segunda-feira, 18 de março de 2013

Errei e assumo


Certa vez, quando eu estava na sétima série, algo que não me lembro aconteceu e minha professora de história, na época, Dona Teresinha, nos deu uma lição que para mim, ficou persistente até os dias de hoje e a qual, acho que nunca esquecerei.

Ela disse: “quando fizer alguma coisa errada, vocês devem bater no peito e dizer: mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa”.

Desse dia em diante, o que já era um ensino de mãe e pai, virou então um regra em minha vida e quando estou errado, eu bato no peito e digo: mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa.

E sexta-feira, 15/3 fui tão infeliz, que o texto que eu publiquei no DLQ, já fiz o favor de apagar. Nele eu citava a redução de impostos do ultimo pacote da Dilma e, erroneamente, citei como o imposto, o ICMS. Besteira.

O pacote da Dilma, o ultimo, trata do IPI e do PIS/Confins incidentes até então, em todos os alimentos que fazem parte da cesta básica do brasileiro. E então, resolvi explicar porque meu texto não está mais lá e mesmo, preciso refazer com as informações mais corretas.

Para começar, tomemos por base quais são os alimentos que compõe a cesta básica. São eles:

Carne
Leite
Feijão
Arroz
Farinha
Batata
Tomate
Pão Francês ou de Forma
Café em Pó
Açúcar
Óleo ou banha
Manteiga
Frutas/Banana / Maçã

Para esses alimentos, estão zerados o IPI e PIS/Cofins. E isso na prática significa que: os preços devem mais baixos.

Eu não vou mais tentar descobrir, tamanha é a dificuldades, o quanto esses impostos zerados vão representar de suposta economia no bolso do consumidor. Vou buscar essa ajuda com pessoas que entendem e depois, escrevo isso. Porém, vou comentar que, além de não acreditar que o pacote de arroz fique mais barato, me preocupa muito mais o reflexo para o ano seguinte que teremos.

Essa medida da Dilma, tem como objetivo principal, baixar a inflação e assim, acelerar a demanda de consumo para que a gente (Brasil) não caminhe mais rapidamente para a crise. E, se a média de inflação diminuir, nosso dissídio ano que vem, diminuirá.

A longo prazo, se todos gastarem mesmos e os preços assim se estabilizarem, ponto positivo.

Mas, isso, só teremos condições de saber e mensurar, depois de passados vários e vários meses.

É aguardar para ver. Por hora, no mercado, só percebo e vejo, preços que sobem.

Tem como não pagar para ver?

Rema a bote!

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