quarta-feira, 1 de maio de 2013

Cara de pau não tem limites

Pego o gancho do amigo LG (leia o post abaixo. Vale a pena).

Assisti a um trecho da entrevista do senhor Siro Darlan. Advogado, promotor, desembargador, jurista ou sei lá o que, que há muito tempo gosta de um farolzinho. Vê uma luzinha vermelha, pode até ser de uma câmera de vigilância, que já dá "um jeito" no cabelo.

Ele disse que os bandidos que transformaram uma rua do Rio de Janeiro em praça de guerra e invadiram um hotel, mantendo vários reféns por mais de três horas, não oferecem risco para a sociedade. Por isso decidiu soltá-los. 8 dos 9 bandidos estavam presos preventivamente desde 2010. Por uma uma brecha no nosso ultrapassado código penal ou por uma manobra jurídica - volta e meia apoiada em inquéritos e processos mal redigidos - os caras foram soltos.

Como que uma quadrilha que duela com a polícia, com balas de grosso calibre, sem medo, sem juízo, sem compaixão, são considerados aptos para voltarem para as ruas por não representar perigo para a sociedade? Piada... de péssimo gosto, típica desse país, dessa sociedade, que me desperta volta e meia os piores sentimentos possíveis.

E o cara via na TV e fala ao natural uma barbaridade dessas. Se o problema é jurídico, critiquemos os dispositivos que permitem essas barbaridades.

E o povo, que comemora o dia do trabalhador hoje, se ferra por muito menos do que um duelo em plena luz do dia contra a PM. Brasil...

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