sexta-feira, 29 de junho de 2012

Gambiarras na Linha Verde (Simprão Filmes)

Na medida do possível vou produzir outros vídeos como esse. Coisas que você esta cansado de saber, mas que as vezes não são levadas ao público em geral de maneira efetiva. Cumprindo o dever de buscar sempre uma Curitiba melhor para todos, o Diário Leite Quente apresenta mais uma superprodução em associação a Simprão Filmes. Produção com os recursos tecnoclógicos de última geração, edição dinâmica e moderna e com o ator mais carismático que o conjunto Solar - Bacacheri já viu.



Quer sugerir algum argumento para a próxima superprodução da nossa enorme e competente equipe de produção? Entre em contato conosco. Aceitamos financiadores também :)

domingo, 24 de junho de 2012

O arrependimento de Tereza


E não é que Fortaleza me inspirou? Será que inspirou mesmo? Sei lá. vocês é quem vão dizer. Segue uma histórinha que pincei da bela praia do Mucuripe, em Fortaleza. Entre uma lembrança e outra, muita saudade da minha amada, uma mente tortamente criativa e um pouco de tédio pós café da manhã.

xxxxxxxxxx

O arrependimento de Tereza

Mesma mesa, mesma cadeira, mesmo broche de jasmim. Era brega, mas além de ser herança, ela gostava. Todos os dias a rotina levava dona Tereza ao salão de café da manhã do flat onde morava, em Fortaleza, no mesmo horário. Só atrasava quando não achava seus filhos (um porta moedas e outro porta comprimidos). Aliás, isso acontecia frequentemente. Lugar sim, lugar não, ela esquecia seus fiéis companheiros. Mas nunca os perdeu. Sua simpatia – potencializada pelo incrível poder de decorar o nome de cada funcionário daquele flat – fazia com que uma verdadeira força-tarefa se criasse para encontrá-la cada vez que ele os deixava para trás. Minutos de apreensão para todo mundo, menos para ela, que sequer se dava conta do esquecimento. A idade avançada lhe pregava peças.

Descrita como simpática, observadora e generosa – gorjetas gordas e até desnecessárias, visto que um simples abrir de portas poderia se reverter um R$ 1 ou R$ 2. Certo dia Tereza (era aquela típica vózinha simpática) mudou a vida de um casal “estrangeiro” que se hospedou ali. Ela percebeu que sua experiência seria determinante para intervir e mudar o rumo de algumas histórias que, com base em seus conceitos, não iam nada bem.

No primeiro dia observou marido, mulher e filho (5 anos e pouco, um anjo em forma de guri) tomando seus cafés. O pai todo natureba, comendo mamão, melão, graviola e iogurte natural. O filho foi de ovo mexido (com pouco sal) assim que terminou uma pratada de sucrilhos. A mãe, meio desacorçoada da vida, preferiu duas colheradas de vina com molho, um ovo frito e três fatias de bacon. TRÊS FATIAS. Ela estava no limite. 

Seu termômetro emocional era bem definido pelo número de fatias de bacon que ela comia no café. Sempre foi assim. Quando não comia nada, era certo que os hormônios bons estavam em alta. O filho ganhava mais abraços, beijos e jujubas. O maridão se virava em dois para satisfazê-la. Faltavam horas no dia para a realização de tantas coisas boas. Se ela comia uma fatia, eram beijos de menos, jujuba de menos e 20% das reações durante o orgasmo noturno com o marido eram falsos.

Com duas fatias a coisa piorava ainda mais. Cortava as jujubas, reclamava que o dia estava longo demais, “inticava” com tudo em casa (do pó no armário, da roupa com pouco amaciante, da cama amarrotada) e entre um orgasmo fingido e outro, sentia nojo de como o marido bufava em seu pescoço. Se ela comia três fatias, meu amigo, a coisa estava feia. Obrigava o piá (já não era mais filhinho querido) a comer brócolis (jujuba nem por decreto), criticava o pudim de leite da empregada (tido como dos Deuses) e só dormia na mesma cama do marido por não ter um colchão extra. O achava um magro sem vida e sem graça. A coisa fedia mesmo.

