domingo, 29 de março de 2020

Aquele do "Amor, supremo amor..."

Vamos lá, hipócritas, esse texto não é para todo mundo não. Esse texto sequer vai ser lido ou agradar parte dos que dele, poderiam aproveitar. Esse texto é apenas uma pequena fragmentação do pensamento de um grãozinho de areia que pouco quer da vida.

Esse texto fala sobre o Amor. Sim, Supremo Amor.

Não aquele amor de pai para filho. Muito menos aquele amor dos irmãos para os irmãos e também não tem nada com o amor no sentido fraternal.

Esse texto é um texto sobre o amor, aquele amor maldito que te arrebenta por dentro, sabe, quando você olha uma desgraça qualquer e mesmo sem entender porque, bate como um soco na boca. É disso, muitos chamam de paixão, outros tantos de tesão, e tem aqueles que apenas ignoram os sinais da vida. Sinais que as vezes nem existem mesmo, mas quem dirá?

Por isso o texto é para poucos, afinal, se você nunca amou dessa forma tão intensa, lamento, mas você ainda não foi feliz o suficiente. E não estou perguntando não, eu estou afirmando que você ainda não foi feliz o suficiente. Mas, ainda pode ser...

Esteja atento: você pode ser o que for, rico, casado, magro, gordo, feio, solteiro, empregado, desempregado, homem, mulher ou viado, enfim, seja o que for e como for e onde for e quando for... Pelo menos uma vez na vida você vai se deparar com aquele alguém que, mesmo sem a menor pretensão vai, inevitavelmente olhar despretensiosamente para você e mesmo assim, vai te causar aquele friozinho na espinha. Sim, você pode até negar, mas isso já deve ter acontecido.

Isso não significa que vocês serão felizes para sempre, mas significa que se as condições fossem favoráveis, vocês poderiam.

A vida é uma caixinha de surpresas e no final das contas, eu realmente ainda acredito muito no amor. E confesso, não fosse a minha maldita timidez, acho que já teria aproveitado algumas chances que esta vida da me deu, mas que por não proceder, perdi!

Perdi, talvez tenha até parecido esnobe ou babaca, desculpa, nunca foi minha intensão, era falta de coragem mesmo em encarar tudo isso...

Eu cresci sem um modelo de relacionamento. Pai e mãe eram apenas pai e mãe... E isso me fez acreditar em outros exemplos. Eu sempre quis saber o que era e para que servia o amor tão falado na televisão, nos livros, na literatura e nunca sequer entendi. Quando achei que tinha entendi, descobri que de tão frágil, talvez não fosse. E quando novamente achei que havia descoberto, descobri na verdade que não havia descoberto nada.

Hoje sem que não há como explicar algo inexplicável.

Como criar uma manual de instruções para explicar o que acontece quando você olha aquele alguém 1, 2, 3 vezes e fica com aquela sensação de pernas bambas? E mesmo que não haja ainda assim qualquer tipo de interação, a sensação continua?

Enfim, hoje o texto é leve, e a ideia era ser leve mesmo, pois de pesado já basta a vida, e ainda mais a vida sem a companhia - seja por timidez ou por isolamento social causado por um vírus...

Se você hoje, ama ou não ama, se você hoje gosta ou não gosta, se você hoje quer ou não quer, fica uma pequena dica: se permita - não faça o que fez este que lhe escreve: não fuja do que um dia pode quem sabe, ser sua felicidade...

Viva, deixe viver quem sabe, receba como troco, uma felicidade!!!

#fui

sexta-feira, 27 de março de 2020

Aquele do "Desabafo!"


Eu andava sem inspiração de escrever, muito menos pensava em sequer gravar alguma coisa, mas é tanto idiota, tanto burro e tanto imbecil por ai que não pude deixar de lado aquela opinião meio que dos contra.

Já alerto, se tu for bolsonaro, desliga e vá embora. Se tu for babaca, desliga e vai embora...

Enfim...



quinta-feira, 26 de março de 2020

RECADO - (PARTE III)

Aristóteles disse! E essa assertiva já serviu pra que “verdades” se impusessem. Não é o caso aqui. Apenas uma modesta citação, uma ideia, aliás, bastante conhecida: “O homem é um animal social”. 

Eis porque, talvez, esses tempos de “Fique em casa” seja para todos nós, uma experiência desafiadora.  Muitos, na contramão, precisando justificar quão prazeroso pode ser ficar sozinho.  Porque simplesmente gostam e há até aquelas pessoas que têm necessidade de fazê-lo, vez em quando.  Há, claro quem prefira sempre, ou todo o tempo, como os há quem não se suporte a sós. 

A experiência, na verdade, não é estar só (para todo mundo), mas ficar em casa.  Logo se a pessoa não mora sozinha, significa estar com os seus e isso também é para muitos, bastante complexo.  Nessa diversidade, por óbvio, há gente para quem a dificuldade é realmente estar em casa e se sentir... em casa.

A despeito dos vários aspectos gritando por abordagem no parágrafo acima e na tentativa de fugir, tanto quanto possível, do risco de que esse último texto da série termine com aspecto de um fractal, prendamo-nos em um só.  A prudência indica tratar do elemento “espelho”.  Me sobra a torcida para que a construção que segue, da parte deste escrevinhador, não resulte rasteira por demais, nem desnecessariamente complexa, inviabilizando a parceria refletiva proposta já no primeiro da série.
Casa, para bem dizer, é uma expressão de grande amplitude semântica.  De larga possibilidade, do ponto de vista filosófico e de diversas possibilidades na perspectiva da antropologia.

Em contrapartida, ao menos a mim me parece, guarda tal simplicidade apenas comparável ao desenho que uma criança faz desde que consegue pela primeira vez, reunir e aplicar habilidades motoras para o manejo do lápis, giz de cera e que tais; além das capacidades de expressão, em forma de imagens, daquilo que no seu pensamento tem o significado da coisa e da palavra casa.

De maneira geral o desenho se compõe de alguns traços que formam o corpo, uns tracinhos na parte superior que indicam o que vem a ser a cobertura, telhado, (antigamente, se colocava, em algum ponto dessa cobertura, uma chaminé). Penso que hoje isso não ocorra.  Mas, por algum motivo, agora, como antes, em geral, há nuvens no entorno superior. Na verdade, um céu azul e, invariavelmente, um sol.  Há e havia, quem desenhasse, na parte de baixo, em frente e ao lado, um verde (jardim), os mais habilidosos, árvores e flores...  Penso que essa imagem tenha significados bastante fortes.

Profissionais da pedagogia ampliariam o olhar (e é seu dever de ofício fazê-lo), em relação à posição do desenho no papel.  Ao centro, no canto da folha (superior ou inferior).  Outros significados e leituras.  Quanto a maioria de nós, mortais comuns, as percepções mais diretas e simples nos bastam e ajudam a entender o que, para as crianças a coisa e a palavra significam.  Um lugar!
Sim, sim. Um lugar que é seguro, que é bonito, que é agradável, que é seu.  Melhor, onde a criança se sabe ela individualmente e parte de um coletivo a que denominamos família.  Antes que loucuras venham a ser construídas no meio da leitura, convém assinalar: o referido coletivo pode ser ela e mais uma pessoa, ela mais duas pessoas, ela mais algumas pessoas... Quaisquer pessoas (se me entendem). 

A isso, também as crianças de ontem e de hoje, aprendem igualmente a denominar, família.

