser entendidos. Não queremos ser literatos. Talvez arautos. Não a solução dos problemas, mas sim parte dela. O grãozinho. A andorinha.

Burro não somos nós que escrevemos errado por pressa ou desleixo. São os políticos que viram as costas para o povo que os elegeram. Um simples questionamento feito no fim de semana passado foi sumariamente ignorado por 87 parlamentares eleitos pelo povo paranaense e por duas Secretarias (Educação e Segurança). Ignorado por jornalistas que procurei para ajudar a divulgar o problema e até pelo ex-governador, hoje senador. Isso é ser burro, amigo Anônimo.

Se para ser notado (por você ou por quem quer que seja) seja preciso escrever "excessão", "oje", "acessor" e outra "aberrações", o faremos. Mas calados, jamais ficaremos.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Agradeço também...

No ultimo post o nobre Dudu coloca mais uma resposta e a única que até hoje recebemos de um deputado estadual. E nela, podemos perceber que além do silêncio, nossas excelências sempre estão em acordo com a população, mas e porque não fazem nada?

Stefanes Jr. citou que "Infelizmente esta é uma triste e lamentável realidade que não é exclusividade dessa escola." É, infelizmente é uma triste e lamentável realidade saber que eles estão com a faca, o queijo e dinheiro nas mãos e pouco fazem. Isso não significa criar um projeto de lei que obrigue o estado colocar a força policial dentro da escola.

Nem mesmo significa que eles precisam trabalhar mais ou menos do que fazem hoje. Mas se pelo menos os objetivos para a sociedade fossem pensados paralelamente aos objetivos políticos-partidários, as coisas poderiam melhorar em curtíssimo prazo de tempo.

É tão simples que acredito que sou um idiota pensando isso. Independente da situação de cada partido, se o objetivo é tirar as drogas da escola, que sejam envolvidos todos os partidos, numa mobilização APARTIDÁRIA. Não machucaria ninguém poder sentar em uma mesa redonda, oposição, posição e todo o resto, e juntos, definir algo que em 6 meses pode estar aplicado e funcionando.

Ah, claro, o problema é de muitas escolas. Desculpa de merda!

Infelizmente, aqui em nosso país, políticas são para objetivos políticos-partidários que envolvem as questões de poder. Aí, falta polícia nas ruas (mentira, tem bastante), a polícia prende e alguém solta (verdade), falta educação (mentira - escolas tem), falta qualidade na educação (verdade - um bando de professores que querem ganhar mais, mas que cada dia que passa deixam de lado suas obrigações com desculpas que são de lamentar), falta saúde (mentira - hospitais tem, médicos tem, enfermeiros tem), falta bem-estar (verdade - o brasileiro come mal, bebe bem e precisa sempre tratar de algo que se evitasse carnes, por exemplo, viveria melhor).

Eu proponho aos políticos de plantão, que agora fazem a leitura do DLQ que nos façam comentários, podem ser eles anônimos, pois assim, podemos criar uma forma de conversa com sugestões para corrigir o que for possível.

No texto citado, a simples visita de policiais descaracterizados, uma ou duas vezes por semana, infiltrados como professores, poderia resolver e muito.

Uma coisa que precisamos entender é que bandidos e criminosos são burros. São burros pelo simples fato de terem escolhido o crime. E nós, governo e sociedade, estamos nos permitindo sermos reféns de gente que não sabe pensar. NÓS, REPITO, NÓS SOMOS OS INTELIGENTES.

Será que podemos usar nossas cabeças para algo de bom?

E isso não significa lotar as cadeias com presos e sim, sermos inteligentes para acharmos uma grande solução para problemas gigantes. Só isso...



quarta-feira, 13 de julho de 2011

E vem a primeira resposta da Alep

Eis que um nobre deputado nos respondeu. Posto a seguir a resposta do senhor Stephanes Jr. Em seguida, faço minhas considerações. Só em seguida, pois prometi dar destaque aos que responderam e, ao contrário dos nobres colegas, eu cumpro minhas promessas.


xxx


Caro Eduardo, 
Parabenizo o iniciativa de divulgar casos como este que recebeu levando a todos a reflexão.
Infelizmente esta é uma triste e lamentável realidade que não é exclusividade dessa escola.
Nos deparamos com um sociedade em crise com problemas tão complexos que não se pode definir pontualmente se o problema é a da escola, da polícia, da família, do estado... somos todos tanto responsáveis quanto vítimas. 
Sem se eximir da responsabilidade que me compete estarei levando este relato para conhecimento das autoridades competentes para verificar o que pode ser feito a respeito.

