segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Ia ser um tema, mas foi outro

Hoje ao entrar no blog para escrever, meu texto teria uma temática bastante diferente. Escreveria sobre votos brancos e nulos, sobre candidatos e essas coisas chatas que só a política brasileira pode nos proporcionar. Mas ao invés disso, inspirado um pouco pelo texto do nobre Dudu, o tema mudou.

Ele escreve sobre o amor e eu, vou escrever sobre o meu "eu" e o seu "você".

Seja você homem, mulher ou qualquer outro desses novos gêneros que temos aqui, não sei ao certo como tratar, mas que assim seja, seja você o que for, se estiver andando na rua e me olhar por mais que 1 ou 2 segundos, provavelmente ouvirá de mim um simples e direto "bom dia", "boa tarde" e "boa noite", este ultimo mais difícil porque andar a noite em curitiba é para poucos corajosos. E não sou um deles.

E sim, cumprimento na rua todos que me olham, que me enxergam - a maioria prefere virar o rosto a um careca como eu - tudo bem, é pertinente a quem convém.

Mas não é só na rua. Eu cumprimento pessoas nos ônibus, nos prédios, nos shoppings ou em qualquer lugar, não importa de que classe social seja ou se importa para mim ou não. Acredito que por sermos humanos temos que antes de qualquer coisa, termos respeito uns pelo outros e um cumprimento para mim é sim uma expressão desse respeito. Posso claramente já ter cumprimentado algum político que nunca conheci ou alguma mulher que pelos padrões sociais não prestava, posso até mesmo ter cumprimentado algum assassino ou serial killer, mas ainda assim o fiz, o faço e o farei.

Isso não me diminui em nada. E também não significa que amo a todos, coisa que não é.

Porém, já vivemos numa situação tão concreta de falta de respeito pelo próximo, educação por nós mesmos e consideração que qualquer mínima tentativa parece servir para alguma coisa. É impressionante quando chego num estabelecimento comercial e cumprimento as pessoas que num primeiro momento estranham, mas que logo, percebem que é mais fácil e mais prático se assim fazemos.

Enfim, o texto do Dudu mudou minha temática. Proponho esse exercício: cumprimente pessoas, converse com estranhos... Eles podem até ser pessoas boas, apenas não as conhecemos.. Mas isso não significa que não precisamos respeitá-los apenas por serem humanos. O resto, deixemos para que a vida nos mostre, tentamos num primeiro momento, deixar o pré-conceito de lado.

Amor e respeito?

Pelo próximo e por nós mesmos...

Isso não é questão de religião, isso não é questão de crença... Isso é uma questão de você com você mesmo ou de "eu comigo mesmo".

Tente!

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