A casa real varia em tamanho, podendo ter um cômodo, três, oito, cinquenta e cinco e sim, seria humano que todas tivessem o tamanho necessário à dignidade.  Ela varia na forma, no estilo arquitetônico, no nível de acabamento e aí também não se pode fugir do fato de que seria ideal que cada um desses aspectos pudesse ser, para todos, no nível da dignidade e... 

Bem, as discrepâncias, do ponto de vista do poder aquisitivo das pessoas e das famílias não são novidades. Porém, de volta aos desenhos, vale reparar que são meio universais, de modo que se pode inferir que a construção mental expressa nos desenhos das crianças não está relacionada à percepção real da casa onde a “pessoinha” mora.  Talvez elas desenhem uma ideia sentida.

Ah, sim, o espelho sobre o qual eu disse que trataria...  Pois muito bem! O lugar, esse no qual “quarentenamos”, sozinhos ou na companhia das outras pessoas que formam a nossa família nos reflete, naquilo que concerne à nossa aura, nosso espírito, nossas emoções e sentimentos?

 As relações estabelecidas por nós para conosco; por nós para com os outros membros e desses para com eles (cada um), deles para com cada um dos outros, nós outros incluídos, são reflexos de cada qual?  Adianto que não falo da famigerada harmonia, mas da vida em relação.  Paulo Freire, diria, em comunhão.

Antes que me esqueça, o planeta é nossa casa num sentido bastante mais amplo, como ampla é a família com a qual o coabitamos e, aqui entre nós, seria bacana que ele nos espelhasse.

quarta-feira, 25 de março de 2020

RECADO – (PARTE ll)


Ocorrerá de muitos de nós não estarmos nesse plano (não confundir com Terra Plana), depois que a “tempestade passar. A questão, no entanto, permanece, posto que caberá a quem quer que sobreviva, escolher seguir sendo o que era ou outra coisa. Outro ser. De outro jeito. Com outro olhar. Um que olhe e veja... “A contenteza do triste, tristezura do contente. Vozes de faca cortando, como o riso da serpente. São sons de sim, não, contudo... Pé quebrado, verso mudo. Grito no hospital da gente” (Chico Cesar).

Muito para além do juízo que se tenha feito agora, por parte de cada um dos grupos de que falei no texto anterior, quanto a natureza do evento, será imperativo (aos sobreviventes), uma tomada de decisão quanto a, o que se fará com a vida que lhes for concedido continuar vivendo.  O fato é que não haverá tempo pra pensar depois, visto que, saídos do “olho do furacão”, a lógica que norteia nossa existência, tenderá a nos impelir à correria em busca de recuperar o tempo e a dinâmica “perdidos” nessa pausa da economia e da ordem mundial.

Esse tempo, no qual as águas de Veneza estão espantosamente limpas, em que não há baladas, festas e afins.  Esses dias (sei lá quantos serão), nos quais, para alguns é possível trabalhar sem o estressante deslocamento no confuso trânsito apenas para que superiores, chefes, patrões tenham seus “colaboradores” sob suas vistas de feitores, podendo fiscalizar o uso que cada qual faz do tempo pelo qual é “pago”...  Enfim, esse momento no qual pais e mães, forçosa e alguns, penosamente estão reaprendendo a conviver com filhos dentro de casa em tempo integral.  Esse tempo deve, precisa servir para refletir sobre todas essas coisas que, sim, estão na raiz de um modo de vida, de existência muitíssimo mais letal que o dito vírus.

Reparar no ninho em algum galho de árvore no quintal, ou no jardim, ou mesmo no formato da lua, que em todas as noites da nossa existência está bem ali, Nova, Crescente, Cheia, Minguante... E a gente nunca parou pra olhar, junto com nossos filhos. Ver, da varanda, da janela ou do meio do jardim o céu com as estrelas, só pra ver e depois, novamente vê-las refletidas no olhar de quem se ama e agradecer à “dinda lua” pela luz que tornou possível tal momento, tal efeito.

Pensar no que escreveu o poeta, “...Está certo dizer que estrelas estão no olhar.de alguém que o amor te elegeu pra amar”.  Viver essas coisas, afinal, haverá de ser pedagógico.  Mais que isso, terapêutico.
Não haveremos de ter desaprendido a (con)viver com nossas crianças, mas elas, possivelmente nem tenham aprendido a coexistir conosco, de fato.  Não creio que nossa geração haja esquecido de como encontrar, no céu, as “Três Marias”.

Desconfio, no entanto, que parte significativa das crianças de hoje, sequer saibam do que se trata.  Não acredito que muitos de nós, prefiram realmente correr cotidianamente em direção ao infarto, só não vemos outra saída.  Recuso-me a aceitar, como fato, que é o dinheiro o elemento que nos define e norteia nossa passagem sob o sol, acima de todas as coisas. Arrisco dizer que as divindades (conforme a crença de tantos, excetuando-se os ateus), gastam menos tempo nos impondo castigo ou provações, do que nós próprios construindo armadilhas nas quais, por fim, caímos sem a lembrança de que são obras nossas.

Continua no próximo texto. E como diria o guarijo, “mantenha-se respirando e don´t you fuck dê mole no terceiro mundo”

terça-feira, 24 de março de 2020

RECADO (PARTE l)

Pessoal, o texto abaixo está sendo publicado por mim, mas não é meu, é um excelente texto - que eu confesso acho que não conseguiria escrever tão bem, do meu nobre amigo e sócio de projetos utópicos, o Geraldo Luis Silva... Parceiro de cerveja, parceiro de papo e parceiro de ideias...

Leiam com atenção, é muito, mas muito bom mesmo!!!

E é o primeiro!!!

Segue:

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Este é o primeiro de uma série de textos/crônicas em que me permitirei a ousadia do sonho.  A rigor, não estarei, nisso, saindo nada do meu habitat preferido.  Pela vida adentro (ou seria afora?), fiz mais sonhar que ser prático, a ponto de ouvir, de maneiras tantas e vindas de pessoas diversas, frases cuja ideia central tem a ver com “falta de senso de oportunidade” de minha parte.  De fato, quando digo que me permitirei sonhar, é em função de que, neste momento específico da minha vida, por necessidade, tenho tentado ser minimamente prático e objetivo.  Sonhos, porém, me fascinam como o amor e as artes.

De que sonho falo então? decorre desse profundo mal-estar, da angústia, da ansiedade e até desespero perceptível nas expressões, nos olhares e nas atitudes de muitas pessoas, diante da situação em que vivemos e que é, ao fim e ao cabo, uma espécie de remake, dado que a Gripe Espanhola e outros tantos eventos vivenciados por gerações por gerações anteriores e que balançaram a raça humana em suas estruturas.

A questão é que passada a tempestade, temos voltado à mesma rota, logo assim que a tontura também passa.  Pessoas cujo mecanismo de “organização” mental e/ou emocional, as impele a atribuir a tudo uma ação divina, (seja como castigo ou como provação), clamam por perdão e/ou clemência durante; agradecem a ele pelo “livramento” depois e tocam a vida.  Os indivíduos que esperam tudo da ciência, torcem para que seja encontrada uma solução (vacina, remédio ou o que seja), isso acontecendo, sua “fé na racionalidade” se fortalece e vida que segue. 

Há claro, aqueles que apenas vêm as coisas e os eventos como algo que lhes possibilite ampliar os ganhos financeiros ou que os faz perder dinheiro.  Esses aproveitarão toda e qualquer situação para ganhar mais, ainda que não haja muita perspectiva, isto é, “pode ser que não haja em que gastar, sequer vida para usufruir, mas se houver “estarei mais rico” ainda que seja à custa de alguns milhares de vidas, dado que alheias”.