Stephanes Junior
Deputado Estadual



xxx


Deputado,


Agradeço os parabéns pela iniciativa, mas trocaria todo o reconhecimento do mundo por uma iniciativa sua e de seus colegas. Por menor que fosse. Sei que o problema não se restringe a essa escola, assim como o senhor e seus pares disseram, mas a "coisa" tem que começar por algum lugar.


E falo em "começar" sem medo de parecer injusto, pois sei que nada é feito a curto, médio ou longo prazo para coma consistência suficiente para minimizar os problemas citados.


De qualquer forma, obrigado pela resposta e espero sinceramente que o senhor cumpra o prometido de levar o caso até as autoridades. Se o fizer, seremos cinco até aqui. Eu, o senhor, três nobres vereadores e meu amigo LG. Quem sabe seus pares não se empolguem e façam o mesmo (mesmo que não nos digam). 


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LG... gostei e não gostei do seu último post. Gostei, afinal você sempre diz o que muitos de nós pensamos. Não gostei, pois não admito que você desista e pare de falar sobre os problemas que assolam nossos semelhantes. Não posso aceitar isso. 

É constrangedor

Receber uma mensagem e nem sequer respondê-la é algo constrangedor. Para mim, pelo menos, é. Para nossos vereadores, deputados estaduais e federais, é normal. Assim como é normal, numa escola, 80% usar drogas e dirigir carros, provavelmente sem carteira pela idade, apavorar com estudantes que não querem usar drogas.

Mas, já citei aqui e não vou ficar me repetindo: o silêncio dessas autoridades constrange, mas me ajuda a entender que o povo também está na fase de "somos uma merda". Acomodados no direito que lhes é dado de não discutir religião e política, as pessoas preferem discutir futebol, temer a deus e claro, votar naquele que oferece mais e cumpre de menos.

Tirando o fato de que tenho diversos amigos que só votam se rolar churrasco e gasolina...
Talvez seja isso, se eu fizer um churras ou tentar algo, as pessoas possam levar em consideração o que eu e meu nobre Dudu tentamos fazer.

Não é nossa obrigação tentar fazer algo mudar, poderíamos estar sentados em um sofá confortável, assistindo nossa televisão a cabo com pipoca e um vinho tinto de vez em quando. Mas não, procuramos sarna para nos coçar e publicamos coisas aqui que devem incomodar um pouco nossos queridos políticos. OK! Citamos apenas uma escola. Não é nada. Na verdade, são 100% alunos, mas com o passar do tempo, o tráfico levará alguns, o crime mais alguns, outros vão morrer em acidentes por causa das drogas (inclusive do álcool, a pior droga e a que dá mais imposto), e outros tantos, vão morrer no tempo certo.

É, são apenas 100 alunos, muito menos do que os destinatários dos nossos e-mails.

Eu prometo que sobre esse assunto será meu ultimo texto aqui, não vou mais postar nada. O Brasil é um país infelizmente medíocre em que o povo está mais preocupado e mostrar status do que em sua lamentável condição de pobres. Pobres de espírito, pobres de conhecimento... Pobres de poder... Miseráveis de ação!

Continuamos assim, fazendo de conta de que não é com a gente, afinal, 2012 está aí e acredito que pelo menos 87% dos vereadores vão se reeleger e outros tantos, vão colocar colegas por lá. Quer que mude alguma coisa?

Não acredito e não espero mais mudanças...

... quase morta

Olá a todos. Obrigado a todos pelo aumento no número de acessos. Posto hoje apenas para lembrar que mesmo depois de alguns dias, apenas 3, eu disse TRÊS, parlamentares responderam aos questionamentos que fizemos.

É revoltante. O descaso continua. Eles seguem nos lendo, mas nos ignorando. Essa parece ser a nossa sina.

Esperançoso, sigo no aguardo. Só não sei até quando.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Rapidinho...

Apenas tentando alertar nossos governantes, que agora podem ler o blog, eu espero, Curitiba é uma das cidades mais violentas do país.

E eu, sou sempre orientado a nunca reagir numa situação dessas.

GOVERNANTES: VOCÊS FARÃO ALGO?

Ou vocês também são orientados a não reagir?


Por favor, vamos lá, fazendo pouco quem sabe algo muda?


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Silêncio que envergonha

LG, teu último texto foi perfeito. Expressa o que eu também sinto diante do silêncio dos nobres vereadores e deputados. Agora, sabe o que mais me revolta? É que analisando as estatísticas de acesso ao blog percebemos que a quantidade de acessos vindos da câmara e da assembléia é MUITO maior do que o número de respostas que tivemos. Na Câmara foram quase 20 acessos e na Assembléia algo bem próximo disso.

