terça-feira, 24 de abril de 2018

Velhos hábitos que não mudam...

Existem coisas que não mudam. Se dedicarmos 1 minuto para esse assunto faremos uma lista de coisas que por mais que tenhamos vontade, talvez nunca deixemos de fazer. Pequenas manias, coisas bobas, mas que de certa forma, sempre faremos. Uma dessas manias as quais eu tenho, é a leitura de jornais impressos. A tinta que mancha os dedos, a mesa branca onde trabalho e para piorar o jornal é de "gratis", pego ele no sinaleiro.

É interessante perceber que uma mídia tão tradicional e defasada consiga ainda sobreviver, se é que dá para chamar de sobrevida. Mas enfim, o jornaleco que serve para tantas coisas ainda me causa um grande prazer em ler.

Mas o jornal em si trás junto consigo 2 outras manias que eu tenho: a leitura do horóscopo, mas tem que ser de jornal escrito e a palavras-cruzadas. Então, tenho que resolver as palavras cuzadas antes de ler meu horóscopo. Aí sim, o dia começou... kkk

E uma outra questão me chamou atenção hoje: a mania de não conseguir escrever. Mas essa já estou tentando dar um jeito. Esse texto por exemplo, está meio truncado!

A grande questão é que em se tratando de manias, trejeitos ou qualquer outra atitude que dependa de nós, tudo é uma questão de a gente se adaptar. Um exercício prático de adaptação no qual, vamos aos poucos nos impondo coisas que não estávamos mais acostumados a fazer ou que na verdade, nunca tínhamos feito. Nesse momento em que vivo, não consigo mais me ver tomando uma lata de Coca-cola todos os dias da semana como sempre fiz. Hoje em dia, refri no final de semana me soa muito melhor do que antigamente.

Mesma coisa com a questão alimentar: aquela mania de comer coisas ruins está sendo substituída novamente por hábitos mais saudáveis, inclusive no que diz respeito a qualidade, quantidade, essas coisas.

Tudo nessa vida, ou melhor, tudo munda no mundo, e nossa vida não é estática. Temos esse grande poder de não ter que esperar as coisas acontecerem, embora tenhamos essa facilidade. Nós podemos mudar sempre que quisermos, precisarmos, enfim, podemos.

É isso aí, bichão...

#abraçodoLG

segunda-feira, 23 de abril de 2018

O verdadeiro valor das coisas... quem pode saber?

Eu quando mais novo, ou talvez, quando muito mais novo, sempre dei muito mais valor a coisas que eu infelizmente nunca podeira ter. Sempre sonhei em ter um carro que não vou conseguir comprar, sempre sonhei com uma casa que nem preciso ter, sempre sonhei com coisas que custavam mais do que anos de salário meu... Então, acho que sempre gastei muito tempo com coisas que não eram de minha alçada mesmo, né...

E a vida foi criando condições para que eu aprendesse que o valor pouco importa, porque o que nos vai sobrar é justamente o pó. Do pó viemos, ao pó voltaremos e o que levaremos? Acho efetivamente nada.

Me tornei ateu, afinal de contas, nada do que aprendi em igreja ou religião me trouxe qualquer tipo de resposta de valor que eu pudesse considerar. Não consigo acreditar em outra coisa que não isso, que somos aqui apenas um complexo carbônico auto-sustentável no qual passamos umas férias e depois, vamos embora. Do pó viemos e ao pó voltaremos.

Pois bem, a vida acabou me mostrando que um carro caro ou uma casa mais elaborada podem não ser sinônimo de alegria. Eu tive 2 carros, ambos eram velhos. Hoje não tenho nenhum deles. Eu tive um apartamento, pequeno, simples e com infiltração na parede mas nele, eu fui alegre enquanto lá estive. Ou seja, minha alegria foi muito mais por estar do que pela qualidade de onde eu estava.

