quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Aquele do "O respeito deveria ser mutuo mas, é condicional!"

 Vamos lá. Primeiro, eu não quero ter razão (nunca quero!), não quero trazer ou estimular qualquer verdade e muito menos servir de muleta ou ajudante para qualquer pessoa que possa ler esse texto. Aliás, se você chegou aqui, é por algum motivo que não exatamente algo que forcei - mas ainda assim, agradeço muito por estar aqui, lendo essas palavras.

Não faz muito tempo, escrevi um texto no qual eu descrevo minha visão sobre o que é comum chamarem de "esquerda brasileira". Sim, existem alguns partidos que se colocam exatamente nesse posicionalmente e eles tem algumas características governamentais bastante peculiares, e não estou "achando" nada, apenas analisando como cidadão e jornalista que sou, o que vi acontecer nos últimos anos e que esses partidos eventualmente (ufa - apenas eventualmente) estiveram no governo.

O que se chama de esquerda no brasil, eu chamo de partidos do "sou do contra" a tudo, menos ao meu pensamento. Ou seja, eles nunca escutam nada nem ninguém que não seja um dos líderes de cabeça de partido. Sim, é mais ou menos como os mórmons - não adianta dizer que pode ser diferente, eles vivem num mundinho tão medíocre que só acreditam naquilo. Sim, já fui mórmon e pude ver vida fora do fanatismo mórmon.

Então, eis que a maior cidade do país está prestes a ser governada mais uma vez pelo lado sedutor da força. Sim, se você leu meu texto anterior saberá do que estou escrevendo mas se não leu, a ideia é que, o lado "esquerdo" da história, é algo extremamente sedutor. Sim, ele seduz com promessas que nunca serão cumpridas. Ele seduz com movimentos que não atingem sequer o senso comum. Ele seduz com ações populistas que só ajudam uma parte da sociedade - lembrando que, a sociedade deveria ser conduzida para algo mais igual e menos separatista. Alias, separar para lados opostos é exatamente parte do processo de sedução desses partidos.

Mas ok, cada um faz o que quer e claro, cada povo tem o governo que merece, assim se dá a democracia, não é mesmo? É... No Brasil, mais ou menos!

Porque eu questiono a democracia brasileira?

Hum, dividamos em duas partes:

- conceito de democracia: este ok, acreditamos nesse sonho e usamos todas as ferramentas para eles, ou seja, usamos o voto como poder cidadão de escolha, usamos os 3 poderes independentes entre si e por aí vai.

- prática da democracia no brasil: mesmo com mais de 30 partidos, escolha entre 2 ou 3. Um sempre será o matador de pessoas e o outro o salvador. Um sempre vai defender A e outro B. E como assinar embaixo uma democracia na qual, as mazelas sociais são fatores determinantes para a escolha de candidato A, B ou C? Como considerar a democracia numa nação de mais de 208 milhões de habitantes, mais de 100 milhões de eleitores e destes números uma boa parte que passa fome e se vende por necessidade por migalhas?

Sim, sim, sim, não me venha com essa de democracia. O que acontece é que o povo precisa, e quando precisa, acaba escolhendo pelo amor e não pela razão. É como o marido que escolhe a amante, deixando a razão de lado e vivendo aquele amor, aquela paixão momentânea. Em alguns casos, ele se arrepende, mas aí, eu sempre torço que seja tarde demais!

Estamos prestes, e não duvido disso, a assistir a ascensão de mais um partido da "esquerda" na maior cidade, maior capital, enfim, na maior economia municipal, quiçá da América Latina. Sério, eu agradeço todos os dias ao povo do sul, que tem consciência e pode eleger qualquer lixo, mas não esse lado.

Felizmente aqui, nem segundo turno teremos. 

Lá, a escolha será feita por eles. Gostaria muito que, de qualquer forma, nossa fronteira fosse fechada e os cidadãos de lá não pudessem correr para cá, quando o circo começar e pegar fogo. E vai pegar.

O que está em cheque não é apenas a questão partidária. O que está em cheque é todo um novo desenho social, no qual, discordar não é apenas o seu direito, mas sim, uma grande ofensa. Eles não sabem ouvir um não como resposta. Com eles, não há diálogo, e sim, um monólogo, do qual, ou você participa e angaria mais ovelhas para o rebanho, ou cai fora e assiste calado a tudo que vier. 

Aqui no Paraná, o ultimo governo dessa linha fez coisas extraordinárias: distribui leite para deus e o mundo com dinheiro dos impostos, tirou a conta de luz de uma zilhão de pessoas a critério populista, afrouxou o combate ao crime, os número eram muito maiores e a conta demorou a ser paga... Ele andava de cavalo, cavalgando na confiança dos que nele votaram, mas ainda assim, tentando tornar os seres pensantes e meros cordeirinhos. E muitos, se tornaram.

As perdas serão muitas. Infelizmente, isso fará parte do jogo e apenas quando já foi meio tarde, eles vão acordar para isso.

Quem conhece sua história, não está mais condenado a repeti-la. Nesse caso, seduzidos por cantores, atores e uma classe de influenciadores, vão cometer mais uma vez o mesmo erro.

Fica a pergunta minha: falta de conhecimento ou excesso de confiança?


#abraçodoLG 

terça-feira, 24 de novembro de 2020

Aquele do "Que culpa tenho eu, oh jubiloso deux?"

Essa pergunta não sai mais da minha cabeça. Quando naturalmente eu faço alguma merda, e faço as vezes, eu tenho como costume assumir o que eu fiz. E assim, vou seguindo. Mas, tem coisas que hoje em dia me fazem eu me sentir o maior culpado mas que na verdade, eu não sei ao certo como lidar com essas situações em geral. Vamos lá? Prepara a vara verde pois acho que, a partir desse texto, devo apanhar muito. Mas não me importo não, pode bater à vontade!

É uma questão bastante importante para mim!

Vamos lá, que culpa tenho eu se, por algum motivo os índios foram massacrados, dizimados, maltratados, mortos ou qualquer outra coisa assim? Eu nasci em 1977 e desde então, eu não me lembro de ter feito qualquer coisa ruim para qualquer índio. Nunca cometi qualquer ato que sequer pudesse prejudicar um índio. Eu tenho respeito por eles, quero que eles tenham tudo que devem ter, e sejam respeitados por todos nós. Mas, não me culpe se tudo não foi assim como deveria ser. Infelizmente nem sempre é!

Mais ainda, porque preciso me sentir culpado por todas as dores do mundo?

Sim, eu nunca escravizei ninguém, eu nunca sequer destratei qualquer pessoa por sua cor, por sua crença, por seu status social ou qualificação, não, isso nunca passou por minha cabeça, isso nunca foi aceito por minha pessoa. Eu sei que tem gente que faz isso mas essas pessoas precisam ser punidas severamente. Eu não!

Eu não preciso me sentir culpado por isso tudo. Eu simplesmente fico meio chateado com essa situação que me fazem passar como se eu fizesse parte de um mundo a parte o qual só sabe ser racista, discriminador, sociopata, homofóbico, essas coisas.

Agora, todos querem me obrigar a andar, sentar, comer, falar, rezar e todos os outros verbos do meu dia a dia de acordo com uma cartilha escrita por quem? Sério mesmo? Pegue o código penal e qualquer outra lei brasileira e você descobrirá que este cara que escreve aqui, a única coisa que ele faz e pode ser um crime ou uma contravenção, de acordo com o "tamanho", é dirigir acima do limite de velocidade numa estrada, quando posso ainda, nunca o faço de forma idiota, colocando a vida de outras pessoas em perigo.

Quem me conhece sabe ainda mais o que estou falando, quem não me conhece e quiser, é só chamar, para uma bera ou para um churras, só não me chame para ir na igreja, eu respeito que você vá, mas eu não vou.

Eu, literalmente respeito tudo, respeito raças, respeitos escolhas, respeito religiões. Mas, não sou obrigado a sair dizendo que acho tudo bonito. Eu respeito todos os que tem escolhas sexuais diferentes das minhas, mas nem por isso saio elogiando. Ser neutro não basta? Vão à merda!

Eu respeito todas as religiões, mas não vou sair dizendo que elas são boas. Ser neutro, não basta? Vão à merda!

 Eu respeito todos os lados partidários. Ser neutro, não basta? Vão, mais uma vez à merda!

Sim, resumindo: eu sou ateu, alto, magro, branco, heterossexual, privilegiado por ter estudado... O que mais devo me arrepender de ter conseguido/feito/me tornado?

Afinal, se então eu preciso ser o que vocês querem, porque vocês eventualmente não pagam minhas contas e meus boletos? Por qual motivo e tenho que ser igual a você se eu não concordo com você? Não concordar não significa que vou te desrespeitar, e sim, que não concordo. 

O mundo deveria ser feito dessas diferenças, que são saudáveis e não desse esquerda-direita que vem tomando conta de tudo. Não posso mais contar piadas, não posso mais contar histórias, não posso mais conversar com alguém sem ter que me preocupar se é bolsomínio ou lulopetista. Pois cada um desses é trouxa o suficiente para permitir que a razão dê lugar ao estereótipo mais imbecil do ser humano: a raiva e a desinteligência.

Enfim, não consigo mais ser o hipócrita que eu sempre fui. Quero sim que todas as religiões acabem, quero sim que o partido dos trabalhadores morra e que todos aqueles extremistas de esquerda vão com ele, quero sim que todas as escolas nas quais os professores interferem na formação sexual/política/social seja extintas, quero sim.

Quero ver um mundo mais heterogêneo no sentido das liberdades. Sim, eu quero pensar sem ter que me preocupar se você está preocupado com meu pensamento. Desde que meu respeito por qualquer pessoa seja um respeito verdadeiro, não vejo motivos para ser assim.

Eu não vou apoiar nunca esse movimento politicamente babaca, no qual separam brancos de negros, homos de héteros, crentes de ateus. Vocês, não conseguiram me convencer disso, não mesmo. Vou sempre pensar em todos, como todos, mas nunca me obriguem a pensar como qualquer outra pessoa, pois, pelo bem ou pelo mal, eu tenho a capacidade de pensar, e pensando, tenho a capacidade de agir e agindo, tenho a capacidade de dizer não, seja a quem for. 

#fui

terça-feira, 17 de novembro de 2020

Aquele do "O pior já passou..."

 Ufa, felizmente, o pior já passou. Não era mais possível ficar rindo sem parar. A barriga dói muito, de tanto dar risadas. O período de campanha eleitoral no brasil e em curitiba, é melhor que qualquer show de humor. Candidatos a prefeito e vereadores são os mais engraçados do plante todo. Esse ano em específico, o pouco que assisti, me dava crise de risos.

Felizmente, acabou!

E o saldo é tão negativo quanto minha conta bancária. Ok, tivemos ganhos importantes, afinal de contas, não teremos mais aqueles vereadores dos animais de rua, mas ainda teremos os radialistas desempregados que vão atuar como vereadores. Sim, eles conseguiram. Tomara que trabalhem para o povo, afinal de contas, eles mais do que ninguém sabem muito bem o que tanto precisamos para essa cidade.

Para prefeito, não tinha muito o que fazer, o rei do asfalto conseguiu de novo. Sim, aquele que pouco fez em 4 anos, conseguiu se perpetuar. Nem mesmo as promessas de que as invasões não seriam desapropriadas, fizeram um candidato subir, muito menos os cargos comissionados que outro candidato, mesmo sem saber, prometeu acabar e converter em dinheiro aos professores, convenceu. 

E teve ainda aquele que queria pegar rabeira no presidente, mas que nem isso ajudou a decolar. A vitória do tio das santas de todas as Curitibas, foi acachapante. Ele arregaçou no primeiro turno, mostrando que o curitibano não quer aventura, quer se ferrar mesmo, pois nem a chance para os outros deu.

Voltando para aqueles que vão trabalhar para nós cidadãos, hahah claro que não né! Mas, houve uma renovação na casa de 40 e tantos porcento. E o que eu tenho com isso? No ultimo pleito, houve renovação parecida e curitiba continua a mesma porcaria que estava antes, os vereadores trabalharam como sempre fazem, por minorias e interesses próprios, o transporte coletivo é aquele lixo de sempre, os postos de saúde funcionam mas o fazem de forma orgânica, enfim, tudo continuou igual, igualzinho, a diferença é que agora, haverão rostinhos novinhos. 

Mas, o carro com gasolina paga e os salários serão bem parecidos, aliás, se os atuais reeleitos e os que perderam não aprovarem aquele aumentinho básico.

Enfim, é isso, pelo menos essa etapa democrática da qual não participo, acabou. Ufa!

Podemos voltar a vida normal, quer dizer, ao covid normal!!!

#fui

terça-feira, 10 de novembro de 2020

Aquele do "Dou de ombros para isso..."