Não vou nem comentar que temos muito mais vereadores e deputados do que as respostas, mas me espanta o cara ler o que enviamos e simplesmente dar de ombros para tudo isso. Nem uma resposta demagógica sequer.

O LG foi preciso em dizer que é melhor mesmo que não respondam, já que isso facilitaria nosso trabalho na hora de escolher o voto. Quem ignora o povo não merece sequer a minha atenção.

O que eles não percebem é que além de alguns deles serem falsos ao extremo, pois bateram nessas costas largas aqui durante as eleições (quando fui editor do Portal dos Candidatos da Gazeta do Povo) é que eu votei em pelo menos um deles. E ai, meu candidato? O teu silêncio me ENOJA. Você, em quem depositei minha confiança por intermédio do voto, vai me deixar assim? Na mão?



Que vergonha dos meus representantes. Que vergonha.

ps: mandei o email novamente para todos os vereadores e deputados. Vamos ver se alguma coisa muda

Me perdoe, mas infelizmente isso deve ser assim...

Semana passada meu nobre e preocupado (com as ações do governo - ou melhor, falta delas...) dudu, jornalista formado e cidadão atuante que é, lançou uma nova campanha com olhos numa problemática diária e que atua no que será o futuro desse país: os estudantes.

Eu sempre ouvi que somos éramos, em minha época de estudante, o futuro do país. Talvez até fosse verdade. Mas ma real mesmo, somos o futuro da classe operária e pseudo intelectual do país. Nossos nobres governantes são os mesmos senhores com os mesmos discursos e com as mesma práticas de sempre. Nada mudou.

O SILÊNCIO DE NOSSAS AUTORIDADES LEGISLATIVAS É APENAS O REFLEXO PENSAMENTO DA POPULAÇÃO SOBRE POLÍTICA.

Ninguém mais a discute pois com din-din no bolso, que se lasque. O rico, paga colégio particular. O pobre, usa o colégio público. Drogas, em ambos existe. Problemas, em ambos existe. E para confirmar, a falta de anseio político, em ambos existem. Aos poucos, estruturas formadoras de seres políticos deixaram de existir. Os centros acadêmicos hoje estão mais focados no passe livre e nos churrascos regados a cachaça do que nas questões políticas.

Não, eu não acredito que algo possa efetivamente mudar. Eu agradeço realmente aos políticos que nos responderam e agradeço também aos outros tantos que ao lerem esse e-mail, podem ter pensado algo assim: deixa quieto, daqui a pouco esse tal de LG e DUDU esquecem e tudo continua como está. Pois o silêncio de vossas autoridades é exatamente o reflexo do silêncio de uma população de 190 milhões de habitantes que, assistem copa do mundo, mas não podem pensar em escolher representantes a altura.

Infelizmente, eu escrevo esse texto, com certa dor no peito, mas com a certeza de que eu, e meu nobre Dudu, continuaremos escrevendo, mas escrevendo pra quem?

Para nossos leitores, pois eles também estão dispostos a mudar. Uma sementinha só não faz floresta, mas cada sementinha que se junta a nós, ajuda a formar um bosque, depois um capão e quem sabe um dia, uma mata fechada.

Senhores vereadores, deputados estaduais e federais e senadores: esses jovens que estão sofrendo numa escola são apenas grãos de areia num universo. Mas eles são também parte de um futuro que todos saberemos o qual será!

O Brasil, em 500 anos mudou, cresceu se desenvolveu. Mas infelizmente, educação, saúde e segurança pública, nunca foram os focos principais de nossos governantes, que esses sim, tem um foco bem definido e que pelo visto, prevalecerá pois muitos, muitos mais 500 anos.


Mais uma vez, OBRIGADO A TODOS OS VEREADORES, DEPUTADOS E AFINS QUE, pessoalmente ou por intermédio de assessores, nos responderam. E OBRIGADO TAMBÉM A TODOS QUE NÃO PUDERAM OU NÃO QUISERAM FAZER ISSO. O silêncio de vocês me ensina e me ajuda a entender o nosso silêncio!

OBRIGADO!

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Três respostas em 24h. Comemoramos?

Três respostas (num universo de mais de 100 destinatários) em 24horas não é nada animador. Mas, não é de se desprezar, desde que isso faça com que alguma providência seja tomada. Não tá entendendo nada do que estou dizendo, então CLICA AQUI e leia o post abaixo.