No dia seguinte, após observar atentamente a família (que descobriu-se ser de Curitiba), recepcionou-os com dois “bom dias” maternais para os adultos e um bom dia ainda mais especial e doce, harmonizado com um saco de jujubas. Que criança não gosta de jujubas. No início o casal ficou surpreso. Na verdade ficaram sem ação mesmo. Retribuir com um “Bom Dia” seria o suficiente? Indecisos sobre qual atitude tomar diante de uma recepção tão calorosa retribuíram o “Bom Dia” e emendaram um “Bom apetite”. Quem disse, na verdade, foi a mulher. O marido olhou meio assustado. Nunca haviam falado assim com ninguém. Principalmente de onde vinham. Não era comum interagir nesses níveis com ninguém. Moravam havia 8 anos e só sabiam que a vizinha era uma vagabunda que gostava de lambada. Lambada em Curitiba. Só podia ser vagabunda.

Aquela recepção deu frutos já no primeiro dia, tamanha a repercussão emocional da interação. No café, o marido experimentou um sanduíche com pão não integral, com várias fatias de salame e uma camada grossa de manteiga. O piá se esbaldou num omelete e a mulher começou com uma cumbuca de açaí. Depois um ovo frito. E só duas fatias de bacon.

No dia seguinte interagiram. As saudações foram bem mais amigáveis. Mesmo horário, mesmo broche e mesma vontade de conquistar aquela família. Cardápios cada dia mais variados para a família visitante. Fatias de bacon iam rareando do cardápio. No outro dia perguntaram coisas superficiais da vida uns dos outros e assim as coisas foram acontecendo naquela semana.

 Chegaram ao momento máximo da relação daquelas pessoas desconhecidas: o piazinho achou os “filhos” de dona Tereza perdidos entre fatias de queijo branco e o bolo de fubá. O reencontro foi lindo. O piá ficou faceiro pelo sorrisão orgulhoso do pai (“Meu garoto, pensou), a mãe, a essa altura ria de tudo e já não comia mais bacon no café, deu gritinhos de emoção (lembrou uma Araponga, na verdade) e dona Tereza, além de bagunçar o cabelo da criança com um afago forte demais para um crânio pequeno de cinco anos e pouco, premiou o herói com uma nota de R$ 2. Só festa.

Outros dias vieram, mas o da despedida foi curioso. Encerraram aquele relacionamento de férias após o café da manhã mesmo. O marido começou dois ovos fritos com bacon e ainda no café, sem o menor constrangimento, abriu uma lata de cerveja. O esposa só comia salada de frutas, cereal e água de coco. Ainda por cima reclamava da comida gordurosa do marido. Quase se escondeu embaixo da mesa quando ele deixou escapulir aquele arroto implosivo que o lembrou da farra gastronômica da noite anterior. Dona Tereza fechou a cara.

O piazinho, antes educado como um lorde europeu, reinava o café inteiro. Pegava coisas das mesas de outros hóspedes sorrateiramente e os “resgatava” de mentira para cobrar o resgate. Queria que todos pagassem como fez dona Tereza. Ela, inclusive, já tinha dado dois beliscões no piá nos dias anteriores. Tudo por causa das suas traquinagens. Ele chegou a despejar um sache de sal dentro do açúcar, vejam vocês. Marido e esposa, antes fechados e educados, se acariciavam e se lambiam ainda na mesa do café. Tereza virava o rosto. Preferia olhar o mar. E se envergonhava dos monstros que criara.

