quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A solução pode ser (é) burocrática, mas parece bem simples




"Caminhante" que sou (ou pelo menos tento ser) observo muitas coisas. Aliás, observar é o primeiro passo para se ter sucesso na vida. Seja como jornalista, seja como um cidadão comum (porém atento e atuante). Em minhas irregulares caminhadas pelo Parque Iberê de Mattos, vulgo Parque Bacacheri, já vi de tudo e tive várias ideias sobre como o poder público pode tornar aquele (e outros) espaços mais confortáveis, úteis e até sustentáveis. 

A foto acima diz tudo né? Ou melhor... vamos refletir. O que diz essa foto?
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Pode ser uma imagem simbólica da destruição gradual que o homem promove contra si mesmo, por intermédio da devastação e degradação do meio ambiente. O contraste dos gansos com o lixo mostra bem a triste realidade que enfrentamos todos os dias. A imagem da Curitiba ecológica perde cada vez mais força.

A questão é: sem usar photoshop, como fazer para que essa imagem seja diferente?

Neste caso, simples (pode ser até burocrático, mas é simples): aumentar o tamanho das lixeiras.

A foto foi tirada numa segunda-feira, ou seja, pós fim de semana. No domingo o parque lota de gente atrás de descanso, descontração, passeios em família, pão para as carpas e tubão na veia. O resultado é esse aí. Ainda durante a caminhada cruzei com os funcionários do parque executando os serviços de limpeza. Ou seja, o problema não é na coleta. É na dimensão da "lata de lixo".

O lixo vai existir, mas a armazenagem tem que ser adequada para continuarmos com belas paisagens.

Aí o governante pensa: "Opa, mas isso foi um problema pontual. Essa foto mostra uma lixeira que esta incomumente lotada. Certo? ERRADO, como vocês podem conferir logo abaixo.





Senhor prefeito, acho que vale uma reflexão e uma olhada com carinho para esse problema (que, tenho certeza, se repete em outros parques da cidade). Amigo vereador, que tal repensar os padrões e disposições das lixeiras pelos pontos turísticos de Curitiba?

#ficaadica.

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