sábado, 20 de junho de 2020

Aquele do "O que estamos fazendo a nós mesmos?"

Hoje é sábado. Não que isso importe de maneira direta, mas foi o que me veio a mente afim de iniciar esse texto. Eu acordo cedo, bastante cedo na maioria dos dias e como meus meninos ficam dormindo, lógico que aproveito esse tempo para pensar e eventualmente escrever. E hoje estava aqui no sofá, depois de uma omelete de 2 ovos, 3 xícaras de café, um olho direito que está com sei lá, 30% da visão funcionando - e com isso atrapalhando e muito o esquerdo que insiste em ser bom... Enfim..  Parece não ter nada com o texto e com o título, né, mas tem, pelo menos na ótica distorcida da realidade desse que vos escreve.

Enquanto eu fazia o que relatei acima, eu estava assistindo televisão, e num canal, estava passando um desses "shows da realidade", de uma oficina de blindagem algo assim, e mesmo gostando de carro, o que mais me chamou atenção, primeiro por não haverem negros, o que é comum em produções de Hollywood, é que a grande maioria é composta por latinos, visivelmente latinos. Mas além de latinos, o que mais me chamou atenção ainda é que, independente de quando esse programa foi gravado, a bandeira dos E.U.A. estão lá, na parede, como uma imagem de chézus crist para um católico ou uma imagem do "josé smite" (sic. eu sei como se escreve, mas me nego) para os mórmons...

O povo norte-americano (já que americanos também somos), pode ser o povo mais lazarento da história da humanidade, eles são fascinados por guerras, se acham melhores que todos os demais, tem a economia mais pujante do planeta e blá, blá, blá...

Tirando todos esses defeitos, vamos lá: os caras são patriota...

Não me lembro de ter entrado em um consultório de médico, hospital, escola, supermercado, centro de escritórios, nem mesmo em órgãos públicos que tivessem uma bandeira do brasil presa na parede, de forma pujante que demonstrasse nosso orgulho e amor em sermos patriotas e filhos dessa pátria que me pariu.

Não, não temos essa capacidade. Desculpe-me!

Ostentamos um desejo de sermos iguais a outras nações, mais ricas, mais poderosas, mas não fazemos a lição mais básica que é pensar em nós mesmos. Nós somos únicos, talvez o povo mais misturado, onde negros, índios, japoneses, alemães, italianos e gente de todo o planeta convive em quase total harmonia. Só não vivemos em maior harmonia pois, após longos 14 anos de governos de linha não só populista, mas também, hoje vivemos com êxtase os conflitos das "minorias" assim autointituladas. Isso é para outro texto.

Somos um país de 212 milhões de habitantes. Não temos conflitos sociais extremos, não temos a fome como uma desgraça nacional.

Temos vários problemas, mas nada que um pouco de amor próprio não nos proporcionasse uma solução.

Enquanto isso, estamos nos matando entre esquerda-centro-direita.

A esquerda, sempre muito sedutora, é aquela gostosa de vestido vermelho, corpo escultura, que vai nos custar caro no final. O centro, é aquela gostosa mais normal, calça jeans, mas que não para de falar um minuto sequer, e sobre assuntos que talvez pouco nos interessem... E a direita, essa é aquela de sandália de salto alto, linda mas que infelizmente não te convence com o discurso, que parece e é hipócrita...

A esquerda, é aquele homem, que chega com uma conversa que flui no ouvido da mulher como algo nunca antes ouvido na existência, mas que trouxe um vinho tão ruim, que a dor de cabeça do dia seguinte vai durar uns 3 dias ou mais. O centro, é aquele homem sedutor, que chega num carro importado (alugado ou não, tanto faz), mas que durante a conversa, se gaba, se gaba, se gaba... Você até gosta, mas não consegue gostar por muito tempo... A direita é aquele homem, de barba, bronco, parece um lenhador, mas que na hora que chega próximo a você, abra a boca e dela parecem sair larvas do mais escroto esterco.

Enquanto isso, estamos aqui no brasil, pensando que queremos ser uma Alemanha, um E.U.A, uma Inglaterra, mas estamos fazendo tudo para sermos uma Venezuela ou ainda pior. Porque pior? Sim, porque até vencemos a esquerda que nos transformaria numa super potência falida social, mas colocamos o mais idiota dos representantes do pior pinel do país. Ele não sabe falar, ele não sabe agir, ele não sabe se portar, ele consegue saber apenas passar as mãos nas cabecinhas dos seus pequeninos filhos, que nunca fizeram nada de errado.. Ele é pai né...

Ou seja, sistematicamente, provamos para todo o mundo que além de não termos amor próprio, continuamos vivendo num mundo de fantasias e de faz de conta. O ricos, estão vivendo seus momentos, carros importados, vinhos importados, mármore importado, tudo de bom e do melhor, importado. Os mais baixos, usam e tem os importados quando podem. Os médios sonham com os importados, mas compram as marcas nacionais mais tops... Bom, os pobres, estes sim, compram tudo que os demais compram, mas o fazem na parcelinha, na prestação...

Não somos unidos, talvez nunca sejamos.

Veja a diferenção:

United States of America - Estados Unidos da América
República Federativa do Brasil - República Federativa do Brasil

República = bom, nem vou comentar, veja no dicionário e tire suas próprias conclusões...

A pergunta que faço para terminar é: para que insistir nesse erro chamado Brasil?

A propósito, a ultima pergunta será essa: você acredita que num país em que, dos 212 milhões de habitantes estimados, uma parte seja pobre ou miserável? E ainda sejam eleitores? Pense nisso, será mesmo uma democracia quando você obriga gente a passar fome e depois escolher alguém? É provocação mesmo...

#fui

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