 Ok, senhores leitores e senhoras leitoras, eu assumo, estou sendo criticado e muito. Mesmo evitando falar sobre esse assunto por considerar melhor o menor desgaste, eu ainda me encontro em situações nas quais acabado esquecendo de minha promessa e volta a falar a respeito. E não poderia ser outro senão o pleito eleitoral e a política de nosso país. Sim, essa que a gigantesca maioria quer que eu converse mas que, após participar como eleitor e como candidato a vereador, eu afirmo categoricamente que não me faz o menor sentido.

E porque o poder do meu voto não faz o menor sentido para mim? Você tem tempo?

Ah, vamos de resumão, afinal, resumão é uma das características do brasileiro nato. Sim, leitores e leitoras, é isso mesmo, e acho até pertinente que você discorde disso, afinal de contas, é assim que se constrói o pensamento, né? Mas o brasileiro é sim meio preguiçoso. Veja bem, se ele pode cortar caminho passando por um gramado que não seja dela, tenha a certeza, ele fará!

Se ele puder burlar um sistema que emprega milhares de pessoas, paga os impostos e custa bastante, ele vai burlar o sistema e comprar a caixinha. Eu não critico, mas como já fiz parte desse sistema também, sei o quanto isso acaba custando para alguém.

E com a político, pelo menos o que eu posso observar das pessoas que me cercam, essa preguiça se mostra bastante latente. Sim, afinal de contas, como podemos escolher de alguma forma um candidato x ou y considerando os vídeos e as mensagens que recebemos no whatsapp? Informações soltas, vazias e que muitas vezes, senão na maioria das vezes, só são transmitidas pelo filtro do transmissor. Ou seja, já partimos da preguiça de conhecer apenas um lado. E isso acontece só aqui? Não, tenha certeza que não, mas diferente dos meus amigos jornalistas, eu não vou me colocar como especialista em política norte-americana, não seria prudente. Aliás, não é prudente sequer consolidar informações de outra grande região do Brasil, pois nosso regionalismo interfere até nesses modelos. Não se vota aqui, com os mesmo critérios de escolha que são utilizados no nordeste. Outras realidades, outras necessidades, outros posicionamentos.

Bom, aqui entra o meu grande desgosto em relação a ser ou não um ator político nesse sistema eleitoral. Democracia?

Ora, ora, como acreditar e sonhar com uma "democracia" em um país que tem mazelas sociais de grande monta? Como acreditar no voto popular quando, por ou para atender determinadas demandas sociais, a mentira come solta? É sério, isso precisa vir à baila, um dia!

Vamos pegar o pleito de 2020 em Curitiba. Ainda há candidatos, mais que 1, prometendo "passe-livre" para estudantes. É simples o raciocínio, ou deveria ser na cabecinha dos eleitores:

Se o sistema custa, R$ 4,50 por pessoa, e nesse valor estão contabilizados os salários dos motoristas, cobradores, funcionários, mecânicos, RH, enfim, uma gama de trabalhadores, além da infraestrutura - garagem, oficinas e mais, além dos veículos, combustível, mecânica, depreciação e tudo que envolve o transporte de gente, incluindo aí os impostos, que incidem nessa cadeia logística toda - INSS dos funcionários, FGTS, PIS, COFINS, IPVA, e blá, blá, blá.... OK! Como você pode então, isentar um grupo expressivo de usuários? De onde virá a contra partida necessária? Afinal, dinheiro não costuma cair do céu, pelo menos não tem caído em Curitiba... Vai pagar a conta como?

Ai, outros tantos candidatos, na onda da estiagem, resolver que a prefeitura vai trabalhar para manter os mananciais da serra para que nunca mais ocorra falta d'água, e aí, eu me pergunto, se os mananciais estão em outro município e a divisão territorial de municípios está prevista em lei e cada qual com sua jurisdição, como um candidato pode afirmar que fará algo que, no máximo, ele pode convidar outros prefeitos para conversar? Ou alguém acredita que Curitiba tenha grana suficiente para mandar tratores e funcionários para outro município, para trabalhar? Mal temos dinheiro para deixar Curitiba bonita como já foi um dia!

Voltando ao foco principal, e tentando não ir muito longe, como ainda tem gente que vota na promessa de esgoto, calçadas e ônibus vazio? Esgoto não se vê, não dá voto - nenhum candidato vai zerar o esgoto a céu aberto pois, com ele, as pessoas ficam doentes, logos os postos de saúde e hospitais, ficarão cheios e para isso, as pessoas vão usar os ônibus lotados, em horário de pico, para chegar cada vez mais cedo nas filas.

O pai que sai pra trabalhar as 5h, 6h da manhã, não tem vaga na creche, mas creche só rende votos se for promessa de campanha, ou seja, lá se vai mais uma promessa que, é sempre promessa, nunca ação. A lista é longa, há muitos exemplos. O passe-livre, o metrô, acho que o metrô esse ano não entrou na campanha... Aí tem o que promete segurança pública, e aí entra a grande piada pois, se o país for seguro e pode ser, como esse candidato vai ser reeleito? 

Outra, que acompanhei em partes durante a vida, foi a chegada de gente de fora de Curitiba, trazidas por cabos eleitorais, e que formaram num primeiro momento os bolsões de invasão, tornaram-se máquinas de votar... Felizmente hoje em dia a grande maioria tem a liberdade de votar, mas antes, era meio complicado.

Com tudo isso, realmente eu devo ainda acreditar que meu voto fará diferença?

Não!

Então, eu quero ver mudanças nesse sistema para então, reavaliar se participo dele ou não. Da forma como está, eu vou pagar a multa e me sinto bem assim, com a sensação do dever cumprido!

#lg

sábado, 31 de outubro de 2020

Aquele do "Analfabetismo funcional da esquerda sedutora..."

 Eu escrevo aqui nesse blog que o maior problema desse país é sua esquerda sedutora. Não apenas ela é sedutora, envolvendo pessoas que tem uma carência emocional em participar de causas que muitas vezes nem ao menos sabem o que é. Mas ainda mais, por essas causas de alguma forma irem à favor dos descamisados e menos abastados. Mas chega uma hora que burrice chama atenção e aí, é de se questionar se amigos e amigos de amigos realmente estão agindo com alguma razão ou apenas estão se alimentando de fatos criados e inverdades ignorantes.

Foi dito, pela rede bobo de televisão e todas as outras redes de linha canhota que o atual governo, o qual eu sou contra, que o SUS seria privatizado.

Eu não tenho rabo preso com ninguém, até se alguém me pagasse legal eu pensaria, pois as contas estão chegando e eu continuo desempregado mas ok, ainda prefiro meu orgulho.

Observe abaixo, se você for da esquerda analfabeta funcional eu posso te ajudar a entender, beleza, uma foto, já que texto vocês não entendem, do decreto:


Pesquise na internet, Decreto 10.530 de 26 de outubro de 2020.

A esquerda sedutora, no melhor exemplo do cachorro do seria Os Simpsons, só entendeu um bla, bla, bla, bla, bla.... Mas como eles não sabem ler, eles não compreenderam que o processo era de criar um estudo para ver a viabilidade de se criar parcerias público privadas as quais iriam construir, modernizar e operar unidades básicas de saúde. BASICAS de saúde.

Esquerdopatas ignorantes, vou relatar uma coisa que talvez vocês tenham preguiça de estudar:

Sou voluntário num hospital, que atende apenas e exclusivamente SUS, o qual é referencia em cirurgias eletivas, de emergência e trauma em Curitiba. E pasmem vocês, ele é privado. E essa parceria foi criada a muito tempo, ou seja, tem um hospital privado, que atende pelo SUS de graça e que não está matando ninguém, está ao contrário, usando sua estrutura organizacional e administrativa privada, que não aceita mandos e desmandos ou micropoderes de funcionários públicos, e com isso consegue ser eficiente.

Para mim, esse governo atual poderia se explodir, estou cagando se é de direita ou de esquerda, estou me fodendo se é messias ou enéas. Não quero saber se é fernando, seja collor ou cardoso, mas sim, queria ver essa nação sem essa briga idiota que só ferra a minha vida.

O SUS como está custa um dinheiro alto demais para ser ineficiente nas mãos dessa cambada de funcionários públicos. Aqui em Curitiba temos exemplos claros de como os Privados operam muito melhor o "nosso dinheiro". E olha que nossas unidades de saúde básica até são bem cuidadas pela prefeitura, mas com certeza seriam sim bem melhor por empresas privadas.

Para finalizar, vamos fazer o seguinte:

Quando qualquer governos, de esquerda, centro ou direita publicar um decreto, faça o seguinte, leia. Se não souber ler, como os esquerdopatas, peça a um adulto que desenhe, fica mais fácil de entender, né. Se até a bíblia, o livre que engana mais trouxas no mundo afora tem versão ilustrada, porque não poderíamos ilustrar um decreto para um esquerdopata ignorante, ou um cento burrista ou ainda um direit-asno?

E não venha falar em fakenews, ok, o link para o decreto original está aqui, para que você possa aprender algo: Decreto de Privatização do SUS

#fui

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Aquele do "Acreditar para que? É difícil tentar enxergar uma perspectiva..."

 Bem, senhores e senhoras, o texto de hoje talvez tenha um pouco de acidez, afinal de contas, até mesmo na comida precisamos de acidez. Mas hoje eu tirei um dia para pensar na vida. Até fui para minha atividade laboral mas resolvi voltar para casa antes. Cheguei, lavei a louça que meus filhos deixaram na pia (sim, eles ainda não lavam sozinhos...), coloquei água para esquentar e como nunca antes na história desse país, eu me sentei à mesa, liguei meu laptop e ainda como há tempos, fui dar uma zapeada nas notícias. 

Claro que isso com um café pronto, numa caneca que mais parece um balde, ao estilo "Friends", que sabe o que é vai se ligar no tamanho, e estava lendo algumas notícias, confesso que a maioria sem qualquer vínculo com meus interesses, até que vi uma que tratava do relatório do CENIPA sobre o acidente que arrancou a vida do meu ídolo jornalístico Ricardo Boechat. Foi um acidente filho da puta, matou um dos únicos caras que tinha qualquer tipo de compromisso com a informação. Além dele, tem o Dudu, eu e mais um ou dois o resto, para mim, não vale os caracteres que escrevem.

Mas o texto não é sobre a qualidade extremamente questionável do jornalismo brasileiro, seja de qual veículo for, e sim, sobre o acidente em si. Eu ainda não li o relatório oficial, mas lerei. Porém, alguns pontos foram apresentados pelo texto que li e o que mais me chamou atenção é que, segundo o texto que se apoia no relatório, o helicóptero estava com algumas manutenções não tão em dia assim. Inclusive, ele cita uma peça do motor que havia sido trocada por estar vencida e que novamente foi trocada.

Aí eu penso: quando entramos em uma aeronave, seja de asas fixa ou de asa rotativa, pensamos ter a certeza de que os órgãos responsáveis estão em dia com sua fiscalização e que com isso, todo o processo de manutenção, que é coisa muito séria, está em dia também. Nunca acreditei que 100% disso estaria funcionando no Brasil, é claro, pois o Brasil não é para qualquer um, é para poucos.

O detalhe é que, segundo o relatório, tudo estava meio que "fora da casinha". A empresa não poderia fazer voos fretados para passageiros, o piloto não conferiu se os instrumentos estavam certos, o motor tinha peças que iam dar merda, enfim, estava escrito que quem voasse aquele dia, com aquela aeronave corria sérios riscos de acertar numa loteria, a loteria da morte. E o Boechat ganhou!

Então, como acreditar que tudo vai rodar certinho por exemplo, depois de uma crise como a ocasionada pela Covid, onde o dinheiro das empresas ficou escasso? Como saber se o avião que vamos entrar trocou a rabimboca da parafuseta e não desfez a troca depois que a fiscalização foi embora? Eu não imagino que alguém possa fazer algo assim deliberadamente, sabendo o risco de morrer que corre, mas a fiscalização nitidamente deu uma pipocada nesse caso.

Como acreditar que no Brasil as coisas possam acontecer de forma mais efetiva se os exemplos demonstram justamente o contrário, apresentando pequenas falhas que podem se tornar catastróficas de uma hora para outra?

Afinal, senhores e senhoras, um helicóptero ou um avião, não podem "dar um tempinho" na viagem e trocar uma pecinha que "deu ruim". Aí o buraco é mais embaixo, se "der ruim", a gravidade mostra porque é uma lei: tudo que sobe, desce. E a descida sem condições prévias, é bastante intensa. Sobre pouco ou quase nada!

Enfim, que Boechat - que se dizia ateu como eu - seja sempre lembrado como o ícone do jornalismo que sempre foi e meu grande ídolo. Saudade de seu jornalismo ácido, de seus comentários ainda mais ácidos e claro, do jornalismo sério que ele sempre soube fazer.

