terça-feira, 30 de outubro de 2012

Voltando... aos poucos mas voltando...

Preciso confessar que, trabalhar, cuidar da campanha, fazer uma campanha - ainda que tímida -  e ainda ter que entregar a prestação de contas ontem no TRE não é coisa fácil não. Mas e está pronto, agora é tocar a vida para frente e claro, política ainda vai ser um tema por mim tratado, não com tanta ênfase, mas sim, ainda tratarei sobre isso.

E hoje, vou começar dizendo que eu nunca votei, não votarei e tenho muito medo do que o prefeito eleito fará em Curitiba. Não que ele não seja capaz, isso todos sabemos que ele é, mas justamente porque nos últimos anos ele mudou tanto que não sei se de bonzinho com skatistas no estúdio não se tornará um cara não tão bonzinho com um monte de cargos na prefeitura.

Minha vozinha já dizia que cão que muito late, não morde. E dessa forma acredito mesmo que político que muito promete, não cumpre. Isso foi assim até hoje e com certeza continuará sendo assim. Até por isso, antes de prometer algo em minha campanha, sempre pensei nas diversas formas de pelo menos tentar fazer de acordo com a lei tudo que pretendia fazer.

Teremos agora um governo de transição. Isso é apenas um nome bonitinho para outra coisa, mas acredito que não devo escrever sobre isso aqui, nem hoje.

NÃO VOTEI NELE, NÃO VOTAREI NELE e não acredito que NELE exista qualquer mudança positiva para Curitiba.

Mas hoje, volto a escrever no DLQ também porque estou com muito calor. Suando na sala onde eu trabalho. Com o calor aflorando por todos os cantos dessa cidade que aos poucos, vai deixando o verde de  lado e vai ganhando novos tons de cinza e preto com faixas brancas e amarelas.

Escrevo porque estava com saudades mesmo de escrever.

Escrevo também para pedir uma coisa ao novo prefeito eleito, para os novos vereadores (que a maioria é evangélica ou católica - ai que medo): fiscalização! Precisamos de fiscais de trânsito em todas as esquinas, em todas as ruas, nos supermercados, nos parques, em todos os lugares.

Se não é para ultrapassar pela direita e o cara faz, multa nele!
Se não é para furar o sinal e o cara faz, multa nele!
Se a vaga é para gestante e uma moto para, multa nela (moto)! Duvida mesmo? Veja as fotinhos a seguir:



Domingo a noite, o cara pensa: vou parar só um minutinho? 

Se tivesse fiscalização, essa cara iria levar uma multa e depois, provavelmente não parasse mais.

Se realmente tivesse uma gestante, OK, mas, não acredito que uma gestante se aventurasse andar de moto..

Então, fica a dica para o novo prefeito e seus súditos vereadores (afinal, ele terá maioria, não é mesmo??)

Enfim, ficam as dicas..

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Agradecimento e explicações

Nobre leitores, eu não preciso saber que vocês acessam nosso blog todos os dias, porque talvez a gente nem consiga atualizar todos os dias. Mas sei que tem leitores que retornam, até quero agradecer e muito a esses e um deles foi o Rodrigo, que eu eu não conheço pessoalmente, mas que, na primeira oportunidade que tiver, se tiver, eu pago uma Heineken para ele, para que juntos, possamos conversar sobre assuntos - entre eles - política.

Observem o comentário que o nobre Rodrigo deixou, que além de tudo, me deixou extremamente feliz, de ego inflado:


Rodrigo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Me calaram, mas por pouco tempo":