Seria possível estender por páginas á fio os exemplos de indivíduos e grupos e suas respectivas percepções e ações diante de eventos e catástrofes como isso que ora vivenciamos.  Desnecessário, ao menos para o fim a que se destina esta reflexão, ou convite a ela.  Assim sendo, vamos ao mote dessa conversa: o recado do Corona à humanidade.

Li hoje, no post de uma amiga a frase/ideia: “Eu acho que a terra ativou o sistema imunológico e está tentado se livrar da gente”  Lembrei, na hora, de uma canção do Raul Seixas em que ele, há alguma décadas, antecipava: “boliram muito com o planeta. E o planeta como um cachorro eu vejo. Quando já num aguenta mais com as pulgas, se livra delas num sacolejo”.

O complemento disso a que denomino aqui “recado” e que espero dê o necessário sentido a fim de que se possa efetivamente refletir, é a ideia exposta numa outra fase que me chegou: “o planeta adoeceu porque está com a humanidade baixa”.

Continua no próximo texto. E como diria o guarijo, “mantenha-se respirando e don´t you fuck dê mole no terceiro mundo”

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Aquele do “momento de reflexão... soltando o verbo!”

Sim, hoje é aquele dia que não passa. Arrastado ao extremo, um dia quase preguiçoso, mas que no auge da existência humana, é mais um dia. Com febre, garganta e arcondicionado no talo, dá pra imaginar que a noite vai ser meio tensa, meio só. Pois bem, há alguns dias tenho pensado muito num tema que para nós Curitibanos, não dá para ignorar: AQUECIMENTO GLOBAL.

Sim, porque esse tema é tão importante para nós? Porque, em plena etapa final de verão, ou melhor, faltando ainda quase 1 mês para o final do verão, Curitiba vive o clima mais loco do planeta. Frio, garoa – sim, aquela garoa que os especialistas em porra nenhuma diziam que nunca mais ia acontecer na capital do Paraná – somado a dias com frio de ter que usar blusa leve e tudo isso, em pleno verão.

Nunca o “aquecimento global” teve tanto sentido quanto está tendo agora, pelo menos para mim. Se discordas, respeito, mas na minha visão, é mais ou menos assim:

- tem cientista criando alarde? (tem sim senhor)
- tem menininha chorando pois detonamos o planeta? (tem sim senhor)
- tem dias frios em pleno verão? (tem sim senhor)

Mas e aí?

Então, com toda essa condição de aquecimento global, nos mobilizamos por vezes para separar o lixo, para cuidar do meio ambiente, para salvar a Amazônia, para preservar a mata atlântica e por aí vai. Mas, na verdade, além de seguir o que diz a grande mídia, o que mais fazemos de forma prática para ajudar?

Vamos ao mercado? Então, eu vou criar uma listinha de compras, para um homem solteiro, sem filhos (não é meu caso, sou apenas solteiro). E lá vou eu ao mercado, e vou comprar hoje:

- sabonete
- shampoo
- creme dental
- arroz
- feijão
- ovo
- carne pra semana
- pão
- queijo
- presunto
- mortadela (que amo)
- um ou dois pacotes de biscoito
- dois refrigerantes
- 6 longneck de cerveja (Heineken, claro)
- ah, claro, óleo (seja ele de soja, milho, canola, qualquer um que entope veias e artérias)
- e um chocolatinho para finalizar

Listinha feita, vamos observar o que cada um pode representar?

- sabonete (na melhor das hipóteses, ele virá numa caixinha de papelão, mas o mais comum, é vir embalado num plástico) – descartável
- shampoo – (plástico – individual) – descartável
- creme dental – (plástico metalizado – o que é pior ainda – individual) - descartável
- arroz – (plástico) – descartável
- feijão – (plástico) – descartável
- ovo – (na melhor das hipóteses, papelão, mas tem o maldito plástico) – papelão até dá para reutilizar, mas plástico, não
- carne pra semana – (embaladas em saquinhos de plástico) – descartáveis
- pão – (na maioria dos mercados ainda em sacos de papel, mas há a versão sacolinhas de plástico) – descartável
- queijo – (plástico) – descartável
- presunto – (plástico) – descartável
- mortadela (que amo) – (plástico) – descartável
- um ou dois pacotes de biscoito – (plástico) – descartável
- dois refrigerantes – (plástico) – descartável
- 6 longneck de cerveja (Heineken, claro) – vidro – hoje em dia, descartável – corta as mãos dos coletores
- ah, claro, óleo (seja ele de soja, milho, canola, qualquer um que entope veias e artérias) – (plástico) – descartável e sujo de óleo, nem reciclado pode ser
- e um chocolatinho para finalizar – (plástico, na maior parte das vezes, metalizado) – descartável

Suponha que esse homem seja eu, o que eu estou fazendo para salvar o planeta?

Ah, hipocrisia minha, não é mesmo?

Logística reversa? Custaria caro, topa pagar?

Da lista, sabonete poderia ser vendido a granel, shampoo poderia ser vendido através de um dispenser, o creme dental não dá pra fazer muito, o arroz, feijão, ovo, carne, pão, queijo, presunto, mortadela, biscoito – poderiam muito bem serem vendidos a granel como inclusive já foram um dia. A cerveja poderia ter um esquema de retorno de embalagens assim como o refrigerante também.

O óleo, lembro-me bem que eu quando era criança, ia no armazém Santo Antonio, algo assim, ali no Capão da Imbuia, e o óleo de soja era vendido a granel, tinha um tonel gigante com uma torneirinha, aí você chegava lá, enchia o litro (meus pais tinha uma garrafa de suquita – 1 litro) e a gente já levava uma rolha para fechar. Aliás, eu ia com minha finada vó.

E também, não vejo qualquer problema do chocolate ficar em um vidro do qual, com um pegador, poderíamos retirar os mesmos e coloca-los num saquinho de papel ou então, num potinho de vidro.

Sabe porque isso não acontece?

Porque – eu, você e todos nós – somos preguiçosos, individualistas e pobres de espírito. Cada qual com seu iphone ou andoid que para ser fabricado suja muito mais o planeta que um monte de carro desregulado, hoje temos televisores cada vez maiores que consomem um recurso natural que nunca mais voltará para a natureza...

Antes de salvar a Amazônia, quero a floresta de Araucárias aqui do Paraná refeita. Destruímos tudo para plantar soja, milho, alguns porcos e aves... E porque a Amazônia não? Já temos o segundo maior porto em movimentação de contêineres do brasil, porque mais um porto privado e porque em Pontal do Sul? Hipócritas!

Querem sim salvar o mundo, mas ninguém gosta de lavar a louça.

Quando quiser falar de aquecimento global, tipo aquela menininha chorona lá, deixe de lado hábitos que fodem o planeta para então, falar sobre. Se não for assim, vamos continuar como está, pode ser?

#fui

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Aquele do “jeitão de cavalo... estou cagando e andando...”

Bom, que tudo na vida se resumo a um amontoado de ciclos, acredito que até o mais burro do planeta já tenha percebido. Ok, sempre tem alguém mais burro ainda para não sacar essas coisas. E eu não sou politicamente correto mais para ficar passando as mãos nas cabecinhas alheias que não concordam comigo. Infelizmente, durante mais de 40 anos tentei agradar a todos, pai, mãe, irmãos, ex-mulher essas merdas, mas hoje, não quero mais saber disso. Eu em primeiro lugar e os demais, cada qual no seu degrau de desimportância que eu possa deixá-los, bele?

