quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Nova notícia sobre o mesmo erro/acerto

O governo da presidente dilma tem me impressionado pela capacidade de estar atento as necessidades do povo brasileiro. E mais uma vez, ela me prova isso. Tanto é que, as notícias que li sobre, demonstram que o governo mais uma vez, quer baixar e vai, o imposto sobre os carros nacionais.

Ou seja, se curitiba, por exemplo, tem mais de 1,25 milhão de carros, imagine o que será a hora que o imposto baixar. Vamos investir mais uma vez numa indústria que vai em desencontro ao que o plante pede. Enquanto todo mundo está querendo baixar emissões e diminuir o consumo de combustíveis fósseis, o brasil além de investir no présal, vai investir nos motores a combustão interna.

Mais uma vez vamos pautar a economia numa industria que não poderá se sustentar muito tempo. Ou até quando vamos continuar estufando as cidades com carros?

Baixar o imposto vai manter a economia em equilíbrio, mas será que vai gerar mais empregos também? Será que mais uma vez o país vai investir numa economia baseada no financiamento em 72x com juros agiotas de 1,43% ao mês?

OK! Eu entendo: a fórmula já deu certo uma vez, é só repetir. Enquanto isso, compraremos os carros mais inseguros do mundo, assim como foi divulgado, os carros com menor qualidade de acabamento, com menos conforto, mas com redução de imposto para aumentar a demanda de compra.

Até quando curitiba vai aguentar com 3000 carros novos por mês?

É, dilma está atendendo mais uma vez uma necessidade do Brasil, mas será que isso é manter uma economia ativa e acelerada de forma sustentável?

Sei não!

Eu quero o bonde de volta!

Toca o bonde!

Um comentário:

  1. A vida em alguns momentos pode não parecer fazer sentido, daí lembramos de coisas que nos fazem felizes, coisas essas que são consideradas boas como nossas lembranças.
    Me ajude a divulgar o blog coisas boas da vida, sou nova nesse ramo, porem já estou te seguindo me siga também:
    http://coisasboasdavida-kahlopes.blogspot.com/
    obrigada desde já.

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