"Prezados do DLQ: Sou um leitor, digamos mais ou menos assíduo, deste blog. Acho bastante salutar suas manifestações, pois comprovam que temos pessoas com a consciência dos deveres cívicos que todo cidadão deveria ter. Acompanhei, não com a atenção que gostaria, a candidatura do LG à uma vaga no nosso combalido e desmoralizado Poder Legislativo Municipal. Até fiz uma crítica em razão da escolha do partido para tal empreitada. E fiz essa crítica porque, a meu ver, não combinava a filiação ao PPS (partido adesista, oportunista e parte da base aliada do atual prefeito) com as críticas e posicionamento deste blog frente as questões da cidade.De todo modo, o LG e seu grupo de amigos e apoiadores partiram para a luta. Iniciaram, assim espero, um movimento pela mudança de atitude que todos nós devemos ter e compreender como o jogo político funciona de verdade.A política não existe e não foi feita para ser bonitinha. Política é a arte de se buscar o equilíbrio na disputa e na ocupação do poder. A realidade é que numa eleição , trava-se uma verdadeira guerra onde diferentes grupos e campos políticos disputam a conquista do poder. Uns grupos querem o poder para simplesmente atendera aos seus próprios interesses, outros para atender em primeiro lugar os interesses da maioria que os elege, e uns outros para atender as interesses da população como um todo. Mas vivemos numa democracia, que boa ou ruim, nos leva a ter de aceitar a vontade da maioria.Na minha opinião, a única coisa que devemos esperar de quem opera a política é que tome decisões e mantenha as atitudes dentro dos limites estabelecidos na Constituição. A grande luta que devemos empreender é pela defesa intransigente do Estado Democrático de Direito, pela força normativa da Constituição e pelo respeito aos direitos e garantias fundamentais.Essa historinha bonitinha de ética na política serve apenas aos interesses de quem usa desse discurso surrado para ludibriar a quem quer cair nessa conversa. É preciso um equilíbrio entre a ética de convicção e a ética de responsabilidade.Bem, desculpem a verborragia, mas o que gostaria de deixar aqui como contribuição ao belíssimo trabalho de vocês é: não esmoreça LG!! use os próximos 4 anos para juntar um dinheirinho e construir uma candidatura mais robusta, busque apoios desde já, estude e se aperfeiçoe, visite amigos, vizinhos e colegas de trabalho com mais frequência, fortaleça seu grupo e principalmente busque outro partido. Um partido menor, com menos disputas internas, que não esteja ao lado da tucanalha e dos demos." 

Prezado Rodrigo.

Eu ainda não posso escrever minhas ações pois tenho pensado muito e não farei dessa vez, da forma que fiz ano passado em que me filiei na tampa para não perder o prazo. Mas, alguns acontecimentos vão nortear minha vida nos próximos meses e talvez anos.

Se eu estiver em Curitiba nos próximos anos, tenha certeza que que sairei candidato novamente e claro, farei diferente de tudo que fiz agora, aproveitando os poucos acertos que tive e investindo de forma mais contundente meu apelido na sociedade Curitibana.

Sabemos bem que pessoas de bem precisam começar a se inserir na política dessa cidade, não para se corromper e ficar como os que lá estão, mas para mostrar que algo pode e precisa ser diferente.

Vamos ver o que o futuro vai me reservar ou melhor, o que eu vou reservar para meu futuro....


Um grande abraço para você e eu não falei brincando não, 1, 2 até umas 4 Hieneken´s são por minha conta.

Abraço do LG

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O trabalho dignifica o "homem", mas o "homem" tá com preguiça de trabalhar

("homem" entre aspas para não perder o trocadilho).

Falar do desemprego no país é uma tarefa espinhosa. Ainda mais para quem esta empregado e esta relativamente satisfeito com essa condição.

Não sei vocês, mas a primeira vista me parece que sobram vagas e falta gente querendo trabalhar.

E tem gente muito folgada por aí que vive reclamando de trabalho.

É claro que sonhamos em trabalhar com o que a gente gosta, ganhando bem e num horário interessante. Mas enquanto não atingimos esse patamar, temos que ralar muito em funções nem tão satisfatórias, por salários não tão bons, em horários que não nos agradam. Simples assim. Parado é que não dá para ficar.

A grana precisa entrar na conta corrente no final do mês.

