domingo, 19 de dezembro de 2021

Vamos de? --> Não sejam assim, moças e rapazes, não é legal...

 Oieeee, hoje é domingo e meu texto vai ser como uma homenagem aos meus dois filhos, LH e LE. Hoje eles estão com 18 e 15 anos respectivamente. São homens íntegros, educados, estudiosos e tudo mais que eu possa elogiar. São moleques muito bons mesmo. 

Boa parte, mérito da mãe deles que os criou sozinha, como ela mesmo me disse uma vez. Mas, tem algum métiro meu também, até porque acredito que servi de exemplo. O mais velho até hoje me emociona quando comenta sobre seu ideal de relacionamento que, por mais que fosse desejo ser babaca como a maioria é, ele ainda é do tipo romântico apaixonado e não preciso dizer o quanto se ferra por isso. Mas, o texto é sobre outro exemplo.

Quem lê este blog a mais tempo, talvez já tenha percebido que sou apaixonado por carros, tecnologia e claro, Fórmula 1 - mesmo sabendo que a Fórmula Indy é muito mais tesão. Porém, a fórmula 1 esse ano foi um grande palco de um modelo que desde a primeira gravidez eu queria que meu filho não seguisse.

No último domingo, o campeonato acabou e o Max foi campeão. A briga o ano todo foi feia e ele foi um pouco melhor que o bebê chorão, que chegou em segundo lugar. O bebê chorão, foi ultrapassado na última volta, por causa de uma bandeira amarela, porém Max estava com os pneus macios - mais rápidos e muito mais novos o que permitiu que Max, piloto de qualidade, conseguisse mesmo com um carro inferior passar o Bebê chorão - piloto mediano de carro bom (assim como o tal Ayrton Senna era). Foi uma das ultrapassagem modernas mais bonitas da F1.

Bebê chorão, já chorou no carrinho dele antes de parar. A hora que parou, parecia ter vergonha de sair do carro (eu também sentiria - corridas atrás ele tentou tirar Max da corrida, ambos saíram e ele não foi punido).

Bebê chorão perdeu e mostou-se o mais antidesportivo que eu poderia supor/imaginar. Chorão, quer ganhar no tapetão, comprimentou Max por obrigação. Um péssimo exemplo de atleta, não atoa é um tipinho muito parecido com seu bom amigo Neymar, que normalmente só sabe ganhar, quando começa a perder, se joga no chão e chora. Formamos uma geração que só sabe ganhar, e eu, fiz questão de ensinar meus filhos que, a vida é feita de vitórias e derrotas..

É preciso saber perder também, não vamos ganhar a vida toda, né?

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