#fui

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Aquele do "É a primeira vez que me pedem isso..."

 Sim, caros leitores. É a primeira vez que alguém me pede um texto sobre um assunto/pauta específicos. Eu relutei um pouco pois para mim é um tema espinhoso. Mas no final das contas, vai ser um exercício interessante não apenas pelo tema mas pelo desafio em atender um pedido e quiçá, agradar!

No dia 28 de outubro, é comemorado em nosso país, o Dia do Funcionário Público. Durante minha faculdade, não foram poucos os professores que nos alertavam que, numa redação, era importante que alguém lembrasse das comemorações do dia - dia do profissional disso, dia do profissional daquilo, talvez numa ânsia desesperada em tentar achar motivos para que mais pessoas atuassem ou apenas por uma questão de respeito. Hoje, depois de quase duas décadas de formação, posso seguramente afirmar que ao meu ver, é apenas um "calhau" para cobrir espaços em branco nos jornais, sejam eles em quais mídias forem. Uma balela!

Porém, no caso do dia 28, um assunto me veio a menta ao saber desse dia, confesso que nunca antes na minha história eu havia me preocupado com isso. Mas, cronologicamente vou tratar do assunto.

Primeiro, é preciso que eu pergunte se você já ouviu em algum momento de sua vida algum comentário ou alguém falando sobre o "Custo Brasil". Sim, o custo brasil é algo bastante importante, pois, ele vem atrelado a outros custos e no final das contas, a conta é paga por nós. Não são custos diretos, não são custos mensuráveis mas são custos que acabam simplesmente por existir.

Vamos lá:

No dia 26 de outubro, na parte da tarde, saiu um decreto - no qual, o dia 28 foi colocado como ponto facultativo para eles.

Mas, no dia 27 de outubro, por volta das 22 horas, outro decreto mudou tudo, o ponto facultativo foi transferido para o dia 30, sexta-feira. Mas, venhamos, quem iria mudar uma decisão de parar ou não as 22h e como isso seria feito em termos de logística?

Estava feito!

Aqui entra o custo Brasil. Conversando com uma pessoa que depende diretamente do funcionamento de órgãos públicos, apurei que, no dia 28, houveram dificuldades pois, a maior parte dos atendimentos estavam suspensos pois era ponto facultativo. E com o alerta de que na sexta-feira, dia 30 também seria. E na segunda-feira, dia 2, é dia de finados, ou seja, feriado nacional ou seja, nada funcionará!

Então, o que o custo Brasil tem haver com isso tudo?

Ora, vamos contar juntos:

28/10 +1

29/10 + 1 (sim, nesse caso o que teremos de atestados...)

30/10 + 1

2/11 + 1

Sem contar com sábado e domingo, são 4 dias sem atividade na conta. Para se ter uma ideia do que falo aqui, imagine que uma carga chega a um porto qualquer, e que para ela ser liberada, exista a necessidade de um servidor público fazer o trâmite: serão 4 dias a mais que serão cobrados as taxas de armazenagem entre outras tantas. Sim, isso é o custo Brasil, talvez parte absorvida pelo empresário mas com certeza, a maior parte repassada ao cliente, custo o que mesmo?

A questão então, é: os funcionários públicas já tem como benefícios os melhores salários se comparadas com funções semelhantes da iniciativa privada, tem estabilidade de empresa, planos de benefícios inimagináveis para cidadãos comuns, tem leis que proíbem que sejam feitas criticas duras sobre suas atuações e ainda se aposentam melhor que todo os demais mortais. Precisa ainda decretar ponto facultativo, em tempos de Covid?

Aliás, o que seria um ponto facultativo para alguém que está trabalhando em casa e que, se nem o ponto marcam normal, quiçá em casa?

Enfim, tentei escrever ontem mas confesso não estar prudente para isso. Hoje, com maior parcimônia, acredito ter escrito apenas o necessário. E claro, mesmo que eu não me imagine numa função dessas, acho que vou virar um caçador de concursos, vou abrir mão da minha vida e decorar as apostilas, questão por questão, e assim, me tornar um deles...#sqn

#28/10

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Aquele do "Não tem data ainda, mas logo logo vai ser lançado!"

 Todos os leitores que, em algum momento de (in)sanidade acessaram esse blog sabem que por vezes eu não tenho um comportamento dos melhores. Normalmente acabo escrevendo coisas que não deveriam ser escritas ou então, proponho ideias que vão em desencontro com o que o senso comum pede. E é justamente por isso que eu gosto de escrever, pois se for para concordar com tudo, me isolo socialmente, coloco minha máscara e vivo feliz. (Vivo aqui não tem nada haver com a operadora de telefonia, ok?)

Pois bem, um dia eu estava em casa e pensei o seguinte: há mais de uma década, o youtube lançou uma série gigantesca de pessoas que se colocam como "formadores de opinião". E realmente eles são formadores de opinião, mas que fique claro aqui que eu não sei até que ponto isso é bom ou ruim. Afinal de contas, é questionável muita coisa e outras tantas foram tão necessárias que não dá para imaginar como vivemos sem tais informações. A exemplo disso, quando muitos começaram a questionar políticos, religiões, deus entre outros, fez acender uma luz que proporcionou um pensamento coletivo talvez um pouco diferente do que estávamos acostumados a engolir de forma automática.

E nesse ponto, eu fiquei me perguntando, por que não? (eu não uso corretamente os porques, mas é porque tenho preguiça, ok?)

Aí, logo logo, eu farei algo que não tenho sequer a menor pretensão, mas que quero realmente fazer. O youtube formou um monte de doutores. Tem o doutor não sei o que, o doutor não se o que lá, tem o doutor disso, doutor daquilo. Claro, que isso apenas desmerece os que estudam e estão se esforçando para evidentemente serem doutores. Esses títulos são meras expressões de recalques dessa galera. Afinal, um doutorado leva alguns anos de estudo, muito estudo e muita pesquisa.

Mas, se é pra ser assim, em breve, aqui nesse mesmo DLQ, teremos o "Doutor Hipócrita". Sim, um hipócrita de plantão resolveu se chamar de doutor e criar alguns vídeos. Não serão vídeos de piadas, ou melhor, as piadas não terão a menor graça. Não serão sequer piadas pois este que vos escreve, não sabe contar piada. Eu adoro rir de piadas alheias, mas não sei contar não. Até porque, hipocrisias a parte, bem a parte, não há mais como fazer piadas. Qualquer piada acaba ofendendo um grupo social específico, deve estar sendo muito difícil para os humoristas atuais fazerem piadas, não é mesmo? (antes que algum fale, "estar sendo" não está errado por estou me referindo ao tempo presente, com um sujeito "humoristas" decorrendo o tempo, ok?)

Essa semana, com a ajuda (quiçá) do meu filho mais novo, vou gravar os 5 primeiros vídeos, com os 5 primeiros temas e adivinhe qual será o primeiro deles? Hahahha 1 caixinha de Heineken longneck se adivinhar...

Os vídeos serão postados 1 vez na semana, sempre às sextas-feiras, por volta das 14 horas, aquela hora que tu volta do almoço, tem um tempinho livre e pode assistir, no celular (no conforto do troninho), na estação de trabalho ou em sua Smartv, se desempregado estiver, né.

Tente não perder, vai ser legal. Não haverá cenário, não haverá efeitos especiais e o apresentador ainda não é "profiça" nisso, mas vai ser legal mesmo assim.

Então, marque aí na agenda...

#doutorhipócrita

#fui

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Aquele do "Não poderia ser mais divertido!"

 Hahahaha ou Rararara ou ainda heheheh... é claro, que ao escrever durante o processo eleitoral municipal que é imposto pela lei e pela democracia brasileira, eu não poderia começar esse texto com outra expressão que não a de risada. Sim, é muita risada. Eu sei, eu não deveria rir de coisas assim mas não tem como não rir de tudo que já vi/ouvi/li nesse pleito eleitoral. Ainda bem que a campanha não deve durar mais que 1 mês senão acho que meus músculos da região abdominal iriam travar de forma irreversível de tanta risada que estou dando. É muito risada mesmo.

Você talvez não ache a mesma graça e não culpo você, que talvez até ainda acredite nesse conceito de democracia. Afinal de contas, até onde podemos considerara democrático um pleito que nem ao menos as pessoas sabem a função de cada participante e ainda assim, precisam eleger essas senhoras, senhores e também os senhor"x"s. Sim, pois agora, não podemos mais considerar gênero né, eu seria no mínimo um imprudente.

Mas vamos aos fatos: elegeremos o "cabeça" do executivo - e com ele toda uma equipe de indicados que chegarão*. Elegeremos 39 representantes para o nosso legislativo municipal. Você sabe o que faz um legislador e o que faz um executor? Hum, se não souber, não serei eu que explicarei para você. 

Porém, vou relatar algumas das promessas que já ouvi, claro que não citarei nomes, identificarei apenas a ideia através de um número. Farei comentários mas os deixarei entre  ( ), bele?

É divertido:

1 - acabar com cargos comissionados e investir esse montante em educação. Ainda, é a promessa de que o passe estudantil será feito de forma completa. (Primeiro, ela vai ter que ser uma quase ditadora para acabar com cargos comissionados, e mesmo que ela consiga isso, ela jamais vai ter poder para investir tudo em educação. Não funciona assim. E o passe escolar, o passe livre ou qualquer coisa que gere gratuidade para um, tem que ter uma contra partida, que é que vai pagar a conta?)

2 - acabar com a falta de água em Curitiba - (esse foi mais emblemático para mim até agora. Primeiro porque Curitiba, depende quase que exclusivamente da região metropolitana para ter água e assim sendo, quero saber com esse candidato fará? Cavará poços artesianos por toda Curitiba ferrando ainda mais o aquífero Guarani? - tem como levar a sério isso?)

3 - Tem um que falou que vai criar ciclofaixas em toda Curitiba, pois as pessoas demoram muito tempo no transporte coletivo e vivem muito apertadas. (será que ele tem a noção de que, ao andar de bicicleta, uma pessoa que sai do Pinheirinho e trabalha no Centro, levará mais tempo de biclicleta do que de ônibus? Ele vai cobrir as ciclovias para os dias raros de chuva? Ah, tem como levar a sério um desses?)

4 - Tem um que, já teve sua chance e agora está prometendo as mesmas coisas que já havia prometido, aqui eu me comprometo, mas fazer o que. Já ouvi a promessa de que o terminal de não sei onde será reformado, que fará também a interligação das cavas para que juntas elas acumulem muita água, enfim... (primeiro, não é função do município ainda isso. Para cuidar das água ele precisa montar uma empresa ou comprar a atual, precisa também passar por alguns processos, e água, minha gente, é algo que fica embaixo da terra, quem lembra disso? Outra coisa, reforma em terminais e outros bens municipais deveriam ser prioridade de qualquer candidato, mas são na verdade, apenas jogos de campanha, ou seja, promete, promete e promete e não cumpre)

5 - Outro prometeu criar um minha casa minha vida da prefeitura. Através desse programa ele vai construir casas para todos que não tem onde morar, e eu, não tenho então, acho que vou escolher esse. Alias, ele também promete que na gestão dele, não haverá nenhum desocupação, ou seja, ele já está afirmando que, mesmo que a justiça determine, no governo dele, não será executada a ordem, então, brasil... (Mesmo sabendo que não passam de falácias, não dá pra desconsiderar que um cidadão desse tem grandes chances de ganhar, né!)

Enfim, a coisa está tão divertida que estou tentando nem acompanhar até porque, eu tenho BRL 7,02 para pagar a multa dos dois turnos. Sim, eu pagarei a multa mais uma vez. Eu não participo disso, eu prefiro lavar minhas mãos, eu prefiro que você e os demais, escolham por mim. Afinal, ganhei o 1, 2, 3, 4, 5, enfim, o que ganhar vai entrar com a caceta e a gente com o tobis. (desculpe a analogia pornográfica, mas é mais ou menos assim mesmo)

Escolher entre o que tem é sinônimo de que já sabemos que vai continuar ruim. Afinal de contas, a política no Brasil não é para o povo, aqui, é cada um que se salve. Triste, mas é assim mesmo.

Não concorda?

Então vamos lá. Porque não trocamos os 39 vereadores, que custam um dinheiro muito alto, por 200 ou 300 lobistas? Uma olhadinha básica na câmara de vereadores, já perceberemos que temos vereadores que defendem os animais, outros os donos de farmácia (será que ainda?), aí tem os que trabalham para os deficientes e os que trabalham para os postos de gasolina e assim por diante. Não, eles deveriam trabalhar para todos e não para setores específicos. Sendo assim, tira essa função e colocamos 200, 300 lobistas, cada qual defendendo um setor da sociedade.

Sim, lobistas. Porque ser vereador pode ser uma profissão e ser lobista social não?