Um dos setores que mais oferecem vagas é o comércio e só quem trabalhou nele é que sabe não se tratar de um paraíso empregatício. Eu já trabalhei no comércio. Minha experiência mais traumática foi trabalhar em uma vídeo locadora, ramo de atividade que tem seus picos de movimento nos dias e horários mais interessantes para descansar. Não para trabalhar. Enquanto casais apaixonados vinham locar um filme para curtir a sexta-feira a noite juntinhos, eu estava lá ralando. A galera vinha em peso no sábado a noite, locava quatro ou cinco filmes para virar a noite se divertindo. Eu estava lá ralando.

Não é fácil. Salário ruim, carga horária desgastante e perspectiva de futuro nada animadora.

O que eu fiz? trabalhei lá até encontrar algo melhor. E assim fui levando minha vida desde que comecei no mercado de trabalho trabalhando como office boy (ganhando meio salário mínimo), passando por várias atividades, entre panfleteiro, vendedor de curso de inglês, atendente de sorveteria, agente do Censo e outrás  cositas más. Até que consegui emprego na minha área e desde então (mesmo tendo que enfrentar um período difícil, em que trabalhei de graça literalmente) venho trilhando um caminho que me trouxe até aqui.

Não acho a coisa mais justa do mundo trabalhar fins de semana, por salário mínimo, atendendo clientes inúmeras vezes sem educação. Falta a todas as áreas um plano de carreira mais interessante. Paga-se muito mal e não se oferecem oportunidades de crescimento dentro do comércio. Isso é um erro grava.

Mas é preciso botar a mão na massa e parar de reclamar da falta de oportunidades. Eu vejo mais vagas de emprego do que gente querendo trabalhar. (O cartaz que anexei a esse texto, fixado em um freezer de uma panificadora de Curitiba, reflete o que quero dizer e é ASSUSTADOR)

A vida não é fácil, e as vezes nem justa, meus amigos.

É fácil notar essa falta de comprometimento dos que pouca importância dão para o mercado de trabalho. Basta ver a quantidade de vagas que sobram nos meses de dezembro e janeiro nas Agências do Trabalhador. Sobram MILHARES de vaga, porque afinal janeiro é mês de ir para a praia.

Minha esposa trabalhar no departamento pessoal de uma empresa e já ouvi relatos assustadores. Por exemplo, a pessoa reclamar que teria que pegar dois ônibus para chegar as 9h da manhã para uma entrevista de emprego. Ou seja, o emprego bate à porta, e ela simplesmente desdenha. e ainda teve a "pachorra" de pedir para ela (minha esposa) procurar qual ônibus ela teria que pegar para chegar ao local. É mole? Pô, eu pegava 4 ônibus para ir para a faculdade (que só conclui graças ao FIES), saía as 5h45 de casa e tinha um estágio com ajuda de custo.

Definir as prioridades é fundamental para começar a trilhar um caminho no mercado de trabalho e, consequentemente, uma vida próspera na condução de uma família que certamente virá. Mas é preciso deixar a preguiça de lado e TRABALHAR.


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Me calaram, mas por pouco tempo

Os nobres leitores do DLQ sabem que participei de um pleito eleitoral e que recebi 112 (agradeço muito cada um deles) e que fiz tudo isso pelo PPS - Partido Popular Socialista (do Rubens, do Voto Limpo, do 23).

Pois bem, estou atualmente precisando falar um coisa mas, ainda não posso. E para poder falar, preciso definir uma coisa bastante séria em minha vida. Se vou ou se fico!

Se vou, tudo vai mudar, vou precisar rever diversos outros conceitos entre outras tantas coisas. Se fico, precisarei ficar caladinho, e pior, precisarei falar algo em que não acredito, em que não confio e ainda, em que tenho até medo.

Prezado leitor, não desejo a ninguém estar na situação em que me encontro agora, mas com toda certeza, até segunda-feira da semana que vem, se tudo der certo ainda antes do segundo turno, terei tomado minha decisão.

O silêncio é uma merda, e pior, quando o silêncio é imposto, esta merda fica ainda mais fedida. Quem me acompanha aqui no DLQ sabe o quanto eu sou chato com as coisas, afinal, escreveu e não leu, pau comeu! Mas agora, quem está na mira do pau, seja justa ou injustamente, sou eu!

