quarta-feira, 29 de agosto de 2018

sobre as proibições - tão comuns no baziuuuuuuuu

vamos lá, eu tô de boa, e logo resolvi escrever. há dias que não escrevo então, quem sabe colocar para fora algumas coisas que ando pensando seja algo interessante, pelo menos para mim? pois então, esse texto vai sem letras maiúsculas mesmo até porque tenho certa atração pelo não convencional, e tenho também certa dificuldade em acreditar naquilo que tomo mundo acredita. ou seja, padrões talvez não sejam coisas muito pertinentes para mim...

e as proibições?

vamos lá...

algumas delas, talvez as que mais estamos acompanhando no momento sócio/político/econômico em que vivemos:

- drogas;
- armas;
- aborto;
- ladroagem na política.

drogas

sempre fui contra a legalização. achava que a proibição era algo interessante, necessário e ferramenta de um controle social mas, a vida se encarregou de me mostrar que sempre estive errado, uma vez que a proibição mexe com algo maior, muito maior, que é a minha liberdade de escolher. se eu quero fumar um baseado ou cheirar um pó, não deveria ser realmente o estado que deveria definir se posso ou não, no máximo ele deveria controlar a venda assim como faz com qualquer outra merda que seja vendida nesse país ladrão de cidadãos. ok? (não, eu não cheiro pó e nem pretendo fazê-lo, ok?)

ai chega esse paizão chamado estado, gordo, fedido e ineficiente e quer que eu faça ou deixe de fazer apenas o que ele acha que deve ser feito ou deixado de lado. elegemos aqueles babacas que legislam por causas próprias, mesmo que isso signifique que entramos com a bunda e eles, com os cintaralhos.

estado tem que cuidar de coisas básicas, prover a todos nós a edução de qualidade que precisamos, a saúde básica que nos permita viver e a segurança pública que nos mantenha vivo sem balas perdidas de bandidos e de policiais (os policiais são um capítulo a parte para mim, pois muitos deles, são heróis - mas outra hora falamos deles).

armas

mais uma vez, o estado papaizão, gordo, inchado e ineficiente querendo mandar na minha vida. eu até posso ter uma arma, mas é tão difícil conseguir que... enfim... ok, eu posso ter uma arma, então, de certa forma posso defender meu patrimônio e minha família. se alguém entrar sem ser convidado posso dar 3 alertas e se isso não foi suficiente, prego fogo.

mas, na rua não posso. se eu for assaltado, tenho que "não reagir", porque o estado me proíbe de reagir. ele que manda e é isso que eles querem que continue acontecendo.

nem vou discutir muito isso porque eu gostaria mesmo que esse estado se preocupasse com o que o estado tem que se preocupar. se a galera armada seria violenta ou não, talvez não venha ao caso de discutir porque ninguém sabe o que aconteceria. não é o caso de fazer uma projeção estatística do que seria, isso seria uma imprudência, né mesmo???

aborto

nem vou gastar muito tempo. a mulher tem o direito de escolher o que quer fazer e os hipócritas religiosos e este estado corrompido pelas bancadas de deus não tem sequer a predefinição de direito de interferir na escolha delas.

fodam-se todas as religiões que querem definir a vida das mulheres. fodam-se todos os deputados, senadores, e demais que acham que podem interferir na vida das mulheres. elas tem que ter o direito ao aborto sim.

o estado não deveria se usar do poder que tem para retirar esse direito...

ladrões - políticos - tudo a mesma coisa

bom, aqui chegamos na parte mais curta do texto. o estado pode proibir o que quiser, mas é o único que permite que seus políticos nos roubem e saiam ilesos... f.d.p.

#abraçodoLG



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