Na hora do “tchau” definitivo, a mulher agarrou dona Tereza e a beijou. Na verdade foi o primeiro contato mais carnal de ambas. Prometeu voltar ao mesmo flat o mais rápido possível. Tereza fez cara de protocolo. E limpou o que restou do beijo da “amiga” com um guardanapo.  O marido também a beijou. Chamou-a de “Terê” e assim que desgrudou seu rosto suado (e piniquento pela barba por fazer) do dela, sentiu outro arroto implosivo deixar a última impressão.

O piázinho já estava na rua, dentro do taxi e xingando um casal de orientais. Eles não entendiam bulhufas do que ele dizia e nem queria quando “resgatou” um óculos de sol que sequer pertencia aos simpáticos dos olhinhos puxados e não obteve o resgate desejado. Já não aceitava menos de R$ 10. Tinha seu preço.

Ainda terminando seu café com leite, dona Tereza sentou-se e viu sair pela porta um novo casal. Mais “brasileiro” do que nunca. O cara trançava as pernas de bêbado ainda as 9h50. A mulher dava beliscões na bunda do marido, enquanto olhava com desejo para o mensageiro bonitão. Pensou: “Que putos eu criei. Devassos”. O taxi se foi. A última cena foi do piá olhando pelo vidro traseiro com cara de sacana. Ela jurava ter visto-o mostrar o dedo do meio, mas preferiu fingir que não.

Já no elevador, notou o mensageiro correndo em sua direção. Lembrou-se dos seus filhos, outra vez esquecidos. Eis, contudo, que recebeu apenas o porta comprimidos. Lembrou-se do riso sacana, viu o dedo do meio com mais clareza e sem pudor disparou – para horror de uma família da gaúchos que subiam no mesmo “carreto” do elevador: “Puta que pariu. Ladrãozinho filho da puta”.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Não tá fácil pra ninguém

Ei, já passou da hora desse boom imobiliário passar né? Analisando o mercado, principalmente o de seminovos, me parece estagnado. São resquícios de uma mercado superaquecido nos últimos cinco anos. Coisas que fizeram, por exemplo, o imóvel que adquiri há três anos dobrar de valor nesse prazo.

Opa, dobrar de valor? Aí me dei bem... o ESCAMBAU. Tudo subiu. E agora, que quero vender, o meu já não vale tanto e os novos continuam caros. Mas o financiamento não ficou mais fácil? Com menos juros e mais prazo? Sim, mas a que preço no futuro? Meu lombo negociado por 35 anos. 


Não tá fácil pra ninguém. Existem apartamentos e casas demais a venda, mas pouca gente disposta a comprá-los. Isto posto, alguns encalham. Não só imóveis, mas também lojas e casas. E vai além, como a imagem mostra. 


Definitivamente, não tá fácil pra ninguém.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Coisas boas, né...

Mas... Infelizmente isso parece não fazer parte do meu ser. Eu procuro, tento, penso e logo desisto: não é fácil escrever coisas boas não. É algo de loco. Mas, não sei o que será da Copel, mas a partir de domingo, todo mundo que usa energia elétrica no paraná, pagará 0,65% a menos. Isso quer dizer que vamos gastar menos e coisa e tal.

Isso é uma coisa boa. Agora so falta... (só coisas boas)

Tá, outra coisa boa e legal é que todos os meus exames estão com resultados bons. Se alguém não gosta, desculpe, pois pelo que tudo indica, viverei bem por mais algum tempo.

Texto com coisas boas e claro, um texto mais curto.

Só para relatar, eu tenho que contar que infelizmente assisti um atropelamento. Gente, não é legal ver isso, não.

Espero que a moça não tenha morrido!


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Semana "Coisas Boas" prorrogada!

Então, dando sequencia a mais uma semana de coisas boas, vou escrever hoje sobre duas coisas boas que estou fazendo nos ultimos tempos. A primeira delas é que desde agosto de 2011, deixei de ser 100% sedentário para trabalhar os músculos numa academia. Lá, é melhor, pois quando chove, não preciso parar e posso continuar malhando.