Curitiba, nesses ultimos dias está tomada por um sentimento de mudança que causa medo, pânico, pavor nas pessoas. O grupo que esteve tanto tento está fora e um novo grupo entrará e se formará, inclusive numa das prefeituras que mais tem dinheiro em caixa do Brasil.

E quem não quer uma boquinha???

Eu não, tô fora, fico de boa. Vou continuar lutando, seja no DLQ ou em qualquer outra forma/veículo.

Um viva para a renovação, um viva para Curitiba e ainda mais, um viva para os engarrafamentos, para um médico que expulsa uma paciente de seu consultório (título de outro post que virá, aguardem), um viva para o trânsito caótico, um viva para os ônibus lotados, um viva para tudo que está errado.

E mais ainda, um viva para os que ainda tentam e tentarão me calar!

Acho que eles nunca irão conseguir!!!!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

112

Eu até achei o numero "bunitinho". A soma dos dois 1, é 2, e a soma de todos, é quatro. Um numero par e positivo assim como positiva foi a sensação que tive ao acordar hoje e sabe que pelo menos, eu tentei fazer alguma coisa.

Enquanto infelizmente mais de 14% dos votantes de Curitiba resolveu votar em branco ou anular, eu estive lá, votei - no LG - e ainda fiz meu papel de cidadão. O Dudu, meu nobre simprão é um cara de boas ideias em boas horas e até por isso, na ultima semana, nem dormir eu conseguia. Não foi fácil, fazermos sozinhos tudo o que é exigido de um cidadão comum que quer se tornar vereador.

Perdi um dia de trabalho para correr atrás de todos os documentos para provar que eu sou um ficha limpa. Certidões e mais certidões. Do Centro Cívico ao Santa Cândida... Foi bom, tá, cansou mas foi muitoooooo bom.

112 foram as pessoas que acreditaram nesse cara aqui que, ao declarar seus bens, sentiu-se mal por não ter bens. Não tenho carro, não tenho casa, moro ainda de favor e ganho quase o piso de um jornalista. 112 pessoas foram as que acreditaram que a política precisa de algum tipo de mudança.

Olha, leitor, eu poderia mesmo ter feito diferente. Poderia ter corrido atrás de dinheiro, prometido cargo e ainda, poderia ter vendido minha alma e minha ideologia para qualquer um. Mas não o fiz! Hoje eu consigo dormir, assim como já consegui de domingo para segunda. Um sono tranquilo e sabedor de que, independente de ter ganho ou não, eu não fechei com ninguém que não fosse merecedor de minha confiança.

Tem horas que é difícil acreditar, eu sei. É o que vou relatar agora:

ESTADO PARA QUÊ?

Eu já tinha visto na parte da manhã, mas a hora que fui votar, era por volta de 12 horas, pude perceber como a cidade ficou emporcalhada, alias, a cidade não, mas meu bairro sim. O mesmo bairro que não tem um terminal e pelo qual o Luciano, não teve bons olhos nem mesmo durante as eleições.

Como você pode ver, para que precisamos do Estado? Para que precisamos de uma lei, de órgãos oficiais de controle ou mesmo do controle?

Veja essas fotos:





Esses santinhos todos estavam na rua Franscisco Motta Machado, no Capão da Imbuia hoje, por volta das 10 horas da manhã, ou seja, se chover, provavelmente algum boeiro entupido trará novos votos para algum dos eleitos que jogaram essas porcarias.

Estado pra quê?

E continuando nessa linha, vou relatar outra coisa que me aconteceu quando eu estava indo votar. Ao chegar no colégio, foi questionar um Policial Militar fardado, o qual estava entrando em seu carro com um rádio gigante preso na cintura.

O fato é que, ao chegar em casa com minha patroa, passei por dois estabelecimentos comerciais, um deles pertencente a um candidato do bairro, que depois fiquei sabendo se tornou suplente, e outro, uma casa de carnes, e nesses dois comércios haviam pessoas consumindo bebidas alcoolicas.

O policial, mesmo com um rádio gigante na cintura, me disse apenas: "ligue para o 190".

