quarta-feira, 1 de abril de 2020

Aquele do "À GUERRA!"

“Se tenho o dom da delícia, eu tenho o não e o sim (...)
Se não ganho nessa eu perco, mas na outra vou ganhar...”

Alguém ainda lembra das interveniências no processo eleitoral estadunidense, quando da eleição do Trump(a)?  Houve umas questões no campo da mídia eletrônica, surgiram muitas “conversas” estranhas a respeito de “material informativo” circulando na internet sobre a candidatura democrata, sobre os democratas, sobre a candidata...

Houve demissão da coordenação de campanha, ou apoiador-mor do “eleito” enfim, fake “fuck” news...  Houve suspeitas de suposta ação dos russos no tal processo e, claro, discurso de ódio, proposta de construção de muro na fronteira com o México aguçando a xenofobia.  A candidatura Trump era tão radicalmente a direita que parte significativa das lideranças do Partido Republicana tentaram evitá-la nas prévias.  Não conseguindo, viraram as costas para a campanha.

Trump não é o único “direitão” no poder.  A Europa vive dias de “glória conservadora”.  A América latina tem experimentado, inclusive, Golpes de Estado, com renúncias forçadas por meio de ameaças ao mandatário e, principalmente familiares (caso da Bolívia) e lembro, alguns anos antes (quase ninguém lembra ou mesmo notou), o caso do Lugo, no Paraguai.

A bíblia presente na cena pós “invasão” do palácio presidencial boliviano, o deus (estranho) em nome do qual vociferava a deputada (auto proclamada) nova líder dos bolivianos, naquele vídeo insano, agora, segundo ela, morava lá.  Todos esses elementos nos são familiares, dado que também os vemos e ouvimos diariamente por aqui, nas falas e atos de “cristãos” que fazem “arminha” e falam em morte aos “inimigos” políticos e/ou de “fé”.  Fé demais!

Conservadores parecem alinhados e convictos, por toda parte.  Nas américas e nas “oropa, França e Bahia”. (França e Bahia foi só pra aproveitar a citação, o “velho deitado”)  Fundamentalistas de toda ordem têm, como é de praxe “muita convicção e confiança”, dado que abençoados, ungidos.  Os robôs da chupeta de piroca e do Kit gay mantêm-se super atuantes, enquanto os empresários... Bem, “vampiro brasileiro”, meu velho!

Há muitas evidências da presença da CIA (todos conhecemos essa sigla), no planejamento, financiamento e mesmo nas ações, em todos os casos, inclui-se nisso, as patacoadas do dalagnol (assim mesmo. Não é digno de correção ortográfica, nem de maiúscula) e do juiz (você sabe quem).  Aliás, esse aí e o necro desgovernante foram às sedes da Cia e do FBI (em visita aos EUA). 

Para o caso de ninguém lembrar, retomo aqui o caso daquele “porrilhão” e meio de dólares que era da Petrobrás, que supostamente fora roubado da Petrobrás, que estava  “in USA” e que foi devolvido, mas não ao Brasil ou à Petrobrás: ao (dá)lagnol.  Esse “dinheirinho” constituiria um “fundo” para ações, por meio de uma ong (Hummm... Fale-me mais sobre isso!).  Passarinho me contou que é “grana” pra campanha do Moro em 2022.  Mas passarinho, vocês sabem.  Diz coisas que até Deus duvida.

Aqui, quer saber?  Lembra da figura da qual tratamos no texto anterior?  Estamos formigas, abelhas.  Estamos qual meus colegas e eu, naqueles episódios das bombas de efeito moral, gás, balas de borracha...  Estamos atônitos e putos da vida (queiram perdoar pelo palavriado); estamos indignados, feridos (e agora, ainda auto confinados, portanto, um pouco mais ansiosos).

Nosso problema não é a varetinha com a qual mexeram no formigueiro.  Nosso único problema não está na rapina do mel que produzimos com muito esforço e tenacidade.  Os dias, beto, rato (pequeno e grandão); os três patetas e o palhaço mor; o juiz e os sinistros...  Nada dessa caterva constitui nosso problema maior.  A questão é o que isso tudo representa.  O que significam todos eles e a ideia de mundo subjacente. 

Estamos em guerra!  A mim me interessa revolucionar o que eles querem conservar.

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