sexta-feira, 9 de agosto de 2013

De novo, sexta-feira...

Não sei bem o que acontece, mas toda semana tem uma sexta-feira. Eita que coisinha mais sem graça, mas ainda assim, mais uma das tantas que sou obrigado a aceitar com um sorriso de orelha a orelha. A propósito, o "a" da expressão "de orelha a orelha" é craseado? Vou pesquisar, porque hoje, ahhhh hoje é sexta-feira.

Lembro-me bem que desde meus tempos de escola, e olha que já se vão aí uns 20 anos por baixo, a sexta-feira era o dia mais chato para mim. Sim, contrariando a todos, era o dia mais chato mesmo. A chegada deste dia significava diversas coisas, entre elas, destaco duas:

1º: era o dia em que ficava marcado que eu não veria, por dois dias, a menina que eu sempre gostava e que insistia em mantê-la alheia a essa informação. Eu gostava, mas gostava calado. Sem nomes, bele?

2º: era o dia em que começava a contagem regressiva para eu ver meus amigos na igreja. Sim, sim, eu já era meio hipócrita naquela época, mas preferia ir a igreja para interagir com meus amigos Marco, Marcos, Eduardo, Junior Quadros, e também com algumas amigas, mas com mais intensidade com a piazada. Mas também era o dia em que eu tinha que ficar fazendo oração, lendo escrituras e sempre me perguntando se, por um acaso um dia eu deixasse isso de lado e fosse só para interagir com os amigos. Hahahaha, abandonei a igreja, e por consequência, perdi contato com os amigos. Esse deus é foda...

Mas, na correria do dia, a sexta indica para mim que nos próximos dois dias acordarei sem o compromisso diário que assumi de levantar e trabalhar. Rotina? Quer coisa melhor que a rotina? Se bem que rotina é como ética, bom para uns, ruim para outros.

E hoje, 9 de agosto, a coisa chama atenção por alguns acontecimentos como por exemplo o caso Tayna, que ainda não tem uma resposta e que parece ter explodido uma bomba na polícia civil, que eu respeito muito, do estado do Paraná. Ninguém mais sabe de onde partir para descobrir que foi que matou a menina. No RJ, o cara que sumiu, continua sumido e ninguém assume e muito menos descobre o que aconteceu.

Um senador da república foi condenado pelo Supremo Tribunal, mas ainda assim, jura de pés juntos que é inocente. Eu também, juro de pés juntos que ontem lá em casa, recebi para um Heineken o Papai Noel em trajse "casual day", e vocês não imaginam como ele fica de bermudas... Ah, recebi também o coelinho da páscoa chapado de Marijuana... A, sr. senador, prova então que é inocente, por favor.

Para fechar, ou pelo menos para eu parar de escrever, vamos aos fatos: o paraná tem por volta de 6 milhões de veículos para uma população estimada em 10 milhões de habitantes. E essa frota não vai parar de crescer, pois o brasil é o país das montadoras, o novo reduto industrial automotivo, ondem ganhar dinheiro vendendo porcarias, é a coisa mais fácil. Em média, 4 mil veículos por mês a mais só em Curitiba e região. OK!

Senhores deputados estaduais, deputados federais, senadores, vereadores, prefeitos, governadores e presidente: QUAL É A TAXA DE RENOVAÇÃO DE FROTA? Quantos desses novos carros chegam para retirar latas velhas como a minha das ruas? Quantos dos latas velhas são reciclados parcialmente ou totalmente? Os senhores, nossas autoridades, sabiam que em outros países as montadoras são obrigadas a utilizar metal e outros materiais reciclados dos carros velhos? Não? Eu já sabia.

É por isso que fecho meu texto de hoje com uma promessa. Escreverei meu projeto, divulgarei aqui e mandarei para todos os governantes, para que assim, eles possam ter uma ideia de como vender muitos carros, gerar muitos empregos, e tornar nossas cidades mais limpas e bem cuidadas...

Aguardem...


Fui!

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