Escrevo tudo isso porque, de uma forma bem concreta, tenho percebido que, após minha separação, não importa o tempo que passo com meus filhos e sim, a qualidade do tempo que passo com eles. É impressionante que essa qualidade aumenta a cada dia. Tem dias que parece que o tempo nem passou, parece que aqueles 15 dias em média que nos separam, nem existiram. É impressionante como eu tenho sido extremamente alegre a ponto de tentar tornar essa alegria em felicidade... E nesse ponto até tenho conseguido...

São os maiores prazeres de minha vida por enquanto: uma boa montanha para subir com uma bela vista e meus filhos comigo. Somos um trio fodástico... Topamos muitas juntos, e fazemos as nossas juntos... Top demais.

Tenho passado tempos cada vez mais maravilhosos. Com as pessoas, comigo mesmo, com meus filhos, com a mamãe natureza... E cada momento desses tem me ensinado uma coisa: eu preciso amam a mim antes de querer gostar dos outros. Os outros, que vivem suas vidas, e depois, ai, deixa rolar...

Vamo bora nessa?

#abraçodoLG


quinta-feira, 19 de abril de 2018

Eu e os meus ouvidos...

Tem algumas pessoas que dizem "meus olhos que a terra vai de comer..."  Eu uso a frase, porém com alguma alteração: "meus ouvidos que a terra vai um dia comer". Isso porque há muito tempo minha visão já não presta mais com a mesma qualidade que um dia prestou. Não exergo com a mesma sagacidade que um dia já enxerguei. E claro, quando um dos sentidos nos faltam parcialmente, outros tem uma tendência de ficar mais aguçado. E isso aconteceu com minha audição.

Infelizmente!

Infelizmente mesmo!

Infelizmente eu escuto e muito bem. Melhor do que eu queria. E hoje foi um dia desses em que eu, de tão bem, ouvi o que eu não queria. O fato se deu mais ou menos assim: estava na copa da empresa, um lugar onde vou repetidamente "roubar" um cafezinho, e lá, conversando com a dona Lúcia  e saboreando aquele cafezinho maravilha, chegou uma das terceiras da limpeza, chorando, contando que acaba de ser demitida pela superior dela.

Nesse momento, dei tchau a todos, uma meia volta lenta e #partiu...

Não, eu não tinha nada contra a que foi mandada embora, mas também, não tinha como ter algo a favor. Desde que me lembro dela na empresa, só a vi enrolando no trabalho, sempre se queixando de alguma coisa e ainda por cima, sempre com aquela preguiça bem característica do brasileiro quando está no trabalho.

Infelizmente, acredito que até demorou para que isso acontecesse. Eu não desejava mas, era claro que esse ciclo ia se encerrar.

E quando me refiro a ciclo, me refiro a algo parecido com esse gráfico abaixo:
Nele você leiro, pode observar picos em cima e picos em baixo. Agora, faça uma legenda à sua escolha: vida amorosa, vida financeira, vida profissional, humor, saúde, enfim, o que você quiser. Alguma semelhança com o que você passa?

Existem duas variáveis principais nesse gráfico, uma é a intensidade do eixo, o que elevaria os picos para cima ou para baixo em relação ao eixo x e também, o comprimento de onda, o que mudaria a frequência em relação ao eixo y.

Nossa vida é exatamente um gráfico desses, cada qual com suas configurações, #né?

Então, pra nós, cada ciclo pode até parecer algo de outro mundo, mas não é uma hora outra, esse ciclo vai mudar, a vida vai ganhar um novo momento nesse gráfico e aí por diante, pode acreditar. Se sua saúde está ruim hoje e você se permitir ajudar, logo ela ficará boa. Se você está com um humor não muito bom hoje, tenha certeza, amanhã acordará com um melhor humor...

É sempre um ciclo, tenha certeza disso...

#abraçodoLG

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Funcionou!!!