Mas hoje, o texto é sobre ciclos. Certa vez, eu ganhei uma caixinha de som, super top, sabe, com subwoofer, ela tinha um grave bem bacaninha, tinha toda um esquema visual top, e claro, era um som de grande fidelidade, o que me deixava muito feliz com seu som. E durante anos eu usei ela, e seu som era sempre impecável. Mas aí, os ciclos foram se fechando, novos ciclos foram se abrindo, o tempo foi passando e agora, que chegou a hora de dar um grande fim a essa caixinha linda: lixo!

Infelizmente, acho que seu amplificador operacional queimou, está dando over, e minha raiva por ela ter queimado está dando abertura ao amor de comprar uma nova caixinha. Ainda não sei que marca, ainda não sei que modelo, mas ela dará lugar a algo novo, porque talvez o grande desafio de uma vida de ciclos seja exatamente dar fim a ciclos que se fecham e a eles dizer um sonoro tchau, vai se fuder – ou muito obrigado (em pouquíssimos casos), e dizer olá, seja bem vindo novo ciclo, espero gostar de você muito mais do que gostei do ciclo anterior. Hahhaha adoro isso!

Duas coisas que aprendi na vida e que gostaria que todos também considerassem um dia: nada é eterno, ainda mais quando se tem outra pessoa envolvida também, e que os ciclos chegam, mesmo que a gente não os queira.

Mas de resto, com a queima de minha caixinha de som, percebo que um novo ciclo se inicia, sem vínculos materiais ou emocionais, talvez sem a mesma qualidade pois, som de qualidade não custa barato. O que não dá é para ficar sem as músicas tocando na caixinha. Sou musical, amo música, gosto de ouvir e de cantar. Não só isso, acredito que sem música o mundo fica muito pior. Sem música parece que os filhos da puta que querem nos sacanear no trabalho ganham ainda mais força, que nossos inimigos no dia a dia ficam ainda mais fortes, da uma impressão que as pessoas ruins vão simplesmente dominar e que, o mal vai vencer o bem. E na verdade, com música ou não, o mal sempre vai vencer o bem, porque, simplesmente, é isso que sempre buscamos.

A gente nega, a gente diz que não, mas sempre ao vencer alguém, esse alguém perde e claro, nossa satisfação sempre vai se sobrepor ao sofrimento alheio. Acredito mesmo que não há como ter justiça num mundo onde sempre um tem que ganhar e um tem que perder. Quem ganha ri, quem perde chora e vai ser sempre assim, não é mesmo?

Não, na verdade, perder pode não ser tão ruim assim, basta aprendermos a usar uma palavrinha fácil: foda-se!

Se você perdeu, fale bem algum um sonoro FODA-SE!

Assim você se liberta de uma amarra da qual, além da liberdade, vai te trazer uma certa sensação de bem-estar quase inexplicável. Mesmo que você seja um ávido religioso que acredita no chézus e no deux e tal, lasque um belo e sonoro foda-se e você verá o poder libertador!

Bom, para hoje é isso... O texto ficou mei-longo, mei-curto, mas foi o que consegui. E para terminar:

FODA-SE!

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Aquele do "não, não e não!!!"

Viu, você sabe que o significado de NÃO, é NÃO? Não sabe? Pois é, não é não, assim como azul é azul, varia o tom, mas azul é azul. No caso do Não, não é não e ponto final. E se você não concorda, você pode até questionar, mas primeiro você deve obedecer e depois, se por um acaso tiver algum bom argumento, ai sim, você pode até mesmo dialogar com quem te disse não. Mas antes disso, não...

É uma palavra tão pequena e tão ignorada. Claro, o sim é muito mais gostoso de se ouvir mas o não é tão necessário se não até mais necessário do que o não. Infelizmente, como eu disse, você pode até mesmo não concordar, mas até aí, esse é um problema todo seu.

Então, se uma mulher te disser não: NÃO É NÃO
Se teu pai disse não: NÃO É NÃO
Se sua esposa te disse não: NÃO É NÃO
Se o seu professor disser não: NÃO É NÃO
Se a vida te disser não: NÃO É NÃO

Não existe meio NÃO, não existe variações de NÃO. Não é não e ponto final.

Até entendo que você ou outras pessoas não gostem do NÃO, mas NÃO É NÃO.

Chega a ser hilário perguntar, mas por acaso você consegue perceber a dimensão de uma palavrinha tão pequena? SIM, consegue? NÃO É NÃO

E hoje, hoje é sexta-feira, dia da maldade. Mas essa maldade tem um limite até quando você diz não! Ou a hora que você houve um não!!!

Hoje o textinho é assim, é um não mesmo!

Um não estou inspirado, um não quero mais escrever hoje e um um não me encha o saco!!!

#brinqs a parte....

#fui
#nãoénão

domingo, 26 de janeiro de 2020

Aquele do "foda-se se você acredita"

Pois bem, leitores, eu estou prestes a comprar um livro que chama-se "A Arte do Insulto", de um comediante conhecido como Leo Lins. Sim, comprarei esse livro e com toda certeza lerei ele de frente pra trás, de trás pra frente, de lado, pois, pela sinopse que li e comentários de quem já leu, ele vai me ajudar e me preparar para ficar ainda pior do que eu já sou. Sim, isso será possível.

E hoje, ou melhor, e neste texto que você lê, o título não poderia ser mais direto de minha parte, e eu não estou nada preocupado se você vai gostar ou não, se você vai concordar ou não sequer, quero saber a sua opinião sobre o assunto. Lembre-se que você veio até aqui, eu não te obriguei a nada. Mas, sim, eu respeito você por ter uma opinião e o direito de tê-la defenderei até a morte.

Mas, sem mais rodeios, a questão é a seguinte:

NO QUE VOCÊ ACREDITA?

Bom, eu não acredito em muita coisa, mas posso fazer uma lista rápida:

eu acredito que a terra é redonda
eu acredito que o aquecimento global é um besteira (e tenho bons argumentos)
eu acredito que deux não existe (é mais uma baboseira)
eu acredito que, é possível a gente dominar os menos capazes...

Hahahah

E é justamente sobre o ultimo item da séria que eu vou tratar hoje. Veja bem, quando você era criança e aprontava alguma coisa, sério, alguma vez sua mãe soltou a boa e velha frase ou suas variantes?

"Olha a polícia alí"
"Vou chamar o policial"
"Se aprontar papai noel não trará presentes"

Sério?

Então, essa é uma forma até meio desesperada de seus pais, de alguma forma, terem certo controle sobre você. Ai, na vida escolar, vivemos com o medo da reprovação, medo de ir para a diretoria, enfim, sempre e cada vez mais, medos e medos.

Aí, chegamos no trampo e os medos continuam, medo de chefe, medo de fofocas, medo de demissão, enfim, no final das contas, vivemos sempre sob uma forma de controle, não é mesmo? Sim, se você acha que fui superficial até aqui, a ideia é essa mesmo, quer profundidade, vá estudar por sua conta, eu não estou preso a ninguém e não sou obrigado a ensinar coisas básicas, bele?

E hoje, almoçando com uma pessoa muito especial para mim, eis que o assunto dominação vem a tona, mas, pelo menos com ele, preferi não discutir isso.

Mas você já reparou que, ao longo dos anos até mesmo as religiões se adequaram?

Pois é, agora, até a igreja mórmon está diminuindo o tempo em que os membros precisam ficar lá. Antes, na época que eu frequentava, tudo começa as 9 e ia até 12, 12h30... Agora, começa as 8 e 10 horas a galera já está indo embora. Mas sabe o que é isso?