Pense, apenas pense.

#Fui

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Aquele do "está faltando pauta, aí já viu, né, até diarreia vira notícia..."

 Os leitores do DLQ devem saber ou pelo menos notaram que tenho um senso meio crítico demais. E ainda mais quando o assunto é jornalismo, jornalistas, veículos de comunicação e senso comum. Pois bem, tem gente que usa uma expressão "morro e não vejo tudo" e eu, tenho pensado justamente nisso até porque em época de pandemia de doença altamente mortal, não há como pensar que o próximo pode ser eu, não é mesmo? E se eu morresse hoje, teria visto tudo? Não...

Esse não, é um sonoro NÃO. É um não porque, o jornalismo, meu foco nesse texto, está um tanto desnorteado quanto uma barata quando você joga aquele spray para matá-la. O spray, efetivamente, primeiro atordoa e quem sabe pode matá-la, mas em geral, ela vai para algum lugar, recobra as energias e, cedo ou tarde, estará lá, perto de onde você tentou acabar com ela, comendo aqueles restinhos que você insiste em deixar. Sim, o nosso "jornalismo" está assim.

Depois que um tal presidente da república, que nem sabe o que é ser presidente de uma república jogou um spray no jornalismo (ou seja, cortou verbas e deixou de dar entrevistas), o jornalismo está parecendo aquela barata que citei. Faltam pautas. Para quem não sabe o que é uma pauta, no jornalismo, pauta é uma indicação de assunto que pode ser interessante para a maior parte das pessoas que acompanham o veículo, ou seja, é um tema a ser tratado. Antigamente, havia inclusive a figura do pauteiro, que era um jornalista - ou não - que ficava o dia todo correndo atrás desses assuntos. Normalmente em sua mesa, até porque jornalista bom não sai pra rua, assistindo todas as televisões as quais fossem possíveis, ouvindo rádio, lendo revistas e jornais. E ainda, atendendo telefone de leitores, espectadores, ouvintes... Bom, não é preciso dizer que essa função se existir, deve ser relíquia.

Vamos aos fatos como eu os enxergo hoje, setembro de 2020.

A grande parte da mídia que mais tem audiência, é de uma linha política contrária a do atual presidente. Esse, eleito democraticamente como todos os outros desde 1985, quando deixamos de ser uma ditadura militar e voltamos a ter o regime democrático. Ele teve exatamente o que a lei prevê, 50% + 1, não literalmente, os valores são diferentes desse. Mas ele foi eleito pela maioria. 

Nesse ponto, podemos observar que, a mídia, que não concorda com isso, que se impõe como apenas e tão somente dona da verdade, vem tentando desesperadamente proporcionar um desgaste tão imaturo que chega a ser atitude de uma criança mimada - eles tentam de todas as formas derrubar um governo que até agora, não operou mensalão, petrolão, lava-jatão ou qualquer outra coisa parecida. E não, eu não votei no governo atual, não atuo por ele e tem inclusive muitas coisas contra, mas, se vivemos uma democracia, nada mais justo que eu respeitar A, B ou C, não é mesmo? Até porque, numa democracia, sempre haverão perdas, sempre haverão discordâncias e sempre haverá um lado a ser seguido, pois ela permite isso, se não houvesse essa permissão, teríamos um ordenamento e não haveria democracia.

E o ano de 2020 começou...

Logo surgiu a melhor pauta do ano: COVID-19 - e foi o deleite da galera. Impuseram o pânico no país, travaram o desenvolvimento econômico, geraram desemprego e aumentaram a distância entre os mais pobres e os mais ricos, ou seja, ajudaram a ferrar o país de forma muito ampla e muito direta, exercendo sua "função social do jornalismo". Afirmo isso em minha leitura pois, não houve sequer tempo de tanto jornalista se tornar especialista em transmissão viral, propagação de doenças, isso sem contar que formou-se um consórcio especialista em ação viral no organismo humano.

Essa pauta, substituiu outras pautas tão importantes quanto mas que já não davam retorno algum como dengue, mortes no trânsito entre outras, passando claro, pelas ações de governo. Não houve nenhum jornalista de peito que propusesse uma leitura de artigos científicos, os quais, de certa forma, demonstravam dados diferentes dos que foram apresentados. Eu lastimo muito a perda de mais de 135 mil vidas no Brasil, isso foi um absurdo tanto por parte do governo, quanto por parte dos médicos e ainda mais por parte dessa mídia, que por ignorância ou burrice, fez campanha contra tudo e contra todos que discordassem dela.

O tempo passou, sofremos com a pandemia e agora, a pauta, acho que de agora em diante será assim, teremos uma pauta por estação do ano, tornou-se os incêndios florestais. Pantanal, Amazônia, Paraná, enfim, estamos passando pela maior estiagem dos últimos anos e isso é fato, porém, é quase que natural que ela aconteça, sempre aconteceram, mas estamos potencializando e muito o poder disso. A mídia, mais uma vez, com sua pauta voltada a um único tema específico, quer que todos os brasileiros e todos os gringos aceitem e acreditem que para cada foco de incêndio, houve um ser humano que riscou um fósforo e "tacou fogo" ou ainda que para cada foco de incêndio houve um desavisado que jogou uma bituca de cigarro.

Essa é a mídia que, quer que continuemos vendendo grãos e qualquer coisa sem tecnologia e valor agregado, nos mantendo nesse patamar de país de commodities, o qual, não trás rende, não aumenta nossa capacidade de enriquecer, muito mesmo ajuda no desenvolvimento social e humano dessa nação. Querem manter a Amazônia, mas querem produtividade recorde de soja. Quem como soja? Quanto vale uma saca de soja lá na China, por exemplo? Valeria mais 1 saca de soja ou um pedaço de trilho de trem fabricado e finalizado aqui?

Vale mais vendermos carne de porco - aumentando o preço para o consumidor interno - ou valeria muito mais vendermos pratos prontos com comida congelada orgânica, com valores nutricionais elaborados?

Está faltando pauta para esses veículos. Estão faltando estudos, conhecimentos, informações... 

Eles querem que fiquemos até quando sendo um país que dá tudo aos outros e recebe quase nada de retorno? OK, se uma saca de soja custa hoje R$ 138,04, ou seja, algo em torno de R$ 2,30 por quilo, por quanto poderíamos vender uma caixa com 12 hambúrgueres de soja? Isso mesmo, um hambúrguer vegano, com todo apelo de ser a favor dos animaizinhos, produzido em terras Brazucas, com embalagem bonitinha... Quem sabe aí, R$ 2,30 por hambúrguer? Claro que não, ele deveria sair daqui por pelo menos uns 2 US$, afinal, gripo tem grana pra comprar. Faça as contas... Pense, apenas pense.

Mas é isso, eu não entendo nada disso mesmo, apenas estou viajando!!!

#abraçoLG

domingo, 20 de setembro de 2020

Aquele do "como sou hipócrita..."

Para iniciar, vou fazer uma breve introdução pois sem ela, talvez fique sem sentido. Em 1º de setembro desse ano maldito (para a gigantesca maioria - mas o melhor ano para mim nos últimos 5 acho - fato enquanto mais de 135 mil morrem, eu renasço...), comemoro meu segundo ano de "dieta carnívora". Sim, em 1º de setembro de 2018, após pesquisar muito, estudar um tanto mais e decidir o que é melhor para mim, eu passei a comer carnes, gorduras animais, côco, abacate e morangos. E o que diabos isso tem com eu ser hipócrita? Já chego lá.

Fato é que, como não como mais açúcar e não tomo mais suco de limão, estou no meio termo entre o doce e o ácido, passando por estados que nem mesmo sei dizer.

E sou sim um hipócrita, e vou dizer algumas razões logo abaixo:

- sou sim hipócrita: veja bem, eu tenho o maior respeito pelas minorias, grupos sociais e qualquer causa que queira proporcionar bem-estar coletivo social, isso é fato, mas, nunca apoiei, não apoio e jamais apoiarei as ferramentas de representação desses grupos. Sejam elas de direita, centro ou esquerda (esta sempre mais sedutora e mais atuante - até por conta dos interesses), nunca receberão meu apoio. Não concordo com o que vivemos hoje, no distanciamento que essas instituições/pessoas estão causando aos grupos, ao ponto de que o que ontem era algo ruim, hoje está se tornando intolerância. Fazer engolir goela abaixo, não é a solução.

-sou um hipócrita: veja bem, talvez eu seja o único babaca hipócrita que sabe que tudo que vem acontecendo com o clima é normal e nada tem relação com a existência do ser humano, que coitado, não tem tanta capacidade assim. Queimadas sempre aconteceram e continuarão acontecendo, secas como a que está ferrando Curitiba, sempre aconteceram e continuarão acontecendo. Haja vistas que se você desligar essa merda de televisão e conversar com seus pais e avós, descobrirá que sim, já houve, mas antes, eram bem menos que as 2.2 milhões de pessoas então, antes de falar em aquecimento global, que tal falarmos em vasectomia e laqueadura? Afinal de contas, sexo é bom, que não gosta eu respeito, mas se pudermos praticá-lo sem se preocupar ainda mais, seria bem bom. E tem gente que deveria mesmo evitar colocar "bacurís" no mundo..heheh - lembre-se, sou hipócrita e saiba, eu sou vasectomizado.

- sou um hipócrita: apenas por existir. Não sou de esquerda (mamis não tem duas carreiras), não sou de direita (mamis não tem duas carreiras) e para ser de centro tenho que ponderar um pouco. Um dia, tomei partido, tentei entrar na política para tentar propor algo novo, mas antes mesmo de entrar, descobri que eu precisava sair pois eu sou hipócrita e infelizmente na política, não há lugar para hipócritas, nem para pessoas que seja pensantes - no pensamento justo e coletivo.

Sou sim um hipócrita. Eu não acredito na medicina tradicional, essa que impõe remédio e condena a cloroquina, por viés político. Não confio mais em qualquer tipo de crença religiosa, principalmente as que pedem qualquer tipo de doação, seja em espécie (mórmons, católicos e evangélicos) quanto qualquer outra forma, como as universais e demais que aceitam até mesmo cartão.

Infelizmente, eu hipócrita que sou, penso que, de qualquer forma, sermos minimamente inteligentes nos tornou essa praga para a mamãe natureza que somos. Destruímos até mesmo o lugar onde vivemos. 

Somos os únicos e maiores produtores de lixo e ainda assim, não abrimos mão do conforto de uma embalagem descartável em troca de um vidro que vá e volte - preguiça, apenas preguiça. Conforto. Comodidade.

Bom, hipócrita ou não, infelizmente faço parte desse processo todo. Eu ainda continuarei a usar caixas ao invés de sacolas, prefiro garrafas de vidro aos plásticos descartáveis, não uso canudo plástico, enfim, são coisas pequenas que me fazem ainda mais hipócrita, certo?

#segue_ai

#passar_bem

#abraçoLG

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Aquele do "não há o que faça..."

 As modinhas da vida são passageiras, certo? Eu estou com quase 43 anos, na verdade, faltam 23 dias para eu me tornar um motor bom, 4.3, mas isso é brincadeira de quem manja de motor. Se não for seu caso, bele, não tem problema.

Mas, nesses 43 anos, vi muita modinha acontecer e deixar de acontecer. Por exemplo, aqui em Curitiba, na década de 90, tivemos uma modinha de sertanejos universitários (1ª onda), na qual os "sertanejos" colavam em seus parabrisas frases como "Os mar acabado", ou "Os cervejeiro", sim, com essa concordância, desse mesmo jeito. Tinha ainda uma modinha de colar um adesivo que simulava um tiro, sério, não sei qual era a graça. Aí, passamos por aquela modinha de torcer para o Ayrton Senna, que nunca foi tão bom assim, aliás, meio que nos moldes da modinha Hamilton hoje, melhor carro na mão de qualquer um, até minha vó acho que ganhava.

Teve a modinha do volei, quando ganhamos a medalha olímpica, teve a modinha seleção de não sei quando que foi tetra, teve a modinha do PT e suas mudanças profundas no braziuuuuuu, enfim, teve a modinha Mamonas Assassinas - essa era legal né, eles falavam monoteta, passaram a mão na bunda de não sei quem... Ah, lembra da modinha do "vai descendo na boquinha da garrafa"?

Pois bem, sempre há uma modinha a ser seguida, parece mais urgente para os seres humanos seguir uma modinha que qualquer outra coisa, a não ser, acreditar no jornalismo. Dessa forma, sempre somos buscadores de modinhas. Sempre!

Atualmente, temos zilhões de modinhas que um dia outro, vão passar também. Tivemos a modinha vegan, vegetariana, carnívora - algumas mais perigosas como as mães que não dão vacinas aos seus filhos e a ultima modinha que é tremer de medo da Covid-19.