Estado para quê? Afinal, se foi a secretaria de segurança pública que mandou ninguém beber das 6 as 18, porque esse policial não pode passar um rádio? Apenas isso?

Somos desprotegidos pelo estado, somos esquecidos, maltratados e ignorados. E ainda somos obrigados a votar. Isso ainda vai mudar um dia, mas infelizmente, precisaremos convencer as pessoas que para mudar tudo isso, só o voto mesmo...

Mais uma vez obrigado pelos 112 votos e mais obrigado ainda, por eu voltar ao DLQ, que sempre me acolheu e o lugar onde eu me sinto feliz!!!

Ter um ideal é sentir-se vivo. Obrigado amigos!

112 votos.

Analisar um resultado como esse  nas eleições para vereador em Curitiba nos leva àquela velha história do copo cheio e do copo vazio. Vai do olho de quem quer ver. Ou não ver.

Sair da letargia rotineira que nos murcha diante de tudo que esta ao redor é algo que sempre deve ser exaltado. Parar de reclamar (seja na fila do supermercado ou numa rede social qualquer) e agir é o que nos torna mais vivos. Dá uma sensação gostosa de ser parte do mundo e não apenas assisti-lo "acontecer".

Este blog nasceu de um comichão. De uma inquietação. Ou quem sabe de uma revolta.

Dois jornalistas incomodados com muitas coisas que acontecem na nossa cidade. Mais que jornalistas. Cidadãos que não aceitam ver o que a política deturpada pode gerar de malefícios aos nossos semelhantes. Descaso com o dinheiro público, problemas nas ruas, bairros, regiões. Falhas na saúde, na segurança, na conservação pública, na educação. Desrespeito ao curitibano e seus vizinhos.

Criamos o Diário Leite Quente e partimos na missão de "fazer a nossa parte". E conseguimos coisas fantásticas. Na série "Desafios DLQ" conseguimos "salvar" um casa de adolescente do interior do cruel bullying em uma escola da capital (que gerou, inclusive, abertura de inquérito administrativo da Secretaria de Educação contra a diretora). Também, motivados por nossa "denúncia" conseguimos contribuir de maneira determinante para evitar o fechamento de uma escola estadual que seria incorporada por outra. Fomos festejados pelos representantes da escola quando a decisão foi modificada.

Conseguimos também forçar a URBS a cumprir com contratos assinados com donos de bancas de revistas de Curitiba para dar manutenção aos locais (que corriam sério risco).

Mostramos a quase que completa falência da interatividade virtual com os vereadores de Curitiba. Em todos esses "Desafios" entrávamos em contato com os vereadores pedindo o posicionamento deles em relação diversos assuntos pertinentes e de interesse público. A esmagadora maioria nos ignorou veementemente. Poucos responderam conforme interesse pessoal e apenas 4 de 38 nos responderam todas as vezes.

Depois de relutarmos em querer dar mais um passo, acabamos decidindo arriscar. O projeto DLQ na Câmara foi lançado, tendo o meu amigo LG como o candidato.

A correria, dentro das nossas limitações, foi muito grande e o resultado final está representando na primeira frase deste texto: 112 votos. Foi um resultado espetacular. Foram votos em TODAS as zonas eleitorais de Curitiba. Pessoas que se sensibilizaram com nosso ideal e decidiram nos dar um voto de confiança. Sem dinheiro, mas com um ideal. Sem promessas de cargos e negociatas. Algo REALMENTE puro.

Por força partidária tivemos que associar o nosso nome ao do atual prefeito, o que nos frustrou muito. Aliás, particularmente, a postura do partido nos decepcionou a cada nova reunião (mas isso será tema para muitos outros posts).

Por fim quero agradecer a todos que confiaram. Tenham a certeza de que não desperdiçaram o seu voto, afinal nosso trabalho aqui vai continuar. O trabalho de quem foi eleito eu não garanto.

Fiquem todos em paz, mas sempre vigilantes. O Diário Leite Quente segue... MAIS FORTE DO QUE NUNCA!