FATURAMENTO

Afinal, ninguém consegue hoje em dia ficar 3 horas sentados ouvindo sermão sobre josef smith ou suas mentiras, ou ainda ficar ouvindo paródias de chézus e deux... Sabe, aquela do mar de sal ou do maomé que não foi a montanha ou ainda, aquela do pai que arregaça o filho com uma faca só que não...

E como os mórmons adoram se colocar como "melhores" que os demais, lógico que se o povo tá achando que 3 horas é muito, eles fazem a galerinha ficar 2... Eu não duvido que, em 3 a 5 anos, até mesmo na igreja católica, os sermões mórmons ou qualquer outra seita merda dessas de enganar otários, vão migrar para o sistema EAD. Alias, eu faço roteiros, se algumas dessas seitas quiser, posso começar a ajudar nessa preparação...

Tudo vai migrar para uma plataforma, aí neguinho faz login, assiste o sermão, transfere o dízimo e continua dominado...

E a dominação da qual estava tratando é justamente sobre isso. Os mórmons estão começando a perder algumas batalhas: 100 bilhões de fundo para a segunda vinda de cristo, que não pagou 1 centavo de imposto mas que agora está na justiça norte-americana e com provas de que a grana foi usada com outro propósito; o número de ex-membros e membros resignados (que exigem tirar seus registros da igreja) não para de crescer; a demanda de batismos tem pego cada vez menos trouxas (fui com meu pai há um ano e pouco e nem moleque pra servir o sacramente havia), ou seja, os mórmons estão perdendo.

Nessas horas, o que eles fazem?

Impõe o medo como ferramenta de retomada de crescimento.

Chega um presidente dessa palhaçada, online pois pro brasil ele nem tem coragem de vim,  e avisa os membros que será uma época complicada, de muita perseguição... Aí os membros ficam tudo zuado. Quer forma melhor de dominação do que o medo? Eu nunca usei isso com meus filhos, nem quando era "casado" nem depois de "separado", até porque o medo eu considero uma ferramenta muito desproporcional de usar. Acredito ser ela no mínimo injusta.

E o mórmon adora isso, "ser melhor" que todos e "tocar o medo" nas pessoas. Quando me separei cheguei a ouvir de que, se eu não voltasse, não ia dar conta. Demorou, mas hoje estou bem e claro, continuo o ATEU que me tornei.

Heim, vamos fazer o seguinte? Não tema e não permita que qualquer um, com terno e gravata ou não, imponha algo a você. Você manda em você, você escolhe, você decide...

Ame-se, para depois amar os outros...

Você, seus pais, seus familiares, seus amigos, pessoas normal, deux... deveria ser a ordem do amor...

Para mim, é quase.. pais e filhos estão no mesmo degrau logo abaixo de mim!!!

#abrax

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Aquele dos "rótulos sociais"

Quando você pensa em comprar um achocolatado, que marca você pensa? E aquele refrigerante, qual é a marca que vem a mente? Pois bem, sempre que pensamos em consumo acabamos tendo em mente um rótulo, uma marca, não é mesmo? Dessa forma, não tem como pensamos em comprar um produto, sem que tenhamos marcas ou de referência ou de preferência... Alguns argumentam que a durabilidade é maior ou a qualidade é maior ou então, que o custo x benefício é o melhor... Enfim, sempre associamos algum produto a algum nome.

Sim, sim, sim... Sempre!

Mas, que relação esse trecho do texto tem com o título deste texto?

Nada.
Tudo.
Mais ou menos...

Mas é fato que, tomando eu como exemplo, pode ser? (acompanhe a numeração ao lado)

1 - não acredito em deus
2 - não concordo com bolsonaro, não concordo com lula
3 - não acredito em aquecimento global
4 - tenho convicções sobre alimentação e saúde
5 - gosto, conheço e sei muito sobre carro e mecânica

Tudo bem até aqui? Veja bem, o que acontece no dia a dia agora:

1 - sou ateu
2 - sou um coxinha e sou um mortadela - tirando que posso ainda ser um neo-facista-liberal-capitalista
3 - sou um idiota
4 - sou uma besta
5 - sou um metido/enrolão

Engraçado como é fácil me rotular, não é mesmo? Eu mesmo posso fazer isso, mas adoro perceber o rótulo que as pessoas colocam nas pessoas e observo muito isso. Hoje, num dos poucos dias em que almoço, fiquei o tempo todo pensando nisso, sabe. É interessante nossa imensa capacidade de rotular alguma coisa / alguém, muitas vezes apenas pelo simples prazer, mesmo que inconsciente de fazê-lo.

Um dia, até me importei muito com isso, mas hoje, não me importo mais. De fé, como diria uma atriz pornô em uma entrevista no youtube, "sua opinião para mim é como um cocô de cachorro, que eu cuido para não pisar em cima." Sério, não dá para juntar uma ruga de preocupação com o pensamento alheio, sabe, é complicado demais tentar agradar todos e perceber que, partindo do princípio, não temos sequer a capacidade nos agradar o tempo todo, quiçá agradar mais alguém.

Muitos irão nos rotular. Muitos estão mais preocupados com o que você veste, com o que você come, com o que você bebe, mas até que ponto isso vai interferir em sua vida? Até o ponto em que você permitir, então, quer uma dica?

Não, não use protetor solar não, qualquer coisa, pesquise a respeito!

A dica é, se importe tanto com o que os outros pensam quanto você se importa com o que os outros estão fazendo/sendo. Aí, você perceberá que, o mais importante é usarmos, agradarmos, vivermos o que nós queremos para nós. Você gosta de Toddy e eu de Nescau, e o que isso vai mudar em nossas vidas?

Enfim, um textinho para não deixar em branco, as pautas dessa semana, vou postergar para semana que vem, e será uma série sobre a geração XYZ, mas pode ser que não saia ainda. Estou escrevendo com calma!

Fica na paz!

#peace

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Aquele do "um dia já foi, não é mais..."

Quem cresceu em curitiba como eu, quer dizer, que esteve por aqui entre a década de 80 até hoje, pode acompanhar mesmo que involuntariamente, a história de algumas empresas paranaenses que não aguentaram a pressão. Simples assim, um dia existiam noutro não!

Alguém lembra da HM - Hermes Macedo?

Ou das lojas Prosdócimo (algo assim?)?

O que dizer da Mate Leão, heim...

Exemplos de falência ou incompetência gerencial (eu acho), não faltam. Mas a ultima falência que tenho notícia e que literalmente estou cagando é a tal LAVA-JATO. Certo, não era de curitiba mas a capital paranaense acabou se tornando palco de muito luz em relação a esta operação contra a corrupção dos governantes anteriores. Sim, tivemos até ex-presidente preso no Santa Cândida, numa cela especialmente preparada para ele.

Não quero saber se foi ou não golpe, não quero saber a opinião alheia mas, desde que começou esta merda toda eu converso com alguns dizendo que acredito tanto, ou melhor, acreditava tanto na lava-jato quanto acredito em deus, ou seja, nada.

Corrupção não é mais crime no brasil, é trejeito cultural. Sim, se começarmos uma análise de tudo que fazemos no nosso dia a dia como bons brasileiros, perceberemos porque nunca vamos acabar com a corrupção nesse país, até porque, acabar com esse costume vai ser impossível de qualquer jeito.

Acredito que eu não preciso citar exemplos de como a corrupção está presente até mesmo no seu dia a dia e quem sabe até mesmo sendo praticada por você, mesmo que aleatoriamente, mas se quiser, comenta aí que eu passo diversos exemplos que podem ser considerados.