Sim, sim, sim, nobres leitores. Se você me perguntarem, a resposta é sim! Eu também sigo as modinhas, eu sou ateu, carnívoro e babaca! Não assisto a globo, nem a band, nem nenhum outro canal de notícias, pois eu também sou jornalista e com o que tem a disposição, prefiro morrer sem informação. O restante eu estudo, pesquiso e faço o que for preciso para não ser um desinformado, mas em contra partida, não é qualquer verdade que me faz crer que aqui é realmente verdade.

A expressão "não há o que faça", eu não sei de onde surgiu mas eu e meus filhos usamos ela de vez em quando. Por ou para que? Para dar uma ideia de que, sem qualquer preocupação com o esforço, a gente tenta realizar um desejo, uma tarefa, algo assim. Tipo, "não há o que faça", no próximo final de semana que estivermos juntos, vamos fazer aquele hamburguer artesanal que tanto nós gostamos. 

Ou então, "não há o que faça", vamos sair ilesos da Covid-19, pois, não queremos abandonar essa terra linda, de céus azuis e cinzas, de beleza maravilho. E ainda, "não há o que faça", logo estaremos sentados na beira do mar, talvez tomando um gole, talvez comendo uma carninha feita na Geisiscan, mas "não há o que faça", tentaremos fazer tudo para termos muito mais momentos felizes do que momentos não felizes. Sim, a felicidade não é um estado, é uma condição.

E "não há o que faça", hoje, ninguém tira a minha felicidade e o sorriso que estou no rosto. "Não há o que faça", foram anos, meses, dias de um sentimento/sensação ruins, de até posso dizer certo sofrimento, mas hoje não...

"Não há o que faça", passam-se dias, passam-se horas, mas essa felicidade se renova, sempre numa aura de "Ok, estamos indo bem"... Estamos eu, minha cabeça, meu coração, minha saúde...

Sim, hoje posso olhar para os meus 43 anos e dizer: "valeu a pena, e-e, valeu a pena, e-e, sou pescador de ilusões, sou um pescador de ilusões", tomando a liberdade de parafrasear a música do O Rappa.

E ainda sobre eles, "se meus joelhos não doessem mais..."

#abraçodoLG

#bomferiado

#7desetembro

terça-feira, 25 de agosto de 2020

Aquele do "tremo só de pensar no assunto..."

 Durante o período mais intenso da Covid-19 no Brasil, muita coisa aconteceu. Não vou me referir nesse texto a tudo que eventualmente mudou na vida das pessoas que, na sua grande maioria (tirando os funcionários públicos - é claro que essa casta social não sofreria) teve salários renegociados, cortados, reduzidos; jornadas de trabalho mudadas por questões financeiras e de prevenção, e claro, o número de desempregados, que está ainda atingindo níveis sem precedentes.

É obvio que muitas empresas usaram esse período para perceber que, com menos gente, pode-se manter a mesma produtividade ou ainda, usando o desespero dos que ficaram, aumentar a produtividade. Os crimes, não sei como estão. Os acidentes de trânsito e mortes, não diminuíram muito.

Bares, restaurantes, lojas, empresas fecharam. Não havia como continuar, não é mesmo?

O governo? Bom, não podemos generalizar, pois ao que posso dizer, meu governo municipal fez o que pôde, pouco claro; o estadual, deu entrevistas, cantou de galo mas na verdade, esteve mais para um ratinho; e o federal, bom esse, fez, não fez e acabou não fazendo nada além de obras sociais. Aliás, o federal, nem mesmo o exemplo deu, saindo de casa sem máscaras e chamando de trouxa toda uma sociedade que esperava dele, no mínimo, uma postura adulta e não a postura de um rapaz, da mesma idade e nível intelectual de seus filhos.

Mas, esses dias, fazendo companhia para minha mãe, que aliás está há mais de 5 meses sem sair de casa de tamanho é o medo, assisti a um telejornal, de uma emissora que inclusive foi citada numa delação premiada, ops, não posso falar sobre isso... E nesse telejornal, usou-se uma expressão que me causou medo, tremor, pavor... Mais medo que o filme O Iluminado já me fez sentir... (contextualizando: eu assisti dois filmes de terror até hoje, O Iluminado, do qual nunca esquecerei aquela cara do ator principal; e Cristine F., O Carro Assassino)

Bom, então, nesse telejornal falou-se de algo que eu ainda não tinha ouvido falar: consórcio de empresas de comunicação. Pois é, e numa busca rápida, consegui levantar as empresas que fazem parte desse consórcio, e na minha perspectiva, tanto como cidadão observador e politicamente conhecedor, tanto na de jornalista formado e não atuante, esse consórcio mostra-se formado apenas por empresas, salvo engano, de uma linha política muito específica. E que, nos últimos dois anos deve ter perdido muito dinheiro em verbas publicitárias, e que tem um desgosto pelo governo atual e que bla, bla, bla, bla, bla. Sim, eles juram de pés juntos, ou nem juram nada, mas são de linha esquerda mesmo.

Eu, sou destro, mas na hora da política, eu estou no centro. Sim, sou um centro mas, não sou conservador. Eu infelizmente sou à favor da pena de morte, do aborto e da liberação da maconha e outras drogas. Sim, eu quero que o estado mande menos na minha vida e assim, possa se concentrar em cuidar de mim, cuidar dos 200 e tantos milhões de habitantes, os quais, estão órfãos de um governo decente. 

Saúde, educação e segurança pública, se isso estiver OK. Não importa para mim se é uma questão de esquerda, centro ou direita. No Brasil e acredito que em outros lugares do mundo, a política virou uma profissão, na qual, vale tudo mesmo para se perpetuar e perpetuar a espécie no poder. Pudemos observar isso com o governo que assumiu em 2002, que fez o que pode para ficar quase 16 anos no poder e se nada tivesse acontecido, quiçá ainda estaria...

Porém a questão aqui é que, na verdade, consumimos notícia, informação, jornalismo até por uma dependência meio idiota de notícias. Afinal, o que vai mudar minha vida saber que zezinho, uguinho ou luizinho fizeram ou deixaram de fazer. O que me vale que a cantora x está ou não com covid ou com chicungunha, enfim... E ainda, até onde me conste, as televisões e rádios ainda são obrigadas a ter parte de sua programação voltada a informação. Mas essa lei, não deve ser muito nova não, corro o risco de dizer que foi escrita numa época em que os "pé-de-couve" mandavam no Brasil... Outras coisas já foram flexibilizadas, como o horário da "Hora do Brasil" nas rádios, a entrada de capital estrangeiro nas empresas de radiodifusão... Enfim, muda o que convém... #Né?

Bom, se eu pudesse te dar uma dica, que aplico em minha vida e me faz muito bem, é: "não consuma notícias/informações/qualquer coisa "jornalística" de veículos que se unem, formam um consórcio e que, assumem de forma oculta um posicionamento, o que por si só é injusto. Injusto pois eles sabem que se assumirem a bandeira de A, B ou C, talvez nem audiência eles tenham.

É, mais ou menos por aí. Você quer continuar assistindo, beleza, mas saiba que, nem sempre o que eles falam, é exatamente o que eles deveriam/poderiam falar!!!


#abraçodoLG

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Aquele do "Nossa..."

 Tem dias que vou contar, a coisa parece que não vai. Mas hoje não foi um desses dias não, hoje foi um daqueles em que tudo que precisava acontecer, aconteceu. Tanto é que mesmo no final desse dia, estou escrevendo para o DLQ. Sabe, existem certas lógicas que não consigo compreender e nem tento mais. Tipo assim, porque é que o manifesto comunista tem que ser lido ainda hoje? Venha de argumento, aliás, só pense nisso se por algum motivo você leu esse manifesto, caso contrário, leia ele.

Ou então, porque uma autoescola hoje ensina um procedimento chamado meia-embreagem sendo que para viver e sobreviver no trânsito precisamos de qualquer outra coisa que não uma meia-embreagem? Afinal, muito gente e cada vez mais estão preferindo os automáticos. Mas, minha indignação não para por ai, me conta alguém porque as carolas vão à igreja e depois saem falando mal da saia da moça, que estava 1 dedo acima do joelho? Será que olhar para o próprio rabo é tão difícil assim?

Claro que eu tenho os meus defeitos, não são poucos, mas com o passar dos dias estou conseguindo olhar para os meus defeitos e assim, tento não olhar para os seus, e tenho uma tendência muito grande a respeitar todos e me respeitar menos. Infelizmente é assim. Pois, depois que descobri que hipócritas são os que dizem verde para agradar mas preferem e usam o amarelo...

Enfim, eu não sou um hipócrita ou pelo menos tento não ser um deles. E ainda mais, tento por toda a vida não ficar perto de hipócritas, eles me fazem mal apenas por existir. 

Assim, me afasto de colegas de trabalho, de amigos... E acabo muitas vezes ficando próximo da solidão por não conseguir falar ou fazer coisas apenas para agradar alguém. Não consigo mesmo. E já tentei sorrir amarelo, mas não consigo, já tentei engolir seco, mas não consigo, é ruim ter essa característica de tentar ser honesto com tudo e com todos.

Ainda tento ensinar meus filhos a serem assim, ou seja, além de ter feito merda comigo mesmo, ainda estou fazendo com eles... Com os dois... 

Enfim, se tu é um hipócrita, me perdoe, talvez eu não consiga falar com você.. Mas se tu não é um deles, talvez a gente nem se conheça até porque, não acontece muito isso.

Pra fechar, vamos fazer o seguinte: vamos tentar ser o melhor que pudermos, para nós mesmos. Não rola essa história linda de querer ser bom pra tudo mundo, não dá, é chato demais... Chato demais...

Um grande abraço!!!



segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Aquele do "Tento nem entender..."

 Eu nasci em 1977. E vou morrer algum dia, mas antes desse dia chegar, eu gostaria muito de entender algumas coisas. Uma delas é porque eu nunca consegui presenciar um enterro de anão. Ok, sem piadinhas, né?

Outra coisa que eu não entende é, como um negro, piloto de fórmula 1, rico e endinheirado, vem falar de boca cheia de dificuldades por conta de sua raça ou de racismo? Coitadismo? Bom, para mim, Hamilton é um hipócrita demagogo pois, com todo dinheiro que ele já conseguiu, me parece muito mais ser um coitadinho que usa uma condição da qual nem faz parte para ganhar reconhecimento. Eu realmente acho ele um piloto mediano, como muito outros, e isso não tem nada a ver com a cor da pele dele. Ele é mediano e ponto final.

Ok, Senna também era mediano. Tinha suas qualidade, mas enquanto ambos pilotos tinham o melhor carro, ambos eram os melhores, mas como um Schumaker ou um Barrichello, que fizeram miséria até com um carro não tão bom, ah, aí sim...

Infelizmente, o Hamilton hoje é o negro da vez, o que está em grande mídia. Bola da vez!

Assim como o Ayrton Senna surgiu numa época em que o brasileiro, com seu complexo de vira-latas, precisava de um grande mito, o herói nacional. E a rede bobo de televisão é campeã e criar isso. Já criou o mito Senna, os mitos do futebol e o brasil continua com esse vício em ser vira-latas.

Bom, era só mais um registro.

E para fechar, rumo aos 150 mil mortos, hein... Obrigado Presidente Bolsobosta...

No texto de amanhã, como eu enxergo a volta do papai!!!


#abraçodoLG

domingo, 9 de agosto de 2020

Aquele do "Comparando com Bolsonaro, Dilma era a CDF da turma..."

 Vou começar bem de leve, são 1h11 da manhã, estou sem sono e querendo que tudo passe mas, sabendo que enquanto tivermos um megalomaníaco no governo e um petista criminoso tendo suas condenações retiradas no tapetão para ser candidato quando o Bolsinha cair (e vai cair), realmente tenho uma tendência a achar que nem a covid-19 vai passar nem o brasil vai melhorar.

Você, nobre leitor, lembra da dilma roussef? Certa vez, ela soltou uma frase que na época fez pouco ou quase nenhum sentido mas que agora, anos depois, caiu como uma luva para o bolsonaro. A frase era algo mais ou menos assim:

"Não vamos impor uma meta, quando chegarmos na meta, a gente dobra a meta..."

Hilário isso, não é mesmo? Engraçado, hilário, tudo mais. Porém, são 100 mil mortos já. E para o bolsonaro, eu não sei se 100 mil já é a meta, e isso me deixa com medo pois ele vai acabar dobrando a meta ou então se não atingimos a meta, como será, a hora que atingirmos e ainda tivermos que dobrar essa meta?

Gente, morreram mais de 100 mil pessoas no brasil apenas de covid-19. Mais de 100 mil pessoas.

O país tem hoje algo em torno de 3.3 milhões, isso mesmo, 3 milhões e 300 mil infectados. É mais que 1% da população do brasil e 1,5 vezes a população de curitiba.