#né

Foi meio complicado voltar a escrever pois meu acesso estava um pouco mais complicado. Porém, ao que tudo indica, hoje voltou a funcionar, não sei até quando. Quem acompanha o www.dlq.com.br sabe que passo alguns tempos sem escrever e, de uma hora para outra, volto a escrever. São meio que rompantes de inspiração - tem dias que vai, tem dias que não vai.

Dias atrás, o brasil deu um passo que não sei se considero positivo ou negativo. A prisão de um ex-presidente não é necessariamente o que eu gostaria de ver. Hoje tenho meus 40 anos e preferia muito mais ligar minha televisão e ver notícias quem mostrassem nossa qualidade de vida, a qualidade do estudo dos nossos filhos e os hospitais lutando para que as pessoas fosses fazer seu check-up anual. Sonhos imbecis de um jornalista brasileiro.

Eu não consigo mais imaginar o que será daqui por diante.

O fato desse molusco estar preso, deveria me dar mais prazer, e até uns 3 ou 4 anos, acho que me causaria mesmo maior prazer, mas hoje, não sei dizer qual é a real sensação que me causa. Nem pelo fato de ser velho pois não era velho para roubar o que roubou. Mas pelo fato de que essa prisão não vai fazer com que os malditos políticos parem de roubar. Eles vão continuar senão vão fazer pior do que já fizeram.

É a mesma coisa que eu pensei em relação a Dilma. O impeachment era muito pouco, ela tinha que ser condenada a perder a grana que levou, a consideração que teve. Queria ver ela sair vaiada do governo, queria ver ela levando ovos como a caravana do lula levou. A prisão dele e o impeachment dela, embora não tenham nada de ilegal ou golpe, acho que não eram necessários.

Mas aconteceram. Quem mora perto da nova casa do lula está de cara porque fodeu pra sempre. Não tem mais o que fazer. Há muitos anos minha irmã trabalhou numa cooperativa que fazia serviços para pessoas já assentadas que, na verdade, era uma forma do governo (do lula, né) dar muito dinheiro para a militância do partido. E os funcionários dessa "cooperativa" eram "convidados" a participar de manifestações quando elas ocorriam.

Então, acredito mesmo que embora eu seja contra, tudo que tem acontecido pode ser que traga algum tipo de mudança no brasil, a muito longo prazo, né.

Quer dizer, duvido, mas...

#abraçodoLG




sexta-feira, 13 de abril de 2018

Sexta-feira do saco cheio...

Quando eu era estudante, na verdade, estudo até hoje, mas quando minha profissão era ser estudante, havia um tempo durante o ano, para os que estavam se preparando para o vestiburrar, que era chamada semana do saco cheio. Era uma semana de folga dos cursinhos, e acredito que até muito bem vinda pois todos estudavam como cavalos (menos eu) para o famigerado vestiburrar. Uma prova muito mais de sorte do que de inteligência, mas como eu sempre fui mei-burro, mei-mais ou menos hahahah não ia muito bem nessas provas, mas pelo menos, sabia todo o conteúdo e alguma coisa a mais.

Pois então, lembrando disso que percebi que hoje estou na minha sexta-feira de saco cheio. A semana até que foi massa mas na verdade foi cheia de coisas ruins, ou ao menos, não boas. Vivo num país diferente dos demais. Um país grande, rico, com um subsolo cheio de recursos, água em abundância, petróleo que dá pelo cano, agricultura alucinante, pecuária nervosa, até os elementos naturais conspiram a nosso favor pois não temos tufões, vendavais constantes, não sofremos com neve muito menos com tornados e terremotos.

Diante de um quadro como esse que pitei você deve ser perguntar porque então eu escrevo? Ah, o Brasil das praias belas, de rios imponentes, da maior usina hidrelétrica do planeta (acho que a segunda agora), picos maravilhosos, líder de um continente... Natureza ainda exuberante, estradas divinas de se viajar...