Porém, o essencial desse texto é que, troca presidente, troca governador, os corruptos sempre estão em certa evidência política. Se não é em nome do pai, é em nome do filho ou do espírito santo, afinal, famílias normalmente buscam deixar herdeiros políticos e até mesmo que se pensava ser honesto, pode no final das contas, cobrar aqueles 10%, não é mesmo?

Lava-jato ou lava-jegue ou ainda lava-caralho, nunca teriam forças como operações de investigação num país onde se alteram as leis e diretrizes para proteger pessoas. Ou só eu acredito muito que a mudança da prisão da segunda instância para o famoso trânsito em julgado foi uma manobra para proteger filhos? Sim, filhos, pois o lula, tanto faz se preso ou solto, com a lei da ficha limpa (se não foi mudada também), pode até concorrer, mas a regra é clara, se tem uma condenação, é ficha suja, ou estou errado?

Enfim, porque estou escrevendo sobre isso?

Porque tem gente lamentando o fim da vaza-jato e eu, estou apenas neutro nessa história toda, afinal de contas, sei que corruptos ou não, eles sempre vão vencer e nós, sempre vamos pagar até as putas que eles eventualmente, no auge do seu pode, usufruem...

É assim, sempre foi assim, e sempre será assim, alguém duvida?

#fui

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Aquele do "quando foi a ultima vez que você fez algo pela primeira vez?"

Ontem eu comecei a escrever um texto. Claro que não consegui evoluir, a mente bloqueou, deu ruim, o TILT foi tenso e nada mais saiu desse teclado maldito o qual tem as teclas duas, uma posição incômoda e tem uma marca famosa. Mas para quem quer escrever, até o teclado virtual do windows poderia ser uma boa ferramenta, mas acho que iria demorar muito. Enfim, hoje é dia de texto soft, hoje é dia de pequenas reflexões sobre coisas as quais talvez ninguém tenha qualquer interesse em refletir.

#né

Essa pergunta eu li esses dias num post do Instagram e achei até interessante. Mas, foi mais ou menos após lê-la que eu comecei a fazer uma listinha das coisas que eu tinha vontade de fazer e que ainda não tinha feito na vida, nem que seja pela primeira vez, segunda ou terceira vez em alguns casos. Fato é que, após começar a pensar nisso, percebi que passei um tempo desa vida, que digamos dure 70 anos, no qual não me lembro de ter feito nada pensando apenas em mim, de forma bem egoísta mesmo. Afinal, foram 18 anos pensado no outro, nos outros e no bem estar coletivo.

Mas, e eu?

Eu me fodi, claro, de forma consciente, mas eu me fodi. Eu não viajei o que poderia ter viajado, eu não aprontei o que poderia ter aprontado, eu não comi o que e quem poderia ter comido, eu não bebi o que poderia ter bebido, eu não usei o que poderia ter usado. Aliás, contando tudo, foram 18 anos + uns 10 anos de subserviência religiosa, na qual, eu fiz ainda menos por mim. E isso se reflete até hoje.

Então, em alguns momentos, esse homem de 42 parece um adolescente indo ao um bar e enchendo a cara, voltando para casa sem a consciência e torcendo no dia seguinte para que o motorista do uber tenha sido gente boa. E pior, tem dias que nem sei como entrei em casa. Mas, chega, estou deixando isso de lado.

O foco agora vai ser outro. Lugares para conhecer, comidas para comer, bebidas para experimentar, dinheiro para juntas... Trabalhos a realizar, pessoas novas para valorizar e quem sabe, aquela pessoinha que faz o coração bater mais forte chegue por ai, mas por hora, vou vivendo os dias como se fossem e realmente não são, dias que eu já vivi. A cada novo amanhecer, nada tende ou precisa ser como foi no dia anterior. Mesmo que eu tenha minha rotina de acordar, tomar meu banho essas coisas, cada um dia é único. Para alguns, uma contagem regressiva, para mim, uma contagem acumulativa.

Não importa se e um dia a menos no total, para mim, é um dia a mais de vida. Acordo cedo para ver o sol, durmo tarde para ver a lua. 8 horas de sono por dia? Há zilhões de anos não sei o que é isso de forma rotineira, durmo mais nos dias em que resolvo tomar uns goles a mais, aí o corpo cobra, mas de resto, BRAZIUUUUUUU toco a barca...

Iniciei 2020 deixando de lado costumes que estavam me atrasando, coisas que criei em outra fase e que faziam sentido no tempo passado, mas que no tempo presente, não fazem qualquer sentido, seja lógico ou ilógico. Aliás, quem é que pode querer determinar isso?

Eu tenho como característica existencial deixar as oportunidades passarem, mas isso até nem incomoda mais, pois, a cada uma que acabo deixando passar, parecem aparecer algumas melhores, e melhores e por ai vai.

E ai, quando foi a ultima vez em que você fez algo pela primeira vez?

A minha foi ontem, quando realmente eu fiz algo pela primeira vez que nunca tinha feito. Foi bom pra caralho, "animou o ânimo", como diria aquela cantora gostosa, "É bom para o moral, é bom para o moral"... E se, você se incomodou pelo "gostosa", saiba que foi o mais respeitoso possível, afinal, hipocrisias a parte todos nós, nem que seja pela primeira vez, mentalmente sempre achamos isso de alguém, goste você do que goste, sempre pensa isso.

Talvez, e apenas talvez, o grande sentido dessa vida seja justamente se libertar das amarras familiares, sociais e comportamentais para, mesmo que "mantendo o respeito", possamos nos permitir fazer coisas pela primeira vez sempre que quisermos/pudermos/tivermos, será?

Enfim, né...

#segueobarco

sábado, 11 de janeiro de 2020

Aquele do "hipócritas do firmamento..."

Alanis Morissette gravou, muito anos atrás e eu era um adolescente ainda, ou quase adulto, uma música cujo título é: Ironic. A música, fora a voz dela que é linda, a sonoridade bem pensada e uma harmonia incomum em músicas comerciais (pode discordar, faz parte do jogo), traz na letra uma série de ironias que a vida pode nos apresentar, sabe... Tipo, chuva no dia do casamento que seria a céu aberto ou o cara que morre um dia depois de ganhar na loteria...

Mas e você, leitor, que tipo de ironia costuma vivenciar no seu dia a dia?

Hoje em dia, no meu cotidiano acho que não consigo listar ironia, pelo menos não as consigo listar de forma consciente. Mas é fato que elas devem existir de alguma forma. Porém, no cotidiano social, a gente pode observar algumas coisas, mas vou tentar ser o mais direto e menos sutil possível, bele? Um aviso: se tu não tem muito estômago para assuntos que de alguma forma abordam religião, deux ou comportamento, por favor, feche a aba do seu navegador e volte para o DLQ outro dia, para um texto menos provocativo, bele?

Então, avisado foi!

E vamos começar. Em dezembro de 2019, uma produtora de vídeo que revolucionou a linguagem de vídeo, trazendo temas duros como dificuldades entre relações homem/mulher, ou então, um vídeo que o cidadão se revolta e cobra de policiais que dormiam na viatura uma postura ou ainda, relações trabalhistas abusivas. A produtora passou a realizar todos os anos, em dezembro, um especial de natal que confesso, eu AMO todos feitos até agora. Mas compreendo que são pesados, são construídos de um humor do qual o brasileiro nunca aprenderá a compreender, por insuficiência intelectual mesmo.