E o presidente, se é que podemos chamar um cara como esse de presidente, dá de ombros e faz de contas que nada está acontecendo, incentiva as pessoas a não usarem máscaras, através de seus órgãos públicos proíbe a venda de um medicamento que mostrou-se eficaz na prevenção, ou seja ele está cagando e andando (deve estar mesmo, depois da facada, vai saber)... 

Isso não é normal, nem o Lula com sua marolinha em 2008/2009 foi tão inconsequente, ou leniente...

A frase da dilma se mescla com esse governo extremamente incompetente e assim, se mostra e fica claro a incapacidade do brasileiro escolher qualquer representante seu. Só escolhe o que não deveria e por ai vai.

100 mil pessoas.

Coloca na conta dos seguintes:

- bolsonaro

- petistas (os anticloroquina)

- globo

- consórcio de informação criado no brasil (só tem peixe grande)

Esses aí são os maiores culpados pelos mais de 100 mil mortos, e podem até tentar defendê-los, mas a culpa sempre será deles... sim senhores... Sempre...

#abraçodolg

sábado, 8 de agosto de 2020

Aquele do "novo normal é o cacete!!!"

 Temos no Brasil um canal de televisão que é sempre muito criticado por diversas pessoas mas que até hoje tem um força tamanha a ponto de criar idiotices como a mais fresquinha: "novo normal". Bom, vivemos num país democrático, temos o direito de escolher em que acreditar - desde que seja bolsa ou mortadela - mas brincadeiras a parte, podemos escolher. 

Essa emissora agora criou e está fazendo todos que assistem a ela acreditar que existe sim um "novo normal". Que a vida não será igual depois da covid-19, aliás, a covid-19 nunca deixará de existir, nós é que seremos vacinados, enfim, que a vida não será igual, nunca será mesmo. Ainda mais para os parentes das quase mais de 100 mil vitimas desse vírus. Então, que isso sirva para que eu, você ou todo mundo, nunca mais nos permitamos sermos normais.

O que é ser normal? 

Eu não sei, até porque eu não sou normal então, pense...

Se o normal até aqui não fez nada de muito positivo, então, deixemos a normalidade de lado e vamos ser um pouco mais anormais, por favor.

Vamos desligar a globo, vamos desligar o facebook, vamos para o portão de casa, com máscara mesmo, olhar o movimento, dar um tchau com a mão para o vizinho, para a vizinha gata, ou para aquele saradão que faz uma flexão... Para o senhorzinho que sempre diz bom dia ou para o vizinho que tu nunca falou mas que, de repente, pode ser uma boa hora de dizer: olá! como vai?

As ferramentas modernas, twitter, whatsapp, facebook, instagram, google vieram para facilitar sua vida, mas não deixe que elas te dominem. Nem tudo que há nessas redes é algo positivo. E se você observar, ela aproxima muito digitalmente, mas afasta e muito, pessoalmente as pessoas.

Novo normal? Novo normal é o cacete. Isso é um produto que uma emissora quer criar, talvez vender camisetas, essas coisas. Não caia nessa, por favor.

Que seja um novo, mas que não tenha nada, absolutamente nada de normal!!!

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Aquele do "Acho que eu preciso me redimir..."

É improvável que alguém se sinta tão culpado por algo como eu costumo me sentir, as vezes sem razão alguma. Mas é fato que nos últimos 4 meses, eu estou meio "afetado"... Sim, quem disser que não está, no mínimo é mentiroso e uma pessoa que devemos confiar bem pouco. Sério que até no dia 19 de março, dia em que entrei em "home office", eu não tinha a menor ideia do que seria essa tal de pandemia. Eu estava que nem o Lula em 2008, onde na época o mundo estava passando uma das piores crises econômicas e ele disse ser uma marolinha.

Achei que era algo assim, uma marolinha. E não é de ver que eu tinha certa razão? Não há de ver que eu, que sempre fui meio burro, tinha meus motivos para acreditar que tudo poderia e foi diferente? Não tinha eu o direito de pensar diferente de você, dele e de quem mais fosse?

Pois é... O tempo passou, eu não posso falar com as pessoas. Discordar virou um quase "xingar mãe", lembra-se da época da escola, em que "xingar-mãe" era a ofensa máxima? Pois é, chegamos nesse ponto, só que hoje, eu tenho que escolher, ou eu sou de um político ou sou de outro, ser do meio ou escolher um quarto político, no brasil, eu não posso, veja você, nesse país democrático, eu não posso sequer escolher que lado quero seguir.

Esses dias eu escrevi aqui nesse blog que, na minha opinião, a esquerdinha brasileira deveria levar na mochila e no meio do olho pelo menos uns75% das mortes por covid-19 no Brasil. E eu vou me redimir aqui: a esquerdinha brasileira e seus sociopatas mas comuns infiltrados, precisam ser responsabilizados de forma veemente sobre isso. A covid-19 mata, e isso não é segredo para ninguém, isso não é sequer o  problema. Todos os vírus mais fortes em teoria matam. Estudem um pouco, logo vocês descobrirão...

Porém, a letalidade dele na população mais saudável, não chega a 1%. Comorbidades não devem ser levadas a sério como algo normal e quiçá ser tratado como uma condição geral, se assim for, já estamos mesmo com o país perdido. Desculpe-me mas existem indícios científicos que comprovam o que a medicina não quer que você saiba: comorbidade é preguiça!

Preguiça de comer direitinho, preguiça de aceitar algo diferente do que os "mais experientes" dizem, preguiça de aceitar que, sim, é possível que tudo esteja errado. Um exemplo bem babaca, mas muitos médicos de uma nova medicina que virá, já comprovaram por A + B que, uma pessoa com Diabetes do tipo 2, que é uma das mais fodas, e que mataria certamente em caso de Covid-19 pode entrar em remissão diminuindo o consumo de carboidratos para uma taxa próxima a 10g por dia. Ou seja, quase nada, mas não, preferem continuar comento alimentos integrais e dietéticos, tomando insulina que sabe-se lá onde foi produzia a abrir mão de comer um pedacinho de pão ou então abrir mão do macarrão.

Sim, quer mais exemplos, tem dezenas, centenas, milhares, mas eu não vou gastar esse espaço fazendo algo que você, caríssimo leitor, deve fazer, que é estudar um pouco.  A internet trouxe uma enxurrada de informações, estamos inundados de conhecimento sendo distribuído gratuitamente na internet e nas redes sociais, basta você ter um pouco de cuidado em saber filtrar.

Eu preciso me redimir pois, afinal de contas, se eu tenho alguma informação, deveria passar. É realmente eu deveria passar mas cansei de argumentar com quem não quer ouvir. Se, existem provas que um corpo que come carbos é mais inflamado que um que não como e mesmo assim o interlocutor vem com o discurso de que não "conseguiria viver sem um pãozinho", ah, quem sou eu para tentar mostrar o que ele mesmo não quer enxergar, né?

A mesma coisa aconteceu com a covid-19, porque é que as pessoas preferiram para tudo ao tentar entender o que acontece e como acontece? Aqui fica uma dica, mas enfim, mais uma que vou falar para haver de todas as formas contestações: dentre as diferenças entre vírus e bactérias, uma delas e talvez a que mais seja marcante para mim é que um tem vida e outro  não tem vida. Ou seja, uma bactéria pode efetivamente morrer, mas um vírus, é apenas uma cadeia de proteína, que precisa da vida de uma célula para quem sabe, se replicar. Ou seja, uma bactéria, busca uma célula para fazer seu trabalho, um vírus, ele precisa "cair" numa célula que, ao ter contato com o vírus tem seu DNA alterado de alguma forma, promovendo assim, a replicação do vírus.

Então, estou me redimindo.

Todos estão certíssimos e eu errado. Todos tem razão e suas razões, eu fico com minha insignificância e com a minha paz interior, bele? Combinado?

Segue o baile!!!

#fui

domingo, 19 de julho de 2020

Aquele do "Dia do Senhor.. do senhor esquerdinha..."

Eu cheguei a algumas conclusões os últimos dias de reclusão quase total. Muitas dessas conclusões talvez não sejam as mais agradáveis para a maior parte das pessoas mas, infelizmente, não posso desejar outra coisa senão um sinto muito para elas.

A primeira conclusão que eu cheguei é que, qualquer religião, repito, qualquer religião e aqui, eu tiro de jogada as de origens africanas que para mim não não são religiões como a católica, evangélica ou luteranas essas coisas e também não são seitas como a mórmon e muito menos, água de chuchu como o budismo e o hinduísmo.... Ou seja, todas essas que citei são exatamente o fim da humanidade. Enganam as almas que são fracas, roubam o dinheiro dos velhos que tem medo da morte, usam seus jovens como máquinas de divulgação em massa e de quebra sempre tem um "lider" que acaba de alguma forma fodendo (literal e figurativamente) alguém, e os relatos mostram que normalmente são de menor...

Mas é isso, sobre religião só mais um detalhe: não tá podendo ter aquele culto/reunião/missa, na qual o medo do inferno é cada vez mais ampliado e o dízimo, cada vez mais recolhido.. Então, a 4ª Igreja do Evangelho Quadrangular de Curitiba no Capão da Imbuia, no maior estilo Punk Rock, resolver colocar um monte de carros no estacionamento, e meteu umas caixas de som que só por deus.... deus surdo viu. Meti duas reclamações por poluição sonora mas qual a minha surpresa saber que isso não é poluição sonora.. Pois a prefeitura de Curitiba não faz nada, deve estar faltando fiscal, né...

Deixando de lado esses hipócritas, hoje é dia do senhor... Do senhor esquerdinha.

Desde o início, quando surgiu a covid-19 no Brasil, havia uma possibilidade de usarmos de forma profilática, ou seja, para evitar uma disseminação maior, um medicamento. O presidente, atualmente sem partido, saiu falando aos 7 ventos e quando ele, sim ele pegou covid, ele mesmo tomou. Mas, a academia desse país, que é um lixo esquerdista na grande maioria, a nata intelectual dessa nação, tratou nos primeiros instantes de condenar o uso desse medicamento. Se apoiaram em estudos que eles mesmos fizeram, e no achismo que apenas a esquerda gosta de usar para f. outras pessoas.

Infelizmente nada foi feito porque, por mais que o presidente tenha sido eleito democraticamente pela maioria dos votos, na academia, a maioria da elite supostamente pensante é de esquerda e perigosamente tendenciosa a fazer sempre o que a esquerda quer.

Conseguiram que o remédio, barato e talvez eficiente nem sequer fosse cogitado. Já passamos de 78 mil mortos e eu quero que pelo menos 75% seja colocado na conta dos esquerdinhas, por favor. Foram eles que proibiram o uso da cloroquina e de outro medicamente que além de barato estava muito disponível.

Bem, não vou mais tratar desses assuntos ou melhor, vou tentar não tratar mais desses assuntos aqui pois, isso além de tudo, me deixa pra baixo. Não quero mais imaginar que esse país é governado por um bando de idiotas, que só pensam em si. Alias, como está rápida a obra do shopping do pai do governador, né? OK, não é dele, mas ele tem participação. Até ele ganhar nem andar andava, agora, está pronto...

Infelizmente, a vida desses mais de 78 mil não voltaram, será que Darwin tinha razão? Não sei, se assim for, posso ser o próximo...

#fui

sábado, 18 de julho de 2020

Aquele do "quem vai pagar a conta?"

O TEXTO A SEGUIR É OPINATIVO. ELE EXPRESSA A OPINIÃO DESTE QUE ESCREVE. SIM É A MINHA OPINIÃO!

Quando amigos vão a um restaurante ou a um bar, é comum que no final do evento, haja uma discussão saudável sobre que vai acertar a conta. Normalmente, namorados discutem entre si, amigos combinam, e por aí vai. É algo natural, e normalmente até por serem amigos, tudo acontece de forma natural. É sim. Se estiverem em 10 e a conta deu 1000, 100 para cada um resolve o problema. Matemática mais que básica, não é mesmo?

Bom, isso para pessoas de entendimento normal, mas se para você, 2 + 2 = 10 então, você fica com a razão, eu com a paz!

Mas onde quero chegar com essa introdução pouco eloquente?

Vamos lá. No final de 2019, na China, descobriu-se um novo vírus, que na verdade nem era tão novo mas nesse caso, ele passou a se propagar numa velocidade ao qual nós, seres humanos, chineses ou não, não estávamos sequer meio preparados. Veja que, vivemos com vírus e bactérias e outros patógenos o tempo todo e até somos fortes para a grande maioria deles. Segundo Darwin, alguns são mais fracos e isso também é fato, acredita quem quer.