E é bom porque não só estou tentando trabalhar os músculos, mas a própria cabeça parece ficar melhor. Melhorou meu apetite, melhorou meu sono, melhorou meus dias, tudo ficou bom. E claro, como sou grato vou citar a academia aqui: AlterCorpus.

Então, se você mora na região leste de Curitiba, próximo ao Capão da Imbuia, Pinhais, Vila Oficinas, Tarumã, Jardim Social e proximidades, não tem mais desculpas: preço acessível e qualidade indiscutível.

Abaixo uma foto do meu instrutor, professor e mestre da prática esportiva, Luiz.


Já a segunda coisa boa que quero relatar aqui é que já estou há 55 dias sem fumar. Isso pode até ser minha obrigação, mas ainda assim, considero isso muito bom, não para mim, mas para todos que conseguirem esse objetivo.

E também, parabéns ao Erlon, nobre colega vitorioso.


Fui...

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Conforme prometido, só coisas boas, bele?

Pois bem, galerinha. Hoje acordei ao lado de minha amanda e me sentindo bastante confiante. Afinal de contas, eu sou um brasileiro e não preciso desistir de nada, não é mesmo?

E claro, depois que acordei, pensei no que escreveria no DLQ e aqui estou. Pois bem, como muitos leitores sabem eu sou pai de dois moleques (pias, guris, pançudinhos, meninos...) e estou feliz em saber que, começa hoje um encontro de líderes mundiais que vai traçar um futuro melhor para meus meninos.

Depois de hoje, as emissões serão melhores controladas, as desigualdades serão tratadas com a seriedade necessária além de que os rios serão revitalizados, as mananciais de água como aqui em Piraquara serão arduamente preservadas e tudo será lindo e maravilhoso.

Esses líderes globais serão os mais precisos e honestos na busca por um mundo melhor, distante do aquecimento global e com foco na vida sustentável.

E por falar em vida sustentável, dormirei hoje sabedor de que estou em boas mãos. Acredito que posso ficar tranquilo que a PRESIDENTE Dilma será para mim na Rio +20, o que minha mão, a PROFESSORA Florete foi durante muitos tempos: uma protetora.

Como só falarei de coisas boas, quer fechar com a minha certeza de que tudo, absolutamente tudo dará certo. Eu faço minha parte para isso, e você, faz a sua?

Assista o vídeo a seguir e reflita sobre o que você faz...

terça-feira, 12 de junho de 2012

Uma semana muito especial...

E torna-se especial porque durante toda essa semana, só escreverei sobre coisas boas. Ou melhor, no meu entender, coisas boas. E hoje, dia 12 de junho, que todos estão mais acostumados ao "Dia dos Namorados", vou escrever sobre uma coisa boa que me aconteceu em 1999.

Foi o ano em que conheci minha amada Márcia, ou quem eu seguidamente e insistentemente chamo de Má. E a bichinha é Má mesmo. Eu e meus dois filhos sabemos bem disso, se andar fora dos trilhos, a dona Má chega e arruma tudo, sem nunca precisar sequer mexer um braço: é só no olhar.

Nesses 12 anos de relacionamento, muito já passamos e muito mais temos para passar juntos, espero!

Das coisas agradáveis, lembro bem. Fugidinhas para praia, saídas... Amigos que conhecemos, pessoas que não vemos mais... Parentes que se foram e nós lá, normalmente de mãos dadas, sorrindo e em algumas vezes chorando.

12 anos que o tempo insiste em nos cansar, mas tempo esse que as poucos vai aprender que além de homem x mulher, marido x esposa, pai x mãe, seremos sempre um casal de namorados, procurando por todos os cantos, cheiros e gostos, manter uma paixão acesa. Quer dizer, será que ela concorda com isso?