Aliás, 3. A terceira chegou a mim, Luiz Guilherme - o LG. Vamos manter as respostas concentradas nesse post. Obrigado aos que responderam.



Agradeço sinceramente aos vereadores Aladim Luciano, Nely Almeida e Roberto Hinça. Realmente espero que eles tomem as prometidas medidas para tentarmos minimizar os problemas que os referidos adolescentes estão enfrentando diariamente. Pode ser pouco, mas na fábula da formiguinha é isso que cada um de nós deve fazer.


Posto a seguir as respostas recebidas. Sigo no aguardo do pronunciamento dos demais.


xxx


Prezado Sr. Eduardo,

Agradecemos o contato.

De fato este não é um problema isolado, apenas desta escola estadual. Diversos são os relatos por toda a cidade com a ocorrência da mesma situação. Ao acessar o blog e ler o relato, é possível verificar que o que está ocorrendo na verdade é falta de ação policial. As condutas descritas estão tipificadas no Código Penal e Lei de Entorpecentes (posse de entorpecentes, porte ilegal de armas, ameaça..) e dispostas no Código de Trânsito Brasileiro (falta de habilitação...).

No texto publicado no blog não ficou claro se houve denúncia ou queixa à polícia de tal situação. Dessa forma vamos então solicitar ao Comando do Policiamento da Capital que intensifique o policiamento no local, bem como solicitar o desenvolvimento de ações no sentido de coibir o tráfico de entorpecentes. Acreditamos que de pronto estas são as medidas necessárias. Para a prevenção de novas ocorrências, será necessário um envolvimento por parte da comunidade local, da direção da escola, das polícias militar e civil e do desenvolvimento das políticas públicas municipais de combate e prevenção ao uso de entorpecentes.

À disposição.

Atenciosamente,

Rodrigo Kredens - chefe de gabinete do vereador Aladim

xxx

Bom dia Eduardo,

É muito triste este quadro, mas sabemos quantos mais existem.
Estamos encaminhando seu relato para a Secretaria de Educação Estadual e para a Secretaria de Segurança Pública, acredito também, que com a pressão da sociedade as coisas caminhem um pouco melhor.
Atenciosamente,


Vereadora Nely Almeida

xxx


Caro Luiz Guilherme:
Estamos muito preocupados com essa situação e,
mesmo "só" como Vereador temos conversado muito
com as autoridades da segurança, e é o que faremos
passando esse caso para que olhem com mais atenção
para escola e região.

Estamos sempre as ordens.
Abraços
Vereador Roberto Hinça

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Desafio DLQ: Quem se importa?

As vezes a gente se surpreende ao saber a quem e de que forma atingimos as pessoas. Dizem que escrever é um dom, as vezes um fardo, ofício ou prazer. Para nós, eu e meu fraterno amigo LG, é uma obrigação. Calar diante do que esta errado é consentir. É ser mais um dos que apenas (passam) pastam pela vida.

Ontem recebi o email que me deixou bastante feliz. Esposo de uma grande amiga minha, ele disse que acompanha o blog há tempos e se sentiu a vontade de compartilhar com a gente (comunidade Leite Quente) as aflições vividas por ele e por aqueles que o cercam. Reproduzo o texto a seguir e no final volto a conversar com vocês.

xxx

Tenho acompanhado os seus posts no blog Diário Leite Quente e tenho gostado muito. Acho que você está usando muito bem a sua profissão para o bem da população.

Baseado nesta sua linha, gostaria de lhe sugerir um tema... não só para o seu blog, mas a todos os meios de comunicação que possam se interessar: DROGAS NAS ESCOLAS.

Recentemente acolhemos aqui em Curitiba um casal de jovens na faixa dos 16 anos. A menina é neta da XXXX, que trabalha aqui em casa... aliás, um anjo que caiu do céu, pois não conseguiríamos conciliar a vida profissional e a criação de dois filhos sem a participação dela. Voltando a história... o casal veio morar aqui em busca de oportunidade de emprego, pois no interior estavam trabalhando na colheita de feijão, além de fazerem bico numa fábrica de compensados quando não era época de colheita.

Depois de devidamente instalados e empregados, matriculamos eles num colégio na Vila Izabel. Nos primeiros dias tudo correu bem. Depois de uma semana começaram os problemas... por não se enturmarem com os drogados, começaram a ser afrontados pelos colegas de turma. Ela sofrendo insultos e ele pequenos “encontrões”, chutes na canela e afins... o que atualmente é amplamente difundido como bulling. Os dois, por iniciativa própria, procuraram a direção da escola para pedir ajuda e receberam um sonoro: “entendo a situação de vocês, mas o que podemos fazer?”.