Pois é, esse país maldito, tem algo podre e tão podre, que faz com que tudo o que tem de positivo se torne nulo ao menos, para não dizer que se torne ruim: seu povo!

Seu povo, sua população, seus habitantes, os seres humanos que aqui se organizam em sociedade, grupos sociais e micro grupos sociais... Esses que, infelizmente, em grande maioria para não dizer em forte maioria, são todos hipócritas e bestiais, incluindo eu, que de tanto pensarem em si mesmos e nas suas particularidades, tornam-se cada vez mais idiotas (antes de me xingar, vá ver o que significa idiota... qualquer dicionário tem, se precisar, usa um dicio ilustrado).

Sim, principalmente depois do advento da internet, se tornar cada vez mais hipócrita e idiota se tornou necessário para a maior parte dessa população. Vivemos uma fase que costumo citar como a fase do micro grupo social distinto, na qual, a verdade de um é única e não se aceita qualquer possibilidade de erro, por mais óbvio que esse equívoco possa parecer. Sim, é um micro grupo que não aceita o seu semelhante porque o semelhante pensa diferente, lê diferente, enxerga diferente ou simplesmente é diferente.

É como se eu gostasse de maçã, doce, e não aceitasse de forma alguma que, mesmo eu não gostando da uva, a uva possa ser doce. Sabe, é uma intolerância ridícula e infantil, que na verdade ao julgar infantil, eu estou ofendendo a infantilidade das crianças - seres que infelizmente estamos formando nossa forma e semelhança para um mundo ainda mais hipócrita e idiota.

Nos últimos tempos tenho feito coisas bastante positivas para mim. Estou na luta contra a cigarro há 8 meses, até porque fumar ficou e ficará cada vez mais difícil, estou me alimentando melhor pois cansei de comer porcarias modernas que não me ajudam em nada, cancelei de vez meu facebook, aquilo não agregou nada em minha vida, estou desligando meu celular nos finais de semana e também em alguns dias durante a semana mantenho ele afastado de mim... E isso tudo já tem sido um excelente começo.

Não quero ter razão em mais nada também. Se você quer acreditar em deus, acredite, eu não acredito. Se você quer gostar de rosa, amarelo ou salmão, bom apetite para tu. Se você quer me xingar ou achar que sou um louco, fique mais a vontade ainda, sua opinião acaba por não pagar minhas contas e dessa forma, vai importar tanto quanto um punhado de formigas fogo no tobis* de um qualquer, ou seja, pode até doer, mas não doerá em mim.

O problema é que com 40, eu já sei disso tudo. Mas, nos últimos dias, depois da quinta-feira passada, dia 5 de abril, um acontecimento fez aflorar no na república dos hipócrias (braziuuuuu) os sentimentos mais imbecis. Aqui, alguns otários resolveram chamar de "coxinhas" e de "mortadelas" o que outrora, quando sério, foi chamado de direita e esquerda. Os micro grupos, e digo isso porque 98% da população, aproximadamente uns 196 milhões dos 200 milhões que temos, está muito mais preocupado com suas vidas do que com essa discussão culinária duvidosa de coxinhas x mortadelas.

Até porque aqui, na república dos hipócricas (braziuuuuuuu), não basta você nascer, crescer, se desenvolver e morrer, você tem que ser mais: você tem que comprar dvd pirata, escolher um partido político, gostar de futebol... ter televisão a cabo gatonet, pagar uns trocos para as coisas acontecerem, enfim, todo mundo já sabe onde isso vai dar, né...

Então, Curitiba tá ferrada, pois um bando dos desocupados estão aqui, ferrando com a paz das pessoas que, contra ou a favor, só deram azar de morar perto.

Aqui, em Terra Brasilis não basta você roubar, muito e sair se autointitulando mais honesto que deus, você ainda tem uma legião de pessoas que te seguem. Como agora eu posso falar mal de um lider religioso que leva milhares de idiotas para igrejas e lá, doarem seus dinheiros suados ou então, como falar mal dos outros tantos que roubam mas que estão presos porque não tem uma legião de fãs?

