segunda-feira, 16 de abril de 2012

O preço da honestidade

E aí, o sujeito que foi preso e já reconhecido por cometer 12 estupros, tem em sua fica, outras 23 passagens por roubo, estupro, atentado violento ao pudor e tráfico de drogas. Um modelo marginal, que cospe nas leis vigentes no país e também, nas leis que se aprende em qualquer igreja. Ou estou errado?

Mas peraí, se o cara já passou 23 vezes porque foi preso novamente e ainda mais depois de ter cometido mais 12 estupros?

Pessoal dos direitos humanos, por favor, dá uma força aí: 12 mulheres foram estupradas. Eles tem algum direito humanos que recaia sobre elas? E se uma dessas 12 estiver grávida desse imbecíl, alguma igreja dará apoio a um aborto ou ela terá que criar um filho cujo pai era estuprador?

Não, não, não. Eu não consigo entender! Por favor, alguém mais inteligente do que eu (e é fácil) me explique porque é que um cara passa 23 vezes por um sistema e ainda assim estava solto, para poder fazer a 24ª viagem?

Se sua casa for assaltada e você der queixa na polícia, é provável que o bandido volte, para se vingar. Se você testemunhar contra, você tá com os dias contados. Ou seja, não temos polícia, porque o governo não quer, não temos como mantar os que a polícia com muito suor consegue prender porque o governo não quer os direitos humanos não deixam...

Para que então temos qualquer tipo de lei no Brasil? É para que os honestos fiquem assistindo os desonestos triunfarem de boa?

O que está acontecendo? Alguém me explica?

Um comentário:

  1. O silêncio dos justos é que faz reverberar a risada dos desonestos...

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Desabafe!