Mas ok, da China para o mundo, não foram necessários nem 6 meses, em bem menos o mundo todo já sabia muito bem o que era o Covid-19. E uma das características do ser humano em relação aos outros animais é que a morte não é mais aceita como algo natural. Corremos a vida quase inteira para evitá-la, por inevitável que ela seja.

Porém a Covid-19 chegou assolando países que tiveram que fechar comércios, empresas, escolas, igrejas (essa ultima não foi assim uma grande perda), enfim, tivemos que encarar algo que ficará conhecido como Novo Normal. Novo Normal? Novo Normal é o kct!

Vou esquecer o resto do mundo, tá. Eu vou me concentrar no brasil. Em 2018, quebrando todas as expectativas de uma parcela menor que 50% da população, elegemos  (eu não) um representante que por respeito ao cargo, precisamos chamar de presidente. Ele tem seus muitos defeitos, incluindo seus filhos e alguns poucos positivos. E em seu governo, tivemos a Covid-19. Ele, como comentei tem seus poucos acertos, bem poucos, mas um deles é que no início dessa pandemia ele pediu às suas fontes que trouxessem algo de bom, no caos que se anunciava. Dessa forma, ele apresentou de imediato uma medicação.

A medicação não foi aceita!

Já se perderam mais de 65 mil vidas, e quem é que vai pagar essa conta?

Bom, eu observei o comportamento de pessoas próximas, as quais, são um bom radar para mim. São pessoas comuns com certo grau de instrução (para minha decepção, isso não se mostrou um diferencia) e é assustador o poder de um dos lados da força. É fato que temos uma imprensa no Brasil que é sensacionalista (essa todas são), e que tem por fatores muito distintos, um grande peso ideológico. Basicamente, temos uma imprensa de esquerda, sim essa esquerda sedutora que já tratei aqui no DLQ uma vez. Não apenas uma imprensa com viés esquerdista como uma imprensa que acha que em pleno 2020 ainda tem o direito de enganar tanto as pessoas. Não apenas com notícias fantasiosas, mas utilizando-se de personagens belos, roupas lindas, aparelhos caros e boa vontade. Se bem que de boa vontade, o inferno está cheio.

Não, o jornalismo no Brasil não entendeu que não adiantar ficar batendo num presidente para discordar por discordar, é necessário uma nova leitura de tudo. As pessoas estão usando perigosamente cada vez mais os recursos disponíveis, leia-se nesse caso, as rede sociais, que falam uma língua mais perigosamente fácil de ser entendida pela maioria.

Aí, dona maria divulga algo que a dioclesina, a maristelina e a dona catifunda acham que é verdade e transmitem para seus filhos e netos que retransmitem e por aí vai. Quando é necessário parar para ver, a coisa já desandou e temos fatores como a criação de um mito idiota com filhos hipócritas e supostamente ladrões, sendo considerados líderes. Ou então, temos ainda a ideia de que um remédio não pode salvar vidas apenas porque a "academia", essa sim mais petista que o jornalismo, acha que não pode dar o remedinho para contrariar o presidente.

Meu ovo... O presidente é um merda, mas a esquerda pseudo socialista de cérebro levemente atrofiado, em conjunto, terão que pagar essa conta. A academia nem deixou que se tentasse e o presidente nem bateu de frente para que se tentasse. Logo, chegaremos aos 100 mil mortos por um vírus, e pelo menos no Brasil, isso é mais culpa da gritaria política do que do vírus em si.

Nunca antes na história desse país, esquerda, centro e direita brigaram tanto, no silêncio, matando tantas pessoas. Lembro-me bem que nem durante o governo lula e aqui no estado do roberto requeijão, morreu tanta gente de uma doença que poderia sim, ser encarada com um medicamento que inclusive já existia.

A fábula da esquerda, com seu discurso de proteção às minorias sociais, já matou muito, mas nada se compara ao que foi feito durante a covid...

Que essa conta seja repassada a todos, sem exceção que não deixaram que se tentasse, seja com a hidróxidocloroquina, ou qualquer outra porcaria que já tínhamos a disposição.

Assim como aquele babaca do dedo a menos disse que foi bem feito por deus a praga do covid, que para cada um dos petistas ou esquerdistas contra a cura da doença, fique em seu coração de pedra, a culpa por pelo menos 1 morte.

#fui

domingo, 12 de julho de 2020

Aquele do "ele é surdo, mas escuta bem pra caralho..."

Hoje o texto é dedicado a todos os meus amigos que são mais inteligentes do que eu e que acreditam em deus. Sim, 99% dos meus 3 ou 4 amigos, acreditam em deus. O restante, putz, não é meu amigo e isso também não me faz falta alguma. Mas o fato é que, com a pandemia, as igrejas estão felizmente proibidas de fazer os cultos, reuniões, missas, orações essas merdas e tal, e não me cobre respeito a isso, pois, eles não me respeitam por ser ateu. Chifre trocado não dói...

E com isso, acredito que o faturamento das igrejas deve ter caído e muito, né, afinal de contas, mesmo que eles não paguem 1 centavo de imposto, sem reunir o rebanho para gerar medo, como vão ganhar o dindin para manter os luxos dos presidentes em Salt Lake City ou dos pastores cheios de imóveis em bairros de Curitiba ou ainda, o dono de emissora de TV? Ixi, sem falar na grana que banca os ataques terroristas e também, o no boiadeiro da TV...

É filhão, a pandemia matou milhões, me trouxe um amor e fodeu as igrejas, que eu espero mesmo que não consigam sair dessa... Sim, eu já fui mórmon e sei bem que, a grana que entra é grande pra caralho, até uma época era eu quem abria os envelopes e eu pude presenciar muita grana entrando.

Ok, mas meu tema não é o dinheiro das igrejas e sim, deus e seus sistema auditivo.

Vamos lá, vou separar deus por religião e sua característica auditiva:

--> evangélicos -> deus surdo -> precisam gritar, precisam gritar cada vez mais
--> mórmons -> deus bom de ouvido -> eles oram baixinho, e deus escuta, olha que curioso?
--> católicos -> deus bom e mais ou menos -> eles até falam baixo, mas cantam demais e alto
--> muçulmanos -> deus burro -> deus não entende, ai eles ficam repetindo, repetindo

Esses são os que eu lembro, ah, lembrei de mais um agora, tem o deus dos testemunhas de jeová, que é turista ou porteiro, pois está sempre com eles passeando ou no portão das pessoas enchendo o saco nas manhãs, e ainda, o do adventistas que é dos contra, enquanto os demais são de domingo o dos adventistas, é de sábado...

Enfim, é assim, das duas uma: ou esse deux se adapta a tudo ou eu tenho razão e ele não existe.

Prefiro pensar que ele não existe!

Bom, sobre os evangélicos, não se se foi minha denúncia, mas o drive-thru da quadrangular parou... hehehe e eu denuncio mesmo...

#segue_o_baile

terça-feira, 7 de julho de 2020

Aquele do "hoje acordei sem saco pra babacas..."

Claro, hoje dia 7/7/2020 não poderia ser ainda mais emblemático para essa nação brazuca do que está sendo. Tivemos um final de semana em que gente babaca achou que ser formado em engenharia era ser melhor que os outros. Essa já ganhou as contas...

E em 7/7, tem uma categoria de idiotas, como essa que acha que ser engenheiro é ser melhor que os outros, que está comemorando. Mesmo que essa comemoração seja pela doença de uma presidente da república, democraticamente eleito por um pleito, validado pela mesma justiça que hoje, é questionada por todos.

Sim, o presidente está com o corona vírus. Agora a petezada, os bandeiras vermelhas, os mortadelas, os especialistas em vírus e transmissão (leia-se petistas) e os pombos enxadristas, estão em felicidade plena. Tive que ouvir que "agora nosso presidente está como um cidadão comum", porém, quis retrucar mas educação não me permitiu: cidadão não - presidente, melhor que eu e você, que nunca fizemos nada além de acessar redes sociais para querer mudar alguma coisa.

Ou seja, a galera da esquerda vai ficar aí, falando, aplaudindo a doença dele e, ai eu me pergunto, e se a hidróxicloroquina fizer efeito?

Aí sim, a petezada bandeira vermelha vai ser desmoralizada do pouco de moral que conseguem manter com um mestre ladrão condenado em 2ª instância por um "tripex e um sítio"...

Quero só ver como será!!!

#fui

sábado, 27 de junho de 2020

Aquele do "Cores e mais cores"

Se alguma coisa me chama muito a atenção do comportamento do brasileiro é justamente a facilidade em ser relativamente simplista e pouco preocupado com os detalhes, mas em contra partida, usar sua preguiça para formar opiniões contundentes sobre o que sequer podem imaginar em saber.

Parece difícil? Bom, de maneira muito leviana, pergunte para um pombo exadrista ou para um bolso-colostomia-narista de onde vem o conceito de direita e esquerda e submeta-se ao que será o maior circo dos horrores, muito pior talvez que uma visita com um beijinho da mulher barbada em seus lábios. Aliás, perdão, mulher barbada, não devo ser sexista, não é mesmo? Afinal, não é porque você é mulher, que não podes ter barba!

Mulheres, barbas e outros detalhes de lado, vamos ao que interessa.

Anote esse número, hoje, dia 27/6/2020: 10 milhões. 10 milhões. Sim, 10 milhões!

Esse é o número de desempregados já acumulados desde que começou a pandemia da Covid-19 aqui no Brasil. O jornalismo marrom de uma rede de televisão do paraná com um dígito só no canal, chegou a informar que o número de desempregado é igual a população do paraná, ou seja, além de jornalistas eles são especialistas em senso, numerologia e comparação. Eu sou jornalista e até por isso critico os meus "parças", bando de burros!!!

Mas a discussão não é essa. 10 milhões!!!

Esse número vai só aumentar, não há o que faça!

Porém, e sempre há um porém, temos um grupo de pessoas que, assim como aquela música do antigo grupo de Forró Fala Mansa, está em casa e cantando: Rá, rá, rá, mas eu to rindo à toa...

Sim, meus leitores, são os selecionados pertencentes ao um grupo restrito de puxa-sacos, estudiosos e protegidos funcionários públicos. Sim, nobres, estes estão rindo a toa. Enquanto milhares estão perdendo seus empregos porque as empresas não aguentam mais ou estão quebrando ou ainda e tudo na mesma linha estão indo pro beleléu, esse grupo além de estar rindo a toa, segundo informações que me chegaram, ainda tiverem o direito ao aumento garantido.

O mundo inteiro indo pro buraco mas os funcionários públicos poderão ter aumento.

É isso aí, palmas para todos.

Todos os do executivo e legislativo que, por seu poder hierárquico mais uma vez vão entrar com seus cacetes enquanto os demais, entrarão com seus tobas. Vai ser assim, eles carcam e a gente sorri. Enquanto todos querem pelo menos poder trabalhar, essa nata da sociedade está "trabalhando" em casa, ganhando salários integrais, com benefícios e garanto, com ajuda de custo para homeoffice, enfim, é isso... Nata da sociedade. Inveja? Sim, eu tenho inveja, com certeza estaria coçando meu saco em casa, ganhando nas costas dos outros e vivendo minha feliz. Se duvidasse, nem máscaras usaria, afina, quem disse que vírus pega em funcionários públicos?

Não há o que faça, eles sempre serão a nata da sociedade brasileira, acima deles, apenas os empresários que com muito trabalho, esforço, noites mal dormidas, pagam seus altíssimos impostos e banco essa farra nojenta que é esse grupo da nota da sociedade. Enquanto isso, bom, enquanto isso, bolso-colostomia-naro brinca de ser o menino mal e proteger seus muitos meninos maus. Eu quero muito ver o dia que gente babaca for obrigada a fazer vasectomia, para não deixar mais babacas pelo mundo. E, muito antes que algum hipócrita venha me perguntar, sim, eu deixei dois herdeiros, que pelo visto são bem menos babacas que o pai, e claro, depois disso, eu mesmo fiz minha vasectomia, para não deixar mais herdeiros. Preferi assim, e hoje, observando exemplos de mórmons e o bolso-colostomia-naro, percebo que fiz o mais certo.

Bom, desejo muita saúde aos funcionários públicos, afinal, do jeito que estamos caminhando, eu até passarei fome antes, mas em contra partida, depois, teremos que dar as mãos e catar os restos que dividiremos com os outros animais!!! Seja você funcionário público ou não!!!

É isso...

#abraço

sábado, 20 de junho de 2020

Aquele do "O que estamos fazendo a nós mesmos?"

Hoje é sábado. Não que isso importe de maneira direta, mas foi o que me veio a mente afim de iniciar esse texto. Eu acordo cedo, bastante cedo na maioria dos dias e como meus meninos ficam dormindo, lógico que aproveito esse tempo para pensar e eventualmente escrever. E hoje estava aqui no sofá, depois de uma omelete de 2 ovos, 3 xícaras de café, um olho direito que está com sei lá, 30% da visão funcionando - e com isso atrapalhando e muito o esquerdo que insiste em ser bom... Enfim..  Parece não ter nada com o texto e com o título, né, mas tem, pelo menos na ótica distorcida da realidade desse que vos escreve.