Esse povinho, sempre teve uma certa necessidade/facilidade/necessidade de criar mitos, ídolos e qualquer outra forma de representação maior. Haja vista que, hoje, mesmo depois de mais de 50 anos de construção, esse povinho permite que o Brasil seja governado de Brasília, longe de tudo e de todos. Lugar onde se decide nosso futuro a cada dia (mentira, 1 ou 2 dias por semana mas não o ano todo), longe de tudo, de todos e onde é difícil que a grande massa possa chegar para uma verdadeira reação - claro, até porque a grande massa precisa trabalhar, não recebe para fazer manifestação por ladrão condenado em 2ª instância, né mesmo?

Poderíamos citar diversos "ídolos" que já foram criados. Mas, a grande fraude que eu gosto de usar como exemplo é Santos Dumond. Quem aqui acredita que ele foi o primeiro a voar? Parabéns, continue assim, você está no caminho certo para ser cada vez, um hipócrita melhor!!! Tozpeira mesmo... kkkkk

Bom, eu confesso que por hoje, cansei de escrever. Não que me faltem assuntos, mas meus dedos estão doloridos e tenho que trabalhar ainda, pois eu não sou militante, não estou ganhando diárias muitos menos pão com mortadela e ainda, não tenho que pague minhas contas. Preciso sim trabalhar e trabalho bastante...

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Não? Vá a merda... kkkk brincadeira... Mas infelizmente eu não nasci com a capacidade de agradar a todos. Tento ser o melhor para cada um, mas sempre, alguém vai desgostar, e se foi seu caso, uma vida bem vivida pra ti, é o que desejo...

#abraçodolg

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Mais um pequeno passo para o homem...

E um passo menor ainda para a humanidade. Porém, para esse povo que aqui habita, me refiro aos brasileiros, aí sim, talvez um bom acontecimento. Não vou utilizar superlativos para isso pois não quero dar mais ênfase do que seu personagem principal merece pois, em minha opinião, não merece sequer um comercial de saquinhos de Ki-suco.

Sim, após muitos acontecimentos, finalmente como antes nunca vista na história desse país, hahahah, brincadeira, mas enfim, finalmente o ex-presidente teve, além das condenações em 1ª e 2ª instância por causa de uma apartamentinho, sua prisão decretada. Dessa forma, aconteça o que acontecer, ele deve sim dormir na cadeia hoje. Cadeia não, uma grande salinha confortável na polícia federal.

 Eu fui contra o impeachment da Dilmanta. Fui conta pois não concordava muito com as alegações e com o movimento hipócrita que se criou nesse país, o qual, gerou uma polarização perigosa de certezas. E, em terra de extremos, quem tem discernimento é rei. Porém, no caso do ex-presidente, não há como não dar o braço a torcer considerando que, um juiz de primeira instância como o Sérgio Moro ou qualquer outro com tamanha capacidade, confiabilidade e claro, imparcialidade e estudo, que a prisão é pelo menos o mínimo que cabe a ele nesse momento.

Se roubou pouco ou muito, se eu roubar, muito ou pouco, eu pagarei por isso.

Então, ao ver esse movimento todo acontecer, me surpreendo porque na verdade, talvez seja a primeira vez de muitas que verei na vida em que alguém vai ser condenado por corrupção após ter ocupado o cargo que ocupou, ou estou errado?

Estou feliz?

NÃO - gostaria que as pessoas fossem boas - não são!

Estou contente?

SIM - porque está acontecendo.

Vai resolver alguma coisa?

NÂO - porque tipo ele, temos milhares no Brasil.

Bom, esse texto foi só para registrar um acontecimento, pois eu sou brasileiro e embora eu já tenha desistido desse país há pelo menos alguns anos - não tem mais jeito...