Orientei o casal a não revidar as agressões e também a não se envolver com a turma da pesada, que estranhamente não é a minoria, pelo contrário, exceção são aqueles que vão a escola a fim de estudar. Conversei com a minha esposa e optamos por não levar o assunto adiante com a direção da escola, temendo que as agressões passassem a ocorrer não apenas dentro do colégio, mas fora dele, o que é ainda pior por não existirem limites.

Aonde quero chegar com toda esta história?

Não quero discutir o assunto bulling, tão pouco quero que alguém tome partido da casal. Gostaria apenas de utilizar os meios de comunicação para expor a situação desta escola (certamente não é exclusividade desta). Estamos constantemente cobrando dos políticos educação e segurança e neste caso específico temos as duas situações em conjunto, agravadas pela presença de um módulo policial ao lado do colégio e que nada faz. A omissão seria por falta de denuncia? Não acredito... ao passar em frente do colégio dá para sentir o cheiro característico da maconha! Será que os policiais nunca se ligaram para tal fato?

Dentro da sala de aula, além de fazerem uso de drogas, os alunos mandam e desmandam nos professores. Entram e saem da sala de aula quando bem entendem e deixam bem claro que quem “manda no pedaço” são eles. Temendo pela sua segurança os professores acabam se calando e aceitando a situação.

Habitualmente temos visto que as coisas neste país só andam quando as mídias tomam partido do assunto, e é exatamente isso que eu estou sugerindo neste momento. Fazer um grande barulho sobre este assunto para ver se alguma medida é tomada. Ganha a sociedades, os alunos que buscam o desenvolvimento pessoal, os professores, em fim... todos nós!

Sobre o texto, pode publicar sim. Só não gostaria de expor o nome dos alunos. Eles até se prontificaram a responder uma entrevista, porém, sem serem citados. O nome do colégio também seria interessante não ser divulgado junto com o meu texto, pois o casal pode sofrer represálias depois. Ontem ainda eu perguntei a eles... quantos alunos tem no colégio? “Acho que uns 100”, responderam. Aí perguntei quantos destes eram usuários de drogas: “Uns 80!”, ou seja, segundo eles, eles realmente são os excluídos, incrivelmente por não serem usuários. Aí, se citar o nome do colégio, será fácil chegar aos dois.

Ah! Outro detalhe... ontem, depois que mandei o e-mail, eles me contaram mais alguns detalhes do dia-a-dia na escola... alunos vão a aula armados, na semana passada riscaram o Chevette de um dos alunos, que é adventista e não usuário de drogas (o motivo foi esse, ser adventista e não usuário). O pai deste aluno veio tomar satisfação com os agressores, que então passaram a rondar a casa deles e ameaça-los. O negócio é coisa pesada mesmo!!

É inadmissível que um lugar sagrado destinado ao estudo seja utilizado por vagabundos como área de lazer e consumo de drogas, como se fosse o quintal de casa.


Atualização...



Esqueci de comentar uma coisa importante: na escola, a grande maioria dos alunos tem moto ou carro... detalhe: são todos menores de idade e sem carteira de habilitação. Circulam livremente pela cidade respaldados pela falta de fiscalização. Uma blitz surpresa próxima ao colégio certamente aprenderia uma dúzia de carros!

Agora a escola está em férias, mas no retorno às aulas uma grande operação de fiscalização/policiamento, dentro e fora da escola, renderia inúmeros resultados

xxx

Tenho certeza de que muitos de vocês sentiram a mesma aflição que senti. Algo que incomoda e te revolta, mas que te põe a pensar: O que posso fazer sobre isso? 

Façamos então. Mando esse post em link para as secretarias de Educação e Segurança, além dos nobres vereadores dessa belíssima e abandonada cidade. Devo encaminhar para os senhores deputados do Paraná também. Será divertido ver quantos se dignificarão a responder a mensagem e, esperamos todos, os que irão nos dizer as providências que serão tomadas para que o problema seja minimizado. 

Obviamente todos que responderem serão citados, assim como as consequentes providências.

Desafio DLQ lançado. Quem se importa? A conferir...

ps: Quero ver quantos dos que bateram em minhas costas quando fui editor do Portal dos Candidatos da Gazeta do Povo vão cumprir com o que prometeram na frente da minhas Câmera.


ps2: onde se lê direção, não se lê diretora. Eles procuraram algum responsável e a frase ouvida e citada acima foi dita pela pedagoga, não diretora