quinta-feira, 18 de agosto de 2016

um convite verdadeiro - 4

Olá. Bom (dia, tarde, noite)! Hahaha, comecei mal, heim!

Mas vamos lá... Diz um ditado antigo e antiquado: "diga-me com quem andas que te direi que és!"

E é fato de que temos que tomar cuidado com que andamos, não por causa do julgamento alheio pois a opinião dos outros, pelo menos para mim, vale o mesmo que uma barata esmagada, ou seja, nada. Mas, sim, porque nossas companhias tem um poder de persuasão que pode ir do inconsciente ao imoral.

Nos últimos tempos tenho conversado com pessoas que não tinha a menor ideia de que, de alguma forma, poderiam contribuir para meu pensamento - de forma positiva - sobre temas polêmicos que envolvem nossa existência como brasileiro que somos.

E aí entra o convite verdadeiro - 4!

Leis trabalhistas - ou melhor, as mudanças necessárias!

É fato que a CLT é um instrumento muito bom, melhor ainda para o trabalhador. Mas essa consolidação foi elaborada há muito tempo e pouco tem de realidade nos dias atuais, em que o desemprego assusta mais que as leis e ainda, que serve como base para o comportamento que se costuma observar em boa parte dos trabalhadores.

Uma lei que garante férias, 13º e outros "benefícios"está, para dizer o mínimo, desatualizada e fora do contexto trabalhista moderno. Não quero apenas que o trabalhador perca direitos, não se trata disso, mas sim, uma nova forma de ver e interpretar sobre esses direitos.

É preciso mudar, na minha visão, muita coisa!

A primeira que eu quero ver mudar, diz respeito a férias. Afinal de contas, nos dias de hoje, 30 dias são suficientes? É justo para a empresa ter que abrir mão de um trabalhador durante 30 dias? Não seria interessante, será, uma flexibilização disso? Sim, permanecem os 30 dias, mas que o trabalhador junto com o empregador pudessem negociar isso, em 2, 3, 4 períodos? Enfim, acredito que seja necessário um pouco mais de atenção nisso e claro, sem prejuízos para os trabalhadores. Afinal de contas, se antes o trabalho tinha maior foco no serviço braçal ou industrial, justificava-se 30 dias de descanso, mas hoje, com boa parte trabalhando em escritórios, com cargas horárias definidas?

Enfim, é preciso uma reforma!

O trabalhador, e me desculpem os que não concordam, vocês tem o direito e o dever de discordar, mas esse trabalhador que está aí hoje, tornou-se muito acomodado com relação às leis trabalhistas. Hoje, é bastante presente as situações em que, após trabalhar certo tempo numa empresa, um trabalhador sai e vai cobrar na justiça coisas que, ele mesmo aceitou através de contrato. E, se há aceitação de ambas partes, não acho justo que apenas uma tenha que pagar numa situação dessas.

E também, as empresas tem que ter o direito de poder de, ao romper-se um contrato por parte do trabalhador (aquele que não cumpre horário, que faz corpo mole ou que simplesmente não cumpre com o que foi acordado), sem que depois, na justiça, seja reforçada uma injustiça.

Empregados e trabalhadores estão evoluindo. E isso precisa ser visto pela legislação, que tem que estar atualizada com essa relação moderna. Sem que haja prejuízos mas sim, adequações e transformações.

Reitero meu convite verdadeiro 4: vamos repensar essa lei trabalhista?


Abraço!

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