segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Aquele do "perdi o restinho de fé que eu tinha..."

Segundo alguns dicionários e um significado bastante explorado pelas pessoas, a fé é o ato de acreditar sem necessariamente ver alguma coisa. Ou seja, algumas pessoas acreditam em deus mesmo sem tê-lo visto. Algumas, como eu, acreditam num bule voador que está sempre no jardim de casa, e é ele que faz a vida das pessoas serem boas ou ruins, depende de como tratamos esse bule. Mas, exposições à parte, hoje eu acebei de perder o mínimo que me restava de fé na medicina ocidental, moderna e cheia de recursos a qual temos acesso.

Sim, não citarei nomes das partes envolvidas, e como jornalista que sou (DTR 5321) me é dado o direito de proteger minhas fontes e de contar a história em forma de relato. Vamos lá, essa pessoa que chamarei de Morgana, está com um sobre peso. Nada importante, mas está se sentindo mal e quem sabe, uns quilos a menos poderia ser interessante. Como a Morg, jeito carinhoso que a chamarei, se preocupa com sua saúde presente e também futura, ela foi buscar ajuda de profissionais. O plano de saúde dela, que chamarei aqui de MSL - médicos super legais - oferece um programa de controle sustentável e saudável de peso. Como bom amigo que sou, fui acompanhar Morg até para ver qualéqueé, cupinxa...

Enfim, no primeiro dia, conversamos com uma médica do esporte, que criou um clima de medo e também, desvalorizou qualquer esforço da Morg, até porque, enfim, as vezes não fazemos algo não por não querer mas por não ter condições. Enfim, primeira consulta, pensei eu que tudo seria melhor. Afinal, a medicina moderna está pautada em vários estudos e não a toa, temos linhas que utilizam menos remédios e mais alimentos naturais. Era meu desejo.

Mas não foi assim:

Nutricionista: praticou a antiga escola, na qual, manda-se comer de 3 em 3 horas, com bastante pão integral (veneno que mata mais lentamente), açúcares de frutas e sem sequer olhar o teste de glicose no sangue, seguiu ponderando que um suco detox e açúcares durante o dia vão salvar a vida da Morg. - é triste ver isso e  não poder fazer absolutamente nada!

Endocrinologista: E aqui, a minha pouquíssima fé, foi embora. Ela além de não propor uma dieta cetogênica ou até mesmo uma dieta carnívora, a qual faria muito bem a Morg, em determinado momento, ainda questionou Morg se ela queria usar um remédio que, apesar de caro, foi desenvolvido para diabetes mas que faz emagrecer. E Morg, culpa dela, entre mudar de hábitos e viver saudável, deu preferência a um remédio, que a fará emagrecer sem muita mudança, sem muito esforço ou seja, de forma prática e fácil, como muitos brasileiros gostam.

Gente, hoje o texto é mais um desabafo mas preciso. Eu, mudei meus hábitos alimentares e em 6 meses, baixei meu peso de 94 para 74 kg, de forma sustentável. Tanto é que que me mantenho nesse peso mas com muitos ganhos para minha saúde. Enfim, que um dia possamos ser saudáveis sem remédios caros, sem laboratórios que manipulam venenos que nos farão usar outros venenos e por assim adiante.

Triste, triste, triste!

#fui

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