No ano 2000, quando a internet estava se tornando algo mais importante que muitas outras coisas, as pessoas aprenderam que o computador e depois o smartphone tinham um grande poder que estava ali, disponível: INFORMAÇÃO! (hipócritas do firmamento¹)

Foi uma grande disparada. Tudo que antes estava restrito ao universo familiar, convívio social, universo acadêmico entre outros, começou a se tornar conhecimento de alcance público. Nesse momento surge no planeta terra uma nova forma ser ser humano, o homo-sabis-tudis... É aquele cara ou aquela cara que, lê na internet e fica falando, repetindo, reafirmando... Isso para o lado bom e também para o lado ruim e claro, surge justamente o questionamento do que é o lado, seja bom ou ruim.

É posso notar que, aos poucos, tanta informação na verdade acabou tornando as pessoas um tanto babacas, mas ainda assim,babacas "informadas".

Bom, o tempo passou, a internet evoluiu, hoje todos acham que 1 semana sem atualização já é atraso de vida mas, tudo tem um preço. Até então, algumas verdades eram universais ou quase, vou citar as que demandam mais interesse para este, que vos escreve:

- existência de deus
- aquecimento global
- saúde

Até então, era muito difícil, sem informação, deixar de lado coisas que nossos avós e pais nos ensinaram. Assimilávamos o que vinha e assim, vivíamos felizes para sempre. Mas não, com o excesso de informação passamos, mesmo que internamente, a nos questionar. Será que isso é verdade? Será mesmo que devo fazer assim? Será? Será? Será???

Aí chegamos na época dos apps. Ifood, Uber, POP, Ifuck, Igod, IJosephsmith, Igrejauniversal... Nossa, eu fico até meio perdido. Quando surgem os aplicativos, notamos que o comportamento das pessoas muda e muito.

Os taxistas que tinham um mercado paralelo no qual uma placa chegava a valer 150 mil, passou a entregar placas de graça. Haviam aproximadamente 2000 taxistas e assim que a primeira empresa de App começou a atuar, nos primeiros dias já eram mais de 2000 motoristas ganhando seu din-din, levando gente a valores infinitamente inferiores que os taxistas... Heim, que mudança, não!!!

E, se antigamente você tinha que ligar para a pizzaria, agora é só pegar o app.

Tantas mudanças, tantas evoluções, não é mesmo?

Mas o que isso tudo tem em relação ao a produtora e seus vídeos de natal?

É justamente isso, tudo evoluiu, mas quando alguém questiona algo tão antigo, mais de 2000 anos, a legião que hoje chamo de "hipócritas do firmamento" reclama, um deles até coquetel molotov lançou na produtora... Aí, babaca critica o Islamismo mas age de forma ridiculamente parecida, impedindo que o outro pense de forma diferente.

Vivemos num país de liberdades atreladas a determinantes. Por exemplo, você pode escolher no que acreditar, mas nunca diga que é ateu (eu sou ateu sim), pois se assim você o fizer, talvez nem emprego você consiga.

Você tem liberdade para tudo, desde que você seja a favor dos de todos os grupos, pois se você discordar minimamente de um deles, você é um fascista. Simples assim.

Bom, eu não concordo com 90% dessa palhaçada toda, não sou politicamente correto e acho que andei quieto demais nos últimos tempos, mas também, não vou falar para todo mundo ouvir, falarei apenas para alguns, os selecionados...

E para fechar, antes de retomar a sanidade e fazer uma lazanha de frango para meus moleques, você estão sabendo que o presidente bolsorabo vai dar subsídio para grandes templos de igrejas na conta de luz? Ou seja, já não pagam impostos, já não tem responsabilidades e agora, vão pagar menos luz... Ah, bolsorabo, pqp heim...

Bora lá...

#fui

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Aquele do "será que eles estavam certos?"

Cresci em uma família tradicional. Havia a figura do pai, da mãe, dos irmãos e parou por ai. Nunca fomos muito de estar na casa de outros parentes, muito menos recebíamos outros parentes com frequência. Cresci convivendo com poucos primos, muitos dos quais nem sinto falta, cresci sem aquele apego de tio ou de tia e ainda, cresci com minhas duas avós, mas vendo apenas uma delas. Hoje, ambas se foram...

Mas o tema desse texto tem e não tem haver com o contexto familiar no qual eu fui criado. Sabe, esses dias eu estava observando o discurso inflamado de uma garotinha, que nem vou citar o nome aqui, mas ela defendia muito bravamente que as gerações anteriores fuderam o planeta e por isso ela não teria futuro. Bom, a começar pelo princípio, uma garotinha como essa nem deveria mesmo ter futuro, se já mimada agora imagine com 18 anos, vai ser insuportável.

E aqui entra parte do texto, pois, se ela fosse de maior (e eu nem aborto o pensamento), ao observá-la eu até diria que ela está chapada ou sob efeito de alguma substância. Sério, quanta merda ela falou e de forma muito seguro, não sei não, heim...

Porém, o texto não é apenas sobre essa garotinha, que defende tudo mas deve ter seu iphone, vai que né... Eu iniciei o texto me contextualizando no ambiente familiar e coloquei essa garotinha pois, cresci num ambiente em que o médico Carazzai foi bastante presente, pois no colégio em que eu estudava ele ia sempre com seu conhecimento e experiência... Mas e aí?

Aí que hoje, aos 42 anos eu me pergunto: fumar um negocinho do capeta é ruim? Outras drogas são ruins?

Afinal de contas, porque fumar um negocinho do diabo, dar um tapa na macaca é pior do que encher a cara de cachaça ou de cerveja? Sério, porque as pessoas se alteram?

OK, eu compreendo, mas então porque não se proíbe tudo? Ou então, se legaliza tudo?

Afinal de contas, se temos leis que dizem o que pode e o que não pode, não deveríamos ter leis então que permitissem o uso mas que atuassem nos efeitos disso tudo? Ah, aqui é interessante pois além de tudo, o governo ganharia a maior grana com imposto, afinal de contas, eu duvido de forma contundente que o consumo irá diminuir, haja vistas a quantidade de distribuidores de bebida que tenho visto abrir em todos os cantos dessa cidade, de outras cidades...

Álcool pode mas outras drogas não? Porque?

A galera já está alucinada de qualquer jeito, cara, tem quem acredite em chaleiras voadoras, gnomos, gambás abençoados, chézus e deuxxx, enfim, tem até quem acredite que o brasil um dia vai dar certo... Ou seja, drogado todos já parecem estar, então porque ainda temos esse pré-conceito sobre drogas e essas coisas parecidas?

Enfim, acho que por hoje é só, né pessoal!!!

Deixemos assim então!!!

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Aquele do "cansei, cansei de saco cheio, é hora de desacelerar..."

Só que não, né. Acredito muito que não consigo desacelerar de assuntos que interferem cotidianamente em minha vida e hoje, não vai ser sobre religião, pois falar em chézus ou em deux, me cansa. Nunca imaginei tamanha criatividade de uma pessoa ou de muitas pessoas em alimentarem personagens tão importantes. Mas, ainda assim, personagens. Uma coisa é falar sobre um tal deux sol, que se vê, outra é falar sobre algo que apenas se pode sentir, e nesse caso, eu não sinto, logo, não existo...

Eu não sei se ao ler meus textos você chegou a perceber que eu não sou muito normal, mas realmente não sou. E não sou louco, apenas estou no meio termo, talvez um limítrofe (aquele que fica sem oxigênio numa parte do parto), ou seja, louco mas normal, normal, mas louco... Mas vamos ao tema de hoje, finalmente?