Falar por mim é fácil..Hehehe

Mas é isso aí, no ano em que estou mais quebrado que arroz de terceira, desejo a todos um Feliz 12/6 ou simplesmente, um Feliz Dia dos Namorados...


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Uma sensação ruim toma conta do meu ser...

E essa sensação está muito ligada a tudo que tenho vivenciado, presenciado, visto e claro, ouvido falar. $$$, é sobre isso que escrevo.

Durante muitos anos devi dinheiro $$$ aos bancos e outras pessoas. Jogava com cheques, cartão de crédito, usava o limite de um banco para aliviar outro banco e assim foi. Até que em 2009, comecei a colocar na planilha tudo que eu gastava, de que forma e como poderia aliviar aquele ou aquele outro gasto. O resultado disso fui que em 2010 consegui equilibrar tudo, com 1 conta em banco só, um só cartão de crédito e tudo certinho.

Não comprei minha casa mas as contas, estão bem, obrigado. Ou melhor, estavam.

Por algum motivo que ainda não se explicar, meu salário, comprando e pagando as mesmas coisa desde 2010, passou a não ser o suficiente. Coisa pequena, algo em torno de 5 a 7%, mas ainda assim, tive que programar maiores cortes. É óbvio que não posso cortar da comida ou o colégio de meus filhos (no estado, hoje em dia, nem pensar).

Ajustes feitos, claro que ainda ficarei no vermelho mais alguns meses, mas, se quiser um conselho, faça o seguinte: guarde qualquer coisa entre 3 e 15% do seu salário, seja numa poupança ou em casa mesmo. É um esforço que será muito bem vindo na crise que está prestes a se instalar no Brasil. Crise aliás, que na minha opinião, já está instalada.

O governo por sua vez, vive num mundo do faz de contas. Em 2008 foi assim também, mas lá, até deu certo. Baixaram o IPI e outras taxas, baixaram os juros (isso é o que eles dizem) entre outras tantas coisas.

Primeiro, nossa economia nunca foi boa suficiente para que o brasileiro conseguisse comprar, mas sim, para que fossem criadas condições de compras (10x sem juros com os acréscimos já embutidos, a ideia de parcelas fixas, parcelamento no cartão de crédito, essas coisas). Quem compra algo à vista? OK, né...

Aí pergunto: de que adianta baixar uma taxa de juros de 9,0% para 8,8%? Vamos brincar com números?

Você pega 1000 reais (mil reais) e vai pagar em 12 meses, certo:

9 % = 12 x 1079,09
8,8% = 12 x 1076,93

OK, ok, tem gente que vai me xingar e dizer que sou um burro e estou chutando, mas na verdade, fiz verdadeiramente os cálculos, levando em conta que essa taxa é ao ano, e em 12 meses. A diferença é de, 2,16R$.

Segundo o gerente do meu banco, para eu aproveitar uma coisa dessas, eu preciso sair de uma conta grátis que tenho para uma conta que custaria 22 reais por mês. Então, idiota que sou, deixarei de pagar 2,16 pegando 1000 reais para pagar 22 reais x 12? O governo acha que sou idiota?

Quer acelerar a economia propondo que um brasileiro faça um financiamento de uma casa própria, tendo que dar como entrada mais de 50%?

Ahhhh, faça-me o favor, governo Dilma: para de me insultar! Eu posso até ser um idiota com cara de otário e jeito de andar de um burro com diarreia, mas infelizmente, suas ações estão surtindo pouco efeito para a economia. Tudo está como estava ou ainda pior. Não existe formula mágica, mas pautar a economia de sua país na linha branca e automotiva, é o mesmo que dar um tiro de calibre 22 no pé, pois não mata, não causa amputação, mas vai doer, infeccionar...

Presidente, por favor, "AJUDA NÓIS AÍ"

Aliás, dá pra criar um bolsa jornalista aí? Tipo, 300 para cada filho na escola ou então, 400 para cada um que usa o buzum como meio de transporte?