quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Ultimo título...

Não, não é bem isso que você está pensando e que poderia deixar alguns felizes. O título desse post faz uma referência ao post anterior, no qual eu trato um pouco sobre a banalização de algumas palavras, as quais usamos hoje em dia e nem sabemos muito bem o porque, o significado, enfim, usamos de forma bastante banal... Um bom exemplo é "graças a deus"... Enfim, né!

Porém, não são apenas palavras, mas também ações, costumes entre outras coisas que a vida moderna nos proporcionou e parece que vai continuar proporcionando. É tanta coisa mudando e em velocidade cada vez mais rápida que as vezes até meio que sufoca. Meio que sufoca não, sufoca total e nem percebemos. A velocidade da vida moderna nos cobra cada vez mais em cada vez menos tempo e para isso estamos deixando de lado coisas tão essenciais quanto um "bom dia" ou então, um "como você está?" - dando atenção claro, nesse caso, à resposta.

Pequenos hipócritas que nos importamos cada vez mais com nossos narizes do que com a convivência coletiva. Se para mim está bom, que se danem todos os restos, não é isso? Pois bem, se é, pelo menos eu, tenho uma visão um pouco diferente. Por exemplo, mesmo que esteja devendo (e não é pouco), não vou mais me matar de trabalhar em dois empregos ou fazer horas extras. Uma hora eu quito tudo que devo mas farei, com meu emprego - no qual faço bem feito porque amo o que eu faço e onde eu faço - e o tempo que me sobra, vou tentar de alguma forma aproveitar a vida de uma forma mais calma. Quer fazer um teste? Tente me mandar um whats em um domingo a tarde e perceba quanto tempo levarei para ver a mensagem e pior, se eu responder, quanto tempo eu levarei para responder... E verás o que estou tentando dizer.

Infelizmente, até mesmo o DLQ eu tenho deixado muito tempo sem atualizar, mas nesse caso a causa é bem outra, vou explicar mais adiante porém, para finalizar essa primeira parte, se permita fazer algumas coisas que acredito, você faz pouco ou nem faz mais:

Permita-se:
- um café feito no saco de pano;
- um leite de saquinho e não de caixinha;
- acordar um dia e antes de qualquer coisa, fazer algo que não seja olhar o celular - esqueça a hora;
- permita-se, na rua cumprimentar umas 10 pessoas com um bom dia, boa tarde, boa noite e surpreenda-se com a quantidade de respostas positivas você vai receber;
- tire 1 dia por mês para, sem qualquer eletrônico, com a pessoa que você quiser e puder, sair dar uma volta a pé, pelas ruas do seu bairro (você até corre o risco, mas duvido que será assaltado);
- tens um carro? pegue um pano, fique de pés descalços e permita-se tirar a energia do dia-a-dia do seu corpo na terra (pode ser no cimento, piso ou qualquer coisa) o que importa é ficar descalço;
- permita-se coisas que hoje você nem imagina...

Bom, sobre o DLQ - eu não perdi minha paixão por escrever, aliás, sou louco por escrever, o que tem ocorrido é que não sei mais sobre o que escrever. Não consigo mais escrever conteúdos sobre política, porque questões lógicas, hoje em dia está cada vez mais difícil escrever sobre isso. Afinal, ou você concorda ou discorda, você, eu ou qualquer um, temos que tomar partido e não podemos mais ter uma opinião formada sobre tudo! Ou sobre nada!

Comportamento, carros, ética, filosofia - nada disso me dá mais tesão de escrever.

Sobre a cidade, estado ou país? Menos ainda...

Então, meu tesão em escrever não acabou, de verdade, mas minha capacidade de escrever parece que foi embora. Ou pelo menos, de estipular pautas.

Quero muito restabelecer essa capacidade mas, não sei quanto tempo isso pode demorar, tomara que passe logo mas vamo que vamo...

Abraço!

#abraçodoLG

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