Veja a foto a seguir:
Esses produtos são apenas os exemplos mais óbvios da sua preguiça, da sua comodidade.
Sim, o tema hoje não é outro senão... Lixo. Sim, o lixo de vida que estamos assumindo para nosso futuro, mas que a culpa não é nossa, cidadãos contemporâneos e sim, de nossos ancestrais, em quais níveis forem. Sim, eles cansaram de ter que lavar louças, cansaram de ter que ir no mercado com um carrinho e logo a industria percebe que ser cômodo, daria maior lucro. OK, as coisas não são bem assim, mas vamos tentar analisar de uma ótica diferente do convencional.

Imagine a cena:

Você (homem, mulher ou algo que o valha), vai ao mercado com seu (homem, mulher ou algo que o valha), e juntos vocês seguem pelos corredores escolhendo produtos de uma lista de compras semanal, vamos brincar e criar uma?

- arroz
- feijão
-açúcar
- sabonete
- creme dental
- biscoito
- carne
- o que mais você quiser

Então, você fez suas compras e confortavelmente, elas foram colocadas numa sacola cedida pelo estabelecimento, você segue ao seu carro ou seu uber e enfim, chega em casa.

OK, vida que segue, até então, comercial de margarina, chega em casa, netflix, janta e tudo certo. (Se assim como eu, tu for solteiro, tire o segundo personagem e tudo será igual)

E ai, você retira o arroz da sua embalagem, e coloca num pote. E o mesmo faz com tudo menos o creme dental que precisa ficar no dentifrício (em homenagem a saudosa Dilma). Até aqui, tudo certo, você não precisou sujar as mãos, não precisou nada mais do que um pouco de força de vontade, né mesmo?

Mas e aí, o que será da tartaruga ou da baleia que irá comer esse pacote de arroz que você jogou fora?

Cara, aqui começa... Você sabia que por um valor um pouco maior você pode comprar arroz a granel, arroz mais fresco, com a possibilidade de um bom papo com o "dono ou dona" da vendinha que fica talvez até mais perto da sua casa? E lá, você pode levar seu pote e comprar o arroz, o feijão, o açúcar - entre tantos outros produtos? Talvez mais frescos que os de mercado?

Mas, porque você não faz?

Porque é preguiçoso. Eu sei, é muito mais fácil não fazer isso e comprar tudo embalado individualmente, mas por favor, se você escolhe a preguiça, não venha defender o meio ambiente ou então, não venha me dizer que o aquecimento global vai foder o mundo, cara, NÃO!

Sério, se tu quer ser um ambientalista babaca de iphone, por favor, me exclua de qualquer tipo de contato. Você quer salvar a amazônia? OK, mas continua comprando tudo embalado individualmente, em plástico?

Bom, eu não tenho participado disso com tamanha ênfase, sério. Já não compro arroz há muito tempo, e o restante, o que não posso ficar sem, estou dando privilégio ao papel: sabonete, só o que vem em embalagem de papelão, meu alimento é só carne e ainda estou negociando de levar os potes para não ter que pegar mais pacotinho de plástico, logo eu fecho com o restaurante...

E claro, ainda tenho um telefone celular e de minha parte, eu o usarei por mais um tempo... Pois é algo que infelizmente tornou-se necessário. Infelizmente.

Tenha em mente que, todos os processos produtivos fodem com a natureza, mas o seu lixo do dia a dia, é uma dos mais podres do mundo, e não estou falando de restos de comida porque esses, a mamãe natureza dá jeito, mas plástico e materiais derivados, enfim, deixa quieto, né...

Fica na paz...

#seulixoéfoda

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Aquele do "mais uma vez, o filho abandonado..."

Pois é, sou mesmo um pai relapso. Talvez o exemplo de pai da pior estirpe, afinal de contas, eu abandono um dos meus 3 filhos com uma frequência muito grande. Mas hoje, resolvi dar um pouco de atenção a esse 3º filho. Sim, ao som de BOB Marley e apenas com o efeito do café e sua cafeína, vamos lá pois segue o barco.

E hoje a pauta deve ser um pouco pesada, mas não para mim. Será pesada para aqueles que por ventura ainda acreditam e dependem de qualquer religião, seja qualquer uma. Sério, mudam os nomes mas as práticas sempre são as mesmas. Discorda? Problema seu, e respeito e defendo até a morte seu direito de discordar, mas eu, não tenho obrigação de concordar com você...

A ultima novidade é a igreja mórmon, sim, eles não gostam de serem chamados assim, mas eu também não gosto de ser chamado irmão gaertner e sempre tem que me chama, tapa trocado não dói, né-mesmo?

Bom, os mórmons são um amontoado de gentes que se reúnem em lugares que eles autointitulam capelas, as quais são sempre muito belas e ostentosas. Coisa de loco, sempre com muito ar-condicionado, capetes, sempre bem pitadas, coisas lindas. Num outro estilo que não o mesmo da católica, as igrejas mórnons estão se espalhando pelo mundo como a dengue no Paraná, e acho que matando muito mais do que a dengue.

Pois bem, para quem não sabe, os mórnons se organizam hierarquicamente com uma estrutura muito parecida com a militar norte-americana, mesclada com a capitalista também norte-americana. Eles se chamam por sobrenome, as mulheres são apenas para a procriação (tem cargos inferiores sempre - cozinha, lavanderia e bem-estar), e também um exército de homens que saem a caça de mais membros, os chamados missionários. Se um homem quer ser missionário ele tem duas opções, e for rico, vai desfrutar de 2 anos em países top, se for pobre, nem vou comentar.

Sim, esse jornalista aqui foi mórmon, até os 18 anos! Eu vivi essa igreja...

Hoje, já solicitei que meus registros sejam retirados dessa merda!

Sim, mas a pauta de hoje é a seguinte:

100 BILHÕES DE DÓLARES

Sim, senhores, esse é o montante acumulado por essa religião "sem pagar qualquer imposto" para a segunda vinda de cristo. Esse cristo é usado até hoje para enganar as pessoas, como podem acreditar nessa merda toda, sério?

Mas enfim, a igreja mórmon pede 10% e ainda, alguns tipos de oferta: oferta de jejum, oferta missionária, oferta isso, oferta aqui... E olha, na época que eu frequentava, era muito mais comum ver pessoas pobres dando grana pra caralho do que os líderes com seus carros e seus postos pagando. Como eu sei, eu fui responsável uma época em abrir os envelopes.. Juro que nunca peguei nada, mas hoje, já descobri que ladrão que rouba ladrão, tem 100 anos de perdão...

Veja bem, 100 bilhões de dólares acumulados, sem pagar nenhum imposto, sendo investido em shoppings, complexos imobiliários e claro, nas orgias mórmons que dizem rolar em UTAH?

Está na hora da lei mudar. Se todos somos iguais perante a lei, porque uma igreja, seja ela qual for, não precisa pagar imposto? 100 bilhões daria uma bolada de imposto, heim...

Mas enfim, né...

Se você conhecer algum mórmon, pergunte a ele sobre esse montante e comente a resposta, vai ser uma uma desculpa muito boa para rir, quase um stand up mórmon...

Eu já ouvi 3: que isso é mentira - sempre acusam a igreja, que a igreja usa essa grana para ajudar refugiados e pessoas que precisam (mentira), e que esse dinheiro é investido na Cruz Vermelha (sério, essa foi a história mais idiota que eu ouvi)...

Enfim, né!!!

#mentiramórmon