Enquanto eu fazia o que relatei acima, eu estava assistindo televisão, e num canal, estava passando um desses "shows da realidade", de uma oficina de blindagem algo assim, e mesmo gostando de carro, o que mais me chamou atenção, primeiro por não haverem negros, o que é comum em produções de Hollywood, é que a grande maioria é composta por latinos, visivelmente latinos. Mas além de latinos, o que mais me chamou atenção ainda é que, independente de quando esse programa foi gravado, a bandeira dos E.U.A. estão lá, na parede, como uma imagem de chézus crist para um católico ou uma imagem do "josé smite" (sic. eu sei como se escreve, mas me nego) para os mórmons...

O povo norte-americano (já que americanos também somos), pode ser o povo mais lazarento da história da humanidade, eles são fascinados por guerras, se acham melhores que todos os demais, tem a economia mais pujante do planeta e blá, blá, blá...

Tirando todos esses defeitos, vamos lá: os caras são patriota...

Não me lembro de ter entrado em um consultório de médico, hospital, escola, supermercado, centro de escritórios, nem mesmo em órgãos públicos que tivessem uma bandeira do brasil presa na parede, de forma pujante que demonstrasse nosso orgulho e amor em sermos patriotas e filhos dessa pátria que me pariu.

Não, não temos essa capacidade. Desculpe-me!

Ostentamos um desejo de sermos iguais a outras nações, mais ricas, mais poderosas, mas não fazemos a lição mais básica que é pensar em nós mesmos. Nós somos únicos, talvez o povo mais misturado, onde negros, índios, japoneses, alemães, italianos e gente de todo o planeta convive em quase total harmonia. Só não vivemos em maior harmonia pois, após longos 14 anos de governos de linha não só populista, mas também, hoje vivemos com êxtase os conflitos das "minorias" assim autointituladas. Isso é para outro texto.

Somos um país de 212 milhões de habitantes. Não temos conflitos sociais extremos, não temos a fome como uma desgraça nacional.

Temos vários problemas, mas nada que um pouco de amor próprio não nos proporcionasse uma solução.

Enquanto isso, estamos nos matando entre esquerda-centro-direita.

A esquerda, sempre muito sedutora, é aquela gostosa de vestido vermelho, corpo escultura, que vai nos custar caro no final. O centro, é aquela gostosa mais normal, calça jeans, mas que não para de falar um minuto sequer, e sobre assuntos que talvez pouco nos interessem... E a direita, essa é aquela de sandália de salto alto, linda mas que infelizmente não te convence com o discurso, que parece e é hipócrita...

A esquerda, é aquele homem, que chega com uma conversa que flui no ouvido da mulher como algo nunca antes ouvido na existência, mas que trouxe um vinho tão ruim, que a dor de cabeça do dia seguinte vai durar uns 3 dias ou mais. O centro, é aquele homem sedutor, que chega num carro importado (alugado ou não, tanto faz), mas que durante a conversa, se gaba, se gaba, se gaba... Você até gosta, mas não consegue gostar por muito tempo... A direita é aquele homem, de barba, bronco, parece um lenhador, mas que na hora que chega próximo a você, abra a boca e dela parecem sair larvas do mais escroto esterco.

Enquanto isso, estamos aqui no brasil, pensando que queremos ser uma Alemanha, um E.U.A, uma Inglaterra, mas estamos fazendo tudo para sermos uma Venezuela ou ainda pior. Porque pior? Sim, porque até vencemos a esquerda que nos transformaria numa super potência falida social, mas colocamos o mais idiota dos representantes do pior pinel do país. Ele não sabe falar, ele não sabe agir, ele não sabe se portar, ele consegue saber apenas passar as mãos nas cabecinhas dos seus pequeninos filhos, que nunca fizeram nada de errado.. Ele é pai né...

Ou seja, sistematicamente, provamos para todo o mundo que além de não termos amor próprio, continuamos vivendo num mundo de fantasias e de faz de conta. O ricos, estão vivendo seus momentos, carros importados, vinhos importados, mármore importado, tudo de bom e do melhor, importado. Os mais baixos, usam e tem os importados quando podem. Os médios sonham com os importados, mas compram as marcas nacionais mais tops... Bom, os pobres, estes sim, compram tudo que os demais compram, mas o fazem na parcelinha, na prestação...

Não somos unidos, talvez nunca sejamos.

Veja a diferenção:

United States of America - Estados Unidos da América
República Federativa do Brasil - República Federativa do Brasil

República = bom, nem vou comentar, veja no dicionário e tire suas próprias conclusões...

A pergunta que faço para terminar é: para que insistir nesse erro chamado Brasil?

A propósito, a ultima pergunta será essa: você acredita que num país em que, dos 212 milhões de habitantes estimados, uma parte seja pobre ou miserável? E ainda sejam eleitores? Pense nisso, será mesmo uma democracia quando você obriga gente a passar fome e depois escolher alguém? É provocação mesmo...

#fui

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Aquele do "Parabéns a todos os casaisinhos..."

Não há outra coisa que eu possa desejar a todos os casaisinhos espalhados pelo 2º lugar em numeros de casos de covid-19 do planeta. Sim, parabéns a todos os namorados, noivos, esposas e esposos, amantes, apaixonados, ficantes persistentes, enfim, a todos aqueles que em outro coração e persona encontrou algo que o faz respirar mais rápido ou sentir o coração pulsar na boca.

Desejo a todos anos e anos de felicidade e que, o que mais importe para ambos, é que esse sentimento e essa sensação de gostar nunca acabe. Não há sexo que signifique tanto, não há bem que valha tanto, não há presente que substitua, não há condição social que supra. Apenas o olhar fixo no olhar, que antecede o beijo úmido que apaga qualquer sofrimento, brigas ou afins...

Quem o que valha para todos seja a química. O toque dos lábios, as línguas que não param, as mãos que percorrem os seus corpos.

Em épocas de pandemia talvez isso seja proibitivo, mas que o amor possa superar e persistir assim.

Não se permitam desistir desse amor por coisas pequenas, por erros idiotas ou por inseguranças infelizes.

Não se permitam deixar de lado o sentimento que mais nos alimenta, mais que chocolate, mais que qualquer droga...

Não se permitam tornar-se alvos da inveja alheia.

Não se permitam comparações, você e ela, você e ele, seja qual variante for, vocês dois são foda e serão foda enquanto puderem ser. Se se deixarem de ser, que se exploda agora, hoje, vocês são!

Não se permitam de qualquer forma, deixar de investir nesse sentimento, seja ele uma paixão ou amor, por qualquer questão menor que seu sentimento. Aprenda a perdoar ainda mais se você for inseguro. Aprenda a respeitar, ainda mais se você tem medo. Você pode abrir mão de algo que te parece ruim, mas que pode ter fazer falta...

Eu não posso desejar a todos, sem qualquer exceção, todos os casais, que tenham eles 1 dia ou menos de relação ou anos e anos, um FELIZ DIA DOS NAMORADOS.

Pelo menos, sabemos que, hoje, muitos bacuris, guris e gurias, pimpolhos, crias, filhos, proles, enfim, serão encomendados.

Muitos pegarão covid-19 por não obedecerem as regras para evitar.

Outros tantos, também terminaram por motivos idiotas.

A vida é assim, um ciclo, e você é quem está no comando.

Pegue nas mãos ou faça uma video-call para sua amada(o, e, i - seja o que for), e diga o quanto, você se ama e logo depois de dizer o quanto você se ama, diga também o quanto isso faz você amar seu parceiro (a, i, e, seja o que for)

E assim, viva esse dia, viva essa noite.

- Beba pouco
- Use camisinha
- Haja sempre com respeito

#abraçodolg

terça-feira, 2 de junho de 2020

Aquele do "Não sei o que pensar, mas não irei nessa onda não!"

Sim, eu não sei o que pensar. Não sei mais o que esperar e ainda, não tenho a menor ideia do que poder dizer para as gerações futuras que um dia, por ventura, o covid-19 me permita conhecer e interagir. Não tenho clareza de datas precisas mas minha grande lição de vida sobre racismo ou respeito ao semelhante foi quando eu tinha aproximadamente uns 7 ou 8 anos de idade.

E antes que qualquer um critique a merda que falei, quero deixar claro que todos, sem qualquer tipo de exceção, um dia em algum momento da vida, compreendida entre seu nascimento e sua morte, fez alguma merda.

Como comentei, não me lembro do dia, hora, mas sei que eu morava numa casinha de madeira no Capão da Imbuia, a qual meus pais compraram com certo sacrifício e na qual, minha vozinha, dona Nair, fazia questão de estar sempre presente. Claro que isso era maravilhoso, eu gostava tanto dela que dela sinto falta até hoje. Mulher guerreira, mulher trabalhadora e se algum tiver algo contra ela, guarde para si mesmo pois a imagem que eu tenho nunca vai ser abalada por um qualquer.

Sim, estávamos pelo menos eu e ela, não lembro se havia mais gente. Eu vivia uma fase bastante tranquilo para mim, pois não me preocupava com nada a não ser, ser eu mesmo da maneira que eu queria... Um garoto de 7, 8 anos, algo assim. Ia para escola, da escola pra casa, brincava na rua, pulava a valeta de esgoto que tinha na frente. Brincávamos de pique-esconde, jogávamos futebol (eu sempre odiei, mas era com os amigos), guerra de mamona, bicicleta, enfim, a vida sempre transcorria da melhor forma possível

Eis que então, eu resolvo um dia contar uma piada sobre negros. E até então, tudo parecia muito normal, eu convivia com as pessoas e isso era normal. Mas, a grande lição aconteceu pois minha avó ouviu a piada. E mais que prontamente, do jeitinho dela, me deu um esporro daqueles de deixar qualquer idiota com cara de imbecil.

Para quem confunde ou considera apenas o que o dicionário, idiota não é a pessoa desprovida de inteligência, no meu texto eu descrevo quem não tem inteligência, como imbecil. A palavra IDiota que uso aqui é para descrever o ser que, ao viver em sociedade e em um ambiente coletivo, tem a capacidade de observar e apenas se preocupar apenas com seu umbigo ou então, com o seu ser. Assim como identidade se refere a algo sobre o ser ID, idiota refere-se a quem pensa apenas em você... OU seja, eu era um idiota contando piadinhas sobre negros, pois eu não pensava neles, não tinha a menor ideia de como isso poderia atingir alguém.

Eu, com 8 anos, não tinha qualquer tipo de discernimento sobre esse assunto, talvez até devesse ter, mas não tinha. Com 8 anos, eu não tinha muita clareza nem do que era a vida. Com 8 anos eu era um retardadinho em processo de absorção de conteúdo e foi justamente o que minha avó fez.

Depois desse episódio, não apenas eu não me lembro de ter contado uma piada sequer sobre negros, como também, passei a não rir de piadas com esse tema.

A lição foi tão dura para mim que, fico sem graça até hoje só de me lembrar desse acontecimento. Eu tinha pouca idade mas a lição foi sem dúvida alguma, uma forma de me mostrar que o mundo não seria como o mundo me cobrava ser. Ou seja, eu comecei a viver de uma forma em que eu precisava negar os demais para poder aplicar o respeito que, de forma ampla, era o mínimo que eu poderia oferecer de retorno.

Sim, eu não vou entrar nessa onda nova, até porque, eu, meus filhos e todos os que eu posso contagiar com esse respeito excessivo, eu tento contagiar. Todos os que me permitem contar o que me aconteceu eu conto, para que, sem violência, sem atos loucos e sem esse discurso de ódio, possamos juntos quem sabe mudar o mundo. Eu sei que é muita pretensão, mas eu sempre tive em mente que preciso tentar.

Não sou culpado por essa burrice que é o racismo, mas serei sempre culpado se durante minha vida, não fizer nada, mesmo que seja apenas com os meus, para que isso seja mudado.

Como diria Gabriel O Pensador:

"Como eu já disse, racismo, é burrice...

E se você é mais um burro, não me leve a mal
É hora de fazer uma lavagem cerebral
Mas isso é compromisso seu, eu não vou me meter,
Quem vai lavar a sua mente não sou eu
É você"

E fecho esse texto com esse trecho dessa linda musica do Gabriel O Pensador pois, assim como eu, aos 7, 8 anos de idade tive alguém que, de forma contundente me fez lavar a minha mente com relação a isso, quem sabe você lave a sua e leve essa mensagem aos também ou realmente precisam lavar suas mentes.

Por favor... Se externamente não somos todos iguais, somos sim, todos seres humanos...

E isso por si só já basta! Ou não, né!

#triste